Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa.
O oxímetro de pulso e o de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você saiba o que é o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!
O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.
O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.
Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipoxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipoxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.
Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.
O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.
Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.
O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.
Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.
Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há um monitoramento contínuo, armazenagem de dados, além de ter a capacidade de transportar essas informações para um computador.
Eles contam, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.
O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.
Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:
Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:
Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.
Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.
Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como por exemplo a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.
É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro, especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados). Por fim, não deve ser medido em locais com muita luminosidade, uma vez que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos.
Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.
Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM60, é só entrar em nosso site da Medicalway e conferir as principais características.
O videolaringoscópio é um aparelho utilizado para verificação das vias aéreas de um indivíduo. O procedimento de videolaringoscopia consiste na introdução do equipamento — que possui lâminas com tamanhos adequados a cada necessidade e uma câmera — por meio do trato respiratório superior do paciente, com o intuito de visualizar em tempo real as condições e impedimentos que possam existir nos canais respiratórios.
Dessa forma, em casos de necessidade de intubação por meio de vias aéreas difíceis (VAD), ou seja, vias que possam estar obstruídas por conta de uma formação anatômica atípica, algum corpo estranho localizado nesse espaço, conteúdo desconhecido ou outro motivo circunstancial, o uso do videolaringoscópio é considerado ideal dentre as opções para o procedimento.
Neste artigo, vamos mostrar por quais motivos a videolaringoscopia se apresenta como a melhor alternativa para intubações através de vias aéreas difíceis. Continue a leitura para saber mais!
O equipamento hospitalar videolaringoscópio é uma variação avançada do laringoscópio, também utilizado para verificação do trato respiratório. Isso porque o primeiro é composto de uma sonda com câmera de inspeção, que permite visualizar em tempo real as características e condições das vias aéreas. As imagens são exibidas em uma tela que pode estar acoplada ao item ou em uma estação localizada próxima aos profissionais, a depender do tipo do aparelho.
Além disso, é de fácil manuseio, já que possui um punho com formato anatômico adequado à necessidade de conduzi-lo por espaços críticos e que, porventura, estejam obstruídos, o que permite que o profissional médico responsável pelo procedimento se sinta seguro quanto a seus movimentos e possa realizá-los com firmeza.
Por conta dessa facilidade em lidar com o aparelho e pelas imagens em tempo real transmitidas em tela, o aparelho é indicado em situações de rotina ou em que existem dificuldades para a intubação, como em casos emergenciais ou cirúrgicos, já que evita que as tentativas sejam frustradas e causem danos maiores ao paciente.
Dentre os videolaringoscópios, existem algumas opções que são propícias a cada situação ou realidade dos hospitais e clínicas. Já existe no mercado uma gama de equipamentos de ponta, cada vez mais tecnológicos e que podem auxiliar em procedimentos extremamente complexos e que exigem precisão nas ações, como é o caso das intubações traqueais por vias áreas difíceis, que tornaram-se bastante frequentes devido à pandemia de Covid-19.
Esses equipamentos são leves e adequados ao manuseio rápido, podendo ser utilizados sem aplicação de força, já que por meio da câmera de inspeção, conduzem de forma precisa pelos caminhos livres no trato respiratório. Contêm um visor acoplado — que pode ser retirado com facilidade —, o que otimiza a visualização do procedimento.
O aparelho é conectado a uma estação de trabalho, por meio da qual é possível gerenciar o exame com relatórios médicos, com gravação, fotografia e gráficos, além de possibilitar a conexão — com utilização de tecnologia Wi-Fi — a médicos ou outros profissionais que estejam em outra localidade. Essa funcionalidade permite também adequação a métodos de trabalho dentro da telemedicina, modalidade de atendimento que cresceu exponencialmente por conta da pandemia.
É mais adequado utilizar o videolaringoscópio para procedimentos médicos rotineiros e complexos — como a intubação por vias aéreas —, porque seu uso garante precisão nas ações e diminui as chances de danos ao trato respiratório dos pacientes.
A Medicalway possui videolaringoscópios que contemplam a mais alta tecnologia no mercado e que trazem em sua composição itens formulados com que o que há de mais inovador na área, em modelos portáteis ou com workstation.
Se você se interessou em conhecer esses equipamentos de altíssima tecnologia, entre em contato conosco para saber mais detalhes!
A adequada escolha do fornecedor de equipamentos médicos é indispensável para evolução de uma instituição médica e melhor cuidado com o paciente. Para entender melhor, basta imaginar os riscos que o uso de equipamentos falhos e sem a devida qualidade causaria.
De acordo com o nível de gravidade dos equipamentos médicos fornecidos, é possível ter muitas consequências. Por exemplo, as atividades da instituição podem ser paralisadas ou até mesmo a vida dos pacientes ser colocada em risco. Naturalmente, você não deseja nenhum dos cenários para a instituição.
Sendo assim, preparamos este post com dicas do que observar ao escolher o fornecedor de equipamentos médicos. Continue a leitura e descubra!
A qualidade do fornecedor de equipamentos médicos é um critério indispensável na aquisição. Isso deve ser prioridade acima de qualquer fator, como os valores cobrados ou a forma de pagamento. Então, é recomendado pesquisar sobre a qualidade dos equipamentos oferecidos.
É o caso de buscar informações sobre as certificações, atualizações de modelo e o nível de satisfação de outros clientes que fecharam negócio com o fornecedor.
Além disso, é importante analisar origem, oferecimento de manutenção e assistência por parte do fornecedor e disponibilidade de peças. Esses aspectos sinalizam para o comprometimento, a durabilidade e a funcionalidade dos itens que serão adquiridos.
O setor da saúde se atualiza constantemente para oferecer um atendimento de maior qualidade aos pacientes. E ainda, mais economia a médio e longo prazo. Logo, é preciso que o fornecedor de equipamentos médicos invista em inovação e aplique tecnologias modernas para auxiliar no desenvolvimento do setor.
Caso contrário, é possível que a sua instituição fique para trás diante de outras que inovam e oferecem mais satisfação aos pacientes. Para averiguar o oferecimento disso pelo fornecedor, é válido pesquisar as tendências de mercado e lançamentos da área. Quanto mais novidades o fornecedor oferece, maior o indício de inovação
É fundamental que o fornecedor de equipamentos médicos tenha integridade para aumentar a credibilidade na aquisição e a confiança de que ela é de qualidade. Por isso, é indicado pesquisar sobre a autoridade da empresa e como ela é conhecida no segmento.
Nesse sentido, você pode entrar em contato com o time de vendas e preparar um questionário que ajude a entender esse aspecto. Essa interação também é benéfica para avaliar o atendimento oferecido, que também deve ser um critério de escolha.
Outro ponto essencial é conferir o feedback dos clientes desse fornecedor para analisar o desempenho dos equipamentos médicos e a postura da empresa fornecedora. Todas essas questões são úteis na decisão de compras.
Portanto, leve em consideração as recomendações citadas para fazer uma melhor negociação com o fornecedor de equipamentos médicos. Com relação a isso, saiba que a MedicalWay tem o melhor custo-benefício do mercado, outro aspecto essencial para sua consideração. Além disso, a empresa tem flexibilidade na forma de pagamento, suporte ágil e tecnologias atualizadas.
Então, já sabe o que considerar ao pensar no fornecedor de equipamentos médicos? Aproveite essas dicas e entre em contato conosco da MedicaWay!
Diante do receio dos pacientes quanto a tomar anestesia para a realização de cirurgias, é importante falar sobre como realizar uma anestesia segura, a fim de que tanto o paciente quanto o profissional da saúde fiquem tranquilos com esse procedimento.
Portanto, neste post, você entenderá o que se deve fazer para que a anestesia seja segura, além de saber como o paciente pode contribuir para que isso ocorra e a importância da relação médico-paciente para o sucesso do procedimento. Acompanhe.
A anestesia é usada durante os procedimentos cirúrgicos e gera a ausência temporária de sensibilidade no paciente, fazendo com que ele fique dormindo durante a cirurgia, se for anestesia geral, ou acordado, se for apenas local.
Com um anestesista competente, o paciente não precisa se preocupar, pois terá um procedimento seguro e livre de dores. Assim, saberá que terá um profissional ao seu lado fazendo toda a gestão do seu processo cardíaco, respiratório e de todas as demais funções vitais.
Para uma anestesia segura, também é importante o controle da temperatura corporal do paciente para que não ocorra hipotermia. Dessa forma, ele é mantido aquecido e, se a cirurgia durar mais de três horas, também é colocada uma manta térmica ao seu redor a fim de garantir que a temperatura corporal se mantenha adequada.
Para que a anestesia ocorra de forma segura, é importante não só a equipe médica ser qualificada, mas também é necessário que o paciente colabore para o sucesso do procedimento.
Por isso, é essencial que ele siga todas as orientações repassadas pelos profissionais que atuarão na cirurgia, tais como:
Sabemos que os pacientes têm medo de anestesia, principalmente quando ela é geral. Esse receio acontece tanto pelo medo de acordar durante o procedimento operatório, quanto pela preocupação de nunca mais acordar. E até pelo medo de sentir tudo que está acontecendo na cirurgia e a equipe médica não notar que o paciente está consciente, como aconteceu com um personagem no filme Awake – A Vida por um Fio.
Por isso, para tranquilizar o paciente e para que a anestesia ocorra de forma segura, é essencial que ocorra um acompanhamento antes, durante e depois da cirurgia. Portanto, no dia anterior à aplicação da anestesia, é essencial que o anestesista entre em contato com o paciente a fim de promover a relação médico-paciente, fazendo com que ele se sinta mais tranquilo a respeito da anestesia. Isso deve ocorrer principalmente se ela for geral.
Esse contato no pré-operatório também é importante para saber quais medicamentos o paciente usa, se possui alergia a algum remédio e se deve parar o uso de algum medicamento contínuo para que a anestesia atue da melhor forma possível. Agindo assim, seu paciente sentirá segurança ao entregar a saúde dele em suas mãos.
Já no decorrer da cirurgia, é importante que o profissional se mantenha atento aos sinais vitais do paciente e que observe se ele está acordando ou não. Ao fim do procedimento, o anestesista também atua aplicando medicamentos que evitam que o paciente sinta dor, fazendo assim com que ele fique o mais confortável possível.
Neste post, você pode entender a importância de uma anestesia segura para a tranquilidade não só do paciente como também do médico, além de compreender como o paciente pode colaborar para o sucesso da anestesia.
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