
As bombas de infusão hospitalar são aparelhos indispensáveis em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), ambulatórios, enfermarias, casas de repouso e até no uso doméstico.
Eles têm como objetivo fornecer medicamentos e nutrientes no corpo do paciente em quantidade controlada, como drogas vasoativas, analgésicas, insulina, quimioterápicos, sedações contínuas, nutrição parental, entre outros fluidos.
As principais categorias são: bombas de infusão volumétrica, bombas de seringa, bombas de nutrição enteral e bombas PCA (Patient Controlled Analgesia).
Neste artigo, você entenderá melhor o que são bombas de infusão, como elas funcionam, os diferentes tipos disponíveis no mercado e suas principais aplicações clínicas.
Também abordaremos quais fatores devem ser considerados na escolha do equipamento ideal para diferentes contextos hospitalares ou domiciliares, visando sempre a segurança do paciente e a eficiência do tratamento. Confira!
A bomba de infusão hospitalar é de suma importância na administração controlada e precisa de fluidos, medicamentos e nutrientes para pacientes em ambientes hospitalares.
Conheça outros motivos que a tornam indispensáveis nas UTI’s:
Existem diversos tipos de bombas de infusão hospitalar disponíveis no mercado, cada uma projetada para atender a necessidades específicas. Aqui estão alguns dos principais tipos:
Este tipo de bomba é projetado para administrar fluidos em uma taxa específica ao longo do tempo, garantindo uma entrega precisa de volumes predeterminados. São comumente utilizadas para infusões de soluções salinas, medicamentos e nutrientes.
Em vez de usar um recipiente de fluido, a bomba de infusão de seringa utiliza uma seringa para administrar medicamentos ou soluções de forma controlada. Esse tipo de bomba é frequentemente utilizado em situações em que a administração de pequenos volumes com precisão é essencial.
Projetada para o controle da dor, a bomba PCA permite que os pacientes administrem doses autônomas de analgésicos mediante prescrição médica. Isso proporciona um maior controle sobre o alívio da dor, especialmente após procedimentos cirúrgicos.
Utilizada para a administração de nutrientes diretamente no trato gastrointestinal, essa bomba é projetada para pacientes que não podem receber alimentação por via oral. É comumente usada em casos de nutrição enteral, onde líquidos nutritivos são administrados através de tubos de alimentação.
Utilizada para a administração de nutrientes diretamente na corrente sanguínea, essa bomba é frequentemente utilizada em casos em que a nutrição enteral não é possível ou adequada.
Projetada especificamente para pacientes com diabete, essa bomba fornece doses precisas de insulina ao longo do dia, ajudando a manter os níveis de glicose no sangue sob controle.
Desenvolvida para administrar medicamentos intravenosos de forma controlada, essa bomba é essencial em situações que exigem doses precisas e constantes ao longo do tempo.
É importante salientar que cada tipo de bomba de infusão hospitalar tem suas próprias características e aplicações específicas, sendo assim, devem ser escolhidas com base nas necessidades clínicas e nos requisitos de tratamento de cada paciente.
A bomba de infusão hospitalar pode ser utilizada para administrar uma variedade de medicamentos, dependendo das necessidades específicas do paciente e do tratamento prescrito.
Alguns exemplos comuns de medicamentos administrados por meio dessas bombas incluem:
Esses são apenas alguns exemplos e a lista de medicamentos administrados por bombas de infusão pode variar amplamente, dependendo das necessidades do paciente e do plano de tratamento estabelecido pelos profissionais de saúde.
A administração controlada desses medicamentos é fundamental para garantir a eficácia do tratamento e a segurança do paciente.
A Medicalway é referência em equipamentos médicos hospitalares, pois trabalha com as melhores marcas e tecnologias, e oferece um suporte pós-venda diferenciado.
Em nosso portfólio, você encontra dois modelos de bomba de infusão:

A BeneFusion Série e da Mindray é uma bomba de infusão que se destaca pela sua tela tátil capacitiva colorida de 3,5”, oferecendo uma interface intuitiva que facilita a programação de parâmetros principais.
Ideal para otimizar o fluxo de trabalho, garante uma operação eficiente e fácil, mesmo em ambientes clínicos dinâmicos.

Com uma tela tátil ampla e responsiva, a BeneFusion Série n proporciona uma experiência moderna e prática para os profissionais de saúde. Seu design ergonômico e interface intuitiva contribuem para uma administração precisa de medicamentos, elevando a eficiência e segurança no ambiente hospitalar.

A BeneFusion u Series oferece cuidado supremo com facilidade, trazendo uma interface intuitiva e de design plano que destaca parâmetros críticos para interações rápidas e eficientes. Com visualização personalizada em fonte grande, garante a leitura clara das informações-chave mesmo à distância, promovendo maior agilidade clínica.
A série se destaca por sua confiabilidade e praticidade, sendo compacta, leve e resistente, ideal para diferentes ambientes clínicos.
Conta com bateria de longa duração para emergências, resistência IP44 e materiais de alta qualidade, além de ser perfeita para cenários de transferência clínica.
A interoperabilidade refere-se à capacidade dos sistemas de tecnologia da informação em saúde se comunicarem com os equipamentos conectáveis, trocando entre eles as informações de maneira segura e eficiente.
Nesse sentido, não se trata apenas da troca de dados, mas sim na garantia da integridade durante todo o processo, com o intuito de promover um intercâmbio de informações seguras e eficientes dos dados dos pacientes.
Pensando neste novo mundo tecnológico, a Mindray propiciou que as suas interfaces permitissem o processo de implantação rápida e que gerenciam o mapeamento de dados, tornando-os acessíveis de forma padronizada e segura.
Ou seja, as bombas de infusão da Mindray permitem a integração de dados com os sistemas dos Hospitais, para que todo o balanço hídrico infundido no paciente seja transmitido automaticamente para o prontuário eletrônico deste, graças ao intercâmbio entre a bomba e o sistema do hospital.
Com isto, a taxa de erro de informação de dados cai a zero, visto que não depende de alguém anotar estes dados. O bom disto tudo é que torna todo o processo rastreável e o relatório 100% confiável.
Outro ponto fundamental utilizado nas bombas da Mindray quando conectadas ao sistema do hospital ou a uma central de monitoramento é que além do relatório do balanço hídrico o processo em si sobe para outro patamar, pois com a conectividade é possível ir muito além, como:
É possível, ainda, ver a confiabilidade de todo o processo de infusão quando as bombas da Mindray estão interligadas com centrais de monitoramento e com o sistema da instituição.
Outra possível integração das bombas da Mindray é a conectividade entre vários equipamentos de sua marca, como: monitores e ventiladores.
Para esta integração utiliza-se uma Central de Monitoramento híbrida, onde é possível visualizar todos os equipamentos e dados do paciente em uma única tela.
A Mindray é uma empresa global especializada no desenvolvimento, fabricação e comercialização de equipamentos médicos. Fundada em 1991 na China, temos nos destacado como uma das principais fornecedoras de soluções de diagnóstico por imagem, monitoramento de pacientes e equipamentos médicos em geral.
Atendemos a padrões internacionais de qualidade e regulamentações para garantir a segurança e eficácia dos nossos produtos. Além disso, a Mindray investe em pesquisa e desenvolvimento para inovar continuamente e atender às crescentes demandas e expectativas do setor de saúde.
Além disso, somos uma das maiores representantes dos produtos Mindray, trabalhamos com os melhores fornecedores mundiais.
Quer conhecer melhor nossos produtos? É só entrar em contato com a nossa equipe para receber todos os esclarecimentos!
Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios! Quando você pensa em dificuldade respiratória em pacientes, logo imagina a necessidade de intubação? Pois saiba que essa não é a única alternativa! A ventilação não invasiva, também conhecida como VNI, tem se consolidado como uma opção para garantir bons resultados em diversos quadros.
Essa técnica oferece suporte ventilatório sem que seja necessário recorrer a métodos invasivos. Com isso, os procedimentos se tornam mais simples e oferecem diversas vantagens em geral.
Você sabe o que é ventilação não invasiva? A seguir, veja como é feita a ventilação não invasiva e conheça os seus principais pontos positivos.
De forma simples, essa modalidade de ventilação evita o uso de soluções como a intubação ou a traqueostomia. Como o próprio nome revela, ela é feita sem que seja necessário invadir o corpo do paciente, por meio de soluções específicas.
Em geral, ela utiliza equipamentos que criam uma pressão positiva de oxigênio, de acordo com as demandas de oxigenação. Parece complicado? Mas não é! Basicamente, as soluções “empurram” o oxigênio para dentro das vias aéreas, fazendo com que ele chegue ao pulmão. Com isso, o corpo passa a respirar melhor com o apoio dessas soluções.
Pensando em termos de soluções de suporte à ventilação, a VNI pode ser realizada de diversos tipos, com a ajuda de vários equipamentos.
O BiPAP nada mais é que uma espécie de ventilador portátil, que exerce uma pressão positiva para forçar a passagem de ar pelas vias. Ele também atua sobre a expiração, garantindo as trocas gasosas adequadas. Se houver apenas um nível de pressão, estamos falando de um CPAP.
Enquanto o CPAP e o BiPAP são frequentemente usados em casa, há opções voltadas para hospitais, como é o caso do PAV. Essa solução de Ventilação Proporcional Assistida consegue identificar as necessidades e as capacidades respiratórias de cada paciente e se adapta a elas. Já o VAPS é um tipo de ventilador pulmonar e que também é aplicável no caso de pessoas entubadas.
Outra possibilidade ainda mais moderna é o capacete de oxigenação e alta pressão. Ele é completamente vedado e seguro, permitindo que o paciente respire com o apoio de um ventilador mecânico ou somente com a passagem de oxigênio nos níveis certos.
Além de tudo, a VNI varia de acordo com o papel dos equipamentos. Na versão assistida, o paciente realiza todos os movimentos e recebe apenas uma ajuda do equipamento. Já o modelo híbrido conta com parte dos movimentos feitos pelo equipamento. No tipo controlado, o aparelho realiza todas as movimentações respiratórias, em apoio ao paciente.
No geral, a ventilação não invasiva é recomendada para pacientes que apresentam alguma dificuldade de oxigenação ou retenção de dióxido de carbono. Também é indicada para quadros com insuficiência respiratória e excesso de força para realizar os movimentos de respiração. Inclusive, é uma alternativa indicada para pacientes que sofrem de apneia do sono, que é aquela interrupção da respiração por alguns segundos durante o descanso.
No entanto, nem todos os quadros devem recorrer a essa modalidade de terapia. Pacientes que não estejam estabilizados, inconscientes, hipotensos e com outras condições graves não são elegíveis para o uso, combinado?
Desde que usada corretamente, a ventilação não invasiva é muito benéfica para pacientes e até para os profissionais de saúde. Inclusive, você sabia que ela tem se tornado a solução preferencial em muitos países, para os quadros adequados? Pois é! Para saber por que isso acontece, veja, em seguida, quais são as maiores vantagens dessa abordagem.
Primeiramente, não podemos deixar de citar que essa é uma forma de os pacientes respirarem melhor, sem tanto esforço. Só por isso a alternativa já é suficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Quem passa por essa terapia sente menos cansaço, dores de cabeça ou dificuldades para realizar as atividades do dia a dia. No geral, é possível ter uma experiência muito melhor no dia a dia graças a isso.
Outro ponto positivo da ventilação não invasiva é que ela oferece riscos muito menores em relação às infecções. Como ela é feita sem a necessidade de intubação ou cirurgias, não há uma “porta de entrada” para bactérias ou outros microrganismos.
Então, há menos chances de o quadro se agravar, o que é essencial para acelerar o tempo de recuperação e aumentar a segurança para os pacientes.
Já que as infecções são menos frequentes e o paciente consegue recuperar a capacidade de respiração mais facilmente, o tempo de hospitalização é menor. Isso é essencial para evitar longas internações, o que aumenta a suscetibilidade a contaminações diversas.
Para o hospital, isso é positivo porque diminui a taxa de ocupação, liberando leitos para outros pacientes potencialmente mais graves.
Como dissemos, o grande destaque dos aparelhos de ventilação não invasiva é a atuação externa ao corpo. Por meio de uma máscara ou de um capacete, o paciente recebe a entrada de oxigênio de acordo com as suas necessidades.
Além disso, há aparelhos que podem ser usados em casa e até durante todo o sono, como é o caso de quem tem apneia do sono. Para melhorar, é uma alternativa que não exige a sedação, o que dá mais autonomia para o paciente e simplifica o cuidado com a capacidade respiratória.
Os pacientes de Covid-19 normalmente encontram dificuldade para respirar por causa do comprometimento das vias aéreas. Inicialmente, o protocolo usado é o da intubação, com uso de respirador e ventilador mecânico na UTI. No entanto, a ventilação não invasiva também pode prestar suporte para garantir a capacidade de oxigenação do organismo.
No entanto, essa é uma alternativa recomendada para pacientes que não estejam gravemente comprometidos ou instáveis em relação à progressão da doença. No geral, serve como uma alternativa de “pré-tratamento”, inclusive para tentar evitar a necessidade de intubação. No entanto, o monitoramento deve ser completo para que haja uma avaliação sobre possíveis pioras.
Além disso, é necessário considerar os riscos ampliados de transmissão com o uso de máscaras tradicionais de VNI e cânulas de oxigênio. Por isso, o capacete não invasivo costuma ser uma alternativa mais adequada, já que evita a dispersão de gotículas que levam à contaminação.
A ventilação não invasiva é uma excelente alternativa para garantir o cuidado certo e a capacidade respiratória para pacientes. Entre as alternativas de interface, o capacete de oxigenação e alta pressão da Medicalway é uma novidade que se consolida como a melhor alternativa disponível para um processo seguro e eficiente.
Por falar nessa solução, conheça o 7 Lives – Helmet e veja o que destaca essa opção das demais!
As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.
As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.
Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!
A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.
Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.
Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.
A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!
O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.
Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.
O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.
A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.
O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.
Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.
As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.
É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.
A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.
Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.
Gostou de aprender sobre os equipamento de UTI para recém-nascidos? Aproveite e visite a página da Medicalway para conhecer nossos produtos!
A ressonância magnética é um exame indispensável para a realização de uma série de diagnósticos. Ela se baseia em um mecanismo em que o aparelho gera um campo magnético que altera a trajetória dos prótons de hidrogênio presentes nas moléculas de água no organismo. Quando o campo cessa, os prótons voltam à trajetória natural, liberando energia que a máquina converte em imagem.
Essa tecnologia é complexa e qualquer falha que ocorre no equipamento pode prejudicar o processo, gerando diagnósticos e intervenções equivocados. Dessa forma, o controle da qualidade em ressonância magnética é muito importante para o sucesso dos procedimentos no hospital.
No controle de qualidade, há uma série de medidas envolvidas, como a seleção criteriosa dos equipamentos e a constante testagem das máquinas. Quer aprender mais sobre o tema para potencializar as práticas de exame por imagem no hospital? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!
Os aparelhos de ressonância magnética de campo fechado são aqueles em que o paciente entra dentro da máquina para a efetivação do exame. Eles se caracterizam por ter um melhor desempenho.
Porém, os dispositivos de campo fechado podem ter alguns entraves. Os pacientes claustrofóbicos ou com quadro de obesidade elevada podem ter dificuldade em se ajustar ao procedimento. Para isso, existem os equipamentos de campo aberto, que permitem minimizar o desconforto da pessoa acolhida, mas tendem a ter um desempenho inferior em relação à outra modalidade.
O ideal é contar com os dois modelos para que todo o público possa ser atendido apropriadamente. Para isso, é possível buscar fornecedores com melhores condições de pagamento para criar uma estrutura robusta no hospital.
O controle da qualidade em ressonância magnética é realizado, principalmente, por meio da escolha de equipamentos e monitores de alta performance e também pelas testagens e manutenções preventivas frequentes. Veja a seguir os principais motivos para investir nesse controle!
Realizar manutenção corretiva é muito mais caro do que manter um controle de qualidade regular. Os consertos de emergência demandam custos não planejados com peças, reparos e remuneração de técnico, com substituições de componentes sem possibilidade de pesquisa por preços melhores. Isso significa despesas elevadas para o hospital, o que pode ser ainda mais complexo com o fato de que o aparelho de ressonância magnética e qualquer de seus componentes são grandes investimentos.
Um controle de qualidade regular e com uma avaliação cuidadosa na aquisição de equipamentos permite gerenciar o processo com mais tranquilidade. As manutenções preventivas periódicas garantem bom desempenho à máquina, evitando falhas e equívocos.
É natural que o uso frequente e regular do equipamento provoque um certo desgaste com o passar do tempo. O controle da qualidade em ressonância magnética garante revisões periódicas do dispositivo. Qualquer coisa que sair do padrão ou representar um desempenho inferior é rapidamente corrigida. Assim, é possível garantir resultados de maior precisão e efetividade.
Equipamentos de exame de imagem emitem radiações que podem ter consequências sobre os pacientes e gerar alguns efeitos prejudiciais se forem aplicados com recorrência. Um dispositivo descalibrado ou já desgastado pelo uso e sem revisões pode gerar riscos maiores para a pessoa examinada e também para o técnico. Com o controle de qualidade, o aparelho é monitorado e avaliado com constância, passando por manutenções preventivas regulares, o que minimiza riscos e erros.
A satisfação do paciente é um elemento muito relevante no controle de qualidade. Pense no impacto gerado por uma ressonância falha, como uma repetição de exame, gerando desgaste, ou pior, um diagnóstico e prescrições equivocados. Problemas como esses podem resultar em graves consequências e na motivação do paciente para buscar os serviços de outra instituição.
O controle da qualidade em ressonância magnética garante um acompanhamento cuidadoso dos dispositivos. Dessa forma, as repetições e erros são evitados ao máximo.
Os exames de ressonância magnética se caracterizam por serem demorados. O controle de qualidade faz todos os ajustes necessários para que o dispositivo opere com máxima eficiência. Além disso, esse controle zela pela capacitação da equipe. Dessa forma, o profissional utiliza o tempo com o máximo de efetividade.
Outro fator que deve ser destacado é que os riscos de um dano ao equipamento durante o uso são prevenidos. Basicamente, as revisões são feitas de forma periódica, evitando estragos e prejuízos à agenda.
Os colaboradores dedicaram vários anos em estudos e esforços para a aquisição do conhecimento necessário para atender aos pacientes. O emprego dos conhecimentos corretos deve ser associado a condições apropriadas de trabalho. Isso inclui equipamentos de elevado desempenho.
Um aparelho de ressonância magnética que passa por controle de qualidade é um dispositivo confiável, que gera resultados fidedignos. Dessa forma, a equipe pode trabalhar com confiança no parque tecnológico e na instituição.
É essencial fazer uma profunda pesquisa de mercado para adquirir um bom equipamento. Então, procure conversar com o fornecedor e esclarecer todas as suas dúvidas sobre o dispositivo. Um aparelho de ressonância magnética é um grande investimento, por isso, avalie bem antes de fechar negócio.
Procure também uma máquina que atenda às necessidades do hospital, sendo moderna, funcional, precisa e de qualidade. Há maquinários que podem ter recursos além do necessário, o que pode gerar desperdícios. Dessa forma, analise bem as demandas da instituição antes de fechar a compra.
O controle da qualidade em ressonância magnética é imprescindível para o bom desempenho do hospital no mercado. Dispositivos de alta performance e que passam por revisão regular são mais ágeis, precisos e efetivos. Realize uma boa pesquisa e busque fornecedores experientes e consolidados no mercado de equipamentos médicos.
A Medicalway é uma empresa com tradição, já há 18 anos no mercado. Comercializamos equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Nossos produtos apresentam elevada qualidade e ótima relação custo-benefício. Temos um excelente serviço pós-venda, com esclarecimento de dúvidas e manutenções, auxiliando nossos clientes na consolidação de uma boa trajetória em suas instituições de cuidado e saúde.
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