Muitos profissionais que trabalham na área da saúde, em hospitais, têm curiosidade a respeito da chamada saúde 4.0. O que ela é? Qual diferença traz? Por que é importante? Além de outras questões sobre esse novo conceito. Porém, antes de saber a respeito dela, é preciso entender o que é a chamada indústria 4.0. Veja!
Indústria 4.0 é o nome dado para a quarta revolução industrial da história da humanidade. A primeira foi aquela do século XIX, muito ligada ao setor têxtil. A segunda veio no início dos anos 1910, com o fordismo e a linha de montagem industrial. A terceira começou nos anos 1970, com a inclusão dos sistemas de automação em todo o processo das fábricas, inclusive com o uso de máquinas e robôs.
Até que se chega à etapa dessa evolução industrial no mundo. A indústria 4.0 é o uso da inteligência artificial em todos os processos, mecanismos, equipamentos e sistemas de uma empresa. É facilitar o trabalho humano e trazer mais produtividade e eficiência.
A saúde 4.0 tem total ligação com esse conceito dado para a parte industrial. Hospitais, clínicas, consultórios também estão começando a usar mecanismos de inovação baseados em inteligência artificial em equipamentos, exames e computadores, na gestão e administração do negócio e em outras etapas importantes desse sistema.
A revolução industrial ocorre em todas as áreas — e com a saúde não seria diferente. Claro que essa introdução robótica à saúde jamais vai ocupar o lugar essencial de humanos, como enfermeiros, técnicos diversos, médicos, dentistas, fisioterapeutas e psicólogos. No entanto, ela vai ajudar e muito na eficiência do atendimento e dos diagnósticos e na própria gerência de setores e equipes mais diversos dentro de um hospital.
O principal desafio é que a inteligência artificial ainda é um estudo, com poucas soluções práticas e viáveis no momento atual. É preciso caminhar com as pesquisas e, ao mesmo tempo, baratear os produtos advindos dessa nova tecnologia. Isso é o natural, é o que vai acontecer em poucos anos.
A partir daí, com essas situações solucionadas, vai ser difícil encontrar um consultório sequer, independentemente do tamanho que tenha, que não use a saúde 4.0 para poder trazer mais eficiência ao serviço prestado.
Na parte de logística, por exemplo, de compra de materiais e de organização de suprimentos essa evolução é essencial. A inteligência artificial vai poder dizer o que falta, o que precisa comprar, o que pode esperar para ser adquirido, organizando tudo da forma mais inteligível — enfim, vai ajudar bastante os profissionais dessa área essencial de um hospital.
Além de ficarem curiosos, muitos profissionais têm medo do que essa novidade pode trazer para o próprio trabalho deles. Medo dos robôs errarem, de não funcionarem ou, ainda, de funcionarem tão bem, que não seja mais necessário ter humanos para gerir determinadas áreas.
A resposta a isso é que todo mundo pode ficar tranquilo. Um produto baseado na inteligência artificial jamais vai sair de uma fábrica sem ter a certeza de que ele funciona corretamente e é impossível que a máquina sozinha dê conta de todo um trabalho, precisa-se de humanos para que elas funcionem, façam o trabalho delas da forma correta e sejam vigiadas para que esses erros não aconteçam.
As máquinas não estão aí para roubar o lugar de ninguém, apenas para facilitar o trabalho e trazer mais eficiência em todas as áreas das relações humanas.
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A medicina tradicional chinesa teve sua origem na China antiga mas evoluiu com o decorrer dos anos, sendo ainda praticada hoje em dia e até mesmo inspirando diversas práticas em países do ocidente, sendo usada junto com a medicina tradicional.
A TMC procura diagnosticar e prevenir as doenças ao mesmo tempo em que mantém o corpo sadio, sua definição oficial consiste em: “um completo sistema medicinal que possui um entendimento profundo das leis e padrões na natureza e aplica isso no corpo humano”. Ou seja, ela evita ao máximo os tratamentos invasivos, buscando sempre alternativas mais naturais que se baseiam na filosofia chinesa. Confira algumas características!
A medicina chinesa utiliza a inspeção, o odor, o som, o questionamento e o toque para diagnosticar uma doença. Nela, o médico geralmente não toca o paciente, ele apenas observa e inspeciona qual pode ser a causa do problema. Mas, a sua maior diferença está no fato de que ela considera todos os fatores da sua vida de forma holística para diagnosticar o paciente. Assim, o médico faz perguntas sobre a sua dieta, o seu estilo de vida e avalia a sua saúde mental, pois acredita que tudo está relacionado e deve ser levando em conta na hora de pensar na saúde física. Além disso, ela leva em consideração fatores individuais de cada um para chegar no melhor diagnóstico e tratamento.
Os tratamentos da medicina chinesa são diferentes, pois o seu conceito também é diferente daquilo que estamos acostumados. O papel do médico aqui não é apenas curar, mas também instruir os seus pacientes para que eles entendam como ficaram doentes e como podem voltar a se sentir bem. Dessa forma, ele se foca não apenas na solução do problema, mas, principalmente, na sua prevenção. Alguns dos tratamentos mais conhecidos são: fisioterapia, acupuntura e cupping, todos eles são eficazes para diversos problemas de saúde.
Apesar de ser segura e reconhecida pela OMS, a medicina chinesa não substitui os tratamentos mais específicos e completos, o ideal é aliar as suas práticas a outras já conhecidas. Além disso, vale a pena estudar mais sobre essa modalidade e o seu conceito de prevenção, pois esse tipo de medicina comprova que uma boa qualidade de vida está diretamente ligada a uma melhora da saúde física e mental.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. Representamos a MINDRAY da China, que une as melhores técnicas da Medicina Tradicional Chinesa para aprimorar a nossa medicina brasileira. Acompanhe o nosso blog para saber mais sobre medicina, e acompanhe a nossa página do Facebook para saber mais sobre o nosso trabalho!
Já falamos aqui no blog sobre as inovações tecnológicas na área da medicina, mas você sabe como essas inovações estão acontecendo na área da cardiologia?
A principal causa de mortalidade no Brasil são as doenças cardiovasculares, sendo assim as inovações tecnológicas nessa área se tornam muito importantes no nosso país, podendo mudar a qualidade de vida da população. Confira algumas:
A Angioplastia coronária com implante de stents é um tratamento já conhecido e utilizado para tratar a Doença Arterial Coronariana, onde é inserido um stent para manter a artéria aberta para sustentar o fluxo sanguíneo após o procedimento. A novidade aqui é o uso de stents bioabsorvíveis.
Esses novos tipos de stents são feitos com plástico biológico que, por causa de uma reação química, começa a se transformar em água e CO2 6 meses após ser implantado. Dessa forma, o paciente, que antes ficava com o stent permanentemente no seu corpo, poderá viver sem nenhum sinal da cirurgia. Com essa inovação, o stent é completamente absorvido pelo organismo em 2 anos, isso faz com que o paciente não precise mais tomar o medicamento antiagregante plaquetária e passe a ter menos riscos de ter formações de coágulos no local do stent.
O intuito do uso de tecnologia na área da cardiologia é fazer com que os procedimentos se tornem cada vez menos invasivos. Assim, a robótica passou a ser utilizada para aumentar a precisão dos movimentos humanos na hora da cirurgia, diminuindo as possibilidades de erros cometidos por médicos. Nesse procedimento, o cirurgião utiliza um controle para movimentar os braços do robô e uma microcâmera, que capta imagens em 3d, é inserida no tórax do paciente. Dessa forma, a cirurgia passa a ter muito mais precisão, e o paciente se beneficia de um pós-operatório mais rápido e menos dolorido.
Considerada um dos maiores avanços na área da cirurgia cardiovascular, a Sala Híbrida surgiu para unir o trabalho de profissionais com o objetivo de garantir um procedimento menos invasivo para os pacientes. Nela, além dos equipamentos normais de cardiologia, há também aparelhos para tomografia e ressonância magnética, ou seja, é possível aliar as ações do cirurgião com o trabalho de radiologistas de forma colaborativa. Procedimentos realizados nessas salas são então considerados híbridos e podem possibilitar uma recuperação mais rápida e menores riscos de infecção para todos os pacientes.
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Que o mundo passa por uma fase cada vez maior de desenvolvimento tecnológico todos sabem, mas você sabe como essa tecnologia está sendo aplicada no campo da medicina?
As contribuições da tecnologia na área da saúde estão dentro dos hospitais, podendo ser vistas na realização de exames, cirurgias e tratamentos. Mas, os seus efeitos podem ser percebidos por todos. A expectativa de vida no Brasil, por exemplo, que antes era de 70 anos em 2000, já subiu para 75,5 em 2016, e tende a crescer ainda mais.
Com uma população que vive cada vez mais, o país deve obrigatoriamente continuar inovando na medicina para garantir qualidade de vida para todos. Confira são as principais inovações tecnológicas que surgiram nos últimos anos:
Para procedimentos feitos por videocirurgia o 3D é uma tecnologia revolucionária. Ela permite mais realismo, pois agora o cirurgião pode ter uma noção de profundidade na hora de realizar o procedimento. O paciente também se beneficia desse avanço, pois como o tempo de indução anestésica é reduzido, a sua recuperação no pós-cirurgia também se torna mais rápida. Além disso, os equipamentos mostram os tecidos com múltiplas tonalidades e os médicos podem vê-los em Full HD.
Biomodelos são réplicas de órgãos ou ossos, feitos a partir de impressões 3D. As empresas que produzem esse material criam as réplicas a partir de resultados de exames em imagens, como tomografias ou raios x. Dessa forma, os biomodelos utilizam tecnologia para possibilitar que os médicos conheçam melhor os órgãos e os problemas presentes neles, antes de realizar a cirurgia. Essa inovação é benéfica para todos. Com ela, os profissionais passam a cometer menos erros e os pacientes tem menos riscos de complicações, pois a cirurgias são mais curtas. Os hospitais também se beneficiam financeiramente, pois podem atender mais pacientes e reduzir os custos de procedimentos. Além disso, as próteses também podem ser usadas como material de estudo nos cursos de medicina.
Famosa por estar presente em diversos jogos e produtos de entretenimento, a realidade virtual também pode ser aplicada na medicina. Essa tendência, pode ser aplicada na formação de profissionais da saúde e no tratamento de problemas físicos ou mentais dos pacientes. As suas aplicações ainda estão sendo descobertas e aprimoradas, mas por enquanto já se sabe que ela pode ser utilizada no controle de fobias, no tratamento de dor, na formação de cognição social em jovens com autismo, na melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência e idosos, e no treinamento de cirurgias.
A Medicalway é referência na comercialização de equipamentos modernos e tecnológicos aos hospitais e clínicas médicas. A câmera 1288 HD 3-Chip, por exemplo, utiliza tecnologia progressiva de captura e ótima qualidade de imagem com uma super resolução para vídeo cirurgias. Já o Ultrassom Diagnóstico DC-8 possuí tecnologia 4D, um monitor LCD 19” de alta resolução e uma tela de comando intuitiva Touch Screen colorida.
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