Conheça 8 aplicativos que podem ser usados na área médica

A cada dia, a tecnologia e a medicina caminham mais juntas, o que traz diversos benefícios ao setor. Nesse contexto, os aplicativos da área médica são um exemplo de tecnologia presente no cotidiano de profissionais e pacientes.

Um grande leque de opções vem trazendo soluções bastante acessíveis. Ferramentas de suporte para a decisão médica, consulta a bancos de dados, troca de informações, controle de agenda, gestão de estoque, financeira e de atendimento ao cliente, facilitam o dia a dia de médicos e profissionais das mais diversas áreas do setor de saúde.

No entanto, com tantas opções, é difícil selecionar as que mais valem a pena, certo? Pensando nisso, elaboramos esta lista com 8 indicações de aplicativos da área médica que podem ser usados na seu dia a dia. Confira!

1. Medscape

Um dos aplicativos mais utilizados por profissionais da área médica, o Medscape, está entre os mais completos e atualizados bancos de dados. Com informações detalhadas sobre patologias, diagnósticos, tratamentos, medicamentos, protocolos de atendimento, exames e artigos médicos selecionados criteriosamente, ele é uma ferramenta de suporte à prática clínica.

O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS, contabilizando cerca de 5 milhões de usuários em todo mundo, além de ser reconhecido pelo FDA — Food and Drug Administration.

Dentre suas principais funcionalidades, podemos destacar: ferramenta de verificação de interação medicamentosa, lista de medicamentos com respectivas dosagens, calculadoras médicas e banco de imagens de patologias e exames. Além disso, o aplicativo contém sempre notícias atualizadas sobre medicina.

2. WHO (World Health Organization)

Trata-se do aplicativo da Organização Mundial de Saúde, sendo essencial para os profissionais se manterem atualizado sobre questões de saúde pública, orientações e novidades da área de saúde.

O aplicativo fornece atualizações sobre pandemias e alertas sobre o surgimento de novas doenças — como o recente caso do Zika vírus. Além disso, dispõe de atualizações em pesquisas e medicações, tudo em inglês e com o crivo do Ministério da Saúde.

A ferramenta está disponível para aparelhos Android e iOS.

3. Genéricos BR

É um dos apps de maior popularidade entre médicos em âmbito nacional. Devido ao grande número de fabricantes e opções de medicamentos, fica difícil até para os médicos evitar confusões. Assim, esse aplicativo lista as opções de genéricos de acordo com os nomes das medicações de referência.

O Genéricos BR é um dos aplicativos gratuitos mais baixados no Brasil. Disponível tanto para Android quanto para iOS, ele agiliza a prescrição. Isso porque, além da busca pelo nome popular do remédio, ele também permite pesquisar pelo princípio ativo.

Outra funcionalidade disponível é a consulta de bulas de mais de 100 medicamentos genéricos mais o bulário da Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária — e uma lista de fabricantes.

4. CID-10 Pro

O objetivo dessa ferramenta é agilizar a consulta ao código CID — Classificação Internacional de Doenças. Disponível em português e apenas para iOS, o aplicativo permite uma busca extremamente rápida, agilizando o dia a dia do médico no consultório ou hospital.

Além disso, é possível marcar os códigos consultados com mais frequência como favoritos, facilitando ainda mais o acesso a eles. O CID-10 Pro tem uma grande quantidade de informações, um design simples e sensitivo, ajudando médicos e outros profissionais do âmbito clínico hospitalar e lidar com as burocracias cotidianas.

5. iClinic

Esse é um aplicativo de gestão de consultórios e clínicas médicas. Com ele, é possível gerenciar finanças, organizar processos internos e controlar agenda, mesmo remotamente, por meio de um celular.

A ferramenta permite o acesso ao prontuário eletrônico de pacientes, envio de fotos e adição de outras informações à ficha médica, agenda médica online, envio de notificações sobre remarcação e cancelamento de consultas, sincronização de dados de todos os dispositivos, além de garantir o sigilo das informações armazenadas.

6. Doctor +

Assim como o app anterior, o Doctor + também é uma ferramenta para organização de consultórios, clínicas e serviços hospitalares. Com ele, é possível acessar as informações da instituição de qualquer lugar, seja pelo celular ou por outro dispositivo.

Dentre as suas funcionalidades, está o envio de notificações por e-mail sobre a marcação das consultas, como confirmações, desmarcações e mudanças de horários.

7. Whitebook

Similar ao Medscape, o aplicativo da PebMed é um daqueles que todo médico deveria ter, especialmente os plantonistas.

A ferramenta funciona como uma grande biblioteca médica, disponível para acesso offline. Ela tem mais de 100 mil usuários só no Brasil. O conteúdo, escrito por cerca de 20 médicos especialistas, inclui informações sobre doenças e procedimentos de acordo com livros de referência, além de diretrizes importantes, sendo atualizado mensalmente.

Disponível em uma versão gratuita, com limitações, e outra paga, mais completa, com acesso Guia Diagnóstico, mais de 300 orientações de prescrição, bulário com 6 mil medicamentos e consulta aos Procedimentos SUS e ao CID-10.

8. Cloudia

Trata-se de uma secretária virtual que permite a automatização de todo o atendimento por aplicativos de mensagens.

A ferramenta funciona pelo Facebook Messenger e pelo Whatsapp web, e com ela você pode automatizar o agendamento de horários, envio de lembretes aos pacientes, tirar dúvidas e muito mais.

Além disso, o aplicativo pode facilitar a captação de novos pacientes por meio da associação com os anúncios patrocinados no Facebook Ads, por exemplo.

Além desses, muitos aplicativos que não são específicos para a área médica podem ser muito úteis na gestão hospitalar, como o Google Agenda, o Evernote e o ZeroPaper, software de gestão financeira. Não faltam ferramentas para facilitar a rotina de quem trabalha com saúde, seja no consultório, em clínicas ou em ambiente hospitalar.

Do atendimento à gestão, os aplicativos da área médica são um ótimo exemplo dos benefícios da tecnologia para a área de saúde, com informações confiáveis e relevantes, além de funcionalidades que otimizam os processos dos mais variados setores.

Se você gostou das nossas sugestões de aplicativos médicos, não deixe de ler também sobre os 7 principais avanços tecnológicos na medicina. Afinal, a transformação digital vem impactando a vida de todos nós e não seria diferente com a área de saúde, não é mesmo?

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    Não perca 9 boas práticas para fazer a gestão de insumos hospitalares

    A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.

    Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde. Portanto, há garantias de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.

    Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!

    1- Gerencie a demanda

    Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.

    Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item.  A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade de observar a demanda.

    2- Organize os materiais por categoria

    Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar. Mas, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.

    Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.

    3 Otimize a armazenagem e estoque

    Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.

    4. Adeque as quantidades ao consumo

    Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos . Assim sendo, minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.

    Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos. Levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes ao realizar sua compra,

    5. Analise relatórios e integrações

    Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos e controle de estoque. E também, atender aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.

    Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro. Por exemplo, a contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.

    Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.

    6. Automatize o processo

    A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo. É claro que na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata. Isso por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.

    7. Realize inventários frequentes

    Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.

    O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema. Assim em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.

    8. Disponibilize treinamento aos funcionários

    Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.

    Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta. Portanto, fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes. Perdas por fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.

    9. Estabeleça uma boa relação com os fornecedores

    Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado. No entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.

    Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido. E assim sendo, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.

    Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática. Dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer. Como por exemplo o desabastecimento do estoque. Ou perdas e faltas de medicamentos devido ao armazenamento incorreto. Além das falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.

    Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.

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    Tecnologia em equipamentos médicos: o que considerar ao adquirir?

    A tecnologia em equipamentos médicos tem se mostrado cada vez mais presente no setor de saúde, revolucionando os processos e gerando uma séria de benefícios. Alguns deles são conforto ao paciente, diagnóstico mais preciso, atenção direcionada aos problemas clínicos, redução de falhas, economia de tempo, inovação dos serviços, entre outros. Tudo isso pode proporcionar o aprimoramento da prevenção, promoção da saúde, tratamento e qualidade de vida.

    Dessa forma, elaboramos este conteúdo para mostrar por qual motivo é necessário contar com a tecnologia e como escolher a mais adequada, de acordo com o dia a dia da instituição de saúde. Confira!

    Segurança e precisão

    Os equipamentos precisam contar com o que existe de mais moderno na tecnologia, com o intuito de manter a segurança e precisão de todos os serviços prestados. Além disso, a empresa fornecedora precisa contar com uma equipe de técnicos treinados e qualificados para ajudar na escolha dos itens, seguindo as principais demandas do hospital, clínica ou consultório.

    Qualidade dos produtos oferecidos

    Também, é preciso verificar a qualidade dos equipamentos a serem adquiridos. Nesse caso, faça pesquisas com os fornecedores para certificar das marcas, modelos e o que é referência no ramo. Com isso, fica mais fácil reduzir eventuais riscos, e as possibilidades de passar por problemas no futuro são diminuídas.

    Reputação do fornecedor

    Buscar referências sobre a reputação do fornecedor com quem pretende adquirir tecnologias também é fundamental. Então, antes de escolher o melhor parceiro, o mais indicado é verificar a fama da empresa no mercado, seja por meio das indicações de antigos clientes, pesquisa em páginas da internet, redes sociais e demais locais onde possa obter informações. Além disso, verifique as seguintes questões:

    • se os equipamentos respeitam as normas e regulamentações desenvolvidas pelos órgãos regulamentadores, como, por exemplo, a ISO;
    • se o fornecedor disponibiliza treinamento quanto ao uso da tecnologia;
    • para quais outras instituições de saúde ele fornece serviços.

    Pós-venda e suporte oferecido

    As inovações tecnológicas para a área da saúde precisam de cuidados especiais de forma periódica. Então, além da aquisição, é necessário se preocupar com o suporte técnico adequado. Por esse motivo, é preciso levar em conta empresas que ofereçam serviços de manutenção, calibragem e demais.

    Será muito útil ter esse tipo de auxílio de quem vendeu o equipamento, entender tudo sobre seu funcionamento e contar com alguém que realmente conheça a ferramenta a fundo para esclarecer quaisquer tipos de dúvidas.

    Agora que você já conhece os benefícios propostos pela tecnologia em equipamentos médicos e o que deve ser observado ao adquirir as melhores ferramentas, contar com a Medicalway como a parceira e seus diferenciais pode ser a solução certa para você.

    Isso porque somos uma empresa que está sempre atenta às tendências do mercado, se destacando pela qualidade dos serviços prestados aos seus clientes, além de proporcionar acesso a equipamentos de alta tecnologia.

    Também, temos como objetivo oferecer condições acessíveis ao mercado, acompanhamento pós-venda e suporte técnico rápido e especializado.

    Quer conhecer melhor sobre as soluções oferecidas e como elas podem ajudar na rotina do hospital? Então, entre em contato conosco agora mesmo para esclarecer suas principais dúvidas!

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    O que fazer com os equipamentos obsoletos do hospital?

    Equipamentos obsoletos em hospitais podem representar prejuízos tanto para os pacientes, que precisam de materiais de qualidade, com as melhores tecnologias e em pleno funcionamento durante um atendimento, quanto para a gestão hospitalar.

    Isso porque equipamentos obsoletos podem resultar em crises financeiras, a partir do desperdício de recursos, e até na crise na imagem, quando ocorre o descarte inadequado dos materiais e a constante ausência desses elementos com a máxima tecnologia, que são essenciais para a qualidade no atendimento dos pacientes.

    Pensando em evitar os problemas mencionados acima, preparamos este artigo com informações essenciais para que os ambientes hospitalares saibam o que fazer com equipamentos obsoletos. Continue a leitura!

    O que fazer com equipamentos obsoletos?

    A resposta para a pergunta acima não pode ser simples, já que a Lei 12.305/2010 exige que as empresas descartem os resíduos de forma responsável e ambientalmente correta. O descumprimento disso poderia acarretar em problemas judiciais e até para a reputação da instituição diante dos pacientes, investidores e fornecedores. Além disso, é preciso pensar em alternativas mais viáveis também economicamente.

    Gerenciamento da obsolescência

    A partir de um gerenciamento adequado e que evite a obsolescência, é possível driblar gastos desnecessários com o material e ter um melhor aproveitamento dos recursos da instituição.

    Uma maneira de atingir esse objetivo é ao analisar componentes dos equipamentos que têm uma vida útil mais curta que os produtos finais e repô-los com frequência para não comprometer o equipamento. Isso exige um controle de estoque rigoroso.

    De qualquer forma, é preciso ter em mente que até os componentes se tornam obsoletos em um determinado momento, o que torna necessária a procura por produtos similares no mercado e que cumpram o mesmo propósito que o produto original. Assim, os equipamentos aumentam o seu tempo de vida, sem que isso comprometa a segurança, já que existem patentes por trás dos materiais.

    Manutenção preventiva

    A melhor forma de elevar o tempo de vida útil dos equipamentos, fugindo dos problemas mencionados acima, é atuar de forma preventiva, como a inspeção dos materiais para que se encontre possíveis falhas ou indícios delas.

    Isso pode livrar os equipamentos de situações mais sérias no futuro, que também exige um gasto mais elevado para manutenção. Assim, certifique-se de ter cuidados, como:

    • ao manusear o equipamento para que os operadores tenham capacidade técnica;
    • ao transportar o equipamento para que os movimentos não causem danos;
    • as condições ambientais, como temperatura, luminosidade, umidade e fluxo de ar;
    • a higienização adequada, como a descontaminação periódica do aparelho;
    • a calibração, que deve ocorrer periodicamente para atestar o desempenho do equipamento.

    Descarte adequado

    Como dito inicialmente, é indispensável considerar o descarte adequado dos equipamentos, já que eles são resíduos eletrônicos e apresentam riscos ao meio ambiente, se não ocorrer de forma correta.

    Por exemplo, ao contratar uma empresa especializada para o descarte ou ao reaproveitar os materiais de diferentes formas, mesmo quando o produto já está obsoleto, já que os metais podem ser extraídos para reúso consciente.

    De qualquer forma, é sempre importante priorizar a compra de materiais de qualidade e alta tecnologia, desfazendo-se de equipamentos obsoletos, que já não atendem às necessidades dos pacientes nem a do hospital.

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