Como o sistema de videolaparoscopia é realizado?

No mundo atual, cada vez mais vemos toda a ciência evoluindo junto com a tecnologia. A medicina não é diferente. Com isso, cada vez mais surgem opções no mercado para facilitar os procedimentos e diminuir os riscos dos pacientes, uma dessas soluções é a videolaparoscopia.

Apesar do nome grande e aparentemente complicado à primeira vista, o sistema de videolaparoscopia vem para facilitar a vida dos médicos, técnica essa que pode ajudar tanto para fazer diagnósticos quanto para cirurgias.

Agora, você quer saber o que é a videolaparoscopia, quais as suas vantagens e como ela é feita na prática? Fique por aqui, que vamos mostrar para você neste artigo. Siga a leitura!

O que é videolaparoscopia?

Podemos dizer que a videolaparoscopia, também chamada apenas de laparoscopia, é uma cirurgia pouco invasiva, utilizada com o objetivo de diagnosticar doenças já suspeitas pelo médico ou para executar o que o tratamento precisa, como retirada de um órgão ou parte dele.

Normalmente, o sistema de videolaparoscopia é utilizado nas doenças na região abdominal ou pélvica e é considerado um dos maiores avanços da medicina do último século quando o assunto é tecnologia.

Como é feita na prática?

Antes de abordarmos sobre como é feita a videolaparoscopia, é fundamental lembrar da necessidade de fazer os exames pré-operatórios e uma avaliação dos riscos cirúrgicos, por mais que seja uma prática pouco invasiva.

Ao entender o estado das pessoas e como está o corpo com esses exames, é possível avaliar, por exemplo, quando é recomendável esvaziar completamente o intestino com o uso de laxantes no pré-operatório.

A operação é administrada no ambiente hospitalar, por conta de toda a estrutura necessária. Todo o procedimento é feito sob anestesia geral. São realizados pequenos cortes e/ou incisões, sendo mais comum fazer dois a três na altura da virilha e uma na região umbilical.

Na sequência, um tubo com uma microcâmera é introduzido até o local exato, o que permite ao médico ter uma visão detalhada e profunda. As imagens de alta definição podem ser ampliadas ou reduzidas a fim de realizar esse diagnóstico com exatidão ou até fazer uma cirurgia minuciosa.

Quais são as vantagens do sistema de videolaparoscopia?

Para o setor médico, a maior vantagem de utilizar a videolaparoscopia é o acesso ao órgão vital por meio de uma abertura bem pequena, de aproximadamente um centímetro.

Como se trata de um procedimento por meio do qual um tubo plástico entra no corpo humano com uma microcâmera, a visualização facilita os diagnósticos e a realização das cirurgias de maneira incrivelmente mais prática.

Para o paciente, a maior vantagem que podemos citar é o menor tempo de hospitalização necessária no pós-operatório. Afinal, por ser minimamente invasiva, o corpo sente menos e consequentemente se recupera mais rapidamente.

Vale ressaltar que é também possível voltar, em pouco tempo, às atividades profissionais e pessoais. Com o sistema de videolaparoscopia, a chance de ter algum tipo de infecção e dor intensa é muito menor.

E, claro, não podemos deixar de citar que todos se preocupam com sua forma física. Em termos de estética, esse tipo de procedimento é bem aceito, já que são cortes pequenos que deixam cicatrizes minúsculas, muitas vezes imperceptíveis.

Portanto, o sistema de videolaparoscopia é um procedimento com vantagens para a equipe médica, devido à sua alta visualização e à possibilidade de proporcionar diagnósticos mais precisos, além de ser uma perfeita alternativa para o paciente, que terá uma recuperação rápida e com pouco desconforto no pós-operatório.

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    O que observar ao escolher um fornecedor de equipamentos médicos?

    A adequada escolha do fornecedor de equipamentos médicos é indispensável para evolução de uma instituição médica e melhor cuidado com o paciente. Para entender melhor, basta imaginar os riscos que o uso de equipamentos falhos e sem a devida qualidade causaria.

    De acordo com o nível de gravidade dos equipamentos médicos fornecidos, é possível ter muitas consequências. Por exemplo, as atividades da instituição podem ser paralisadas ou até mesmo a vida dos pacientes ser colocada em risco. Naturalmente, você não deseja nenhum dos cenários para a instituição.

    Sendo assim, preparamos este post com dicas do que observar ao escolher o fornecedor de equipamentos médicos. Continue a leitura e descubra!

    Qualidade

    A qualidade do fornecedor de equipamentos médicos é um critério indispensável na aquisição. Isso deve ser prioridade acima de qualquer fator, como os valores cobrados ou a forma de pagamento. Então, é recomendado pesquisar sobre a qualidade dos equipamentos oferecidos. 

    É o caso de buscar informações sobre as certificações, atualizações de modelo e o nível de satisfação de outros clientes que fecharam negócio com o fornecedor. 

    Além disso, é importante analisar origem, oferecimento de manutenção e assistência por parte do fornecedor e disponibilidade de peças. Esses aspectos sinalizam para o comprometimento, a durabilidade e a funcionalidade dos itens que serão adquiridos.

    Inovação

    O setor da saúde se atualiza constantemente para oferecer um atendimento de maior qualidade aos pacientes. E ainda, mais economia a médio e longo prazo. Logo, é preciso que o fornecedor de equipamentos médicos invista em inovação e aplique tecnologias modernas para auxiliar no desenvolvimento do setor.

    Caso contrário, é possível que a sua instituição fique para trás diante de outras que inovam e oferecem mais satisfação aos pacientes. Para averiguar o oferecimento disso pelo fornecedor, é válido pesquisar as tendências de mercado e lançamentos da área. Quanto mais novidades o fornecedor oferece, maior o indício de inovação

    Integridade

    É fundamental que o fornecedor de equipamentos médicos tenha integridade para aumentar a credibilidade na aquisição e a confiança de que ela é de qualidade. Por isso, é indicado pesquisar sobre a autoridade da empresa e como ela é conhecida no segmento. 

    Nesse sentido, você pode entrar em contato com o time de vendas e preparar um questionário que ajude a entender esse aspecto. Essa interação também é benéfica para avaliar o atendimento oferecido, que também deve ser um critério de escolha.

    Outro ponto essencial é conferir o feedback dos clientes desse fornecedor para analisar o desempenho dos equipamentos médicos e a postura da empresa fornecedora. Todas essas questões são úteis na decisão de compras.

    Portanto, leve em consideração as recomendações citadas para fazer uma melhor negociação com o fornecedor de equipamentos médicos. Com relação a isso, saiba que a MedicalWay tem o melhor custo-benefício do mercado, outro aspecto essencial para sua consideração. Além disso, a empresa tem flexibilidade na forma de pagamento, suporte ágil e tecnologias atualizadas.

    Então, já sabe o que considerar ao pensar no fornecedor de equipamentos médicos? Aproveite essas dicas e entre em contato conosco da MedicaWay!

     

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    Como realizar uma anestesia segura? Confira!

    Diante do receio dos pacientes quanto a tomar anestesia para a realização de cirurgias, é importante falar sobre como realizar uma anestesia segura, a fim de que tanto o paciente quanto o profissional da saúde fiquem tranquilos com esse procedimento.

    Portanto, neste post, você entenderá o que se deve fazer para que a anestesia seja segura, além de saber como o paciente pode contribuir para que isso ocorra e a importância da relação médico-paciente para o sucesso do procedimento. Acompanhe.

    Como realizar uma anestesia segura?

    A anestesia é usada durante os procedimentos cirúrgicos e gera a ausência temporária de sensibilidade no paciente, fazendo com que ele fique dormindo durante a cirurgia, se for anestesia geral, ou acordado, se for apenas local.

    Com um anestesista competente, o paciente não precisa se preocupar, pois terá um procedimento seguro e livre de dores. Assim, saberá que terá um profissional ao seu lado fazendo toda a gestão do seu processo cardíaco, respiratório e de todas as demais funções vitais.

    Para uma anestesia segura, também é importante o controle da temperatura corporal do paciente para que não ocorra hipotermia. Dessa forma, ele é mantido aquecido e, se a cirurgia durar mais de três horas, também é colocada uma manta térmica ao seu redor a fim de garantir que a temperatura corporal se mantenha adequada.

    Como o paciente pode colaborar para a anestesia segura?

    Para que a anestesia ocorra de forma segura, é importante não só a equipe médica ser qualificada, mas também é necessário que o paciente colabore para o sucesso do procedimento.

    Por isso, é essencial que ele siga todas as orientações repassadas pelos profissionais que atuarão na cirurgia, tais como:

    • realizar a quantidade de horas de jejum solicitada, incluindo não beber água;
    • ingerir alimentos leves no dia anterior ao procedimento;
    • remover joias, anéis, óculos, entre outros para entrar no centro cirúrgico.

    Qual a importância da relação médico-paciente para a anestesia segura?

    Sabemos que os pacientes têm medo de anestesia, principalmente quando ela é geral. Esse receio acontece tanto pelo medo de acordar durante o procedimento operatório, quanto pela preocupação de nunca mais acordar. E até pelo medo de sentir tudo que está acontecendo na cirurgia e a equipe médica não notar que o paciente está consciente, como aconteceu com um personagem no filme Awake – A Vida por um Fio.

    Por isso, para tranquilizar o paciente e para que a anestesia ocorra de forma segura, é essencial que ocorra um acompanhamento antes, durante e depois da cirurgia. Portanto, no dia anterior à aplicação da anestesia, é essencial que o anestesista entre em contato com o paciente a fim de promover a relação médico-paciente, fazendo com que ele se sinta mais tranquilo a respeito da anestesia. Isso deve ocorrer principalmente se ela for geral.

    Esse contato no pré-operatório também é importante para saber quais medicamentos o paciente usa, se possui alergia a algum remédio e se deve parar o uso de algum medicamento contínuo para que a anestesia atue da melhor forma possível. Agindo assim, seu paciente sentirá segurança ao entregar a saúde dele em suas mãos.

    Já no decorrer da cirurgia, é importante que o profissional se mantenha atento aos sinais vitais do paciente e que observe se ele está acordando ou não. Ao fim do procedimento, o anestesista também atua aplicando medicamentos que evitam que o paciente sinta dor, fazendo assim com que ele fique o mais confortável possível.

    Neste post, você pode entender a importância de uma anestesia segura para a tranquilidade não só do paciente como também do médico, além de compreender como o paciente pode colaborar para o sucesso da anestesia.

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    Filtro HME: para que serve e quais são as suas categorias?

    A pandemia do novo coronavírus trouxe alguns alertas à população e preocupações para os centros de saúde no quesito equipamentos respiratórios. Os filtros respiratórios são uma tecnologia recente na medicina e muito útil para casos de insuficiência respiratória, inclusive a que a Covid-19 provoca.

    Um desses artifícios é o HME (Heat and Moisture Exchanger), que nada mais é do que um trocador de calor e umidade colocado entre o tubo endotraqueal/traqueostomia e o conector do circuito do ventilador, capaz de aquecer e umidificar o gás inspirado.

    Neste post, você conhecerá mais sobre o filtro HME, sua importância e as categorias existentes. Acompanhe.

    O que é o filtro HME?

    Estamos vivendo tempos difíceis com a disseminação de um vírus altamente contagioso e com grande poder sobre nossos pulmões. Muitos casos de internação em unidade de terapia intensiva seguidas de intubação utilizam esse tipo de filtro, auxiliando o paciente a manter a respiração aquecida e com o nível de umidade adequado. Eles ajudam a reduzir o muco e a tosse, um dos sintomas atenuantes da Covid-19.

    Ele também pode ser usado em anestesias, ventilação assistida ou cirurgias em que os pacientes não conseguem manter a habilidade de filtrar e umidificar o ar respirado. Além disso, são muito importantes na proteção contra contaminações microbianas entre as máquinas e os pacientes, por conta da ação da membrana eletrostática que impede a passagem de vírus e bactérias que podem levar ao óbito.

    Quais as categorias do filtro HME?

    Agora que você sabe o que é filtro HME e entende sua importância e como funciona, é essencial conhecer os tipos que existem. De acordo com a literatura médica mundial, esses filtros são agrupados em três categorias. Conheça-as agora.

    Umidificadores mistos

    Possuem propriedades de produção de umidade e calor, que bloqueiam a ação microbiológica exercida pelas membranas eletrostáticas. Recebe a nomenclatura HMEF por alguns autores, que significa trocador de calor e umidade com poder de filtração.

    Umidificadores hidrofóbicos

    Atuam como barreira, possuem alta eficiência de filtração, mas com poder menor de produção de umidificação e aquecimento. Ele possui pregas que impedem a passagem da água para o meio externo.

    Umidificadores condensadores higroscópicos

    Não possuem propriedades de filtração antimicrobiana, apenas realizam troca de calor e umidade. Quando o paciente exala ar quente e úmido, o filtro coleta essa umidade e o calor e devolve quando o indivíduo inala.

    Como age o filtro HME?

    O HME age de forma parecida com nossas vias respiratórias superiores e assim retém a umidade e o calor do ar expirado através da membrana higroscópica, impedindo a perda de ambos. Depois disso, são liberados e aquecem e umidificam os gases inspirados pelo paciente.

    Você pode aprender um pouco mais sobre o uso desses equipamentos aqui na Medicalway. Basta ficar de olho em nossas publicações. Esse filtro é encontrado aqui com os melhores preços do mercado e com as recomendações e explicações necessárias para o uso.

    Tem interesse e quer saber mais sobre o filtro HME? Então, entre em contato conosco. Um de nossos especialistas o atenderá e tirará suas dúvidas.

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