Um hospital ou uma clínica médica não podem parar suas atividades, por isso, todos os setores devem estar com a infraestrutura em ordem para evitar contratempos ou riscos à saúde e segurança dos pacientes. Nesse sentido, é fundamental ser criterioso com a escolha do fornecedor de equipamentos médicos.
Estamos falando de produtos altamente tecnológicos e que exigem um investimento alto. Por isso, é tão importante que o gestor hospitalar saiba como selecionar as melhores empresas, evitando dores de cabeça no futuro.
Neste post, vamos ajudá-lo nessa escolha. Acompanhe e veja algumas dicas para que você encontre bons fornecedores desse setor e construa parcerias de sucesso!
A medicina está em constante evolução, e a tecnologia, cada vez mais presente nas técnicas cirúrgicas, diagnósticos por imagem e em itens voltados para o cuidado do paciente. Dessa maneira, é importante que o fornecedor de equipamentos médicos acompanhe essa inovação e forneça produtos de alta tecnologia.
Por isso, antes de fechar a compra, peça demonstração dos produtos e solicite à empresa os detalhes técnicos, como a tecnologia empregada e a origem dos equipamentos — a escolha por empresas que comercializam produtos de fornecedores mundiais de renome pode fazer a diferença no atendimento da sua clínica ou hospital.
Além da tecnologia dos equipamentos, verifique, ainda, a diversidade da linha de produtos. Desse modo, você consegue adquirir mais itens de um mesmo fornecedor — além de economizar tempo, consegue condições melhores de preços e pagamentos.
Não é segredo para ninguém que os equipamentos do segmento médico têm um custo mais elevado, principalmente pela alta tecnologia empregada. No entanto, antes de escolher o seu fornecedor, considere a relação custo-benefício do produto.
Em primeiro lugar, faça uma pesquisa de mercado e compare os preços com a qualidade dos produtos oferecidos. Selecione as empresas que você considera que trabalham com valores competitivos e pesquise sobre:
Verifique, ainda, a possibilidade de negociação e até de financiamento para que você tenha tranquilidade para fazer essa aquisição.
Hoje, a concorrência é grande em qualquer segmento, por isso, é natural ficar perdido na hora de escolher uma empresa. A dica, nesse caso, é considerar o tempo de mercado do fornecedor.
É um indicativo de solidez do negócio e também do bom atendimento prestado. Assim, você fica tranquilo ao adquirir o equipamento médico, porque tem a garantia de que a empresa é séria e vai oferecer todo o suporte necessário.
Além do tempo de mercado, verifique, ainda, a reputação do fornecedor de equipamentos médicos. Com o mundo conectado, você pode obter essas informações diretamente no seu computador de forma bastante rápida. Basta pesquisar na Internet e conferir se há reclamações contra a empresa.
É uma maneira de descobrir se o fornecedor preza por um atendimento de excelência, se os produtos realmente são de qualidade, se há comprometimento com os prazos, como é o pós-venda etc.
É importante conhecer a experiência de outros clientes com o fornecedor em questão. Por isso, se possível, peça referências para gestores de outras clínicas médicas ou hospitais.
Nessa conversa, você consegue descobrir, por exemplo, se a empresa honra com o que foi combinado, as possibilidades de negociação e o atendimento oferecido, caso surja algum problema.
Uma maneira de conhecer de perto os fornecedores e os produtos oferecidos é participando de feiras e eventos voltados para esse segmento. Você terá a oportunidade de conversar com os representantes da empresa, conhecer de perto a tecnologia comercializada e tirar todas as suas dúvidas.
Você precisa encontrar um fornecedor de equipamentos médicos que vá facilitar a rotina dos seus serviços e elevar a qualidade do atendimento, certo? Então, busque empresas com alguns diferenciais, como:
A tecnologia empregada nos equipamentos deve ser atual, por isso, procure por empresas que trabalham com grandes fornecedores e marcas conceituadas, ou seja, que prezam por um padrão internacional de qualidade.
Dessa maneira, você adquire um produto altamente diferenciado — o que vai aprimorar seus serviços médicos e causar uma boa impressão nos seus pacientes.
É importante que a empresa facilite a vida do gestor. Por isso, ganha pontos quem trabalha não só com os equipamentos médicos, mas também com os acessórios específicos desses produtos.
Essa praticidade facilita a aquisição desses itens, visto que você já conhece o fornecedor, recebe a orientação necessária e não precisa perder tempo fazendo uma pesquisa.
Você precisa ter certeza de que a empresa se compromete com o que foi acertado na venda, como a entrega no prazo. Afinal, estamos falando de equipamentos médicos — indispensáveis para o andamento dos trabalhos de uma clínica ou hospital.
Por isso, valorize fornecedores que tenham uma postura transparente com o cliente, ou seja, que não vão deixar você na mão, prejudicando seu trabalho e o atendimento aos pacientes.
Em qualquer segmento de negócio, é muito comum encontrarmos empresas que oferecem um atendimento de primeira na pré-venda, mas abandonam os clientes assim que a venda é concretizada.
No caso de equipamentos médicos, isso é inadmissível, já que a sua clínica ou hospital não podem parar suas atividades por uma falha técnica, por exemplo. Dessa forma, um ponto que merece atenção é o pós-venda.
Confirme se há um atendimento depois da aquisição do produto — com um suporte técnico qualificado e ágil — para que você não tenha problemas no futuro. Empresas com sedes em diferentes localidades são uma garantia de um atendimento mais rápido.
São vários os fatores que você precisa avaliar antes de escolher um fornecedor de equipamentos médicos. Faça uma pesquisa minuciosa e selecione uma empresa que acompanhe as novidades tecnológicas do setor, que tenha solidez no mercado e ofereça um atendimento diferenciado.
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A manutenção preventiva de equipamentos médicos é um procedimento essencial tanto para profissionais quanto para as pessoas atendidas. Afinal, todos os aparelhos utilizados numa instituição de cuidado sofrem desgastes com o uso e o passar do tempo, sendo fundamental revisá-los para evitar problemas durante a utilização.
Em meio à pandemia de coronavírus, os hospitais têm se deparado com uma intensa demanda pela terapia intensiva. Logo, é ainda mais importante estar preparado para o acolhimento desse público.
Pensando nisso, preparamos este post com informações práticas sobre a importância das manutenções preventivas. Quer aprender mais sobre o assunto? Continue acompanhando e entenda!
A primeira etapa dessa manutenção é o inventário, em que são reunidas informações sobre o número de patrimônio, os dados do fabricante, a modalidade da revisão e outros dados sistemáticos. Em seguida, o dispositivo passa pela inspeção e higienização — é quando alguns recebem lubrificação e outros são calibrados. Todos os procedimentos são definidos de acordo com as especificidades de cada item.
De fato, esse é um procedimento essencial para que o hospital ofereça o atendimento adequado. Dispositivos que não passam por revisão podem sofrer danos e paradas inesperados ou funcionar de forma incoerente, gerando sérias consequências para o paciente.
Os aparelhos de unidade de terapia intensiva, por exemplo, são cruciais para suplementar funções vitais em falha — logo, um dano neles pode resultar em falecimento.
É importante ter em mente que, hoje, a eficiência do cuidado caminha lado a lado a tecnologias de alto desempenho, o que só se consegue manter com revisões periódicas e planejadas.
A manutenção preventiva de equipamentos médicos garante um melhor fluxo operacional no hospital, para que os profissionais de saúde realizem seu trabalho com tranquilidade e as pessoas atendidas mantenham-se em segurança. Assim, é possível evitar riscos aos pacientes e garantir melhores resultados nos tratamentos e atendimentos.
Esse processo, no entanto, deve ser gerenciado de forma adequada para que as tecnologias apresentem bom desempenho e equívocos sejam evitados. Além disso, as manutenções preventivas são exigências das entidades estatais. Estar em alinhamento com essas normas garante credibilidade para a instituição, e mostra que ela coloca o cuidado integral e a saúde de seus pacientes em primeiro lugar.
A pandemia a do coronavírus trouxe, realmente, diversos desafios para os hospitais, demandando múltiplos esforços para o tratamento dos pacientes. Vejamos, então, quais são os impactos negativos de não ter um programa de manutenção preventiva nesse cenário.
Uma máquina que não está operando bem pode falhar durante o uso, demandando a paralisação do atendimento e uma série de ações remediadoras. Porém, alguns problemas de saúde precisam de intervenção rápida — o coronavírus, por exemplo, dificulta a respiração, ocasionando em sérios riscos para o paciente.
Essa paralisação não programada de serviço de saúde pode gerar agravamentos e até mesmo óbitos, por falha na gestão hospitalar. Sem dúvida, isso compromete a imagem da instituição e a expõe a problemas jurídicos.
Médicos e profissionais de saúde precisam trabalhar com confiança nos maquinários hospitalares utilizados. Isso significa que todo aparelho tem que estar preparado para funcionar com prontidão quando for necessário.
Se algum estiver sem manutenção, a equipe não terá o nível de segurança adequado para a efetivação dos procedimentos. E, caso o equipamento falhe ou funcione de forma equivocada, a segurança da equipe e o bem-estar do paciente ficam ameaçados.
Conforme mencionamos, as limpezas também são essenciais na manutenção — principalmente nessa pandemia de COVID-19, em que o risco de contaminação é muito grande. Se o dispositivo não passa por manutenção periódica e higienização, o hospital pode oferecer sérios riscos para as pessoas atendidas, aumentando as contaminações e dificultando a melhora do quadro.
Todo equipamento tem um tempo de vida útil, que é estabelecido pelo fabricante, e precisa ser revisado periodicamente. Em alguns casos, há necessidade de lubrificação e de substituição de peças, por exemplo.
Caso não passe pelas manutenções necessárias, em algum momento o maquinário pode falhar. Como consequência, o hospital acaba sofrendo uma redução da sua capacidade de atendimento. E, em tempos de coronavírus, ter menos tecnologias disponíveis para tratamento pode ser extremamente prejudicial, já que há um número crescente de pessoas necessitando de terapia intensiva.
A falta de manutenção preventiva também pode fazer o equipamento médico apresentar medidas pouco precisas, ou seja, com um grau maior de variação de resultados. Isso diminui a eficiência das operações, como um todo, e pode trazer riscos para as análises dos profissionais de saúde.
O coronavírus provoca vários sintomas que podem levar o paciente a um estado crítico. Com isso, o uso de aparelhos para suporte às funções vitais passa a ser essencial para a recuperação. Porém, se não passar pela manutenção necessária, o maquinário pode ficar indisponível — o que é muito perigoso em casos de demanda por serviços de terapia intensiva.
Como dissemos, para que todos os outros profissionais do hospital trabalhem bem, é essencial que possam contar com aparelhos funcionais e prontos para o uso. Sem a manutenção preventiva, portanto, a equipe não terá o suporte adequado para a prestação de serviços em saúde. Isso pode até gerar um aumento da rotatividade, já que os colaboradores vão procurar instituições mais capazes de fornecer recursos para o seu trabalho.
Vale dizer, por fim, que essa manutenção precisa ser realizada de forma regular e por profissionais habilitados. Sua periodicidade deve ser delimitada a partir das orientações do fabricante, da análise do grau de utilização e da avaliação de risco. Também é essencial que haja um registo sistematizado das revisões e aquisições desses aparelhos, para garantir que estejam sempre operando de forma funcional quando necessários.
Fica claro, portanto, que a preventiva de equipamentos médicos contribui para uma maior efetividade dos atendimentos, de forma que o estabelecimento tenha condições de oferecer assistência sólida e suporte à vida aos pacientes. Especialmente neste momento de crise em que estamos vivendo.
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Fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Um hospital é uma organização muito complexa, que depende de uma série de procedimentos, documentações e atividades para funcionar bem. Garantir a disponibilidade de recursos e fornecer atendimento de máxima qualidade para o paciente é essencial para manter uma boa posição no mercado e conquistar a confiança do público. Por trás de um bom desempenho, há uma rede de ferramentas de gestão hospitalar que pode ajudar a gerenciar processos com efetividade e facilitar o dia de trabalho no estabelecimento.
Neste conteúdo especial, vamos explicar mais sobre essas soluções, para que você fique por dentro das melhores ferramentas de gestão hospitalar. Ficou interessado? Continue acompanhando para aprender sobre as ferramentas de gestão hospitalar!
É essencial se preocupar com a gestão hospitalar. A eficiência dos processos no estabelecimento pode fazer a diferença nos resultados. Com um gerenciamento efetivo do hospital, é possível promover um uso adequado dos recursos, minimizando os desperdícios e garantindo maior produtividade.
A ampla complexidade das práticas na instituição de saúde se dá principalmente porque a missão dela é o cuidado. Mas para oferecer a assistência, o atendimento humanizado e o acolhimento necessários, uma série de procedimentos logísticos, financeiros e burocráticos está envolvida. Dessa forma, ter estratégias de sistematização e organização das atividades é essencial. Isso pode ser concretizado com apoio das ferramentas e soluções corretas.
Há várias ferramentas de gestão hospitalar que oferecem uma série de contribuições para a instituição. Elas contribuem ampliando possibilidades, facilitando a análise de problemas e potencializando avaliações. Quer aprender outras informações sobre esses recursos? Continue acompanhando o nosso post e veja mais!
O ciclo PDCA (Plan, Do, Check, Act, do inglês Planejar, Executar, Verificar, Agir) é uma ferramenta estratégica, que permite aumentar o poder de análise e desenvolver fluxos de trabalho com mais efetividade na instituição de saúde. Ele envolve uma fase de estruturação dos procedimentos chamada planejamento, que precede a execução do plano. A fase seguinte é de revisão das práticas, seguida pela ação, com as correções inseridas.
Esse recurso possibilita estruturar processos a partir de revisões constantes e feedbacks, estimulando o aperfeiçoamento contínuo. Isso contribui com a imagem do hospital e ajuda a otimizar o fluxo de trabalho no estabelecimento de saúde.
O Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) é uma ferramenta essencial para otimizar a gestão hospitalar. A solução simplifica a comunicação entre profissionais de saúde e ajuda a minimizar falhas e equívocos. Além disso, o PEP possibilita reduzir custos com papéis e usar melhor o espaço da instituição, já que dispensa a armazenagem física.
Acrescentamos também que o prontuário eletrônico pode ser associado com soluções tecnológicas compatíveis utilizado para o mapeamento epidemiológico e realização de análises e previsões. Isso facilita o dia a dia do estabelecimento de saúde e permite ter um maior preparo para enfrentar contextos adversos.
A ferramenta 5W2H é um roteiro de perguntas estratégicas para a implementação de mudanças ou lançamento de projetos, ajudando na melhor estruturação do processo. A sigla aborda as questões realizadas, em inglês, que são What (o quê?), Why (por quê?), When (quando?), Where (onde?), Who (quem?), How (como?) e How Much (quanto custa?). Assim, podemos dizer que as perguntas servem como orientadoras, ajudando a sistematizar e organizar as ações a serem realizadas.
O Diagnosis Related Group (Grupos de Diagnósticos Relacionados) é uma ferramenta que classifica pacientes hospitalizados de acordo com o grau de complexidade do caso. Ele se baseia em uma série de informações coletadas no prontuário, como o diagnóstico que motivou a internação, diagnóstico secundário e intervenções terapêuticas realizadas.
O software codifica os dados e fornece os registros ao profissional especializado, chamado codificador DRG. O sistema se vale de banco de dados primário, que é o prontuário e a informação clínica, e não o secundário, que são as faturas. Isso tende a melhorar a efetividade do processo, pois o prontuário reúne detalhes de histórico clínico. Nesse contexto, o sistema devolve indicadores, gráficos e relatórios, trazendo a oportunidade de realizar análises e oferecendo maior previsibilidade e controle para a gestão.
O Business Process Management (Gestão de Processos de Negócios) aplicado à saúde é uma solução para mapear os processos no hospital, facilitando a identificação de lacunas e a visualização de oportunidades.
A ferramenta também permite aperfeiçoar procedimentos de pouca visibilidade, mas que podem gerar entraves. Com isso, há um maior controle de fluxos de atividades e a oportunidade de corrigir ciclos e atividades que não estão com bom desempenho. Dessa forma, a instituição ganha em qualidade e produtividade.
A Gestão Eletrônica de Documentos (GED) é uma ferramenta de gestão para digitalizar toda a documentação gerada diariamente no hospital. Os arquivos físicos gerados possuem também uma cópia digital e são armazenados de forma organizada no sistema.
Os processos administrativos são todos passados para o meio informatizado e os dados podem se comunicar com o Prontuário Eletrônico do Paciente. Isso promove integração e aumenta a produtividade da organização de prestação de serviços em saúde, já que os procedimentos ficam mais ágeis. Outra grande vantagem é o melhor uso do espaço, evitando grandes pilhas e excesso de papéis na instituição.
O Diagrama de Ishikawa funciona como um esquema para orientar a identificação de causas de falhas e problemas. Ele é estruturado com uma espinha de peixe. A linha central é a questão a ser resolvida. As vértebras e ramificações são as possíveis causas e subcausas. Assim, o diagrama ajuda a visualizar melhor o problema, facilitando o delineamento de soluções.
As consequências de não adotar as ferramentas e estratégias certas de gestão hospitalar são a perda de produtividade, aumento das glosas hospitalares, dificuldade em identificar os pontos geradores de problemas e queda de credibilidade do estabelecimento de saúde. Assim, a falta de soluções de gerenciamento pode ser prejudicial em diversos aspectos, gerando um ambiente insustentável e que não oferece segurança suficiente para o paciente.
As ferramentas de gestão para organizações de atenção à saúde são essenciais para potencializar processos, facilitar análises e promover um fluxo de trabalho mais ágil e produtivo. Dessa forma, o hospital pode oferecer uma estrutura sólida e robusta em serviços de saúde.
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Confira os principais avanços da tecnologia na fisioterapia. O avanço contínuo da tecnologia tem amplificado as possibilidades da área da saúde. Com as telecomunicações e alternativas desenvolvidas em pesquisas, por exemplo, surgem novas oportunidades de tratamento e promoção de qualidade de vida. E com a fisioterapia não é diferente: ela também se beneficia dessa inovação.
A tecnologia na fisioterapia é uma excelente alternativa para aumentar a adesão dos pacientes e promover uma eficácia maior aos processos de reabilitação. Como é essencial conhecer essas inovações para modernizar o hospital e fazer todas as adaptações necessárias, preparamos este conteúdo especial sobre o assunto.
Ficou interessado? Então, continue lendo para conferir informações sobre os principais avanços da tecnologia na fisioterapia e as tendências tecnológicas mais recentes!
Como dissemos, a aplicação da tecnologia na área da saúde traz diversas oportunidades para a fisioterapia, promovendo novas dinâmicas de tratamento e oferecendo práticas mais interativas e envolventes para os pacientes.
Em primeiro lugar, soluções informatizadas tornam as atividades mais interessantes, de modo geral, e promovem uma adesão maior ao tratamento. Isso é especialmente importante para crianças, adolescentes e as gerações mais recentes, que já nasceram inseridas na tecnologia da informação e no mundo digital.
Além de proporcionar mais qualidade de vida ao paciente, o uso da tecnologia traz uma imagem positiva para o hospital e os próprios fisioterapeutas. Isso porque, ao usar equipamentos e recursos inovadores, a gestão demonstra que é disposta a aprender continuamente e investe em aperfeiçoamento, apostando no potencial da equipe e do público atendido.
Agora que já falamos sobre a importância da inovação na área da saúde, vejamos quais são os principais avanços em tecnologia na fisioterapia!
Muitas vezes, a fisioterapia convencional exige exercícios repetitivos e monótonos, o que pode ser desmotivador, especialmente para as crianças e adolescentes. Com a gameterapia, no entanto, é possível praticar uma boa parte desses movimentos em jogos interativos, selecionados pelo próprio fisioterapeuta de acordo com a necessidade de cada paciente.
Na prática, isso garante uma melhora na experiência do paciente e uma adesão maior aos tratamentos. Afinal, enquanto tem momentos de grande envolvimento com o jogo, o usuário trabalha e é orientado pelo profissional.
Essa técnica também pode ser utilizada em associação ao biofeedback — em que um equipamento faz o acompanhamento da atividade muscular da pessoa. Nesse caso, quando o atendimento é finalizado, o fisioterapeuta consegue acompanhar a evolução do quadro por meio de gráficos e informativos montados pelo próprio sistema integrado.
Basicamente, a realidade virtual utiliza luvas e óculos que captam o movimento do paciente, ao mesmo tempo em que simula percepções e atividades do mundo real.
Mesmo sendo uma realidade estabelecida nos meios digitais, essa interação promovida leva o cérebro a responder aos comandos e ao cenário proporcionado pela tecnologia. Dessa forma, o sujeito tem um envolvimento maior com o processo, além de realizar as atividades com mais dedicação.
Isso não só proporciona uma recuperação e um desempenho melhores, mas também ajuda as sessões de fisioterapia a se tornarem mais envolventes e divertidas. Isso porque existe a dimensão do compromisso com o tratamento, mas há também o lazer e a empolgação com cenários novos e envolventes, assim como com a gameterapia.
Com esse recurso, o corpo recebe estímulos elétricos de baixa intensidade para aumentar o fluxo sanguíneo, melhorar a força muscular e evitar atrofia devido à falta de uso da região. Algumas dores e desconfortos também podem ser reduzidos com o apoio da eletroterapia.
Em casos de evitação de atrofia, utiliza-se uma tecnologia chamada estimulação galvânica. Já para o tratamento de dores, utiliza-se a corrente interferencial e a Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS). Todos esses procedimentos são capazes de auxiliar a remediação e a promoção da saúde, de acordo com as necessidades de cada paciente.
Esses trajes são utilizados para auxiliar pessoas com dificuldade de locomoção. Eles funcionam como uma estrutura externa, controlada a partir de botões e monitorada pelo fisioterapeuta.
O sistema do traje informa ao profissional o passo do paciente. A partir disso, o sujeito pode caminhar com o apoio da tecnologia, apenas controlando o sistema com os comandos próprios. Com algum tempo de treinamento, o indivíduo adquire mais independência na sua movimentação.
Equipamentos de reabilitação também passam por renovação constante. Há hoje dispositivos como as esteiras eletrônicas, por exemplo, voltadas para o treinamento de marcha, além das plataformas de força e equilíbrio e dos estabilizadores de coluna.
Todas essas tecnologias facilitam a rotina dos fisioterapeutas e fazem os treinamentos se tornarem mais funcionais e eficazes. De um lado, o tratamento ganha mais dinamismo, do outro, o profissional tem acesso às informações necessárias para realizar avaliações mais precisas.
O paciente, por sua vez conta com uma estrutura robusta e coordenada para o fortalecimento do corpo de forma integral. Os equipamentos oferecem a possibilidade de treinar movimentos cotidianos e de exercitar musculaturas que precisam de maior atenção, o que auxilia a reabilitação, a recuperação da saúde e o desenvolvimento de uma mobilidade adaptativa e funcional.
A fisioterapia também pode ser utilizada de forma preventiva, principalmente para pessoas que trabalham com grandes esforços físicos, como é o caso dos esportistas.
Com a tecnologia The Performance Matrix (TPM), por exemplo, há a possibilidade de fazer uma análise preventiva do corpo, identificando pontos nos quais a biomecânica está afetada ou tem um potencial de comprometimento. Assim, o fisioterapeuta pode passar treinamentos para corrigir o problema e evitar que lesões mais sérias aconteçam.
Enfim, os avanços da tecnologia na fisioterapia são muitos, e criam ótimas condições para melhorar atendimentos, potencializar treinamentos e maximizar o engajamento e a dedicação dos pacientes. Há uma série de possibilidades viáveis, como foi possível ver ao longo deste post, de forma que o seu hospital pode diversificar suas opções e disponibilizar alternativas de acordo com as necessidades do seu público.
Então, gostou de aprender sobre os avanços da tecnologia na fisioterapia? Agora, para continuar por dentro de mais conteúdos como este, aproveite para assinar a nossa newsletter e receba nossos próximos textos diretamente no seu e-mail!
