Os avanços na tecnologia acontecem em grande velocidade, gerando impacto na sociedade e na dinâmica das empresas. Os estabelecimentos de saúde também estão incluídos nesse processo, passando por uma ampla modernização e contando com uma série de benefícios da informatização. A radiologia digital é um exemplo de tecnologia que promove vantagens para médicos, gestores de saúde e pacientes. Esse recurso é uma alternativa à radiologia convencional, oferecendo mecanismos mais rápidos e sustentáveis.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a radiologia digital e os impactos que ela gera no estabelecimento de saúde. Quer aprender mais sobre o assunto e conhecer as mudanças que a radiologia digital traz para o paciente e para a gestão? Continue acompanhando e entenda!
A radiologia digital faz a captação das imagens com o uso de sensores digitais de raios X. A imagem é enviada diretamente para um computador, podendo ser gerenciada pelo profissional para melhor visualização.
Essa tecnologia conta com avançadas funcionalidades para proporcionar qualidade, precisão e eficácia. Na década de 1970, começaram os primeiros usos experimentais da radiologia digital. Essa tecnologia passou por um grande aprimoramento e avanços (como a implementação de computador no processo e o surgimento dos recursos em nuvem) e se inseriu no mercado posteriormente.
A radiologia convencional usa filmes radiográficos e a imagem é revelada em uma chapa, com o auxílio de produtos químicos. Ela foi descoberta entre o final do século 19 e início do 20.
A radiologia digital apresenta diversos fatores que a diferenciam da radiologia analógica. As radiações são geradas por um tubo padrão e coletadas pelos sensores digitais. A energia absorvida é transformada em carga elétrica. Essa carga é registrada, digitalizada e processada em escala cinza. Os dados são processados por um software especializado para a formação da imagem utilizada para fins clínicos. Depois, a imagem é armazenada.
Na radiologia convencional, o filme radiográfico tem que passar por revelação, com o auxílio de reagentes na câmara escura. Caso o profissional deseje passar o material para o computador, é necessário escanear a imagem.
Com isso, é possível perceber que a radiologia digital realiza o processo de geração da imagem em segundos. Já a convencional tende a ter uma maior demora para a geração de resultado.
Os diagnósticos tendem a ser mais precisos na radiologia digital, porque a imagem gerada é de maior qualidade e pode ser ampliada, manipulada e ter a escala de cores invertida. Com isso, o médico pode fazer uma análise mais minuciosa e oferecer um diagnóstico certeiro.
A radiologia digital demanda equipamentos como computador, máquina digital de raios X, digitalizadores e software para o processamento de imagem. A convencional pede a câmara escura, o aparelho de raios X, scanner e computador.
A radiologia digital contribui de diversas formas para a gestão. Veja mais a seguir!
Os equipamentos e sensores digitais apresentam um preço um pouco mais elevado que a tecnologia analógica. Porém, se você considerar que com esses dispositivos vai poder dispensar custos com reagentes químicos, mão de obra e sala de revelação, a radiologia digital se mostra mais barata. Ou seja, você terá um investimento inicial, mas, em longo prazo, há um excelente retorno financeiro e diminuição de custos com os processos.
As perdas de chapas de raios X podem acontecer no processo analógico. No geral, elas possuem um tamanho grande, não cabendo dentro da bolsa. Assim, o paciente se desloca com o exame nas mãos, em um envelope e pode perdê-lo por algum esquecimento ou distração. Na dinâmica hospitalar, o que se percebe da logística das chapas de raios X é que ela é mais trabalhosa, assim como nos prontuários de papel.
Com a radiologia digital, esses problemas são eliminados. As imagens geradas são armazenadas com segurança no computador, podendo ser colocadas em prontuários eletrônicos em nuvem, o que fortalece as barreiras de proteção do documento. Riscos de extravio e dificuldades de logística são completamente eliminados.
Conforme mencionamos, as imagens no processo analógico demoram um pouco para serem reveladas, necessitando do uso de agentes químicos. Na radiologia digital, a imagem é gerada em segundos, sendo transmitida com velocidade para o computador.
Isso otimiza a gestão hospitalar e aumenta a capacidade de atendimento do estabelecimento de saúde. Além disso, é bom lembrar que em certos quadros, poucos minutos podem fazer grande diferença no prognóstico do paciente.
A revelação do raios X convencional demanda o uso de reagentes químicos que precisam de descarte especializado e rigoroso, pois podem agredir ao meio ambiente. Além disso, a chapa formada, quando já não é mais necessária, também precisa de um recolhimento especial, não podendo ser encaminhadas para o lixo comum.
O resultado disso é que o descarte dos materiais de raios X convencional se torna caro e dispendioso, sendo trabalhoso para os gestores de hospitais. Esse cenário também gera dificuldades para os pacientes descartarem seus exames já utilizados ou antigos.
A radiologia digital dispensa o processo de revelação de imagem, enviando os dados diretamente para o computador. Assim, a gestão não precisa se preocupar com reagentes químicos e descartes especiais. Caso seja necessária uma impressão, ela pode ser feita em papel comum, de fácil descarte e reciclagem.
A radiologia digital é uma moderna tecnologia que proporciona vários benefícios para gestores e pacientes. Ela otimiza o fluxo de trabalho, agiliza processos na clínica e permite que o paciente imprima o exame na própria casa, sem a necessidade de realizar diversas viagens ao estabelecimento para pegar o exame.
A linha Agfa Healthcare pode ser de grande ajuda para o seu estabelecimento de saúde na implementação da radiologia digital. A Agfa é líder no segmento de imagem e está há 140 anos no mercado. Ela oferece excelentes dispositivos para radiologia digital, como softwares de processamento de imagens, equipamentos de radiografia digital, retrofits, digitalizadores e impressoras digitais.
Gostou de aprender sobre radiologia digital e saber o que muda para o paciente e para a gestão? Aproveite e conheça os produtos da linha Agfa Healthcare para potencializar os processos na sua clínica!
Os equipamentos médicos hospitalares são essenciais para a qualidade de vida dos pacientes e a eficiência no atendimento. Para isso, é necessário seguir os cuidados necessários, já que eles oferecem riscos durante o manuseio. E ainda, considere que, o paciente pode estar inconsciente e não conseguir pedir socorro diante de algum acidente causado.
Diante disso, existe uma classificação da Anvisa para definir os níveis de riscos oferecidos pelos equipamentos médicos hospitalares. Eles podem ser divididos em baixo, médio, alto e máximo risco. Além disso, existe o enquadramento dos produtos em invasivos, não invasivos, ativos e especiais.
Então, ficou nítido como os equipamentos médicos hospitalares precisam de cuidados específicos? Listamos os principais para você ficar de olho. Confira!
O deslocamento dos equipamentos médicos hospitalares de um espaço para o outro exige cuidado, especialmente por muitos serem mais sensíveis. Por isso, a gestão desses aparelhos deve considerar qual é a textura do piso, altura das portas, profissionais e elemento responsável pelo transporte.
Assim, ela consegue avaliar se existem riscos de acidentes e se a resposta for positiva, traça planos para evitar qualquer transtorno. Por exemplo, é possível escolher os melhores horários para o transporte, com base no que tenha a menor movimentação de pessoas.
O manuseio adequado dos equipamentos médicos hospitalares é tão importante quanto o transporte correto. Caso contrário, a vida útil do aparelho poderia ser reduzida, além de haver riscos de comprometimento na eficácia dele.
Sendo assim, a gestão dos equipamentos médicos hospitalares deve garantir que a equipe responsável pelo manuseio tenha capacitação para isso.
Manter a higienização em dia dos equipamentos médicos hospitalares também é fundamental para evitar problemas com o aparelho. Afinal, essa etapa é útil para elevar a vida útil do item e trazer mais segurança ao paciente.
Logo, é importante garantir a limpeza das superfícies externas com materiais específicos. E ainda, a desinfecção para minimizar ao máximo possível as bactérias existentes, e que poderiam contaminar o paciente. Por fim, certifique-se de esterilizar o equipamento.
A manutenção preventiva e a corretiva serve para antecipar falhas no equipamento médico hospitalar e resolver problemas já instalados. Nesse sentido, saiba que os aparelhos tem um cronograma de manutenção preventiva que deve ser respeitado.
Isso é essencial para segurança e satisfação dos pacientes, além de influenciar na vida útil do produto. Enquanto isso, a manutenção corretiva é acionada quando a preventiva detecta falhas, o que deve ocorrer em algum momento. Ainda assim, a gestão deve ter um plano estratégico para que os problemas demorem a surgir.
Então, entendeu quais principais cuidados devem fazer parte dos equipamentos médicos hospitalares? Além deles, existe a calibração periódica, registro das atividades executadas e muito mais. Outra recomendação é adquirir os produtos em empresas qualificadas, como a Medicalway. Ela se diferencia por oferecer parcelas fixas, linha de crédito intacta, não exige entrada etc.
Você já entendeu que a Medicalway pode ser a melhor escolha para alugar ou comprar equipamentos médicos hospitalares. Entre em contato conosco e saiba mais sobre os nossos serviços!
A locação de equipamentos hospitalares é uma alternativa para clínicas, hospitais e consultórios médicos obterem um melhor custo-benefício. Isso porque o aluguel dispensa alguns casos, permite uma maior flexibilidade em momentos de crise, bem como um alinhamento com as tecnologias surgidas etc.
É por essa razão que a locação de equipamentos hospitalares já é uma prática conhecida e popular. Assim, escolha empresas que ofereçam esse tipo de serviço e contrate a mais alinhada com o que a sua instituição busca.
Além dessas recomendações, existem muitas outras a serem consideradas. Você tem interesse no assunto? Continue a leitura e descubra os desafios na locação de equipamentos hospitalares e muito mais!
É importante entender que a locação de equipamentos hospitalares envolve alguns desafios. Conhecê-los é essencial para que a gestão descubra como driblá-los.
Então, saiba que um dos principais obstáculos diz respeito à escolha da empresa que deve fornecer esse serviço. Isso porque, se ela não for bem qualificada, a economia que o aluguel de aparelhos promove tende a ser em vão. Afinal, empresas desqualificadas podem oferecer aparelhos defeituosos e que não proporcionam a segurança e a eficiência adequada.
Outro desafio se refere à escolha do tipo de locação, que pode ser o aluguel convencional ou em comodato. O primeiro é medido a partir de um valor financeiro, similarmente aos demais tipos de empréstimos. Enquanto isso, na relação em comodato, existem benefícios mútuos, mas o pagamento não é envolvido. Por exemplo, o benefício pode ser a divulgação da empresa fornecedora.
No tópico anterior, ficaram nítidos os desafios dos quais você deve ter ciência a fim de usufruir dos benefícios da locação de equipamentos hospitalares. Agora, conheça mais detalhes das vantagens que essa alternativa oferece, como:
Então, conseguiu tirar suas principais dúvidas acerca da locação de equipamentos hospitalares? Como visto, essa alternativa envolve tanto desafios quanto vantagens. Para uma melhor tomada de decisão, tenha cuidado com a empresa que fornece esse serviço. Nesse sentido, a Medicalway se destaca por oferecer parcelas fixas, renovação no equipamento, linha de crédito intacta e muito mais.
Entre agora mesmo em contato com a Medicalway e saiba mais sobre nossos diferenciais na locação de equipamentos hospitalares!
A Norma Brasileira Regulamentadora – NBR nº 17025 é uma legislação aplicada em laboratórios do mundo inteiro para desenvolver um sistema de gestão para operações técnicas, administrativas e de qualidade. O texto aponta os requisitos a serem cumpridos pelos laboratórios de ensaios para que obtenham reconhecimento no mercado internacional e nacional por comprovar competência técnica.
Os elementos mais importantes decorrentes da NBR nº 17025 são: rastreabilidade, gestão da qualidade, padrão, avaliação de conformidade, acreditação, certificado e LIMs. Todos esses componentes precisam ser incorporados pelos laboratórios que desejam alcançar a excelência. Neste post, vamos explicar melhor esse conceito, sua relação com a ISO 9001 e seus benefícios.
Gostaria de saber como é possível aplicar a NBR nº 17025 e alcançar os seus objetivos? Acompanhe a leitura!
A NBR nº 17025 é uma norma criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) com a finalidade de reger os Sistemas de Gestão da Qualidade dos laboratórios. Ela aponta os requisitos e princípios necessários para a realização de procedimentos de ensaios ou calibrações por meio de amostras. Há uma metodologia indicada nessa legislação.
Os laboratórios devem utilizar a NBR nº 17025 para realizar os procedimentos de calibrações e ensaios com o auxílio dos métodos normalizados ou não normalizados a serem por eles elaborados. A origem dessa norma se deu com a revisão e substituição da DIN EN 45001 e da ISO/IEC Guia 25, bem como pelo seu alinhamento com a ISO 9001.
Como você pode ver, a NBR nº 17025 se relaciona diretamente com os procedimentos de laboratório, razão pela qual exigem a implementação de um sistema de gestão de qualidade que seja capaz de gerar ótimos resultados. A ISO 9001, por sua vez, registra os requisitos para garantir a qualidade desses sistemas nas organizações para elevar a satisfação dos clientes.
Portanto, a NBR 17025 utiliza a ISO 9001 como referência e o laboratório que a implementa opera por meio dessa norma utiliza um Sistema de Gestão de Qualidade. Para implantar esses regramentos utiliza-se um Manual da Qualidade, Procedimentos de Gestão, Procedimentos Técnicos, Instruções de Equipamentos e Formulários para registros das atividades.
Um dos principais benefícios decorrentes da aplicação dessas normas é a credibilidade e confiabilidade no mercado. Um laboratório acreditado emite certificados de qualidade, oferece serviços de análises e fatura muito mais. Além disso, aumenta o comprometimento da equipe e a competência do pessoal. Veja a seguir como aplicar a NBR nº 17025!
INMETRO é o órgão brasileiro que se responsabiliza pelas certificações dos laboratórios no território nacional. O instituto tem tratados e acordos internacionais para acreditar outras instituições pela NBR nº 17025. A ISO audita essa organização para que atue como acreditadora com o auxílio da Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) que faz o processo.
É preciso fazer um cadastro e cumprir alguns requisitos ao entrar em contato com o INMETRO. O laboratório deve seguir as diretrizes da NBR nº 17025 e a CGCRE vai rubricar certos documentos. Existem duas categorias de documentação, os normativos são obrigatórios, enquanto os orientativos não. Envie ao instituto as documentações de constituição da sua empresa.
O laboratório terá que participar de um ensaio de proficiência para realizar a calibração e comparar seus resultados com outras empresas já acreditadas. Os processos são feitos de forma imparcial por um terceiro, mas será fundamental ter o sistema da qualidade e as instalações prediais avaliadas pelo INMETRO. Depois de obter a acreditação, é necessário mantê-la.
Entendeu o que é e para que serve a NBR 17025? Saiba que o processo de acreditação pode demorar entre 6 até 12 meses em virtude da demanda que é bastante elevada e dos processos que são bem detalhados. O laboratório passará por uma pré-auditoria, receberá uma visita que avaliará o grau de assertividade de seus procedimentos.
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