Quem trabalha no setor de gestão e compras de grandes clínicas e hospitais conhece um dos principais problemas enfrentados na área: a defasagem tecnológica de equipamentos médico-hospitalares no Brasil.
Para driblar essa situação, muitos gestores têm investido na compra de equipamento médico asiático, principalmente por meio da importação de itens da China. Mas será que essa é uma boa ideia? Quais as vantagens desses produtos? Continue a leitura e saiba tudo sobre o assunto!
Como dissemos na introdução, a China é um dos principais países exportadores de equipamentos médicos para o Brasil. E isso não é por acaso — afinal, as diferenças em relação à tecnologia entre o nosso país e o asiático são muito grandes.
Primeiro, precisamos compreender que os equipamentos médicos são divididos entre os de alta tecnologia agregada e os produtos convencionais. O primeiro grupo engloba os produtos que necessitam de mais tecnologia e pesquisa, enquanto o segundo está relacionado aos itens mais simples, como gazes e seringas.
O Brasil se especializou na produção desse segundo grupo, enquanto os países asiáticos têm investido fortemente em pesquisas e inovações para os produtos com alta tecnologia agregada.
Para se ter uma ideia, na China são vários os programas promovidos pelo governo. O Healthy China 2030, por exemplo, visa transformar a saúde chinesa nos próximos anos por meio de um investimento de cerca de 2,3 trilhões de dólares.
Investidores de todo o mundo também estão apostando no mercado de saúde chinês que, de acordo com os dados da Revista Exame, deverá crescer em média 12% ao ano até 2020.
Depois de ler o tópico anterior, já é possível notar que existem algumas vantagens dos equipamentos médicos asiáticos — principalmente os chineses em comparação com os nacionais —, não é mesmo?
Veja as que merecem maior destaque.
Mesmo com as taxas de importação e os trâmites legais, os equipamentos médicos asiáticos ainda conseguem ter preços mais competitivos que os de outros países.
Isso se deve principalmente aos benefícios dos governos asiáticos, como redução de impostos, incentivos para o capital de giro e demais tipos de parceiras para estimular as empresas a exportarem para outros mercados. O Brasil é visto como um país estratégico para as operações chinesas e, por isso, as empresas que desejam exportar para nós contam com mais facilidades.
Infelizmente, como mostramos no tópico anterior, o incentivo às inovações tecnológicas não é muito grande no nosso país. Ainda é muito burocrático e caro estudar as tendências do mercado e criar tecnologia nacional para atender ao mercado.
Em contrapartida, os governos dos países asiáticos, em especial a China, possuem programas de incentivo à pesquisa e ao desenvolvimento de tecnologias, principalmente na área médica.
Essa parceria é essencial para reduzir os custos desses estudos, permitindo que as empresas tenham acesso à tecnologia de ponta em seus produtos. Um exemplo é o grupo chinês Biobase, que tem colaborado com a Academia de Ciências de Shandong e também com o Instituto de Biossenssores para a criação de máquinas de desenvolvimento de células-tronco.
Muitas indústrias de equipamentos médicos têm notado a necessidade de melhorar o seu pós-venda e a relação com os consumidores. Isso também tem acontecido com a indústria chinesa.
Nesse contexto, muitas empresas estão se dedicando a formar redes de serviços nos países importadores, criando também uma rede de relacionamento que facilita no caso de assistência técnica e demais necessidades dos compradores.
Houve um tempo em que produtos chineses eram sinônimo de baixo preço e qualidade inferior. Porém, hoje o cenário está se modificando, principalmente pela ação do governo chinês que entendeu a necessidade de investir em mais inovações tecnológicas para continuar exportando produtos competitivos.
Por isso, as empresas chinesas têm buscado automações e incorporado tecnologias avançadas nos seus processos produtivos. Um exemplo é o plano “Feito na China 2025”, que visa ajudar a indústria a escalar na cadeia de valor em dez setores chaves — entre eles está a produção de equipamentos médicos.
Depois de ler todos esses dados, já se convenceu de que investir nos equipamentos médicos asiáticos é uma boa opção para o seu hospital, clínica ou centro de diagnósticos? Saiba que é preciso seguir alguns trâmites legais para garantir que tudo estará de acordo com as leis brasileiras.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) é a responsável por regulamentar todos os equipamentos médico-hospitalares permitidos no Brasil que tenham finalidade: médica, laboratorial, odontológica ou fisioterápica, usados direta ou indiretamente para terapias, diagnósticos, monitorização ou reabilitação.
A legislação busca proteger a saúde da população, fiscalizando e controlando todos os equipamentos médicos usados no país, sejam eles nacionais ou importados.
Assim, dependendo da finalidade e da indicação do equipamento, é preciso seguir algumas regras e, no caso da importação, a Anvisa precisa autorizar o procedimento. As normas para isso estão estipuladas na Resolução da Diretoria Colegiada RCD nº 81 de 05/11/2008.
Outro cuidado que precisa ser seguido é conferir se a empresa fabricante possui um acordo comercial com o nosso governo para inserir os seus produtos no mercado nacional.
Mesmo que seja apenas uma importadora, esse cadastro é obrigatório, já que a Anvisa exige uma comprovação de qualidade. Por isso, é essencial que a empresa ofereça todas as informações necessárias sobre o equipamento em questão, como certificados de qualidade e de testes.
O órgão, inclusive, dispõe de um manual para a regularização de equipamentos médicos. Você poderá conferi-lo antes de comprar qualquer item asiático.
Essa é a sigla para China Food and Drugs Administration. Esse é o órgão regulador da China, que age de forma semelhante à Anvisa aqui no Brasil. Cada país possui uma entidade nesse sentido, que baliza as formas de produção de equipamentos, testes de qualidade e outros pontos fundamentais para a segurança dos usuários.
Por isso, é muito importante conferir se o equipamento médico que você deseja importar é aprovado pelos órgãos reguladores. Embora cada país tenha a suas próprias regras, ser aprovado no CFDA ou outro órgão ajuda a conferir certo grau de qualidade e segurança ao item, tornando mais simples o processo de importação.
Como você viu, o equipamento médico asiático está ganhando cada vez mais mercado por ter alta tecnologia, preços competitivos e boa qualidade. Por isso, é sempre importante que o gestor fique atento às novidades do setor médico hospitalar e também aos lançamentos dos principais produtores mundiais.
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Os motores cirúrgicos são, entre a vasta gama de equipamentos médicos do mercado, instrumentos que merecem atenção. Tanto no momento da aquisição quanto durante o pós-venda é muito importante avaliar o desempenho e o tempo de vida útil descritos pelos fornecedores.
Dessa forma, é possível analisar quais equipamentos apresentam tecnologias e uma performance de qualidade e optar por motores que apresentem equilíbrio entre velocidade, peso e potência de perfuração.
Quer saber mais sobre os motores cirúrgicos, conhecer os diferentes tipos disponíveis e saber em quais situações eles são utilizados? Não deixe de ler este post! Nele, falaremos tudo sobre esses instrumentos, incluindo a utilização ideal de cada modelo. Boa leitura!
Principalmente para gestores hospitalares, que estão em constante contato com engenharias e inovações no de novos equipamentos, é fácil notar como os avanços tecnológicos têm transformado a área da saúde. Os motores cirúrgicos não ficam de fora desse aperfeiçoamento constante.
De maneira introdutória, vamos explicar o que são motores cirúrgicos e qual a importância deles nos procedimentos médicos.
De modo geral, esses equipamentos têm o formato periférico e acompanham um micromotor para facilitar a perfuração em tecidos moles e rígidos. A propulsão do impulso é controlada por um torque, apresentando ampla utilização em diferentes intervenções médicas e odontológicas, como veremos ao longo deste conteúdo.
Pelo que você pode imaginar, de acordo com sua experiência e os conhecimentos sobre equipamentos hospitalares, hoje existe uma variedade grande de equipamentos desse tipo no mercado. Veja, a seguir, em quais áreas ou situações clínicas esses motores são mais utilizados:
Logo, podemos observar que os motores cirúrgicos são bastante utilizados na ortopedia de pequenos e grandes ossos e na neurologia.
Além disso, o mercado de perfuradores cirúrgicos elétricos a bateria está crescendo consideravelmente nos ambientes hospitalares, principalmente devido à praticidade da utilização desses sistemas.
Já vimos o quanto esses instrumentos são fundamentais para a rotina médica de diversos procedimentos. A seguir, vamos demonstrar quais são os principais tipos de motores oferecidos pela Medicalway e como eles podem auxiliar a realização de atividades específicas.
Hoje são oferecidos motores elétricos a bateria e sistemas elétricos que desempenham suas funções por meio de consoles. Além disso, os micromotores são representados por uma grande variedade de linhas disponíveis no mercado.
Nesse contexto, vale ressaltar que a Medicalway apresenta os motores cirúrgicos da Bojin — um fabricante multinacional. Seus equipamentos têm tecnologia alemã avançada e asseguram maior potência, estabilidade e ergonomia para uso em diversas cirurgias.
Observe, a seguir, os diferentes tipos de modelos e seus métodos de utilização mais recorrentes.
Os motores cirúrgicos dedicados, como o próprio nome sugere, são desenvolvidos especificamente para determinados sistemas. A maioria deles permite que a peça atue no motor, controlando sua rotação e seu torque.
Os motores dedicados oferecem uma excelente performance em procedimentos cirúrgicos. Exemplos:
Já os motores multifuncionais realizam todos os procedimentos dos motores dedicados. No entanto, é possível utilizar o mesmo motor e ajustar os adaptadores com funções específicas para cada cirurgião. São exemplos de motores multifuncionais:
Esse tipo é mais utilizado em cirurgias de pequeno porte e mais delicadas, como neurocirurgia, procedimentos buco maxilares, cirurgias de mão, pé e coluna.
Em primeiro lugar, a real necessidade da instituição de saúde em questão é o que deve ser levado em conta. Ou seja, em qual especialidade existe uma maior necessidade de utilizar os motores cirúrgicos.
Assim, a partir da obtenção dessa informação é possível direcionar a aquisição do produto com maior efetividade. Além disso, existe a possibilidade de a empresa demonstrar o instrumento em cirurgias específicas com o intuito de aumentar a confiabilidade médica em relação à aquisição do produto.
Uma vez que todos os motores cirúrgicos são fundamentais em procedimentos complexos, determinadas características devem ser observadas no momento de aquisição. Algumas delas são:
É importante destacar que o sistema pneumático é um modelo muito barato de motor cirúrgico. Apesar disso, não é aconselhável adquiri-lo, pois são necessários vários acessórios para que ele funcione adequadamente.
Mangueiras, reguladores, cilindros e suporte de transporte do cilindro: é preciso adicionar esses complementos à peça — o que dificulta a rotina de utilização. O uso da mangueira, por exemplo, pode bloquear a mobilidade do motor e atrapalhar os circulantes da sala de cirurgia.
Além disso, há o risco de o cilindro acabar durante o uso do perfurador, exigindo mais trabalho e gasto de tempo para a sua substituição e a desconexão das mangueiras.
Diante do conteúdo exposto neste artigo é fácil concluir que os motores cirúrgicos merecem atenção especial, não é mesmo? Para garantir mais segurança nas cirurgias, alguns aspectos e algumas características relevantes devem ser observados na hora de adquirir instrumentos de qualidade.
Os modelos disponíveis da Bojin, inclusive, apresentam um design ergonômico, leve e com alta durabilidade da bateria. Além disso, são práticos e têm fácil manuseio, facilitando e otimizando o tempo de cirurgia.
O que achou deste post? Consegue visualizar melhor como os diferentes tipos de motores interferem na qualidade do atendimento de saúde prestado? Que tal entrar em contato conosco e conhecer melhor os nossos equipamentos e serviços? Será um prazer esclarecer todas as suas dúvidas!
Para quem ainda não sabe, a saúde 4.0 é um avanço industrial muito importante para a área. É a introdução de novas tecnologias, como a inteligência artificial e o uso de aplicativos e demais softwares que facilitam e trazem mais eficiência ao serviço médico.
Nos tópicos a seguir, você entenderá o papel da tecnologia em todo esse novo sistema de saúde, conhecendo alguns exemplos práticos de produtos que são usados na nova medicina. Confira!
A saúde 4.0 é a tecnologia empregada no setor — então, o papel da inovação é de 100% . É uma mudança de visão na forma como trabalhar em hospitais, clínicas e consultórios.
Essa transformação vem desde o uso de equipamentos robóticos, para trazer mais eficiência para consumo, reposição, organização de suprimentos, acessórios, máquinas de exame, eletrônicos, eletrodomésticos, móveis e macas até a escolha por aplicativos que mudem e avancem na forma como é feito o atendimento médico, por exemplo.
Mas não é só isso. Essa nova saúde é totalmente tecnológica — e isso muda a forma de trabalho de todos os profissionais de um hospital ou clínica. Além de ter que aprender a mexer com essas inovações, com a inteligência artificial também é preciso aprender fazer com que esses produtos sejam eficientes de verdade.
Essa é uma mudança sem volta. Ela vai acontecer no seu local de trabalho agora ou daqui a alguns anos. A seguir, você vai conhecer 3 dessas mudanças que já fazem parte da realidade brasileira!
Se você tem visto os telejornais das últimas semanas, já conheceu uma inovação da saúde 4.0 que está prestes a acontecer: o uso da chamada telemedicina. Ela é uma forma de levar o médico até o paciente por meio do computador, sem a necessidade da presença física do profissional no local em que a pessoa mora.
Essa tecnologia já é aceita por alguns conselhos regionais e tem sido usada para ajudar no tratamento de pacientes que moram em cidades mais distantes, que não possuem atendimento médico.
Um bom advento da inteligência artificial é fazer com que máquinas diferentes trabalhem juntas, da mesma forma que as pessoas trabalham. Isso agiliza e traz mais eficiência e produtividade a qualquer tipo de trabalho. Com a saúde não é diferente.
Com a interconexão desses aparelhos, o estoque de produtos, por exemplo, pode ser organizado por uma máquina enquanto outra conta quais produtos e quantos estão disponíveis e, ao mesmo tempo, o computador adquire os que faltam. Tudo isso, claro, com a supervisão e a participação de funcionários humanos para garantir que as máquinas trabalhem corretamente.
Tudo dentro de um hospital ou clínica vai ser automatizado. Isso significa que os computadores vão gerir todas as etapas de trabalho em uma instituição de saúde. Desde a organização, a gerência de recursos, a logística, os exames até o diagnóstico. Enfim, será um sistema único, que trabalha em conjunto e traz uma total eficiência.
Caso você tenha ainda alguma dúvida sobre a saúde 4.0, o seu uso prático, o que ela muda na vida de um profissional e no trabalho de um hospital, entre em contato conosco. Ajudaremos você a entender essa inovação, que vem para ficar!
Muitos profissionais que trabalham na área da saúde, em hospitais, têm curiosidade a respeito da chamada saúde 4.0. O que ela é? Qual diferença traz? Por que é importante? Além de outras questões sobre esse novo conceito. Porém, antes de saber a respeito dela, é preciso entender o que é a chamada indústria 4.0. Veja!
Indústria 4.0 é o nome dado para a quarta revolução industrial da história da humanidade. A primeira foi aquela do século XIX, muito ligada ao setor têxtil. A segunda veio no início dos anos 1910, com o fordismo e a linha de montagem industrial. A terceira começou nos anos 1970, com a inclusão dos sistemas de automação em todo o processo das fábricas, inclusive com o uso de máquinas e robôs.
Até que se chega à etapa dessa evolução industrial no mundo. A indústria 4.0 é o uso da inteligência artificial em todos os processos, mecanismos, equipamentos e sistemas de uma empresa. É facilitar o trabalho humano e trazer mais produtividade e eficiência.
A saúde 4.0 tem total ligação com esse conceito dado para a parte industrial. Hospitais, clínicas, consultórios também estão começando a usar mecanismos de inovação baseados em inteligência artificial em equipamentos, exames e computadores, na gestão e administração do negócio e em outras etapas importantes desse sistema.
A revolução industrial ocorre em todas as áreas — e com a saúde não seria diferente. Claro que essa introdução robótica à saúde jamais vai ocupar o lugar essencial de humanos, como enfermeiros, técnicos diversos, médicos, dentistas, fisioterapeutas e psicólogos. No entanto, ela vai ajudar e muito na eficiência do atendimento e dos diagnósticos e na própria gerência de setores e equipes mais diversos dentro de um hospital.
O principal desafio é que a inteligência artificial ainda é um estudo, com poucas soluções práticas e viáveis no momento atual. É preciso caminhar com as pesquisas e, ao mesmo tempo, baratear os produtos advindos dessa nova tecnologia. Isso é o natural, é o que vai acontecer em poucos anos.
A partir daí, com essas situações solucionadas, vai ser difícil encontrar um consultório sequer, independentemente do tamanho que tenha, que não use a saúde 4.0 para poder trazer mais eficiência ao serviço prestado.
Na parte de logística, por exemplo, de compra de materiais e de organização de suprimentos essa evolução é essencial. A inteligência artificial vai poder dizer o que falta, o que precisa comprar, o que pode esperar para ser adquirido, organizando tudo da forma mais inteligível — enfim, vai ajudar bastante os profissionais dessa área essencial de um hospital.
Além de ficarem curiosos, muitos profissionais têm medo do que essa novidade pode trazer para o próprio trabalho deles. Medo dos robôs errarem, de não funcionarem ou, ainda, de funcionarem tão bem, que não seja mais necessário ter humanos para gerir determinadas áreas.
A resposta a isso é que todo mundo pode ficar tranquilo. Um produto baseado na inteligência artificial jamais vai sair de uma fábrica sem ter a certeza de que ele funciona corretamente e é impossível que a máquina sozinha dê conta de todo um trabalho, precisa-se de humanos para que elas funcionem, façam o trabalho delas da forma correta e sejam vigiadas para que esses erros não aconteçam.
As máquinas não estão aí para roubar o lugar de ninguém, apenas para facilitar o trabalho e trazer mais eficiência em todas as áreas das relações humanas.
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