Entenda como funciona o uso de ultrassom em UTI e centro cirúrgico

Rapidez e versatilidade: dois fatores imprescindíveis para equipamentos hospitalares. Dentro das instituições de saúde, os métodos de diagnóstico e observação têm uma importância singular. Afinal, o tempo é um fator determinante para identificar e tratar as condições clínicas dos pacientes.

Nesse contexto, o ultrassom em UTI e centro cirúrgico se faz presente como um dos equipamentos mais utilizados. Ele traz informações rápidas, por exemplo, no caso de emergências, o que permite traçar o plano de tratamento em menos de 5 minutos.

Mais do que conhecer sobre o funcionamento geral desse equipamento, é fundamental estar por dentro das novas tecnologias e diferentes aplicações para cada setor do hospital, de modo a otimizar o seu uso e manutenção.

Se você se interessa por esse assunto e quer fazer a diferença na gestão de equipamentos do seu hospital, continue conosco e aprofunde seus conhecimentos sobre os principais tipos, funcionamento e vantagens da utilização do ultrassom em UTI e centro cirúrgico. Boa leitura!

Funcionamento e mecanismo do ultrassom

Antes de abordarmos os tipos de ultrassom mais utilizados em hospitais, vamos compreender, de maneira geral, como esses equipamentos funcionam.

Sabemos que o primeiro passo para realizar o exame é a aplicação do gel na superfície corporal da área a ser examinada. Mas para que serve o gel? Basicamente, é ele que conduz o ultrassom do transdutor para a pele, auxiliando na propagação das ondas sonoras.

Já o transdutor é o dispositivo que encosta na pele e emite as ondas sonoras por meio da transformação de energia voltaica em vibração e pode ser representado por diversos formatos, de acordo com o objetivo do exame.

Assim, acontece a propagação das ondas sonoras pelos tecidos da região do corpo determinada, sendo que as reflexões das ondas ocorrem de maneira diferente por cada tipo de estrutura corporal.

O transdutor, então, recebe o eco (que nada mais é do que o reflexo da onda sonora) e calcula automaticamente o tempo gasto entre a emissão e recepção das ondas. Ou seja, quanto mais tempo gasto, mais longe se encontra a estrutura refletida.

Os dados obtidos são processados internamente pelo equipamento e a imagem é exibida em uma tela, sendo que o médico pode manipular em tempo real todas essas informações.

Tipos de ultrassom

Os equipamentos de ultrassom podem ser portáteis ou transportáveis, dependendo da estrutura da UTI e centro cirúrgico. Confira:

Ultrassom portátil

O próprio nome já revela a comodidade e a versatilidade que o ultrassom portátil fornece. Ele é leve, prático e eficiente e, além de beneficiar a obtenção de diagnósticos, é vantajoso para o paciente que muitas vezes nem precisa se locomover para ser examinado.

Ultrassom transportável

Os ultrassons transportáveis são maiores e normalmente dependem de instalação técnica. Apesar de serem considerados como equipamentos de ultrassom mais tradicionais, ainda são bastante utilizados em UTI e centro cirúrgico, dependendo das especificidades e porte do hospital.

Aplicações do ultrassom em UTI e centro cirúrgico

Já mencionamos que o ultrassom é um equipamento versátil que possibilita a obtenção de diagnósticos em tempo hábil, principalmente, em situações emergenciais de UTI e centro cirúrgico. Para saber como o aparelho pode ser útil, na prática, é importante mapear as situações clínicas em que ele pode ser utilizado.

Ultrassom em UTI

Quando a estrutura hospitalar conta com um aparelho de ultrassom dentro da UTI, é possível agilizar diferentes rotinas e identificar rapidamente quadros clínicos específicos. Veja:

  • descobrimento de ascites;
  • derrame pleural ou derrame pericárdico;
  • fluxo transcraniano (muito utilizado para verificar possível morte cerebral);
  • auxílio visual para punções;
  • auxílio visual para colocação de acesso central.

Ultrassom em centro cirúrgico

Já no centro cirúrgico, as funções requeridas são ainda mais urgentes e podem fazer toda a diferença nos resultados dos procedimentos. Nesse setor, o ultrassom auxilia nas seguintes atividades:

  • suporte para a equipe de anestesia realizar bloqueios anestésicos;
  • indicação de intubação correta;
  • visualização de derrames pleurais e pericárdicos;
  • visualização da profundidade e posicionamento de nódulos em determinadas cirurgias;
  • cirurgias vasculares guiadas;
  • situações pós-cirúrgicas imediatas.

Além disso, de forma geral, o ultrassom em centro cirúrgico também auxilia visualmente o procedimento de punções e a colocação de acessos, quando necessário.

Manutenção e cuidados com o ultrassom

Assim como qualquer outro equipamento hospitalar, a vida útil do aparelho de ultrassom depende da periodicidade de manutenções preventivas e cuidados constantes. Por apresentar uma série de componentes sensíveis à poeira e ao gel, a limpeza diária é imprescindível.

Além de garantir que os exames sejam eficientes para o melhor diagnóstico possível, a manutenção é importante para evitar que o fluxo de pedidos de exame fiquem travados ou sobrecarregados devido a uma possível lentidão ou dano no equipamento.

Precauções no manuseio e acondicionamento de transdutores

Deve-se ter cuidado ao manusear e guardar os transdutores, pois são eles as fontes de emissão sonora para a formação da imagem e as partes mais sensíveis e vulneráveis a danos.

A verificação das placas de contato dos transdutores também é importante. Elas precisam estar em perfeito funcionamento para evitar sombras que não estejam presentes na imagem captada do paciente.

Assim, evita-se que a imagem fique ofuscada, com linhas alteradas ou sem formação, obtendo diagnósticos com muito mais precisão e acuidade.

Vantagens de utilização do ultrassom

As vantagens são significativas tanto para a equipe de profissionais da saúde, quanto para os pacientes. O ultrassom utiliza radiação não ionizante, sendo, portanto, minimamente invasivo e bastante seguro na maioria dos casos.

Além de possibilitar que o paciente seja tratado rapidamente em casos de emergência, com o uso desse aparelho é possível evitar, por exemplo, o risco de erros relacionados a outros procedimentos, como perfurações na colocação de acessos.

Ainda, quando em determinada cirurgia alguma área de nervos precisa ser bloqueada, o ultrassom consegue visualizar com clareza, o que permite mais segurança para o procedimento cirúrgico.

Prático, acessível e sem riscos à saúde do paciente. Diante de todo o conteúdo exposto, podemos concluir que tanto a utilização quanto a manutenção de ultrassom em UTI e centro cirúrgico é de grande importância na estrutura hospitalar.

Vale ressaltar que a qualidade do equipamento deve ser excelente, produzindo imagens em ótima resolução para a obtenção de exames mais fidedignos e rápidos. Com a inserção de novas tecnologias, não há dúvidas de que o ultrassom terá cada vez mais aplicações no futuro da medicina.

Para tanto, lidar com fornecedores que disponibilizem tecnologias de qualidade com acompanhamento pós-venda e suporte técnico ágil faz toda a diferença. Que tal entrar em contato conosco? Podemos tirar todas as suas dúvidas e atender possíveis necessidades relacionadas ao assunto!

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    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios!

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios! Quando você pensa em dificuldade respiratória em pacientes, logo imagina a necessidade de intubação? Pois saiba que essa não é a única alternativa! A ventilação não invasiva, também conhecida como VNI, tem se consolidado como uma opção para garantir bons resultados em diversos quadros.

    Essa técnica oferece suporte ventilatório sem que seja necessário recorrer a métodos invasivos. Com isso, os procedimentos se tornam mais simples e oferecem diversas vantagens em geral.

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? A seguir, veja como é feita a ventilação não invasiva e conheça os seus principais pontos positivos.

    Como funciona essa técnica?

    De forma simples, essa modalidade de ventilação evita o uso de soluções como a intubação ou a traqueostomia. Como o próprio nome revela, ela é feita sem que seja necessário invadir o corpo do paciente, por meio de soluções específicas.

    Em geral, ela utiliza equipamentos que criam uma pressão positiva de oxigênio, de acordo com as demandas de oxigenação. Parece complicado? Mas não é! Basicamente, as soluções “empurram” o oxigênio para dentro das vias aéreas, fazendo com que ele chegue ao pulmão. Com isso, o corpo passa a respirar melhor com o apoio dessas soluções.

    Quais são os principais tipos de ventilação não invasiva?

    Pensando em termos de soluções de suporte à ventilação, a VNI pode ser realizada de diversos tipos, com a ajuda de vários equipamentos.

    O BiPAP nada mais é que uma espécie de ventilador portátil, que exerce uma pressão positiva para forçar a passagem de ar pelas vias. Ele também atua sobre a expiração, garantindo as trocas gasosas adequadas. Se houver apenas um nível de pressão, estamos falando de um CPAP.

    Enquanto o CPAP e o BiPAP são frequentemente usados em casa, há opções voltadas para hospitais, como é o caso do PAV. Essa solução de Ventilação Proporcional Assistida consegue identificar as necessidades e as capacidades respiratórias de cada paciente e se adapta a elas. Já o VAPS é um tipo de ventilador pulmonar e que também é aplicável no caso de pessoas entubadas.

    Outra possibilidade ainda mais moderna é o capacete de oxigenação e alta pressão. Ele é completamente vedado e seguro, permitindo que o paciente respire com o apoio de um ventilador mecânico ou somente com a passagem de oxigênio nos níveis certos.

    Além de tudo, a VNI varia de acordo com o papel dos equipamentos. Na versão assistida, o paciente realiza todos os movimentos e recebe apenas uma ajuda do equipamento. Já o modelo híbrido conta com parte dos movimentos feitos pelo equipamento. No tipo controlado, o aparelho realiza todas as movimentações respiratórias, em apoio ao paciente.

    Quando vale a pena utilizar essa abordagem?

    No geral, a ventilação não invasiva é recomendada para pacientes que apresentam alguma dificuldade de oxigenação ou retenção de dióxido de carbono. Também é indicada para quadros com insuficiência respiratória e excesso de força para realizar os movimentos de respiração. Inclusive, é uma alternativa indicada para pacientes que sofrem de apneia do sono, que é aquela interrupção da respiração por alguns segundos durante o descanso.

    No entanto, nem todos os quadros devem recorrer a essa modalidade de terapia. Pacientes que não estejam estabilizados, inconscientes, hipotensos e com outras condições graves não são elegíveis para o uso, combinado?

    Quais são os benefícios dessa técnica?

    Desde que usada corretamente, a ventilação não invasiva é muito benéfica para pacientes e até para os profissionais de saúde. Inclusive, você sabia que ela tem se tornado a solução preferencial em muitos países, para os quadros adequados? Pois é! Para saber por que isso acontece, veja, em seguida, quais são as maiores vantagens dessa abordagem.

    Aumento de qualidade de vida do paciente

    Primeiramente, não podemos deixar de citar que essa é uma forma de os pacientes respirarem melhor, sem tanto esforço. Só por isso a alternativa já é suficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Quem passa por essa terapia sente menos cansaço, dores de cabeça ou dificuldades para realizar as atividades do dia a dia. No geral, é possível ter uma experiência muito melhor no dia a dia graças a isso.

    Diminui os riscos de infecções

    Outro ponto positivo da ventilação não invasiva é que ela oferece riscos muito menores em relação às infecções. Como ela é feita sem a necessidade de intubação ou cirurgias, não há uma “porta de entrada” para bactérias ou outros microrganismos.

    Então, há menos chances de o quadro se agravar, o que é essencial para acelerar o tempo de recuperação e aumentar a segurança para os pacientes.

    Reduz o tempo de hospitalização

    Já que as infecções são menos frequentes e o paciente consegue recuperar a capacidade de respiração mais facilmente, o tempo de hospitalização é menor. Isso é essencial para evitar longas internações, o que aumenta a suscetibilidade a contaminações diversas.

    Para o hospital, isso é positivo porque diminui a taxa de ocupação, liberando leitos para outros pacientes potencialmente mais graves.

    Quais são os diferenciais do aparelho?

    Como dissemos, o grande destaque dos aparelhos de ventilação não invasiva é a atuação externa ao corpo. Por meio de uma máscara ou de um capacete, o paciente recebe a entrada de oxigênio de acordo com as suas necessidades.

    Além disso, há aparelhos que podem ser usados em casa e até durante todo o sono, como é o caso de quem tem apneia do sono. Para melhorar, é uma alternativa que não exige a sedação, o que dá mais autonomia para o paciente e simplifica o cuidado com a capacidade respiratória.

    Como é o uso para pacientes de Covid-19?

    Os pacientes de Covid-19 normalmente encontram dificuldade para respirar por causa do comprometimento das vias aéreas. Inicialmente, o protocolo usado é o da intubação, com uso de respirador e ventilador mecânico na UTI. No entanto, a ventilação não invasiva também pode prestar suporte para garantir a capacidade de oxigenação do organismo.

    No entanto, essa é uma alternativa recomendada para pacientes que não estejam gravemente comprometidos ou instáveis em relação à progressão da doença. No geral, serve como uma alternativa de “pré-tratamento”, inclusive para tentar evitar a necessidade de intubação. No entanto, o monitoramento deve ser completo para que haja uma avaliação sobre possíveis pioras.

    Além disso, é necessário considerar os riscos ampliados de transmissão com o uso de máscaras tradicionais de VNI e cânulas de oxigênio. Por isso, o capacete não invasivo costuma ser uma alternativa mais adequada, já que evita a dispersão de gotículas que levam à contaminação.

    A ventilação não invasiva é uma excelente alternativa para garantir o cuidado certo e a capacidade respiratória para pacientes. Entre as alternativas de interface, o capacete de oxigenação e alta pressão da Medicalway é uma novidade que se consolida como a melhor alternativa disponível para um processo seguro e eficiente.

    Por falar nessa solução, conheça o 7 Lives – Helmet e veja o que destaca essa opção das demais!

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    Quais são os equipamentos de UTI neonatal que não podem faltar?

    As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.

    As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.

    Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!

    Por que a aquisição dos equipamentos certos é tão importante para o bom funcionamento da UTI neonatal?

    A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.

    Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.

    Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.

    Quais os equipamentos de UTI neonatal não podem faltar no hospital?

    A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!

    Oxímetro de pulso

    O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.

    Monitores de frequência respiratória e cardíaca

    Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.

    Ventilador pulmonar

    O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.

    Incubadora

    A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.

    Analisadores e simuladores

    Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.

    Estativa

    As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.

    Por que é importante adquirir equipamentos de qualidade para a UTI neonatal?

    É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade. 

    A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.

    A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.

    Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.

    Gostou de aprender sobre os equipamento de UTI para recém-nascidos? Aproveite e visite a página da Medicalway para conhecer nossos produtos!

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    Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS

    Saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS. A certificação HIMSS é bastante valorizada na área da saúde, sendo direcionada para a elevação da qualidade e do fluxo de processos por meio da implementação de tecnologia. O certificado é referência para o alcance de um patamar de integração e informatização elevado, que desencadeia na maximização da efetividade dos procedimentos hospitalares.

    Preparamos este conteúdo especial com várias informações sobre a certificação e sobre como consegui-la na sua instituição de saúde. Continue acompanhando e aprenda mais sobre o tema, saiba como preparar o hospital para conseguir a certificação HIMSS!

    O que é a certificação HIMSS e quais são os seus estágios?

    A Health Information and Management Systems Society (HIMSS), traduzido para Sociedade de Sistemas de Informação e Gerenciamento em Saúde, é uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de melhorar a prestação de serviços em saúde em termos de qualidade e segurança por meio da Tecnologia da Informação (TI).

    A HIMSS estabelece vários níveis de certificação, em termos de densidade tecnológica da instituição e capacidade de interoperabilidade interna e externa. Veja mais sobre esses estágios a seguir!

    • Nível 0: a instituição não conta com sistema clínico-departamental, nem gestão de informações online ou softwares para auxiliar na assistência.
    • Nível 1: o laboratório, a radiologia e a farmácia contam com sistemas informatizados de apoio.
    • Nível 2: há um sistema médico unificado para repositório dos dados clínicos, vocabulário médico, apoio à decisão dos profissionais, promovendo a interoperabilidade de dados em nível interno.
    • Nível 3: o hospital conta com documentação clínica no prontuário eletrônico do paciente (PEP) para anotações gerais, suporte às decisões e checagem de erros.
    • Nível 4: as prescrições médicas são feitas por vias digitalizadas.
    • Nível 5: o estabelecimento de saúde conta com PACS e as imagens médicas são transmitidas diretamente para sistemas, dispensando o uso de filmes e tornando a instituição filmless.
    • Nível 6: todos os sistemas internos do hospital são integrados. Há softwares para suporte à decisão clínica no geral propositivo, gestão de medicação em circuito fechado, modelos para documentação médica, tecnologias para beira-leito, entre outros.
    • Nível 7: o hospital consegue se comunicar com parceiros, fornecedores, laboratórios e operadoras de planos de saúde sem o uso de papel. Ou seja, ele tem interoperabilidade interna e externa. As informações são utilizadas para Business Intelligence e o hospital é 100% paperless. É o grau de maior complexidade e que exige diversos investimentos.

    Por que a certificação HIMSS é tão importante para o hospital?

    A certificação HIMSS traz uma série de benefícios para o hospital. Para consegui-la, é preciso realizar diversas adaptações, que conferem mais agilidade e efetividade ao cotidiano da instituição.

    Os custos são otimizados, pois a rotatividade é analisada em tempo real, permitindo manejos e intervenções rápidas em caso de imprevistos. Dessa forma, o tempo de estadia diminui e a instituição tem condições de atender a um público maior.

    Há um conhecimento mais profundo do perfil dos pacientes, gerando intervenções e medidas mais precisas. Outra vantagem é a economia com papel e transações burocráticas, contribuindo para uma gestão mais inteligente dos recursos. Esses fatores contribuem para a credibilidade da instituição de saúde e para um fluxo de trabalho otimizado.

    Como o hospital pode conseguir essa certificação?

    Para o hospital conseguir a certificação HIMSS, ele deve realizar alguns esforços e investimentos. Veja as dicas que reunimos sobre o assunto a seguir!

    Faça um planejamento preciso

    É necessário planejar bem o processo de certificação para evitar equívocos e colocações abaixo do esperado. Após a inscrição, há um questionário para extrair o provável estágio em que a empresa se encontra. Caso a instituição atinja o nível 6, ela passa por procedimentos para averiguação das estruturas tecnológicas exigidas, como uma videoconferência e vários questionários aprofundados. Se o hospital é classificado como provável 6 ou 7, há uma última etapa, em que os profissionais da HIMSS vão até o hospital para fazer a avaliação.

    Assim, é visível que é um processo complexo e trabalhoso, sendo necessário um planejamento sólido e estruturado, para minimizar os equívocos e promover as adaptações adequadas. Isso contribui para a implementação das mudanças necessárias de forma coerente, evitando ruídos na comunicação e facilitando a inserção de modificações.

    Realize os investimentos certos

    Uma das vantagens da certificação é que ela contribui para uma melhor canalização dos investimentos. A proposta é que o que era aplicado e perdido em papéis, burocracias e itens obsoletos seja redirecionado para tecnologias avançadas e otimizadas. Dessa forma, além de planejar bem, é preciso utilizar os recursos tecnológicos mais funcionais e ágeis, promovendo a digitalização dos processos e a minimização do uso de recursos manuais.

    Adote sistemas

    Os softwares médicos são excelentes ferramentas para integrar processos, facilitar a comunicação entre profissionais e promover agilidade e qualidade no gerenciamento. As informações entre setores circulam de forma facilitada, sendo que alterações em um módulo geram as modificações necessárias em todos os outros itens relacionados, contribuindo para otimizar o fluxo de trabalho e minimizar ruídos.

    Os sistemas médicos também favorecem a gestão de informação do paciente, nivelando o acesso à informação entre profissionais nos prontuários eletrônicos, garantindo a segurança de dados e o acesso aos registros necessários aos profissionais habilitados. Há softwares avançados, baseados em inteligência artificial e Business Intelligence, que contribuem para análises de variáveis e tomadas de decisão.

    Integre os dados

    Os sistemas informatizados são essenciais na integração de dados. A tecnologia contribui para a integração de processos, promove a facilidade no manejo de informação e auxilia nos estudos epidemiológicos para atividades de prevenção.

    Conheça os requisitos

    É importante conhecer bem os requisitos da certificação HIMSS para preparar o hospital adequadamente para a entrada no processo. São diversas exigências sobre o tema, sendo o Electronic Medical Record Adoption Model (ENRAM) um modelo de adoção do PEP desenvolvido pela entidade que é referência mundial em qualidade para as instituições de saúde. Consultar esse registro e conhecer bem todas as condições envolvidas no processo é essencial para ter melhores resultados na certificação.

    Realize a autoavaliação pela internet até o estágio 5

    Grande parte do procedimento de certificação é realizado por vias virtuais. Dessa forma, é imprescindível responder a todos os questionários relativos ao processo e seguir as etapas de forma coerente.

    Adote a tecnologia paperless

    É fundamental minimizar o uso de papel na instituição para obter a certificação HIMSS. Destacamos que, para chegar aos patamares elite da certificação, é necessário ser totalmente digital (paperless). Há diversos recursos que permitem promover integração e facilitar a circulação da informação pelo hospital sem a necessidade de folhas.

    A certificação HIMSS é um excelente avanço para o estabelecimento de saúde, contribuindo para a modernização, a integração e a credibilidade. A proposta do certificado é estimular o hospital a se digitalizar, em uma dinâmica paperless que é benéfica para o fluxo de trabalho e para a qualidade dos serviços de saúde prestados.

    O objetivo de todo o processo é direcionar a tecnologia para a otimização do fluxo de trabalho, para que os colaboradores possam desempenhar suas funções com qualidade e com atendimento humanizado. Gostou de aprender sobre a certificação HIMSS? Aproveite e confira também o nosso post especial sobre o hospital digital!

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