O bom funcionamento do hospital depende diretamente da qualidade de seus equipamentos. Sejam eles mais simples ou ultra tecnológicos, é fundamental que os colaboradores consigam manusear e comandar os diferentes tipos de equipamentos com maestria para evitar quaisquer atrasos ou erros de procedimentos.
Quando tratamos sobre os equipamentos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), isso se faz ainda mais imprescindível. Nesse caso, a maioria dos procedimentos realizados são potencialmente críticos e requerem um alto grau de confiabilidade, uma vez que a falta, avaria ou inutilização podem colocar em risco a vida dos pacientes internados.
Para tanto, é importante saber quais são os equipamentos fundamentais de UTI que não podem faltar em um hospital a partir de um planejamento e gestão hospitalar que deve ser seguido de maneira rigorosa.
Pensando nessas e em outras questões, resolvemos elaborar um artigo direcionado e completo para sanar todas as suas dúvidas em relação ao assunto. Confira!
Podemos dizer que existem duas opções para a aquisição de equipamentos hospitalares que estão disponíveis no mercado de acordo com as características de cada hospital — seja público ou privado.
Em hospitais privados, acontece a Compra Direta de equipamentos nacionalizados ou de importação direta por linhas de crédito disponíveis para tais aquisições, locação e comodato.
Já em hospitais públicos, a compra acontece por diversas modalidades de licitação, podendo ser nacionais ou de importação direta, locação e comodato. Nesse caso, o processo sempre acontece via licitação pública.
Deve-se levar em conta o número de pacientes de modo a definir o número de leitos e o nível de complexidade — se a unidade de internação abrange, por exemplo, a área de cardiologia, transplante, traumas, neurologia, atendimento geral e a possibilidade de longo prazo de permanência.
Além disso o planejamento da disposição dos leitos deve ser feito obedecendo às RDCs em vigor, como a RDC nº 7, de 24 de fevereiro de 2010, que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva.
Continue conosco e conheça quais são equipamentos essenciais para UTI, a função de cada um deles e o que é preciso considerar para adotar decisões adequadas.
O eletrocardiógrafo é designado para coletar, amplificar e desenhar um sinal cardíaco, representando um sinal biológico presente no paciente. A diferença de potencial é coletada de acordo com a atividade cardíaca e representada de forma gráfica.
A oximetria consiste na mensuração da quantidade de oxigênio no sangue por meio de dispositivos denominados oxímetros. Eles são capazes de fazer essa medida apenas com o contato direto com áreas como pulso, lobo da orelha ou sobre algum dedo.
O funcionamento se baseia na leitura da frequência cardíaca e quantidade de oxigênio no sangue das artérias por um sensor luminoso. Além de verificar a concentração de oxigênio, o oxímetro ainda mede outros sinais vitais, como frequência respiratória e cardíaca.
O monitor multiparamétrico demonstra as informações de determinado paciente sobre sua estabilidade ou chance de risco no UTI, identificando de maneira contínua se há alguma aceleração ou desaceleração dos batimentos cardíacos.
Esse aparelho é indispensável em qualquer hospital, público ou privado. Além do monitoramento cardíaco, ele pode controlar determinadas funções como queda de saturação do oxigênio e alterações na pressão arterial.
Considerando o caráter de urgência, o ventilador pulmonar é especialmente importante em ambientes de UTI, pois é considerado um equipamento de suporte à vida. Ele oferece uma ventilação artificial e promove suporte ventilatório temporário (completo ou parcial) a pacientes que estejam incapazes de respirar por vias normais.
As estativas consistem em carrinhos móveis e rotativos, servindo de prateleiras para armazenar demais equipamentos hospitalares. Dessa forma, acessórios como tubos de suporte, sensores e cabos de alimentação podem ser dispostos em disposição ergonômica.
A estrutura hospitalar é formada por estratégias de planejamento que devem considerar tanto a manutenção quanto a reposição dos equipamentos de UTI, sendo que acompanhar a condição dos aparelhos proporciona maior longevidade e diagnósticos mais precisos.
Portanto, é importante considerar o número de leitos da UTI e realizar projetos que incluam descritivos adequados, permitindo conhecer os equipamentos que serão utilizados de acordo com a capacidade de atendimento.
Esses descritivos também podem ser realizados por meio de testes e demonstrações, o que garante a escolha do melhor custo-benefício e nível de complexidade necessário de cada equipamento.
Outro ponto primordial que deve ser levado em conta é a capacidade de precisão e acuidade dos equipamentos de UTI, o que otimiza o tempo, a obtenção de resultados e diagnósticos e a segurança dos tratamentos terapêuticos.
Como mencionamos anteriormente, a manutenção dos equipamentos da UTI consiste em uma prática fundamental, principalmente, quando consideramos a urgência dos procedimentos clínicos e tempo de utilização.
As calibrações, assim como o registro das intervenções efetuadas são aspectos que devem estar no planejamento da manutenção para que operacionalidade seja efetiva. Afinal, se algum equipamento tem sua função prejudicada, isso pode afetar diretamente o risco de vida dos pacientes internados.
Nesse contexto, o serviço de pós-venda com suporte técnico qualificado se faz protagonista nessa questão. O fornecimento de serviços e soluções que atendam cada instituição de maneira personalizada pode fazer toda a diferença na prestação do cuidado à saúde.
Compreendeu como o processo de escolha, aquisição, manutenção e recebimento de equipamentos de UTI é complexo e depende de diversos fatores? É importante manter contato com empresas que forneçam serviços especializados, proporcionando acesso a equipamentos médicos de alta tecnologia no segmento da saúde.
Se você se interessou sobre o conteúdo deste artigo e gostaria de saber mais a respeito, que tal entrar em conosco? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas a respeito dos equipamentos de UTI e como adquiri-los de maneira efetiva, focando na produtividade e eficiência da instituição de saúde!
É muito importante que as instituições de saúde dê a devida atenção quando o assunto é a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem, já que diversos aparelhos relevantes para o atendimento aos pacientes, diagnóstico e auxílio para a recomendação do tratamento adequado fazem parte desse processo, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, raio-X, ultrassom e mamógrafo.
Além disso, a falha dos equipamentos decorrentes da falta de manutenção podem ocasionar em ua séria de problemas, como a suspensão de exames, divergências nos resultados, insatisfação do público e demais complicações que vão impactar no orçamento da empresa, bem como na sua imagem perante o mercado.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para mostrar os principais cuidados com a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Acompanhe!
A manutenção de equipamentos hospitalares podem ser:
O representante exclusivo ou revendedor autorizado da marca dos equipamento é sempre indicado para fazer a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Isso porque, são qualificados para reparar a máquina, além de usarem peças originais de reposição e conseguirem acessar atualizações do dispositivo.
A primeira fase é a realização do inventário, onde são reunidas as informações a respeito do número de patrimônio, os dados do fabricante, tipo de revisão, entre outros. Após, os aparelhos passam pela inspeção e higienização, onde recebem lubrificação e calibração, conforme as particularidades de cada máquina. Em caso de riscos de defeitos, as peças também podem ser trocadas.
Nos aparelhos que usam radiação para a obtenção de imagens, ignorar o controle de qualidade por gerar sérias consequências. Para manter o bom funcionamento, a calibração periódica do feixe de raios-X é essencial. Por exemplo, nas máquinas de ressonância magnética essas calibrações são necessárias para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.
Após as manutenções é preciso fazer um levantamentos dos principais reparos, que vai servir como base para a tomada de decisão gerencial, além de entender a eficácia desse serviço.
Existem vários cuidados que podem se alinhados com as manutenções para aumentar a vida útil dos aparelhos.
A manutenção preventiva é indispensável para manter os equipamentos funcionando da melhor maneira, de acordo com todos os padrões de segurança e operacionais definidos pelo fabricante.
Esse cuidado é fundamental, por isso, é necessário manter o time treinando para manuseá-los. Também é importante realizar atualizações em intervalos regulares para fortalecer o conhecimento, principalmente em setores onde ocorre uma alta rotatividade dos integrantes do time.
Esse processo abrange baterias, chassi de fósforo, filmes radiográficos e detectores. Além disso, confira as recomendações do fabricante que vão contribuir para a manutenção dos componentes em boas condições e a ofertar a melhor qualidade das imagens.
É necessário manter as máquinas na temperatura ideal, que podem ser identificada no manual de fabricação elaborado pelo fabricante. Também e preciso um bom sistema elétrico, já que problemas podem interromper repentinamente o funcionamento do equipamento e causar danos ao programa.
Agora que você entender a importância da manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem e os principais cuidados a serem tomados, é necessário ter uma empresa como a Medicalway como parceira, que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, com vários anos de experiência no mercado. Também oferece toda a assistência e suporte para as soluções vendidas por meio de uma equipe altamente qualificada.
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Uma gestão eficiente da unidade de saúde exige muitos cuidados, tanto em relação à prestação dos serviços quanto na administração de recursos e materiais. Sendo assim, fazer a classificação dos itens hospitalares é fundamental para melhorar a logística, garantir os insumos necessários para a rotina de atendimento aos pacientes, otimizar os custos e evitar prejuízos financeiros.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas para serem aplicadas como forma de classificar esses itens de forma correta e assegurar melhores resultados. Confira!
A classificação para utilização de material médico-hospitalar, no Brasil, é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que conceitua como produtos hospitalares todos os equipamentos, materiais ou acessórios que estão agregados à proteção e defesa da saúde coletiva ou individual.
Os itens para a saúde são classificados em quatro classes de risco, levando em conta as normas estabelecidas na RDC 185/01, que estão alinhadas às particularidades específicas para o seu uso:
Além disso, as regras de classificação podem ser associadas da seguinte maneira:
Para entender melhor a respeito dessas regras, é possível acessar o tópico “Classificação” presente no anexo II, da RDC 185/01.
Depois de receber e conferir os materiais, o ideal é catalogá-los e armazená-los de acordo com suas características, frequência de utilização e prioridades. Determinados insumos necessitam de cuidados especiais, como refrigeração, enquanto outros precisam ficar mais perto do alcance das mãos, com a finalidade de agilizar o atendimento.
Essa classificação também vai servir para garantir uma armazenagem segura e correta dos materiais de saúde, que podem ser divididos com base na sua capacidade de corrosão, oxidação, fragilidade, volume, inflamabilidade, peso e demais. Também é preciso ter atenção para que tudo seja respoto nos mesmos locais e, assim, impedir a desorganização, dificuldade de aceso e aquisições desnecessárias.
Outra prática que pode contribuir para a classificação dos itens hospitalares é realizar um bom controle de estoque e, assim, evitar qualquer tipo de descontrole relacionado ao armazenamento dos materiais da unidade de saúde. Para isso, é preciso analisar e padronizar as rotinas de abastecimento, compreendendo de onde vem e para que locais vão os insumos estocados.
Dessa forma, fica mais fácil definir padrões de consumo, que vão ajudar para um melhor gerenciamento de custos e garantir que os atendimentos aos pacientes sejam realizados com excelência.
Fazer a contagem dos itens de tempos em tempos ajuda a administrar e identificar se tudo está saindo de acordo com o planejado, o que vai reduzir a margem de erros. No caso de materiais com custo mais alto, as contagens precisam ocorrer em períodos menores.
Essa periodicidade também pode ser estabelecida considerando a classificação de cada material, podendo ser quinzenal, mensal, semestral, entre outros. Os ajustes entre o volume físico e o informado ao sistema e, após, um comunicado para a equipe deve ser feito a respeito de eventuais divergências e questões a serem melhoradas.
5. Invista em tecnologia
Para colocar todas as práticas já apresentadas em ação, é importante contar com ferramentas tecnológicas disponíveis no mercado, como um software de gestão, já que oferece funcionalidades ideais para o alcance de atividades mais precisas, por exemplo, quantificar o consumo de materiais, cadastrar e rastrear os insumos, realizar conferências para evitar perdas e expiração da validade, impedir desvios, entre outras medidas importantes para o alcance de melhores resultados.
Como pode perceber, tomar certos cuidados quanto à classificação dos itens hospitalares é indispensável para reduzir custos, evitar prejuízos e oferecer um atendimento de qualidade, capaz de proporcionar uma melhor experiência aos pacientes e fazer com que a instituição ocupe um lugar de destaque no mercado.
Gostou deste artigo? Então, aproveite sua visita para entender por que é necessário realizar a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares!”.
Além de contar com equipamentos inovadores para assistência, diagnóstico e tratamento de doenças, é necessário que as instituições de saúde implementem os cuidados adequados para que essas máquinas estejam sempre em perfeitas condições. Assim, pode-se evitar qualquer tipo de problema que possa afetar a qualidade dos serviços prestados e segurança dos pacientes. Entre os principais está a manutenção corretiva.
Apesar de ser um procedimento essencial, muitos gestores não entendem a sua importância, bem como a sua diferença para a manutenção preventiva, que apresenta outra finalidade. Para esclarecer as principais dúvidas, elaboramos este conteúdo. Confira!
Existem dois tipos de manutenção de equipamentos médicos hospitalares: a corretiva e a preventiva.
A manutenção corretiva se trata do serviço que busca resolver problemas de funcionamento, identificados no aparelho. Como exemplo, citamos falhas durante os processos, quebra, entre outros.
Já a manutenção preventiva é aplicada justamente para que essas complicações não ocorram. Nesse caso, o procedimento é feito periodicamente para averiguar os equipamentos e recomendações dos fabricantes. O objetivo é assegurar a eficiência máxima e evitar riscos de falhas e demais fatores que podem afetar o atendimento aos clientes e atividades da rotina de hospitais, clínicas, consultórios e outros.
Realizar a manutenção corretiva dos equipamentos médicos é imprescindível por diversos motivos. Entenda os principais, a seguir!
Quando a manutenção corretiva é aplicada adequadamente e em tempo hábil, evita-se o cancelamento de exames, tratamentos e demais procedimentos agendados, o que pode comprometer de maneira considerável o faturamento da unidade de saúde. Por isso, essa é uma medida importante para reduzir custos e evitar prejuízos.
Uma boa manutenção corretiva aumenta a vida útil do equipamento, bem como a sua função operacional. Sendo assim, a necessidade de trocas frequentes de tecnologias é reduzida, tendo em vista que os itens serão bem-cuidados.
Caso contrário, existem grandes chances das falhas e danificações já solucionadas ocorrerem novamente e em períodos de tempo muito curtos, levando a uma maior necessidade de troca e compra de dispositivos.
Como já foi dito, quando uma ferramenta de trabalho está sempre bem conservada, precisa ser trocada com menos frequência. Por esse motivo, a manutenção corretiva é tão necessária. Mesmo que o equipamento sofra danificações ou falhas, seu conserto ágil restabelece o seu funcionamento, evitando impactos negativos nas operações das instituições de saúde.
Aparelhos seguros apresentam chances mais baixas de funcionarem de maneira inapropriada em qualquer tipo de tratamento ou exame. Dessa forma, é preciso verificar se os prestadores de serviços contam com analisadores e simuladores devidamente calibrados para serem utilizados com exatidão.
Com esses cuidados, é possível obter padrões certificados e identificar se o equipamento médico se encontra regular perante as recomendações do fabricante, funcionando da forma que deve ser.
Fazer as manutenções corretamente e no prazo certo é uma ótima maneira de assegurar a adequação às normas de segurança. Além disso, atender a essas referências certificadas é uma boa forma de atestar a eficiência dos aparelhos, gerando maior confiabilidade e precisão nos procedimentos executados.
Agora que você entendeu a importância da manutenção corretiva e seus benefícios, ao adquirir equipamentos médicos, o ideal é contar com uma empresa de confiança e experiente no mercado, como a Medicalway. Prestamos assistência técnica e manutenções para todos os aparelhos oferecidos.
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