Saúde 4.0: em quais aspectos a indústria 4.0 impacta esse setor?

Muitos profissionais que trabalham na área da saúde, em hospitais, têm curiosidade a respeito da chamada saúde 4.0. O que ela é? Qual diferença traz? Por que é importante? Além de outras questões sobre esse novo conceito. Porém, antes de saber a respeito dela, é preciso entender o que é a chamada indústria 4.0. Veja!

O que é indústria 4.0 e qual a sua importância?

Indústria 4.0 é o nome dado para a quarta revolução industrial da história da humanidade. A primeira foi aquela do século XIX, muito ligada ao setor têxtil. A segunda veio no início dos anos 1910, com o fordismo e a linha de montagem industrial. A terceira começou nos anos 1970, com a inclusão dos sistemas de automação em todo o processo das fábricas, inclusive com o uso de máquinas e robôs.

Até que se chega à etapa dessa evolução industrial no mundo. A indústria 4.0 é o uso da inteligência artificial em todos os processos, mecanismos, equipamentos e sistemas de uma empresa. É facilitar o trabalho humano e trazer mais produtividade e eficiência.

O que é saúde 4.0?

A saúde 4.0 tem total ligação com esse conceito dado para a parte industrial. Hospitais, clínicas, consultórios também estão começando a usar mecanismos de inovação baseados em inteligência artificial em equipamentos, exames e computadores, na gestão e administração do negócio e em outras etapas importantes desse sistema.

A revolução industrial ocorre em todas as áreas — e com a saúde não seria diferente. Claro que essa introdução robótica à saúde jamais vai ocupar o lugar essencial de humanos, como enfermeiros, técnicos diversos, médicos, dentistas, fisioterapeutas e psicólogos. No entanto, ela vai ajudar e muito na eficiência do atendimento e dos diagnósticos e na própria gerência de setores e equipes mais diversos dentro de um hospital.

Quais são os desafios dessa evolução?

O principal desafio é que a inteligência artificial ainda é um estudo, com poucas soluções práticas e viáveis no momento atual. É preciso caminhar com as pesquisas e, ao mesmo tempo, baratear os produtos advindos dessa nova tecnologia. Isso é o natural, é o que vai acontecer em poucos anos.

A partir daí, com essas situações solucionadas, vai ser difícil encontrar um consultório sequer, independentemente do tamanho que tenha, que não use a saúde 4.0 para poder trazer mais eficiência ao serviço prestado.

Na parte de logística, por exemplo, de compra de materiais e de organização de suprimentos essa evolução é essencial. A inteligência artificial vai poder dizer o que falta, o que precisa comprar, o que pode esperar para ser adquirido, organizando tudo da forma mais inteligível — enfim, vai ajudar bastante os profissionais dessa área essencial de um hospital.

Além de ficarem curiosos, muitos profissionais têm medo do que essa novidade pode trazer para o próprio trabalho deles. Medo dos robôs errarem, de não funcionarem ou, ainda, de funcionarem tão bem, que não seja mais necessário ter humanos para gerir determinadas áreas.

A resposta a isso é que todo mundo pode ficar tranquilo. Um produto baseado na inteligência artificial jamais vai sair de uma fábrica sem ter a certeza de que ele funciona corretamente e é impossível que a máquina sozinha dê conta de todo um trabalho, precisa-se de humanos para que elas funcionem, façam o trabalho delas da forma correta e sejam vigiadas para que esses erros não aconteçam.

As máquinas não estão aí para roubar o lugar de ninguém, apenas para facilitar o trabalho e trazer mais eficiência em todas as áreas das relações humanas.

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    Gestão de equipamentos hospitalares: 7 dicas para colocar em prática. Manter uma gestão de equipamentos hospitalares eficiente é fundamental para o funcionamento adequado de qualquer unidade de saúde, tendo em vista ser utilizados com frequência no diagnóstico, no tratamento, na assistência e na reabilitação dos pacientes. Trata-se do processo realizado com a finalidade de aplicar práticas que sejam capazes de garantir a vida útil e a qualidade dos aparelhos.

    Entre as principais medidas envolvidas nesse processo, está a elaboração de um cronograma de revisão, manutenção, conformidades com a orientação dos fabricantes e demais ações capazes de evitar situações inesperadas que podem interromper as atividades dos hospitais, clínicas, consultório etc.

    Porém, você sabe como fazer uma boa gestão de equipamentos hospitalares? Veja as dicas que preparamos para você!

    1. Faça o mapeamento e o registro de todos os equipamentos

    O primeiro passo para uma gestão de equipamentos hospitalares é realizar um levantamento minucioso de todos os aparelhos e registrá-los em um sistema ou planilha. Dessa forma, fica mais fácil ter o controle e a certeza de que todos estão funcionando da forma adequada.

    2. Defina prioridades

    Também é necessário definir prioridades no momento de realizar as revisões, inspeções e manutenções dos aparelhos. Nesse caso, o ideal é fazer o levantamento das informações de cada equipamento, como o tempo de uso e a demanda de trabalho, entre outros dados relevantes para que seja possível criar um cronograma de gestão que não influencia nas atividades do hospital.

    Uma boa ideia é contar com um sistema específico que pode proporcionar uma visão mais ampla em relação à rotina de utilização e vida útil de todos os equipamentos hospitalares.

    3. Elabore um plano de ação

    Outra estratégia importante para a gestão desse processo é desenvolver uma rotina de revisão ou, até mesmo, substituição das peças, além de estar sempre atento às orientações dos fabricantes de cada aparelho.

    Desse jeito, fica mais fácil para a instituição de saúde criar um controle preciso de manutenções preventivas e preditivas, bem como de depreciação. Em caso de problemas inesperados, é necessário fazer uma inspeção detalhada para encontrar a causa da falar e se é preciso fazer a substituição do item ou se a manutenção seria o suficiente.

    4. Execute a manutenção preventiva e preditiva

    A manutenção preditiva e preventiva também deve ser feita. Dessa forma, implementar processos de revisões frequentes para averiguar o funcionamento dos equipamentos torna a atividade de manutenção mais efetiva e menos onerosa. Além dos prejuízos que uma falha gerar em um hospital, a aquisição de peças de maneira emergencial também alavanca os gastos com esses aspectos.

    5. Disponibilize treinamentos constantes aos funcionários

    É essencial alinhar e engajar todos os colaboradores, desde os técnicos em manutenção até a equipe de saúde, com o intuito de aumentar a capacidade de previsão de falas nos equipamentos e instalações. Também é preciso conscientizar todos os profissionais em relação à preservação dos itens e ao manuseio de cada um.

    Uma boa ideia nesse caso é otimizar a gestão de equipamentos hospitalares e fazer treinamentos constantes com os funcionários que utilizam os aparelhos. Essa prática vai assegurar a operação de maneira correta e segura para os pacientes, além de ajudar a equipe a identificar pequenos problemas e defeitos nas máquinas. Também vai prepará-los para entrar em contato com a assistência técnica responsável por realizar os reparos.

    6. Conte com o auxílio da tecnologia

    Outra dica de gestão de equipamentos hospitalares é contar com o auxílio da tecnologia, por exemplo, uma plataforma que possibilite o controle otimizado de toda a inspeção e manutenção.

    Dessa forma, um sistema de gestão viabiliza que o gestor aplique métodos como diagrama de motivos e efeitos de falhas, bem como possa identificar de maneira automática os equipamentos que necessitam de manutenção. Isso gera impactos bastante positivos na forma como os técnicos atuam com imprevistos, tendo em vista que pode haver a ajuda de um procedimento efetivo para solucionar qualquer intercorrência com agilidade.

    7. Adquira equipamento de qualidade

    A última dica — e não menos importante — é procurar sempre adquirir equipamentos de qualidade e alta tecnologia, com fornecedores de confiança e experientes no mercado. Tenha em mente que a compra ou substituição dos aparelhos é um processo oneroso e que gera transtornos que podem ser evitados nesse momento.

    Quais são os prejuízos gerados com a má gestão de equipamentos hospitalares?

    Uma gestão pouco efetiva dos equipamentos hospitalares pode gerar uma série de efeitos negativos. Veja a seguir os principais!

    Falta de manutenção adequada

    Entre os problemas mais comuns em relação à falta de uma boa gestão de equipamentos hospitalares, estão o mau uso deles, a ausência de uma manutenção preventiva e a demora na realização dos reparos. Assim, quando o conserto é realizado, em muitos casos o aparelho já não apresenta mais condições de uso, impactando de forma direta a qualidade dos serviços executados.

    Aquisição de equipamentos e má qualidade

    Para que um equipamento seja considerado de qualidade, é necessário que ele seja testado por intermédio de procedimentos de alto padrão, com particularidades que sejam capazes de atender às necessidades mais latentes do hospital. O problema é que isso nem sempre acontece.

    Essa inobservância pode levar à aquisição de aparelhos em péssimas condições de uso, ao sucateamento das máquinas do hospital e à utilização indevida dos colaboradores mal treinados ou sem capacitação alguma.

    Falta de envolvimento da equipe

    Os profissionais da saúde precisam estar motivados a contribuir para a gestão de equipamentos hospitalares, tendo em vista que a falta de envolvimento colabora para que os processos de prevenção e manutenção ocorra em meio a tantas falhas.

    Capacitar os integrantes da equipe para lidar com essa atividade vai fazer com que eles se sintam mais comprometidos e responsáveis com a gestão. Colabora também para a demonstração de atributos como inovação e criatividade, que podem ajudar bastante no desenvolvimento na carreira.

    Agora você entende melhor o que é a gestão de equipamentos hospitalares, como funciona e sua importância. Não deixe de colocar as dicas apresentadas em prática, compreender os processos envolvidos e, assim, evitar que falhas possam comprometer o funcionamento da clínica e a qualidade dos serviços oferecidos.

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    Conheça 8 boas práticas de gestão de equipes em hospitais

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    Não há dúvidas de que o sucesso das atividades realizadas está diretamente ligado ao rendimento e à motivação dos colaboradores. Então, é responsabilidade do gestor a implementação de uma cultura na empresa que torne esse tipo cada vez mais produtivo, qualificado e assertivo.

    Apesar dessa tarefa ser um desafio, existem algumas medidas que podem ser implementadas como forma de simplificar esse processo. Confira!

    1. Promova uma comunicação transparente

    Quando os profissionais entendem quais são os objetivos e metas da empresa e quais são as ações adotadas para alcançá-los, as chances de sucessos são bem maiores. Sendo assim, uma das responsabilidades do gestor é assegurar que a comunicação ocorra de forma efetiva, com o repasse de informações com clareza e objetividade.

    Entre as estratégias para que isso corra, está a implementação de ferramentas relevantes que consigam atender aos aspectos relacionados à comunicação, que permite o compartilhamento de informações, arquivos e avisos importante que não podem deixar de ser transmitidos para toda a equipe.

    2. Conceda feedback

    As considerações do gestor são fundamentais para manter os funcionários motivados, considerando que o feedback funciona como uma espécie de norte do trabalho, além de possibilitar que o profissional compreenda quais são seus pontos positivos e o que precisa ser aprimorado ou eliminado.

    Nesse caso, uma ideia é elaborar reuniões periódicas, com o intuito de mostrar para a equipe que ela é uma parte imprescindível para o desenvolvimento e alcance dos resultados esperados do negócio, além de informar que está sempre à disposição para auxiliar, esclarecer dúvidas e ouvir o que cada um tem para dizer.

    3. Identifique as habilidades dos colaboradores

    Para conseguir fazer com que os processos e atividades dentro da unidade de saúde sejam executados com qualidade e de forma produtiva, é necessário entender quais são as habilidades específicas de cada profissional. Assim, fica mais fácil delegar as tarefas que sejam mais compatíveis com as competências e aptidões de cada um.

    Então, busque passar um tempo maior com cada funcionário, já que esse ato vai ajudar você a compreender suas preferências e em quais atividades eles poderiam mostrar o seu melhor. Tenha em mente que dividir as funções corretamente vai gerar impactos bastantes positivos para a organização.

    4. Delegue as funções e dê autonomia ao funcionário

    Outra dica de como manter uma boa gestão de equipes em hospitais é delegar as funções conforme o grau de conhecimento de cada funcionário. Isso ocorre pelo fato de que quando um colaborador entende o seu papel e o que deve executar na empresa, ele consegue desempenhar sua tarefa de maneira mais eficiente, apresentar um trabalho em equipe satisfatório e focar no que realmente é relevante para atingir as expectativas propostas.

    Além disso, a autonomia é uma excelente forma de promover o engajamento, considerando que quando o profissional consegue direcionar o seu trabalho, ele se sente mais motivado, orgulhoso e produtivo.

    5. Saiba lidar com perfis profissionais diferentes

    Toda equipe é composta com profissionais de perfis, habilidades, interesses e personalidade diversas, e é importante que o gestor tenha jogo de cintura para lidar com isso, evitando que perca o controle e não consiga liderar o time por completo.

    Quando esse controle é perdido, acaba ocasionando em uma desorganização que vai influenciar nos resultados do negócio. Sendo assim, é necessário estabelecer limites, contribuir para a manutenção de um ambiente laboral saudável e conquistar o respeito dos colaboradores sem necessitar do uso de poder ou autoridade. Para ajudar nessa prática, o ideal é:

    • apresentar de forma regular as expectativas da empresa;
    • determinar de forma precisa os papeis e funções de cada membro da equipe;
    • tomar decisões em conjunto com o grupo, sem perder o entendimento de quando é preciso impor suas ideias;
    • manter uma postura profissional;
    • evitar tomar decisões focadas apenas no individual;
    • ser um exemplo.

    6. Foque nos profissionais, e não somente nos resultados

    Assim, como qualquer empresa, as unidades de saúde estão em busca dos melhores resultados possíveis. Contudo, é necessário que o gestor entenda que o sucesso do negócio depende diretamente da equipe de funcionários e, por esse motivo, o foco deve estar neles.

    Identificar as necessidades e demandas de cada time é preciso, mas também é importante considerar que cada profissional tem sua forma de pensar e agir, e entender seus pontos fortes e fracos vai levar a um gerenciamento mais amplo e assertivo, beneficiando todo o grupo.

    No momento em que o gestor coloca em sua mente que a empresa é constituída por pessoas e busca entendê-las, ele passa a:

    • explorar os diferenciais de cada um;
    • estabelecer as funções de forma mais simples e conforme as habilidades de cada um;
    • aprimorar as questões que não estão levando aos resultados esperados;
    • motivar o time e demais.

    7. Conquiste a confiança do time

    Colaboradores que confiam em seus gestores tendem a dividir uma maior quantidade de ideias e informações, considerando que a confiança e um relacionamento mais próximo são fatores consideráveis na procura por bons resultados e orientar quais caminhos a serem seguidos pela liderança.

    Então, contribua para que o time veja você como uma pessoa digna dessa confiança e trabalhe para que os funcionários estejam alinhados e dispostos a manter um clima harmonioso.

    8. Realize avaliações constantes

    Todas as estratégias implementadas precisam ser avaliadas de forma frequente e minuciosa para que sejam reconhecidos os pontos que deram certo, os resultados efetivos, o desempenho e a contribuição de cada um, além de demais indicadores capazes de promover um entendimento mais completo e que permita que a organização aplique as melhores medidas para se manter em constante evolução.

    Como você pôde perceber, o papel da gestão de equipes em hospitais é fundamental para manter a equipe motivada e produtiva. Por esse motivo, não deixe de colocar as ações apresentadas em prática e, dessa forma, evitar erros que podem inviabilizar o alcance de todos os objetivos e metas projetados.

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    NPS em hospitais: qual sua importância e como aplicá-la?

    NPS em hospitais: qual sua importância e como aplicá-la? Como saber como está o atendimento da sua instituição de saúde? Uma estratégia eficaz é se valer das pesquisas de satisfação dos pacientes, como o NPS em hospitais. Com isso, é possível ter uma percepção do público quanto ao serviço oferecido e avaliar quais melhorias podem ser feitas a partir dessas opiniões.

    Quer entender o que é pesquisa NPS, como funciona essa metodologia e como aplicar esse questionário? Acompanhe nosso post e descubra ainda as vantagens de obter esses dados!

    O que é pesquisa NPS?

    É um tipo de pesquisa de satisfação do público voltado para diferentes áreas e que pode ter um bom uso no ramo da saúde. NPS é a sigla para Net Promoter Score, uma metodologia reconhecida internacionalmente.

    A dinâmica é muito simples, pois se resume em uma pergunta: em uma escala de 0 a 10, o quanto você recomendaria os serviços do nosso hospital para um amigo ou familiar?

    Dessa maneira, de uma forma bem rápida, você obtém um feedback do público e consegue saber o que precisa ser mantido ou modificado para trazer mais qualidade ao atendimento.

    Como funciona essa metodologia?

    A partir da resposta do público à pergunta do NPS, a gestão hospitalar deve analisar as respostas de acordo com a nota:

    • 10 e 9 — aqui está a avaliação dos pacientes promotores, que vão indicar os serviços do hospital a um familiar, amigo ou outra pessoa próxima;
    • 8 e 7 — com essas notas, estão os pacientes neutros, que não conseguem opinar ao certo se preferem os seus serviços ou se escolhem a concorrência. Eles até indicariam o hospital, mas fariam algumas ressalvas;
    • 6 a 0 — nessa escala, estão os pacientes detratores, que nunca indicariam os serviços que você oferece. Eles avaliaram que há falhas e podem, inclusive, fazer uma divulgação negativa até mesmo nas redes sociais, impactando na reputação do hospital.

    Análise dos resultados

    A análise dos resultados do NPS é uma etapa essencial da pesquisa. A partir das notas obtidas, chega o momento de determinar o percentual dos pacientes promotores, neutros e detratores.

    Para fazer esse cálculo, subtraia o percentual de detratores do percentual de promotores. Os resultados vão variar de –100 a 100, o que indica:

    • de 75 a 100 — nível de excelência;
    • de 50 a 75 — nível de qualidade;
    • de 0 a 50 — nível de aperfeiçoamento;
    • de –100 a 0 — nível crítico.

    O ideal é que seu hospital esteja entre os níveis de excelência e qualidade. Caso obtenha o nível de aperfeiçoamento, é preciso reavaliar os processos e treinar os colaboradores para melhorar os serviços.

    Se a instituição estiver no nível crítico, é urgente a adoção de transformações nas diversas etapas de atendimento para não perder pacientes. Pode ser necessário, por exemplo, reduzir atrasos ou comprar novos equipamentos médicos.

    Quais os cuidados na hora de aplicar o NPS em hospitais?

    É importante pensar em formas de aplicar o NPS em hospitais que sejam bem aceitas pelos pacientes, o que não é o caso de formulários em papel, que ainda dificultam a apuração dos resultados.

    Precisamos entender que, muitas vezes, o paciente quer ir embora logo do hospital, e não ficar preenchendo um questionário. Por isso, os meios digitais podem ser mais eficazes para isso. As opções são:

    • Google Forms;
    • SurveyMonkey;
    • Typeform.

    Para divulgar a pesquisa de NPS, a dica é sempre manter um cadastro completo do público para conseguir enviar a pesquisa de satisfação com facilidade, o que pode ser feito por e-mail, WhastApp ou SMS.

    A pesquisa NPS em hospitais consegue mensurar, de forma simplificada, como está o serviço de saúde. Tem ainda a vantagem de possibilitar ao gestor fazer comparativos de tempos e tempos para avaliar se houve melhorias na percepção do público sobre o atendimento prestado.

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