Entenda melhor a fiscalização de equipamentos médicos da China

A compra e o uso de qualquer equipamento médico devem atender às regras previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em relação à fiscalização de equipamentos médicos chineses, a responsabilidade é da China Food and Drug Administration (CFDA). Com isso, a expectativa é garantir a qualidade para todos.

Antes de adquirir produtos do setor de saúde oriundos do país asiático, vale a pena compreender o processo e qual é a segurança envolvida, especialmente diante da pandemia do novo coronavírus — que aumentou a compra de insumos vindos da nação.

A seguir, mostramos como funciona a fiscalização de equipamentos médicos da China. Entenda melhor esse panorama!

O que motivou as reclamações de alguns países?

No começo de 2020, alguns países fizeram uma série de queixas sobre a qualidade dos produtos importados da China. Os Países Baixos, por exemplo, questionaram a eficácia das máscaras de proteção, que não estavam de acordo com as regras esperadas.

A Espanha também fez apontamentos em relação aos testes para o novo coronavírus. Segundo o país, a eficiência ficou muito abaixo dos 80% esperados e alcançou apenas 30% do valor, o que atrapalharia o controle do contágio.

Outras questões surgiram por parte da República Tcheca e das Filipinas quanto aos testes. No entanto, após uma averiguação, a conclusão é de que o uso desses produtos não foi adequado nesses países.

Toda essa situação criou uma espécie de “escândalo” sobre a capacidade da China de fornecer os equipamentos — mas não é preciso se assustar, como veremos a seguir.

Qual é a qualidade de algumas marcas chinesas de destaque?

Segundo as autoridades chinesas, entretanto, alguns desses problemas eram relacionados aos fabricantes. A questão é que alguns países compraram de produtores que não estariam na lista de empresas autorizadas e que passam pela fiscalização de equipamentos médicos.

Além disso, temos que considerar que o país é um dos maiores produtores de equipamentos hospitalares do planeta. Com o mundo todo à procura dos mesmos itens, a China recebeu uma verdadeira enxurrada de pedidos.

Isso fez com que muitas fábricas de outros produtos se adaptassem para produzir e exportar esses itens. Além disso, tem acontecido uma diminuição nas matérias-primas — principalmente, as que vêm da Europa.

Por outro lado, as marcas já consolidadas no setor se destacam, entre outras coisas, pela qualidade que oferecem. Além das medidas implementadas pela agência regulatória e pelo governo, essas fábricas têm controle de qualidade interno. É por isso que muitas marcas chinesas estão ainda mais comprometidas em entregar itens dentro dos mais altos padrões do mercado.

Como tem sido a importação por parte do Brasil e de outros países?

Sendo a China uma das maiores produtoras de equipamentos médicos do mundo, podemos considerar o país como um concentrador de pedidos da área. No Brasil, inclusive, isso não é diferente.

Em meio à pandemia, tanto a União quanto os estados realizaram diversos pedidos de máscaras e equipamentos, como respiradores e ventiladores pulmonares. No começo de abril, por exemplo, foi anunciada a compra de mais de 240 milhões de máscaras de proteção individual.

No entanto, os Estados Unidos entraram na “disputa” por suprimentos médicos na mesma época. Devido à explosão de casos e com ofertas maiores, o país “derrubou” vários pedidos feitos pelo Brasil e por outros locais.

Outros locais também têm uma relação intensa com o país. Em 2019, o Japão importou quase 5 bilhões de dólares em equipamentos médicos. Em 2018, o Reino Unido importou o equivalente a 1,5 bilhão de dólares. No mesmo ano, a Coreia do Sul gastou pouco mais de 4 bilhões, assim como a Alemanha. Já a Índia pagou 1,6 bilhão, enquanto a Austrália destinou 983 milhões.

Para comparação, em 2018, o Brasil gastou 841 milhões de dólares com transações do setor. Já os Estados Unidos destinaram 11 bilhões apenas a compras desse ramo em 2019.

Quais foram as medidas tomadas e o que esperar a partir de agora?

Desde a reclamação dos países sobre a qualidade dos produtos exportados, as autoridades chinesas têm reforçado a fiscalização de equipamentos médicos. No geral, o país exige atenção com a documentação, para garantir a idoneidade de produção e o atendimento às regras.

Agora, novos documentos serão exigidos para atestar a qualidade de modo completo. Inicialmente, apenas empresas com certificações de produção de itens médicos poderiam exportar. Porém, isso começou a causar atrasos no envio dos pedidos. Diante da situação da pandemia, não há tempo a perder, certo?

Por isso, o governo criou etapas de verificação de atendimento aos padrões, que vão desde a contabilização adequada dos lotes ao controle mais intenso. Mesmo assim, o governo não liberou todos os detalhes sobre quais serão todas as fases adicionadas, mas garantiu que o controle será mais efetivo.

Desse jeito, a expectativa é que os problemas com equipamentos de qualidade insuficiente fiquem no passado. Ao mesmo tempo, o país vem lutando para escalar a produção e evitar atrasos na entrega.

Como acertar na aquisição de equipamentos importados da China?

Como visto, as marcas de destaque do mercado chinês oferecem, consistentemente, itens que atendem aos padrões esperados. O problema é que, muitas vezes, existe uma dificuldade para encontrar fornecedores autorizados e capazes de apresentar alta qualidade.

Por isso, o melhor é deixar a importação nas mãos de uma empresa brasileira e comprar diretamente do negócio nacional. O motivo é simples: a empresa fica responsável pelas negociações e por selecionar fabricantes de altíssima capacidade de entrega. Ao mesmo tempo, o preço permanece competitivo e ainda é possível contar com um pós-venda adequado.

Trata-se, portanto, da melhor solução para não ter dúvidas na aquisição — desde equipamentos básicos de proteção até aqueles com muita tecnologia e alto valor agregado.

A fiscalização de equipamentos médicos na China ganhou reforços de destaque para garantir o máximo de qualidade. Além das novas ações, vale a pena contar com uma empresa que realize uma importação adequada. Assim, é possível ter acesso a equipamentos robustos e a um pós-venda de alta capacidade.

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    Esclareça as suas dúvidas sobre como funciona o videolaringoscópio!. O videolaringoscópio é um equipamento utilizado para visualizar, em tempo real, as vias áreas de um paciente e suas respectivas características. Isso acontece graças ao uso de uma câmera em sonda, que alcança as cordas vocais e a região adjacente. Seu uso, inclusive, é bastante prático no caso de intubações de emergência ou não.

    Para aproveitar o que esse equipamento tem a oferecer, é essencial conhecer suas características e ficar por dentro das principais alternativas. Inclusive, isso permite reconhecer a necessidade de utilizar esse item na rotina.

    A seguir, veja tudo sobre o videolaringoscópio e entenda como ele pode ajudar o dia a dia do cuidado com os pacientes.

    Quais são as principais características do equipamento?

    Esse equipamento médico tem um design anatômico, com facilidade de uso e lâminas de diferentes tamanhos. O seu grande diferencial é que ele conta com uma câmera que é nas vias aéreas e transmite a imagem em tempo real para um pequeno monitor móvel.

    Com isso, o profissional de saúde consegue realizar a intubação com segurança, mesmo nos casos de vias aéreas comprometidas ou desafiadoras.

    Como o videolaringoscópio funciona?

    Basicamente, esse equipamento tem um punho metálico que oferece segurança e precisão de manuseio. Em sua ponta, tem lâminas especiais que ajudam a garantir a inserção correta para a intubação do paciente. As lâminas podem ser trocadas em relação à curvatura e ao tamanho, o que permite atuar desde em casos rotineiros até opções mais complexas.

    O processo se torna especialmente fácil por causa da presença de uma pequena câmera. A sonda com esse equipamento é inserida de forma fácil e oferece completa visualização sobre o estado das vias áreas. Com isso, é possível direcionar corretamente o tubo e garantir a entrada de ar adequada para o paciente.

    As imagens são enviadas para um pequeno monitor, que fica na parte superior do punho do videolaringoscópio. Assim, o profissional de saúde não precisa buscar o ângulo certo para observar as vias áreas, estando de fora. Basta se guiar pelas imagens digitais e, assim, realizar o processo.

    Quando o seu uso é indicado?

    A principal recomendação para o uso desse equipamento é quando existe a necessidade de realizar uma intubação endotraqueal. Trata-se de um item que facilita bastante o processo e diminui o tempo necessário para a sua execução.

    Essa etapa pode acontecer tanto em um quadro de emergência ou agravamento da condição de saúde, quanto em um momento de anestesia. Em todas essas situações, o uso é indicado e adequado.

    Além disso, o videolaringoscópio é muito bem-vindo em momentos de treinamento. Como ele facilita o processo, é uma forma de treinar estudantes de medicina, paramédicos e outros profissionais habilitados a realizarem a intubação.

    Inclusive, é uma alternativa interessante para preparar o time de um hospital de campanha, por exemplo. Ainda mais no caso de haver protocolos especiais, o equipamento é bastante útil.

    Quais as principais vantagens da videolaringoscopia?

    No geral, a videolaringoscopia é uma alternativa bem vantajosa no cuidado com a saúde dos pacientes. Por isso, adquirir um equipamento adequado, moderno e com boas funcionalidades é indispensável para ter bons resultados no processo. A seguir, veja quais são os maiores benefícios do procedimento e como esse item pode ajudar!

    Aumento da taxa de sucesso de intubação

    O primeiro benefício tem a ver com a taxa de sucesso quanto à realização de procedimentos. Afinal, o uso de imagens digitais em tempo real e que são enviadas diretamente das vias aéreas é essencial para seguir com o procedimento do jeito ideal.

    Se houver algum bloqueio ou dificuldade, a visualização das cordas vocais permite passar o tubo de maneira precisa. Isso é muito importante para evitar tentativas malsucedidas e que podem causar ainda mais danos em vias aéreas já comprometidas. Inclusive, é um jeito de evitar o agravamento da necessidade de tratamento nesse sentido.

    Redução do tempo de procedimento

    Com a videolaringoscopia, o tempo necessário para fazer uma intubação cai consideravelmente — especialmente, em pacientes rotineiros e sem grandes comprometimentos. Isso tem a ver com o aumento nos níveis de precisão e segurança, já que as imagens fornecem informações muito valiosas.

    No caso do atendimento de emergência, isso é ainda mais importante para que o paciente não passe muito tempo sem ventilação pulmonar. No geral, a produtividade da equipe aumenta e também é possível atender a mais casos, sem abrir mão da qualidade.

    Diminuição da força exercida

    Diante de uma barreira na via aérea, é comum que o profissional de saúde tenha que “forçar” a passagem do tubo. O problema é que, novamente, isso pode causar outros danos e aumentar a necessidade de tratamento e de cuidados.

    Graças ao videolaringoscópio, tudo pode ser feito de maneira mais suave e tranquila. É algo que previne danos nas vias aéreas e também demanda menos esforço físico por parte do responsável pela atividade.

    Possibilidade de fazer consulta remota

    Como o envio de imagens acontece em tempo real e elas também podem ser mandadas pela internet, o videolaringoscópio é muito bem-vindo para o aproveitamento da telemedicina.

    O profissional pode realizar consultas com outros médicos de qualquer parte, o que permite ter ajuda extra na hora de definir o melhor modo de agir.

    Há, ainda, a chance de haver o compartilhamento clínico, acadêmico ou para treinamento — especialmente, em casos atípicos e com condições diferenciadas.

    Como é o uso em pacientes de Covid-19?

    A Covid-19 é conhecida por causar um comprometimento intenso e acelerado das vias aéreas em muitos pacientes. Ao mesmo tempo, a perda da capacidade de oxigenação dos pulmões exige a intubação em diversos casos, como forma de preservar os sistemas. Diante dessa combinação, o uso do videolaringoscópio é especialmente recomendado para os pacientes com a doença.

    Inclusive, seu uso pode ser feito em um momento pré-intubação, até mesmo para reconhecer a dificuldade de acesso à via. A partir disso, pode-se definir a progressão do caso e se o melhor é realizar o procedimento.

    Além de tudo, convém saber que esse equipamento é muito útil para fazer o monitoramento das vias aéreas depois que a intubação acontece. O paciente que estiver na UTI, por exemplo, pode ser monitorado de forma completa com a ajuda desse equipamento. Isso ajuda a garantir a execução dos melhores protocolos de atendimento e segurança, aumentando a chance de recuperação.

    O videolaringoscópio é um equipamento moderno, funcional, fácil de usar e que oferece muitas vantagens. Com o seu uso adequado, é possível proteger e cuidar melhor dos pacientes, inclusive com monitoramento das vias aéreas após intubação ou cirurgia.

    Como é essencial que o equipamento tenha qualidade, conheça as opções de videolaringoscópio da Medicalway e faça o seu pedido!

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    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios!

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios! Quando você pensa em dificuldade respiratória em pacientes, logo imagina a necessidade de intubação? Pois saiba que essa não é a única alternativa! A ventilação não invasiva, também conhecida como VNI, tem se consolidado como uma opção para garantir bons resultados em diversos quadros.

    Essa técnica oferece suporte ventilatório sem que seja necessário recorrer a métodos invasivos. Com isso, os procedimentos se tornam mais simples e oferecem diversas vantagens em geral.

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? A seguir, veja como é feita a ventilação não invasiva e conheça os seus principais pontos positivos.

    Como funciona essa técnica?

    De forma simples, essa modalidade de ventilação evita o uso de soluções como a intubação ou a traqueostomia. Como o próprio nome revela, ela é feita sem que seja necessário invadir o corpo do paciente, por meio de soluções específicas.

    Em geral, ela utiliza equipamentos que criam uma pressão positiva de oxigênio, de acordo com as demandas de oxigenação. Parece complicado? Mas não é! Basicamente, as soluções “empurram” o oxigênio para dentro das vias aéreas, fazendo com que ele chegue ao pulmão. Com isso, o corpo passa a respirar melhor com o apoio dessas soluções.

    Quais são os principais tipos de ventilação não invasiva?

    Pensando em termos de soluções de suporte à ventilação, a VNI pode ser realizada de diversos tipos, com a ajuda de vários equipamentos.

    O BiPAP nada mais é que uma espécie de ventilador portátil, que exerce uma pressão positiva para forçar a passagem de ar pelas vias. Ele também atua sobre a expiração, garantindo as trocas gasosas adequadas. Se houver apenas um nível de pressão, estamos falando de um CPAP.

    Enquanto o CPAP e o BiPAP são frequentemente usados em casa, há opções voltadas para hospitais, como é o caso do PAV. Essa solução de Ventilação Proporcional Assistida consegue identificar as necessidades e as capacidades respiratórias de cada paciente e se adapta a elas. Já o VAPS é um tipo de ventilador pulmonar e que também é aplicável no caso de pessoas entubadas.

    Outra possibilidade ainda mais moderna é o capacete de oxigenação e alta pressão. Ele é completamente vedado e seguro, permitindo que o paciente respire com o apoio de um ventilador mecânico ou somente com a passagem de oxigênio nos níveis certos.

    Além de tudo, a VNI varia de acordo com o papel dos equipamentos. Na versão assistida, o paciente realiza todos os movimentos e recebe apenas uma ajuda do equipamento. Já o modelo híbrido conta com parte dos movimentos feitos pelo equipamento. No tipo controlado, o aparelho realiza todas as movimentações respiratórias, em apoio ao paciente.

    Quando vale a pena utilizar essa abordagem?

    No geral, a ventilação não invasiva é recomendada para pacientes que apresentam alguma dificuldade de oxigenação ou retenção de dióxido de carbono. Também é indicada para quadros com insuficiência respiratória e excesso de força para realizar os movimentos de respiração. Inclusive, é uma alternativa indicada para pacientes que sofrem de apneia do sono, que é aquela interrupção da respiração por alguns segundos durante o descanso.

    No entanto, nem todos os quadros devem recorrer a essa modalidade de terapia. Pacientes que não estejam estabilizados, inconscientes, hipotensos e com outras condições graves não são elegíveis para o uso, combinado?

    Quais são os benefícios dessa técnica?

    Desde que usada corretamente, a ventilação não invasiva é muito benéfica para pacientes e até para os profissionais de saúde. Inclusive, você sabia que ela tem se tornado a solução preferencial em muitos países, para os quadros adequados? Pois é! Para saber por que isso acontece, veja, em seguida, quais são as maiores vantagens dessa abordagem.

    Aumento de qualidade de vida do paciente

    Primeiramente, não podemos deixar de citar que essa é uma forma de os pacientes respirarem melhor, sem tanto esforço. Só por isso a alternativa já é suficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Quem passa por essa terapia sente menos cansaço, dores de cabeça ou dificuldades para realizar as atividades do dia a dia. No geral, é possível ter uma experiência muito melhor no dia a dia graças a isso.

    Diminui os riscos de infecções

    Outro ponto positivo da ventilação não invasiva é que ela oferece riscos muito menores em relação às infecções. Como ela é feita sem a necessidade de intubação ou cirurgias, não há uma “porta de entrada” para bactérias ou outros microrganismos.

    Então, há menos chances de o quadro se agravar, o que é essencial para acelerar o tempo de recuperação e aumentar a segurança para os pacientes.

    Reduz o tempo de hospitalização

    Já que as infecções são menos frequentes e o paciente consegue recuperar a capacidade de respiração mais facilmente, o tempo de hospitalização é menor. Isso é essencial para evitar longas internações, o que aumenta a suscetibilidade a contaminações diversas.

    Para o hospital, isso é positivo porque diminui a taxa de ocupação, liberando leitos para outros pacientes potencialmente mais graves.

    Quais são os diferenciais do aparelho?

    Como dissemos, o grande destaque dos aparelhos de ventilação não invasiva é a atuação externa ao corpo. Por meio de uma máscara ou de um capacete, o paciente recebe a entrada de oxigênio de acordo com as suas necessidades.

    Além disso, há aparelhos que podem ser usados em casa e até durante todo o sono, como é o caso de quem tem apneia do sono. Para melhorar, é uma alternativa que não exige a sedação, o que dá mais autonomia para o paciente e simplifica o cuidado com a capacidade respiratória.

    Como é o uso para pacientes de Covid-19?

    Os pacientes de Covid-19 normalmente encontram dificuldade para respirar por causa do comprometimento das vias aéreas. Inicialmente, o protocolo usado é o da intubação, com uso de respirador e ventilador mecânico na UTI. No entanto, a ventilação não invasiva também pode prestar suporte para garantir a capacidade de oxigenação do organismo.

    No entanto, essa é uma alternativa recomendada para pacientes que não estejam gravemente comprometidos ou instáveis em relação à progressão da doença. No geral, serve como uma alternativa de “pré-tratamento”, inclusive para tentar evitar a necessidade de intubação. No entanto, o monitoramento deve ser completo para que haja uma avaliação sobre possíveis pioras.

    Além disso, é necessário considerar os riscos ampliados de transmissão com o uso de máscaras tradicionais de VNI e cânulas de oxigênio. Por isso, o capacete não invasivo costuma ser uma alternativa mais adequada, já que evita a dispersão de gotículas que levam à contaminação.

    A ventilação não invasiva é uma excelente alternativa para garantir o cuidado certo e a capacidade respiratória para pacientes. Entre as alternativas de interface, o capacete de oxigenação e alta pressão da Medicalway é uma novidade que se consolida como a melhor alternativa disponível para um processo seguro e eficiente.

    Por falar nessa solução, conheça o 7 Lives – Helmet e veja o que destaca essa opção das demais!

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    Quais são os equipamentos de UTI neonatal que não podem faltar?

    As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.

    As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.

    Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!

    Por que a aquisição dos equipamentos certos é tão importante para o bom funcionamento da UTI neonatal?

    A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.

    Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.

    Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.

    Quais os equipamentos de UTI neonatal não podem faltar no hospital?

    A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!

    Oxímetro de pulso

    O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.

    Monitores de frequência respiratória e cardíaca

    Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.

    Ventilador pulmonar

    O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.

    Incubadora

    A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.

    Analisadores e simuladores

    Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.

    Estativa

    As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.

    Por que é importante adquirir equipamentos de qualidade para a UTI neonatal?

    É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade. 

    A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.

    A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.

    Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.

    Gostou de aprender sobre os equipamento de UTI para recém-nascidos? Aproveite e visite a página da Medicalway para conhecer nossos produtos!

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