Parque tecnológico hospitalar: equipamentos integrados como caminho para mais eficiência e segurança

modelos diversos de equipamentos da Mindray em exposição num ambiente que simula um parque tecnológico hospitalar

A modernização do parque tecnológico hospitalar raramente acontece de uma vez. O padrão mais comum é a aquisição por demanda. O resultado, ao longo do tempo, é um parque fragmentado, com equipamentos de fabricantes diferentes, interfaces distintas e pouca ou nenhuma comunicação entre si.

Esse modelo resolve a urgência do momento, mas cria um problema estrutural que afeta a operação do hospital de formas nem sempre visíveis, até que elas aparecem no custo, no tempo de resposta ou na segurança do paciente.

O que é o parque tecnológico hospitalar

O parque tecnológico hospitalar é o conjunto de equipamentos médicos que sustenta o funcionamento clínico e assistencial de uma instituição de saúde. Inclui desde os dispositivos de monitoramento e suporte ventilatório até os equipamentos de diagnóstico por imagem, bombas de infusão, sistemas de anestesia e desfibriladores.

Gerir esse parque significa garantir que os equipamentos estejam disponíveis, calibrados, dentro dos prazos de manutenção e adequados às exigências regulatórias. Mas a gestão eficiente vai além da manutenção individual de cada equipamento. Ela depende de como esses dispositivos se relacionam entre si e com os sistemas de informação do hospital.

O custo oculto dos equipamentos isolados

Quando os equipamentos operam de forma isolada, cada um gera seus próprios dados em seu próprio formato. A equipe clínica precisa consultar diferentes telas, sistemas e interfaces para montar o quadro completo do paciente. Esse processo consome tempo, aumenta a chance de falhas na transcrição de informações e dificulta a padronização dos protocolos assistenciais.

Do ponto de vista da engenharia clínica, a fragmentação também se traduz em complexidade operacional: contratos de manutenção com múltiplos fornecedores, curvas de aprendizado diferentes para cada equipamento, peças de reposição com prazos e fornecedores distintos, e um histórico de dados técnicos disperso que dificulta o planejamento de substituições.

Não há um custo financeiro direto e imediato associado a essa fragmentação. Ela se manifesta de forma difusa: em horas de trabalho, em erros evitáveis, em equipamentos parados por falta de suporte ágil e em decisões clínicas tomadas com informação incompleta.

O que muda quando os equipamentos operam de forma integrada

A integração tecnológica em um parque hospitalar não significa que todos os equipamentos precisam ser do mesmo fabricante. Significa que eles compartilham protocolos de comunicação compatíveis, alimentam os mesmos sistemas de dados e permitem que a equipe acesse informações consolidadas a partir de uma única interface.

Quando isso acontece, os ganhos são objetivos.

Padronização de processos

Uma das consequências diretas da integração é a possibilidade de padronizar protocolos. Quando monitor, ventilador e bomba de infusão operam em um mesmo ecossistema, os alarmes podem ser gerenciados de forma centralizada, os dados de tendência são consultados em um único painel e os ajustes de parâmetros seguem os mesmos fluxos de trabalho em qualquer leito. Isso reduz a variabilidade assistencial e facilita a capacitação de novos profissionais.

Menos retrabalho e mais rastreabilidade

A integração elimina a necessidade de transcrição manual de dados entre sistemas. Parâmetros vitais, volumes infundidos, configurações do ventilador e registros de alarmes são transmitidos automaticamente para o prontuário eletrônico, com carimbo de tempo e rastreabilidade completa. Isso reduz o retrabalho administrativo da equipe de enfermagem e garante um histórico clínico mais fidedigno para a tomada de decisão médica.

Segurança assistencial

Em ambientes críticos, a fragmentação tecnológica é um fator de risco documentado. A fadiga de alarme, por exemplo, é intensificada quando cada equipamento emite alertas de forma independente, sem hierarquização ou filtragem. Equipamentos integrados permitem correlacionar dados de diferentes parâmetros antes de emitir um alerta, reduzindo notificações não acionáveis e aumentando a relevância dos alarmes reais.

Gestão mais eficiente do parque

Do ponto de vista da engenharia clínica, um parque tecnológico com maior grau de integração é mais fácil de gerir. A padronização de plataformas reduz o número de contratos de manutenção, simplifica o treinamento das equipes técnicas e permite um planejamento mais preciso de substituições e atualizações. A disponibilidade de dados históricos de uso e falha também apoia decisões mais embasadas sobre quando renovar equipamentos e quais priorizar.

Integração não significa trocar tudo de uma vez

Uma preocupação comum entre gestores e coordenadores de engenharia clínica é que a integração tecnológica exige a substituição completa do parque existente. Na prática, isso raramente é necessário ou viável.

A integração pode ser construída de forma progressiva. O ponto de partida mais eficiente costuma ser a escolha de uma plataforma tecnológica que sirva de base para os novos equipamentos adquiridos, garantindo que as próximas aquisições já entrem no parque com compatibilidade nativa. Ao longo do tempo, os equipamentos mais antigos e fragmentados vão sendo substituídos de forma planejada, sem necessidade de uma ruptura imediata.

Esse planejamento progressivo também permite distribuir o investimento ao longo do tempo, adaptando o ritmo da modernização à capacidade financeira e operacional de cada instituição.

Mindray e MedicalWay: tecnologia integrada com suporte regional

A linha BeneVision da Mindray é um exemplo de plataforma desenvolvida com integração nativa como princípio de design. Monitores, ventiladores e sistemas de anestesia da linha operam em um mesmo ecossistema de dados, com interface unificada, gestão centralizada de alarmes e conectividade com prontuários eletrônicos via protocolos HL7.

A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso significa que hospitais e clínicas da região contam com suporte técnico especializado.

Para instituições que estão planejando a modernização do parque tecnológico, a MedicalWay oferece consultoria para identificar a solução mais adequada ao perfil de cada setor e às modalidades de aquisição disponíveis.

FAQ: perguntas frequentes sobre parque tecnológico hospitalar

O que é parque tecnológico hospitalar?

É o conjunto de equipamentos médicos que sustenta as atividades clínicas e assistenciais de um hospital ou clínica. A gestão desse parque envolve manutenção, calibração, adequação regulatória e planejamento de substituições.

O que significa integração tecnológica em um hospital?

Significa que os equipamentos médicos compartilham protocolos de comunicação compatíveis, alimentam os mesmos sistemas de dados e permitem gestão centralizada de informações clínicas e de alarmes.

É preciso trocar todos os equipamentos para ter um parque integrado?

Não. A integração pode ser construída progressivamente, priorizando as novas aquisições em plataformas compatíveis e planejando a substituição dos equipamentos mais antigos ao longo do tempo.

Quais são os principais benefícios de um parque tecnológico integrado?

Os principais ganhos são: padronização de processos assistenciais, redução de retrabalho por eliminação de transcrição manual de dados, aumento da segurança do paciente pela gestão qualificada de alarmes e rastreabilidade clínica, e maior eficiência na gestão de manutenção e contratos para a engenharia clínica.

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    Indicadores para a gestão de compras: conheça os principais

    O dia a dia do setor de compras de uma clínica ou hospital é repleto de desafios. O setor lida com os recursos, negocia com fornecedores e precisa ter um conhecimento do mercado para se valer das melhores estratégias, evitando prejuízos.

    Por isso, para auxiliar esse trabalho, é fundamental fazer uma análise detalhada dos dados para saber como está o desempenho do setor e quais caminhos seguir nas próximas negociações. Como fazer isso? Acompanhando os indicadores para a gestão de compras.

    Quer alcançar a eficiência nesse departamento da sua clínica ou hospital? Então confira a seguir os principais indicadores para a gestão de compras. Boa leitura!

    Lead time

    É um indicador que mede o intervalo de tempo entre a solicitação da compra e o atendimento efetivo dessa demanda. Em outras palavras: é o prazo de entrega do material. Mede, portanto, a eficiência na operação ou o sucesso no processo de compras.

    O lead time é importante para fazer a programação das compras. Dessa forma, você não fica com o estoque desabastecido, prejudicando os serviços do hospital. Imagine faltar algum item para os atendimentos de emergência por conta de um lead time alto. Tendo ciência do prazo de entrega dos fornecedores, você pode se antecipar, evitando a falta de material.

    Além disso, essa informação é importante para que os profissionais da área de compras possam entender o tempo decorrido da solicitação de um item até sua entrega.

    Assim, podem repensar alguns processos internos: será que existe alguma etapa muito burocrática? Será que o tempo de aprovação para a compra no próprio hospital é que gera um lead time alto? O que pode ser feito para conseguir mais agilidade?

    O indicador serve também para avaliar a conduta dos parceiros. Com isso, caso seja constatado que a empresa não cumpre os prazos acertados ou demora para entregar a mercadoria, é possível eleger outros fornecedores.

    Prazo médio de pagamento

    É o indicador para a gestão de compras que mede o prazo médio de pagamento às empresas fornecedoras. O cálculo tem como objetivo identificar a diferença entre a data da realização de um pagamento menos o dia em que tal compra foi faturada, ou seja, que o recurso saiu do caixa do hospital.

    Qual a função de analisar esse prazo? Serve para fazer um controle eficiente do fluxo de caixa da empresa e também para entender qual é a sua relação de compra com os parceiros. Dessa forma, é sempre melhor para as receitas do hospital contar com prazos maiores e mais fracionados.

    É claro que essa condição deve ser analisada, pois, em muitos casos, o pagamento à vista garante um bom desconto, o que pode valer a pena.

    Custo por pedido

    Quando as compras ocorrem em grande volume, fica mais fácil para o setor de compras negociar melhores preços e prazos de pagamento. Agora, quando a solicitação é feita para poucas quantidades, esse poder de negociação é, muitas vezes, perdido.

    Por isso, é essencial conhecer o indicador para gestão de compras chamado de custo por pedido para saber se a instituição está gastando mais que o necessário.

    Para realizar esse cálculo, é necessário dividir o total gasto no mês pela quantidade de pedidos realizados. Dessa forma, se o custo por pedido estiver elevado, o setor de compras pode tomar algumas providências, como:

    • centralizar os pedidos em um único dia do mês;
    • aumentar a quantidade de itens adquiridos por pedido para conseguir um preço melhor;
    • adquirir o máximo de mercadorias de um único fornecedor para conseguir condições mais favoráveis de preço.

    Performance dos fornecedores

    É o indicador que mede a eficiência das empresas fornecedoras. Em um hospital, é essencial contar com parceiros comprometidos e que, dessa forma, não descumprem o que ficou acertado no momento da compra — o que poderia prejudicar os atendimentos aos pacientes.

    A performance dos fornecedores inclui:

    • eficácia na entrega de produtos ou serviços;
    • disponibilidade de mercadorias;
    • processos de venda otimizados;
    • boas condições de preço e pagamento;
    • qualidade do atendimento pós-venda

    É ideal que o setor de compras faça a medição periódica desse indicador e consiga fazer parcerias com os melhores fornecedores, facilitando, assim, as próximas negociações para o hospital.

    Saving

    Um dos indicadores para a gestão de compras mais importantes é o saving. Com ele, é possível medir o ganho do que foi orçado em relação ao que foi adquirido — o que demonstra a eficácia de pesquisa e negociação do setor de compras.

    Dessa maneira, o objetivo dessa métrica é saber quanto foi economizado com a compra, gerando, assim, um ganho financeiro para o hospital nas aquisições de produtos.

    Precisão dos pedidos

    O setor de compras de um hospital tem a responsabilidade de adquirir os produtos de modo a fazer a reposição do estoque. No entanto, o desafio é saber a quantidade correta de itens necessários, para que seja possível abastecer o hospital e também evitar perdas por produtos em excesso.

    Por isso, é necessário fazer o cálculo da precisão dos pedidos para que os recursos sejam direcionados de forma correta para as compras, evitando, assim, prejuízos ou falta de algum item. Para isso, é preciso verificar se as ordens de compra foram cumpridas de acordo com o solicitado ou se é necessário melhorar a gestão de estoque.

    Evolução do preço

    Por fim, o indicador para a gestão de compras que mede a evolução do preço compara os valores antes praticados com os atuais, com o objetivo de mensurar as oscilações durante as compras. O hospital pode usar esse indicador para analisar se há algum período com oferta melhor dos produtos.

    Os indicadores para a gestão de compras são essenciais para que o hospital tenha uma eficiência maior em suas aquisições. Com eles, é possível avaliar os prazos de entrega, variação de preços e qualidade dos fornecedores — facilitando as próximas negociações.

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    A importância de equipamentos de alta tecnologia para o hospital

    A evolução das técnicas e procedimentos médicos vem acompanhada com equipamentos de alta tecnologia. Dessa maneira, um hospital não pode ficar parado no tempo, utilizando uma aparelhagem obsoleta.

    É fundamental manter as tecnologias sempre atualizadas para oferecer um serviço de melhor qualidade aos pacientes, além de otimizar o trabalho de médicos e outros profissionais de saúde.

    Quer entender por que é importante investir em equipamentos de alta tecnologia em seu hospital? Continue a leitura e veja também como acertar na escolha do produto e do fornecedor!

    Como a escolha dos equipamentos impacta na qualidade dos procedimentos realizados?

    Trabalhar com equipamentos de alta tecnologia é garantir diagnósticos e técnicas mais precisos, mais conforto e segurança ao paciente e menor tempo por atendimento. Além disso, ao acompanhar esse tipo de inovação, seu hospital pode também aumentar a gama de exames oferecidos, já que alguns procedimentos demandam aparelhagem mais recente.

    Isso traz um resultado extremamente positivo para a imagem da instituição de saúde, atraindo mais pacientes que estão em busca de serviços médicos de qualidade.

    Além disso, uma infraestrutura moderna para a realização dos procedimentos auxilia os médicos, que conseguem realizar o trabalho com mais qualidade, comodidade e em menor tempo. No caso de equipamentos, como um ultrassom, por exemplo, a tecnologia assegura imagens mais nítidas, contribuindo para a avaliação do paciente e seu diagnóstico.

    Por que você deve investir em equipamentos de alta tecnologia?

    Além de oferecer procedimentos com melhor qualidade, o investimento em equipamentos de alta tecnologia vai aumentar o número de atendimentos diários, ou seja, um reflexo direto nas contas do hospital.

    Sem contar que uma aparelhagem mais moderna apresenta menor risco de falhas, ou seja, de você ter que paralisar os serviços para a troca de alguma peça. São produtos que passaram por uma série de testes para que você consiga realizar o melhor atendimento sem contratempos.

    Assim, mesmo que o valor pareça, em um primeiro momento, mais elevado na hora da pesquisa sobre equipamentos tecnológicos, você deve considerar a relação custo-benefício. Assim, saiba que você estará adquirindo:

    • inovação para os seus serviços;
    • mais segurança para técnicos e pacientes;
    • vida útil maior da máquina;
    • produtividade mais elevada;
    • menor gasto com manutenções.

    O que avaliar para não errar na escolha?

    O gestor precisa fazer a escolha correta do equipamento de ponta, afinal, esse será um investimento alto. Assim, em primeiro lugar, ele precisa identificar quais áreas do hospital vão receber a aparelhagem nova. Se for o centro de imagens, por exemplo, é importante identificar quais procedimentos serão oferecidos e, dessa forma, buscar os modelos mais compatíveis.

    Na hora de avaliar o produto, é preciso considerar:

    • design ergonômico, com possibilidade de ajuste de altura;
    • tamanho de monitor (se houver) e tela touch;
    • facilidade de transporte;
    • autonomia de bateria;
    • economia de energia;
    • se há outros acessórios que é preciso adquirir.

    É importante saber também quais os cuidados são necessários, como temperatura e umidade do ambiente onde será instalado o equipamento, como deve ser o transporte, quais os tipos de manutenções etc.

    Em resumo, é essencial que a tecnologia otimize o trabalho dos profissionais de saúde, aumente os serviços oferecidos e traga melhor resultado nas técnicas e diagnósticos.

    Como escolher o fornecedor ideal?

    Você deve estar se perguntando: mas como o gestor pode ter acesso a todas as informações relativas aos equipamentos de alta tecnologia e, assim, conseguir fazer a melhor escolha? Nesse ponto, é importante contar com fornecedores de qualidade.

    Dessa maneira, é possível ter uma assessoria completa para fazer a aquisição mais acertada para a instituição de saúde. É necessário fazer negócios com empresas que conseguem atender suas necessidades e possam oferecer um suporte inclusive no pós-venda.

    O fornecedor comprometido com seu cliente deve:

    • fazer a demonstração dos produtos;
    • detalhar todos os dados técnicos;
    • destacar os diferenciais dos equipamentos e tecnologia oferecida.

    Nessa hora, é essencial escolher empresas de referência no ramo, com um bom tempo de mercado e que trabalhem com equipamentos tecnológicos de marcas mundiais de renome. Assim, você sabe que está adquirindo o que há de mais inovador para seu hospital — com um padrão internacional de qualidade.

    Também conta pontos ao fornecedor trabalhar com uma linha grande de produtos, assim você adquire mais itens de uma mesma empresa, conseguindo condições mais atrativas de preço e formas de pagamento.

    Na dúvida, faça pesquisas na Internet sobre a reputação da empresa ou peça referências a outros profissionais do segmento da saúde.

    Outros fatores para encontrar o fornecedor de equipamentos médicos ideal são:

    • comprometimento com prazos de entrega;
    • suporte rápido para qualquer falha técnica;
    • disponibilidade de peças para qualquer contratempo.

    A Medicalway, por exemplo, reúne todos esses aspectos para oferecer o que há de mais atual para seus clientes. Além de um pós-venda de excelência, a empresa atualmente é importadora da Mindray, a principal fabricante de equipamentos médicos da China.

    Quais os cuidados necessários com os equipamentos médicos?

    Ao adquirir equipamentos de alta tecnologia você terá mais tranquilidade, pois, certamente, as falhas serão menores. Mas, para que os aparelhos funcionem corretamente e tenham uma vida útil maior, é necessário alguns cuidados de preservação, como:

    • transporte — é preciso cuidado na movimentação do aparelho pela unidade de saúde, verificando, por exemplo, textura do piso, altura de portas e largura de corredores;
    • manuseio adequado — a equipe deve ter capacitação específica para operar os equipamentos sem causar danos;
    • condições ambientais — é necessário verificar no manual e com o fornecedor as condições ambientais ideais de temperatura, umidade, luminosidade e fluxo de ar do local para dispor a máquina;
    • higienização — é obrigatório fazer a descontaminação periódica dos aparelhos;
    • calibração — é uma análise que deve ser feita periodicamente para atestar o desempenho do equipamento;
    • manutenção preventiva — checagem regular para evitar falhas nas máquinas.

    Viu só como é necessário realizar os atendimentos com equipamentos de alta tecnologia? Seu hospital vai oferecer um serviço de saúde de excelência, o que traz um impacto positivo para os pacientes e profissionais de saúde, gerando mais receitas para a instituição.

    Quer conhecer algumas inovações em equipamentos hospitalares? Entre em contato com a Medicalway e fique por dentro de sua ampla linha de produtos!

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    Conheça 8 aplicativos que podem ser usados na área médica

    A cada dia, a tecnologia e a medicina caminham mais juntas, o que traz diversos benefícios ao setor. Nesse contexto, os aplicativos da área médica são um exemplo de tecnologia presente no cotidiano de profissionais e pacientes.

    Um grande leque de opções vem trazendo soluções bastante acessíveis. Ferramentas de suporte para a decisão médica, consulta a bancos de dados, troca de informações, controle de agenda, gestão de estoque, financeira e de atendimento ao cliente, facilitam o dia a dia de médicos e profissionais das mais diversas áreas do setor de saúde.

    No entanto, com tantas opções, é difícil selecionar as que mais valem a pena, certo? Pensando nisso, elaboramos esta lista com 8 indicações de aplicativos da área médica que podem ser usados na seu dia a dia. Confira!

    1. Medscape

    Um dos aplicativos mais utilizados por profissionais da área médica, o Medscape, está entre os mais completos e atualizados bancos de dados. Com informações detalhadas sobre patologias, diagnósticos, tratamentos, medicamentos, protocolos de atendimento, exames e artigos médicos selecionados criteriosamente, ele é uma ferramenta de suporte à prática clínica.

    O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS, contabilizando cerca de 5 milhões de usuários em todo mundo, além de ser reconhecido pelo FDA — Food and Drug Administration.

    Dentre suas principais funcionalidades, podemos destacar: ferramenta de verificação de interação medicamentosa, lista de medicamentos com respectivas dosagens, calculadoras médicas e banco de imagens de patologias e exames. Além disso, o aplicativo contém sempre notícias atualizadas sobre medicina.

    2. WHO (World Health Organization)

    Trata-se do aplicativo da Organização Mundial de Saúde, sendo essencial para os profissionais se manterem atualizado sobre questões de saúde pública, orientações e novidades da área de saúde.

    O aplicativo fornece atualizações sobre pandemias e alertas sobre o surgimento de novas doenças como o recente caso do Zika vírus. Além disso, dispõe de atualizações em pesquisas e medicações, tudo em inglês e com o crivo do Ministério da Saúde.

    A ferramenta está disponível para aparelhos Android e iOS.

    3. Genéricos BR

    É um dos apps de maior popularidade entre médicos em âmbito nacional. Devido ao grande número de fabricantes e opções de medicamentos, fica difícil até para os médicos evitar confusões. Assim, esse aplicativo lista as opções de genéricos de acordo com os nomes das medicações de referência.

    O Genéricos BR é um dos aplicativos gratuitos mais baixados no Brasil. Disponível tanto para Android quanto para iOS, ele agiliza a prescrição. Isso porque, além da busca pelo nome popular do remédio, ele também permite pesquisar pelo princípio ativo.

    Outra funcionalidade disponível é a consulta de bulas de mais de 100 medicamentos genéricos mais o bulário da Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária — e uma lista de fabricantes.

    4. CID-10 Pro

    O objetivo dessa ferramenta é agilizar a consulta ao código CID — Classificação Internacional de Doenças. Disponível em português e apenas para iOS, o aplicativo permite uma busca extremamente rápida, agilizando o dia a dia do médico no consultório ou hospital.

    Além disso, é possível marcar os códigos consultados com mais frequência como favoritos, facilitando ainda mais o acesso a eles. O CID-10 Pro tem uma grande quantidade de informações, um design simples e sensitivo, ajudando médicos e outros profissionais do âmbito clínico hospitalar e lidar com as burocracias cotidianas.

    5. iClinic

    Esse é um aplicativo de gestão de consultórios e clínicas médicas. Com ele, é possível gerenciar finanças, organizar processos internos e controlar agenda, mesmo remotamente, por meio de um celular.

    A ferramenta permite o acesso ao prontuário eletrônico de pacientes, envio de fotos e adição de outras informações à ficha médica, agenda médica online, envio de notificações sobre remarcação e cancelamento de consultas, sincronização de dados de todos os dispositivos, além de garantir o sigilo das informações armazenadas.

    6. Doctor +

    Assim como o app anterior, o Doctor + também é uma ferramenta para organização de consultórios, clínicas e serviços hospitalares. Com ele, é possível acessar as informações da instituição de qualquer lugar, seja pelo celular ou por outro dispositivo.

    Dentre as suas funcionalidades, está o envio de notificações por e-mail sobre a marcação das consultas, como confirmações, desmarcações e mudanças de horários.

    7. Whitebook

    Similar ao Medscape, o aplicativo da PebMed é um daqueles que todo médico deveria ter, especialmente os plantonistas.

    A ferramenta funciona como uma grande biblioteca médica, disponível para acesso offline. Ela tem mais de 100 mil usuários só no Brasil. O conteúdo, escrito por cerca de 20 médicos especialistas, inclui informações sobre doenças e procedimentos de acordo com livros de referência, além de diretrizes importantes, sendo atualizado mensalmente.

    Disponível em uma versão gratuita, com limitações, e outra paga, mais completa, com acesso Guia Diagnóstico, mais de 300 orientações de prescrição, bulário com 6 mil medicamentos e consulta aos Procedimentos SUS e ao CID-10.

    8. Cloudia

    Trata-se de uma secretária virtual que permite a automatização de todo o atendimento por aplicativos de mensagens.

    A ferramenta funciona pelo Facebook Messenger e pelo Whatsapp web, e com ela você pode automatizar o agendamento de horários, envio de lembretes aos pacientes, tirar dúvidas e muito mais.

    Além disso, o aplicativo pode facilitar a captação de novos pacientes por meio da associação com os anúncios patrocinados no Facebook Ads, por exemplo.

    Além desses, muitos aplicativos que não são específicos para a área médica podem ser muito úteis na gestão hospitalar, como o Google Agenda, o Evernote e o ZeroPaper, software de gestão financeira. Não faltam ferramentas para facilitar a rotina de quem trabalha com saúde, seja no consultório, em clínicas ou em ambiente hospitalar.

    Do atendimento à gestão, os aplicativos da área médica são um ótimo exemplo dos benefícios da tecnologia para a área de saúde, com informações confiáveis e relevantes, além de funcionalidades que otimizam os processos dos mais variados setores.

    Se você gostou das nossas sugestões de aplicativos médicos, não deixe de ler também sobre os 7 principais avanços tecnológicos na medicina. Afinal, a transformação digital vem impactando a vida de todos nós e não seria diferente com a área de saúde, não é mesmo?

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