Transdutores de ultrassom: tipos, aplicações e como escolher

Os equipamentos médicos são aliados fundamentais no cotidiano hospitalar ou clínico e, por conta disso, é preciso conhecer sobre cada um deles e sobre seus usos apropriados, para garantir um atendimento de excelência. No entanto, a cada dia mais surgem aprimoramentos desses aparelhos, seguindo tendências tecnológicas da área da saúde, como, por exemplo, as inovações em equipamentos de ultrassonografia e em seus respectivos componentes auxiliares — os transdutores de ultrassom.

Os transdutores de ultrassom são peças complementares e essenciais aos aparelhos de ultrassom e cada uma dessas partes é destinada a usos específicos, sendo esse o item que entrará em contato direto com o corpo da pessoa analisada. É por meio desses componentes que se faz possível a transcrição das ondas sonoras das partes do corpo humano para as imagens refletidas no visor do equipamento, e tudo isso é feito de forma não invasiva e em tempo real.

É imprescindível — para um diagnóstico por imagem eficiente e otimizado — a manutenção e cuidados adequados no manuseio dos aparelhos e a utilização acertada de cada peça. Vamos apresentar neste artigo os tipos de transdutores de ultrassom e tudo o que você precisa saber sobre eles, portanto, continue a leitura!

Tipos de transdutores de ultrassom

Transdutor Linear

O transdutor linear, por ter frequências mais altas (entre 4 e 13 MHz), é indicado para realização de exames em áreas menores e mais superficiais, como músculos, tendões, mamas e testículos, além de ser bem empregado em exames vasculares. A imagem reproduzida se apresenta no formato retangular.

Existe também o transdutor linear de alta frequência, ultrapassando os 18MHz, é indicado para aplicações em dermatologia e reumatologia.

Transdutor Convexo (Curvo)

Por apresentar uma frequência comumente mais baixa (entre 2 e 6 MHz), esse item é indicado para visualização de estruturas anatômicas mais profundas, como os órgãos abdominais — fígado, intestino, vesícula biliar —, e também na área de ginecologia e obstetrícia, na visualização de ovários, útero e feto. Sua utilização é feita de forma externa, ou seja, por sobre a pele, e produz uma imagem trapezoidal no visor do equipamento de ultrassom.

Além disso, existe no mercado uma variação dessa peça, conhecida como Transdutor Microconvexo. Esse item possui uma área de contato pequena, o que o torna particularmente útil para exames em regiões anatômicas onde o espaço é limitado, como exames em crianças pequenas.

Transdutor Endocavitário

Já nessa opção, a utilização do transdutor é feita de maneira interna, com sua introdução em acessos naturais do corpo — como vagina e reto. Dessa forma, é uma opção bastante apropriada para exames ginecológicos e retais. Existem algumas variações do item, os transdutores biplanares, que possibilitam a visualização da imagem em dois planos distintos, principalmente usados para exames de próstata.

Transdutor Setorial

Devido ao formato do transdutor e da imagem triangular gerada, este item otimiza a análise cardíaca, portanto é muito utilizado por cardiologistas. Possui uma variação para uso pediátrico e neonatal, com frequências mais altas — o que amplia seu uso.

Transdutor Volumétrico

Os transdutores volumétricos possuem tecnologia para capturar imagens tridimensionais (3D) em tempo real, permitindo a visualização de estruturas anatômicas em múltiplos planos. São indicados geralmente para exames obstétricos, como avaliação detalhada do feto.

Transdutor Transesofágico

O transdutor transesofágico (TEE) é utilizado para obter imagens cardíacas sem a interferência das costelas ou dos pulmões. Neste modo de exame, o transdutor é inserido no esôfago. É indicado para diagnósticos precisos de doenças cardíacas, avaliação durante cirurgias cardíacas e monitoramento de pacientes em procedimentos intervencionistas.

Tecnologias complementares aos transdutores

A precisão e funcionalidade das ecografias têm sido aprimoradas por tecnologias inovadoras complementares aos transdutores de ultrassom. A Mindray, por exemplo, desenvolveu diversas tecnologias avançadas para otimizar esses transdutores.

Entre elas, a Single Crystal, que utiliza cristais de alta pureza para melhorar a sensibilidade e a penetração, resultando em imagens mais nítidas e detalhadas. Já a Combo Wave combina diferentes materiais piezoelétricos, proporcionando imagens mais claras e com menor ruído. Essas inovações contribuem significativamente para diagnósticos mais precisos e confiáveis.

Os transdutores de ultrassom citados e as inovações tecnológicas adicionais são essenciais para garantir avaliações médicas cada vez mais eficazes e de excelência. Nessa perspectiva, considerando que vivemos em constante atualização de equipamentos na área da saúde, é importante contar com empresas e fornecedores idôneos, que ofereçam qualidade e o que há de mais avançado no mercado de aparelhos hospitalares e clínicos.

Se você se interessou por este assunto, descubra o que é importante observar ao escolher o seu fornecedor de equipamentos médicos, em nosso artigo sobre o tema!

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    Conheça os principais tipos de motores cirúrgicos existentes

    Os motores cirúrgicos são, entre a vasta gama de equipamentos médicos do mercado, instrumentos que merecem atenção. Tanto no momento da aquisição quanto durante o pós-venda é muito importante avaliar o desempenho e o tempo de vida útil descritos pelos fornecedores.

    Dessa forma, é possível analisar quais equipamentos apresentam tecnologias e uma performance de qualidade e optar por motores que apresentem equilíbrio entre velocidade, peso e potência de perfuração.

    Quer saber mais sobre os motores cirúrgicos, conhecer os diferentes tipos disponíveis e saber em quais situações eles são utilizados? Não deixe de ler este post! Nele, falaremos tudo sobre esses instrumentos, incluindo a utilização ideal de cada modelo. Boa leitura!

    Motores cirúrgicos: o que são

    Principalmente para gestores hospitalares, que estão em constante contato com engenharias e inovações no de novos equipamentos, é fácil notar como os avanços tecnológicos têm transformado a área da saúde. Os motores cirúrgicos não ficam de fora desse aperfeiçoamento constante.

    De maneira introdutória, vamos explicar o que são motores cirúrgicos e qual a importância deles nos procedimentos médicos.

    De modo geral, esses equipamentos têm o formato periférico e acompanham um micromotor para facilitar a perfuração em tecidos moles e rígidos. A propulsão do impulso é controlada por um torque, apresentando ampla utilização em diferentes intervenções médicas e odontológicas, como veremos ao longo deste conteúdo.

    Variabilidade no mercado: cada tipo de motor apresenta sua finalidade

    Pelo que você pode imaginar, de acordo com sua experiência e os conhecimentos sobre equipamentos hospitalares, hoje existe uma variedade grande de equipamentos desse tipo no mercado. Veja, a seguir, em quais áreas ou situações clínicas esses motores são mais utilizados:

    • práticas de perfuração e inserção na implantodontia;
    • procedimentos ortopédicos (principalmente quadril, joelho, coluna, pé e mão);
    • perfurações ósseas;
    • cirurgias buco-maxilo-faciais;
    • cirurgias cardiotorácicas;
    • cirurgias periodontais;
    • neurocirurgias;
    • cirurgias plásticas;
    • traumatologia;
    • procedimentos de desgaste e polimento.

    Logo, podemos observar que os motores cirúrgicos são bastante utilizados na ortopedia de pequenos e grandes ossos e na neurologia.

    Além disso, o mercado de perfuradores cirúrgicos elétricos a bateria está crescendo consideravelmente nos ambientes hospitalares, principalmente devido à praticidade da utilização desses sistemas.

    Modelos cirúrgicos: motores oferecidos pela Medicalway

    Já vimos o quanto esses instrumentos são fundamentais para a rotina médica de diversos procedimentos. A seguir, vamos demonstrar quais são os principais tipos de motores oferecidos pela Medicalway e como eles podem auxiliar a realização de atividades específicas.

    Hoje são oferecidos motores elétricos a bateria e sistemas elétricos que desempenham suas funções por meio de consoles. Além disso, os micromotores são representados por uma grande variedade de linhas disponíveis no mercado.

    Nesse contexto, vale ressaltar que a Medicalway apresenta os motores cirúrgicos da Bojin — um fabricante multinacional. Seus equipamentos têm tecnologia alemã avançada e asseguram maior potência, estabilidade e ergonomia para uso em diversas cirurgias.

    Observe, a seguir, os diferentes tipos de modelos e seus métodos de utilização mais recorrentes.

    Motores cirúrgicos dedicados

    Os motores cirúrgicos dedicados, como o próprio nome sugere, são desenvolvidos especificamente para determinados sistemas. A maioria deles permite que a peça atue no motor, controlando sua rotação e seu torque.

    Os motores dedicados oferecem uma excelente performance em procedimentos cirúrgicos. Exemplos:

    • Drill: bastante utilizados em procedimentos de perfuração;
    • Serra Sagital, Serra Reciprocante e Serra Esterno: excelentes ferramentas para realizar cortes e fazer aberturas em tecidos ósseos;
    • Craniótomo: realiza aberturas cirúrgicas no crânio com agilidade e firmeza;
    • Trepano: utilizados principalmente para perfurações na calota craniana;
    • Drill Canulado: a configuração nesse formato possibilita perfurações simples e canuladas.

    Motores multifuncionais

    Já os motores multifuncionais realizam todos os procedimentos dos motores dedicados. No entanto, é possível utilizar o mesmo motor e ajustar os adaptadores com funções específicas para cada cirurgião. São exemplos de motores multifuncionais:

    • Drill;
    • Drill Canulado;
    • Reamer;
    • Serra Sagital, Serra Reciprocante e Serra Esterno;
    • Trepano;
    • Craniótomo;
    • Passa Fio.

    Motores elétricos por meio do console

    Esse tipo é mais utilizado em cirurgias de pequeno porte e mais delicadas, como neurocirurgia, procedimentos buco maxilares, cirurgias de mão, pé e coluna.

    Aquisição: o que deve ser avaliado no momento da compra

    Em primeiro lugar, a real necessidade da instituição de saúde em questão é o que deve ser levado em conta. Ou seja, em qual especialidade existe uma maior necessidade de utilizar os motores cirúrgicos.

    Assim, a partir da obtenção dessa informação é possível direcionar a aquisição do produto com maior efetividade. Além disso, existe a possibilidade de a empresa demonstrar o instrumento em cirurgias específicas com o intuito de aumentar a confiabilidade médica em relação à aquisição do produto.

    Modelo ideal: características fundamentais no momento de escolha

    Uma vez que todos os motores cirúrgicos são fundamentais em procedimentos complexos, determinadas características devem ser observadas no momento de aquisição. Algumas delas são:

    • ergonomia: motores ergonômicos garantem maior precisão e segurança;
    • torque: equipamentos com alto torque apresentam excelente comando de Excelente comando de acionamento e parada;
    • versatilidade: quanto mais multifuncional for o motor maiores serão as vantagens na aquisição;
    • durabilidade: a vida útil dos motores cirúrgicos beneficia a gestão de custos e garante mais segurança na execução de procedimentos.

    É importante destacar que o sistema pneumático é um modelo muito barato de motor cirúrgico. Apesar disso, não é aconselhável adquiri-lo, pois são necessários vários acessórios para que ele funcione adequadamente.

    Mangueiras, reguladores, cilindros e suporte de transporte do cilindro: é preciso adicionar esses complementos à peça o que dificulta a rotina de utilização. O uso da mangueira, por exemplo, pode bloquear a mobilidade do motor e atrapalhar os circulantes da sala de cirurgia.

    Além disso, há o risco de o cilindro acabar durante o uso do perfurador, exigindo mais trabalho e gasto de tempo para a sua substituição e a desconexão das mangueiras.

    Diante do conteúdo exposto neste artigo é fácil concluir que os motores cirúrgicos merecem atenção especial, não é mesmo? Para garantir mais segurança nas cirurgias, alguns aspectos e algumas características relevantes devem ser observados na hora de adquirir instrumentos de qualidade.

    Os modelos disponíveis da Bojin, inclusive, apresentam um design ergonômico, leve e com alta durabilidade da bateria. Além disso, são práticos e têm fácil manuseio, facilitando e otimizando o tempo de cirurgia.

    O que achou deste post? Consegue visualizar melhor como os diferentes tipos de motores interferem na qualidade do atendimento de saúde prestado? Que tal entrar em contato conosco e conhecer melhor os nossos equipamentos e serviços? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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    Conheça as tendências e inovações no mercado de ultrassonografia

    Entre toda a gama de avanços tecnológicos na área da medicina, as inovações no mercado de ultrassonografia demonstram um destaque especial. Afinal, as melhorias e otimizações dos aparelhos impactam praticamente todos os âmbitos do cuidado à saúde.

    Assim, como a maioria das especialidades são beneficiadas, estar por dentro das tendências do mercado deve ser uma prática constante para uma boa gestão de equipamentos hospitalares.

    Foi pensando nisso que elaboramos este conteúdo completo sobre as inovações em ultrassonografia. Continue conosco e saiba quais são essas novidades e tendências e quais os dispositivos de última geração.

    Importância de se investir em novidades para o setor da saúde

    Antes de adentrarmos nas inovações no mercado de ultrassonografia, é fundamental compreender a importância de se investir nesse campo. Tudo começa com o princípio de que existem alguns setores que nunca podem ter seus investimentos congelados, sendo que, obviamente, a saúde é um deles.

    Portanto, considerando que a tecnologia é algo que está em constante evolução, é imprescindível que clínicas e hospitais estejam frequentemente antenados nas novidades da área médica.

    Estratégias de atualização quanto às novidades

    Visitações em eventos e feiras hospitalares são excelentes formas de atualização no que há de mais inovador nos mercados nacional e internacional. A Feira Hospitalar, por exemplo, é o principal evento da área e acontece anualmente no Brasil como uma vitrine para atuantes de laboratórios, clínicas e hospitais.

    O conhecimento reduz custos

    Quando uma clínica ou hospital investe em um equipamento recém-lançado, sua aquisição toma um caráter mais preventivo e não paliativo, otimizando a gestão de custos hospitalares.

    Um aparelho de ultrassom, por exemplo, normalmente é trocado dentro do período máximo de 5 anos devido a questões tecnológicas. No entanto, os recursos mais novos do mercado aumentam esse período, estendendo a necessidade de troca para cerca de 7 anos.

    Principais inovações no mercado de ultrassonografia

    Pois bem, agora que já vimos o quanto é importante investir e adotar tais inovações no mercado de ultrassonografia, vamos discutir quais são as principais tendências que têm sido colocadas à disposição dos profissionais.

    Podemos dizer que hoje a grande tendência dessa área é compactar cada vez mais o tamanho dos equipamentos de ultrassonografia, além de melhorar e otimizar o maior número de recursos e funcionalidades possível.

    A inovação dos aparelhos de ultrassom é evidenciada principalmente no foco em melhorias de softwares mais avançados. Alguns exemplos são elencados a seguir:

    • elastografia Shear Wave (técnica que explora o potencial de elasticidade dos tecidos);
    • fusão de Imagem (com tomografia computadorizada e ressonância magnética);
    • ultrassonografia por contraste;
    • V-Flow (Doppler por vetores).

    Como funcionam essas novidades

    Atualmente as grandes indústrias de dispositivos e softwares em ultrassonografia estão buscando trazer melhorias que têm realmente a capacidade de se destacar no mercado.

    É o caso da Mindray, uma desenvolvedora, fabricante e comerciante chinesa de instrumentação médica. Além de apresentar equipamentos altamente robustos e estáveis, a companhia tem um doppler excepcional que possibilitou o desenvolvimento do software V-Flow, em que as informações são disponibilizadas por meio de vetores.

    Já outras empresas focam no desenvolvimento da ultrassonografia 4D obstétrica. Se no ultrassom 3D é possível identificar os detalhes do rosto e formas do bebê, com o 4D é possível avaliar os movimentos fetais.

    Ainda nesse âmbito, hoje já existem tecnologias que focam na obtenção de imagens bastante realistas e estão sendo consideradas de quinta dimensão (5D).

    Mobilidade e adaptabilidade importam

    Uma grande tendência relativamente fácil de se perceber entre as inovações no mercado de ultrassonografia é o quanto os botões estão diminuindo e as telas touch screen estão cada vez mais comuns.

    Ademais, quanto maior a capacidade de movimentação e adaptabilidade, melhor. Equipamentos que apresentam possibilidades de ajuste de altura e rotação no painel estão em alta, assim como monitores cada vez maiores, que possibilitam análises de parâmetros mais apuradas.

    Benefícios de se investir nessas inovações

    Diante de todas as possibilidades discutidas neste artigo até então, dá para perceber muitas vantagens que clínicas e hospitais têm ao investir em novas tecnologias do setor. Mas como essas soluções de última geração beneficiam diretamente os pacientes?

    Os benefícios são obtidos melhorando principalmente a qualidade e a rapidez dos exames. A elastografia Shear Wave, por exemplo, auxilia a obtenção de análise histológica para avaliação de fibrose hepática.

    Dessa forma, a avaliação da elasticidade dos tecidos moles e de seu comportamento permite obter informações sobre a benignidade ou malignidade do tecido de maneira não invasiva e significativamente rápida.

    Outras condições clínicas frequentemente analisadas nessa área são a cirrose ou o carcinoma hepatocelular.

    Pontos a serem avaliados antes da aquisição de equipamentos de ultrassonografia

    Para gestores e profissionais interessados em investir na modernização do centro de imagem com novas tecnologias, é importante se atentar e avaliar algumas questões antes da aquisição.

    O primeiro ponto a ser analisado é elencar quais áreas lidarão com o equipamento. Alguns exemplos comuns são especialidades como obstetrícia, ginecologia, angiologia, cardiologia (adulta, pediátrica ou neonatal), mastologia, endocrinologia, urologia e anestesiologia.

    A partir dessa identificação, é fundamental saber se os profissionais de cada área necessitam de algum software específico para desempenhar suas funções. Dessa maneira, as empresas que fornecem os equipamentos saberão quais máquinas, transdutores e recursos atenderão a clínica ou hospital com mais efetividade.

    Onde encontrar essas novidades no mercado

    A Medicalway é distribuidora oficial da Mindray no sul do Brasil e possui o estoque de equipamentos e peças, além de assistência técnica e application local. Vale ressaltar que a Mindray é uma empresa que cresce com significativa rapidez e, com menos de 30 anos de história, já está a frente de grandes companhias centenárias.

    Viu como investir em inovações no mercado de ultrassonografia tem um excelente custo-benefício e promove melhorias de médio e longo prazo? A tendência é que essas tecnologias avancem cada vez mais sem perder a qualidade e durabilidade dos equipamentos, trazendo inovações e conforto para os profissionais.

    Se você tem interesse em se aproximar de tecnologias que atendem necessidades específicas do mercado e focam na excelência do atendimento aos pacientes, que tal entrar em contato conosco? Nossa equipe de consultores se encontra à disposição para solucionar quaisquer dúvidas e prestar o melhor serviço possível.

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    Parâmetros de monitores: conheça suas possibilidades de configuração

    Uma das atividades mais críticas e importantes na rotina de consultórios e hospitais é o acompanhamento dos parâmetros de monitores. Afinal, para que o serviço completo de cuidado à saúde seja fornecido com qualidade, o monitoramento de sinais vitais e outros parâmetros mais específicos é crucial.

    Nesse contexto, os gestores devem atentar frequentemente ao desempenho de tais monitores para a eficácia global, assegurando que esses dispositivos sejam bem escolhidos de acordo com os objetivos da prática médica.

    Mas e você, conhece os principais tipos de monitores e quais são os parâmetros mais importantes? Gostaria de aprofundar seus conhecimentos sobre as possibilidades disponíveis e o que considerar no momento de escolha?

    Então, continue conosco e faça uma ótima leitura do conteúdo completo que preparamos!

    Saiba a utilidade dos monitores no tratamento e diagnóstico dos pacientes

    Entre os monitores disponíveis, os mais básicos coletam dados do estado geral e dos sinais vitais dos pacientes, sendo que existem parâmetros mais avançados que não somente coletam dados, mas direcionam tratamentos.

    É o caso, por exemplo, do débito cardíaco e da capnografia. A partir da análise desses parâmetros, é possível estabelecer o diagnóstico e uma conduta terapêutica adequada devido à obtenção de informações mais específicas do estado geral do paciente.

    Conheça os principais tipos de monitores

    Para que você compreenda este artigo de uma maneira mais didática, vamos separar os monitores de acordo com o tipo, sendo que os mais comuns são os pré-configurados e os modulares.

    Monitores pré-configurados

    Os monitores pré-configurados podem alcançar até um certo nível de parâmetro e, normalmente, apresentam, como módulos operacionais, o débito cardíaco e a capnografia.

    Eles são mais utilizados para centros de UTI que não requerem o monitoramento de tantos parâmetros, mas precisam acompanhar e manter o paciente estável.

    Monitores modulares

    Já os monitores modulares são mais utilizados em centros que necessitam de acompanhamentos mais específicos e críticos e da análise de parâmetros mais avançados.

    Exemplos dessas condições são determinados ambientes, como centros cirúrgicos, que requerem o monitoramento de parâmetros, como o nível de consciência em relação aos desfechos, o desenvolvimento de uma pneumonia e o comportamento fisiológico de agentes anestésicos.

    Outros tipos de monitores

    Além dos monitores pré-configurados e modulares, existem os mistos, que nada mais são do que os dispositivos pré-configurados com a inserção de alguns módulos. Eles podem ser utilizados em UTI e manter 1 ou 2 módulos para rodar, por exemplo, a quantidade de 10 leitos.

    Além disso, os monitores mistos englobam os parâmetros básicos, como eletrocardiograma, respiração, saturação, pressão não invasiva e temperatura, rodando, ainda, com 2 módulos de capnografia.

    Uma vez que normalmente nem todos os pacientes precisam utilizar todos esses módulos, os monitores mistos são empregados. Vale salientar que as tecnologias em saúde vêm se aprimorando constantemente, sendo importante que os gestores acompanhem as novas possibilidades de equipamentos e dispositivos.

    Veja quais são os parâmetros de monitores

    Antes de compreendermos quais são os diferentes parâmetros de monitores, é importante elucidar o que são os módulos. Já mencionamos, neste conteúdo, a inserção de determinados módulos. Mas, afinal, o que isso significa?

    Definição de módulos

    Podemos considerar que os parâmetros vêm inseridos dentro de uma caixa que é literalmente encaixada dentro do monitor e todo o processo de leitura acontece pela transmissão dos dados na tela.

    No caso de monitores multiparamétricos, esses módulos podem ser intercambiáveis entre si e com outros monitores, desde que sejam do mesmo fabricante.

    Principais parâmetros e possibilidades de configuração

    De maneira geral, os monitores básicos têm 5 parâmetros. São eles:

    • eletrocardiograma;
    • respiração;
    • saturação;
    • pressão não invasiva;
    • temperatura.

    Além disso, existe uma vasta lista de parâmetros, fornecidos pela Medicalway, que buscam atender diferentes complexidades de tratamento. Confira alguns parâmetros provenientes dessa lista:

    • gases anestésicos;
    • débito cardíaco;
    • saturação de oxigênio;
    • nível de consciência;
    • pressão invasiva;
    • capnografia.

    Descubra como escolher o melhor monitor para o seu consultório ou hospital

    Pois bem, conhecer os tipos de monitores e parâmetros mais analisados é de suma importância, mas de nada adianta reconhecer essa necessidade se você não souber fazer a escolha de equipamentos adequados, certo?

    Para tanto, elencamos alguns pontos que requerem atenção ao adquirir tais dispositivos para o seu consultório ou hospital. Continue acompanhando este artigo e saiba como fazer a escolha mais adequada.

    Nível de complexidade da assistência à saúde

    É fundamental considerar o nível de complexidade do ambiente hospitalar ou do consultório em que o monitor será instalado, além de verificar a quantidade de leitos e quais as condições de uso do monitor pelos profissionais da saúde.

    Se analisarmos, por exemplo, uma UTI cardíaca, é bem possível que os principais parâmetros requeridos sejam pressão invasiva e débito cardíaco.

    Qualidade do equipamento

    Uma das maneiras mais eficazes de se mensurar a qualidade dos fornecedores de dispositivos, como os monitores, é fazendo uma análise concisa e frequente do período pós-venda. É fundamental analisar determinados fatores, como a periodicidade de manutenção e treinamentos e se os sensores são substituídos rapidamente.

    Ademais, o nível de qualidade deve ser acompanhado com cautela. Vale ressaltar que os parâmetros analisados são críticos, e se algum monitor de baixa qualidade for implantado, podem ocorrer, por exemplo, interpretações erradas de eletrocardiogramas, o que leva a condutas equivocadas.

    Variedade de parâmetros em relação à complexidade do tratamento

    Como podemos ver, os parâmetros de monitores são responsáveis pela indicação de estados vitais e sensíveis, como o estado hemodinâmico, o nível de consciência e as transmissões neuromusculares. Assim, a complexidade é um aspecto que deve ser levado em conta.

    Quanto mais complexo for o paciente no centro cirúrgico, mais ele precisará utilizar agentes anestésicos, como o sistema TNM e o BIS (Índice Bispetral), sendo essencial saber para onde a conduta clínica está sendo direcionada.

    Por outro lado, o paciente que fica longos períodos na UTI necessita do parâmetro de débito cardíaco. Se a equipe optar por obter os parâmetros por métodos não invasivos, é preciso escolher algum módulo de pico que seja menos agressivo. Deve-se saber, portanto, o que exatamente será utilizado.

    A MedicalWay atende desde dispositivos com parâmetros de monitores básicos, como equipamentos mais simples de triagem, até os monitores mais complexos e avançados com alta qualidade de padrões hemodinâmicos. Além disso, os módulos mais avançados contam com a análise de eletromiografia, pneumonia, agentes anestésicos e saturação venosa de oxigênio.

    Que tal entrar em contato conosco e conhecer, com mais detalhes, nossas tecnologias e condições de mercado? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!

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