Saiba como implementar um equipamento de ressonância magnética no hospital

As clínicas que possuem ou precisam configurar equipamentos de ressonância magnética (RM) sabem que são aparelhos sofisticados, grandes e que demandam cuidados especiais para que continuem eficientes na realização de exames. Da mesma forma, a busca por um equipamento de RM deve atender a alguns critérios importantes.

Neste post, você vai encontrar o que considerar nessa pesquisa. Também reunimos a importância dos equipamentos de ressonância magnética e como funcionam os principais cuidados para sua implementação. Acompanhe!

Qual é a importância da ressonância magnética no hospital?

É por meio do aparelho de ressonância magnética que é possível visualizar as menores alterações no organismo de um paciente. O exame de diagnóstico por imagem é capaz de criar imagens de alta definição dos órgãos internos usando um campo magnético.

A ressonância magnética não usa a radiação ionizante. Contudo, quando o aparelho tem um campo magnético potente, é importante tomar cuidado para os pacientes não utilizarem elementos metálicos no exame, como joias.

Diferentemente de uma tomografia, que usa contraste iodado, o exame da ressonância magnética faz a aplicação do gadolíneo, que gera menos reações alérgicas aos pacientes, além de baixo risco de comprometimento da função renal.

Como implementar o equipamento de ressonância magnética?

A implantação da ressonância magnética pode ser um momento difícil quando não há um planejamento por parte da gestão hospitalar. A seguir, vamos explicar algumas etapas que não podem falta na implementação do equipamento de ressonância magnética.

Tenha a definição da planta do local de implementação

O local de implementação do equipamento deve ser bem planejado. Observe, por exemplo, a distâncias mínimas entre o corpo da máquina até locais com massas metálicas em movimento, como os elevadores, a garagem e a passagem de automóveis.

Alinhe o posicionamento da sala de comandos

Para a implantação de uma ressonância magnética, a sala de comandos deve ter um posicionamento adequado em relação ao eixo do equipamento. É importante que o operador da máquina tenha uma visão abrangente do paciente dentro do túnel.

Planeje a rota de acesso

A ressonância magnética, além de ocupar espaço, é um dos equipamentos hospitalares mais pesados. Seu peso gira em torno de 6.000kg e o aparelho conta com dimensões avantajadas, o que dificulta a sua passagem pelas portas. Por conta dessas características, é indispensável que seja planejada a rota de entrada do equipamento com muita antecedência.

O que considerar no momento de escolher o equipamento?

O momento de escolher a ressonância magnética é decisivo para o futuro de um hospital, principalmente no que diz respeito às suas finanças. Estamos falando de um investimento de milhões de reais, o que não abre espaço para qualquer erro ou equívoco por parte dos responsáveis pela escolha do equipamento.

Para tomar a decisão certa, alguns critérios precisam ser considerados. Confira a seguir!

Potência da ressonância magnética

A potência do campo magnético determina a qualidade das imagens da ressonância e o tempo para a realização de exames. As opções mais comuns no mercado vão de potências abaixo de 1 Tesla até 3 Tesla.

Veja, logo abaixo, quais são as características de uma:

  • Abaixo de 1 Tesla: equipamento de campo aberto e muito pouco usado hoje em dia devido à baixa qualidade das imagens. É usado principalmente para diagnósticos em extremidades corporais.
  • 1 Tesla: aparelho de ressonância magnética fabricado até o início dos anos 2000. As opções de 1 Tesla contam com menos funcionalidades e baixa qualidade de exame, o que pode comprometer a realização de diagnósticos.
  • 1,5 Tesla: esses são os equipamentos mais usados por clínicas de radiologia. São bastante indicados por conta do custo benefício e da qualidade para a realização dos exames de rotina em hospitais e clínicas (com exceção da neurorradiologia).
  • 3 Tesla: é o modelo mais potente para a ressonância magnética. É recomendado para a realização de investigações neurológicas e musculoesqueléticas por conta da elevada qualidade.

A potência de um aparelho pode garantir a realização de tipos de exame, mas acabar impedindo o atendimento a determinados tipos de paciente.

Bobinas de gradiente

As bobinas são um dos principais critérios para avaliar a escolha do aparelho de ressonância magnética. Trata-se de imãs pequenos (bobinas eletromagnéticas) que permitem a localização espacial do sinal de RM nos eixos ortogonais X, Y e Z.

Essa localização é avaliada a partir duas métricas. Com a amplitude, é feita a medição da distância do campo magnético em uma direção. Com a velocidade de inclinação, é possível avaliar o tempo para que o sistema saia do zero e consiga atingir o pico de amplitude.

Quando o equipamento de ressonância magnética conta com alta potência em amplitude e velocidade de inclinação, ele tem um desempenho acima da média. Porém, também há uma diferença significativa no preço.

Campo de magnetismo

Aparelhos de campo fechado são os mais usados no mercado. Eles costumam utilizar de 1 a 3 Tesla de potência e contam com uma abertura de 60 a 70 cm para a realização do exame.

Por outro lado, os equipamentos de ressonância de campo aberto não precisam que os pacientes entrem na máquina para o exame. O aparelho é aberto dos três lados e tem um imã permanente com potência de 0,35 Tesla.

A ressonância de campo aberto costuma ser indicada para os pacientes claustrofóbicos, com obesidade avançada e outros casos que exigem esse tipo de equipamento.

Relação sinal-ruído

A relação sinal-ruído tem um impacto direto na qualidade da imagem gerada na ressonância magnética. Quando o equipamento possui uma relação sinal-ruído baixa, o contraste entre diferentes tecidos é obscurecido por ruídos exteriores. Já uma relação elevada gera imagens com uma melhor resolução espacial e imagens mais rápidas.

Sistema de radiofrequência

O sistema de radiofrequência determina quantos canais independentes podem receber sinais das bobinas. Quanto mais canais, maior é a relação sinal-ruído do equipamento de ressonância magnética, o que viabiliza técnicas de aquisição paralela no aparelho.

Chegamos ao final do post. Esperamos que essas dicas ajudem você que está pesquisando equipamentos de ressonância magnética. Vale ressaltar que essas máquinas devem passar por calibrações periódicas para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.

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    Foco cirúrgico de teto: saiba como surgiu e quais os parâmetros

    A cirurgia é uma das maiores invenções da medicina ocidental. Isso porque ela resolve, em poucas horas, problemas que seriam impossíveis de se resolver somente com o uso de medicamentos. As cirurgias salvam vidas!

    Para realizar uma cirurgia de sucesso, você e a sua equipe precisam visualizar bem o que estão fazendo. Por isso, é notória a importância do uso do foco cirúrgico de teto na cirurgia.

    Esse dispositivo composto por lâmpadas é fundamental para o sucesso do procedimento e do bem-estar do paciente. Você quer saber mais sobre o foco cirúrgico? Então, continue a leitura para descobrir!

    Como surgiu o foco cirúrgico?

    As técnicas cirúrgicas que temos nos dias de hoje não existiam antes do fim do século XIX. No passado, as cirurgias eram feitas de maneira rudimentar e os índices de mortalidade durante um procedimento cirúrgico eram altíssimos. Com o passar do tempo, os cirurgiões aprenderam com os seus erros e inventaram muitas inovações. Entretanto, ainda havia um obstáculo para eles: a ausência de luminosidade adequada no centro cirúrgico.

    Até os anos 1880, as cirurgias eram feitas usando apenas a luz solar. Portanto, a arquitetura do bloco era projetada para receber bastante luz natural em pontos estratégicos, utilizando recursos como claraboias, janelas e espelhos. Mesmo com a ajuda da arquitetura, a luz solar não conseguia iluminar o corpo do paciente. A partir dessa necessidade, a energia elétrica foi introduzida nos locais onde eram feitos os procedimentos.

    Analogamente, nessa época, surgiu um aparelho revolucionário: o foco cirúrgico. O uso desse equipamento fez com que as cirurgias ficassem mais sofisticadas e bem desenvolvidas. O desempenho dos cirurgiões e de suas respectivas equipes melhoraram muito, porque enxergavam melhor e não dependiam mais da luz do dia para fazer cirurgias. Em outras palavras, eles operavam com mais qualidade e em mais quantidade.

    Para que serve o foco cirúrgico de teto?

    Como sabemos, o foco cirúrgico de teto serve para ajudar a equipe médica durante a cirurgia. Ele é a ferramenta responsável por assegurar a visibilidade e a iluminação de alto nível para os profissionais da saúde que o utilizam na realização de cirurgias. Sem esse artifício, não é possível ter foco de luz nas zonas mais delicadas e específicas do corpo humano. Logo, esse dispositivo tem a função de tornar viável qualquer tipo de prática cirúrgica.

    Quais são os parâmetros de medição do foco cirúrgico?

    Os parâmetros que determinam a funcionalidade de cada tipo de foco cirúrgico são:

    • iluminância (lux);
    • iluminação central máxima (Ec);
    • campo de luz central.

    Todos esses parâmetros são medidas e formas de iluminação que estão presentes nos dispositivos de foco de luz, e que fazem eles funcionarem de acordo com a necessidade da cirurgia.

    Quais são os tipos de foco cirúrgico?

    Há dois tipos de equipamentos: o foco cirúrgico de teto e o portátil. Cada um tem finalidade e jeito específicos. Veja:

    Foco cirúrgico de teto

    Como você sabe, o foco cirúrgico de teto ilumina todo o local no qual a cirurgia está sendo concentrada. Ele é fixado no teto do bloco cirúrgico para iluminar muito bem o corpo do paciente. As luzes são muito brilhantes e são feitas de tecnologias modernas que impedem a emissão excessiva de calor.

    Foco cirúrgico portátil

    O foco cirúrgico portátil — aquele que serve para iluminar as áreas que precisam de muita claridade para serem enxergadas pelo cirurgião — facilita a mobilidade do aparelho. Servindo para regiões que a falta de mobilidade do foco cirúrgico de teto não permite alcançar.

    Em síntese, ter uma boa iluminação no centro cirúrgico é primordial para a realização de procedimentos cirúrgicos de sucesso e, também, para o avanço da medicina. Portanto, é importantíssimo investir nesses equipamentos, principalmente no foco cirúrgico de teto.

    Na Medicalway você encontra o aparelho ideal! Temos o foco cirúrgico de teto perfeito para todos os tipos de cirurgias. Gostou do texto? Então, conheça mais sobre os focos cirúrgicos da Mindray, um dos principais fornecedores globais de dispositivos e soluções médicas!

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    Como é feita a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem?

    É muito importante que as instituições de saúde dê a devida atenção quando o assunto é a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem, já que diversos aparelhos relevantes para o atendimento aos pacientes, diagnóstico e auxílio para a recomendação do tratamento adequado fazem parte desse processo, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, raio-X, ultrassom e mamógrafo.

    Além disso, a falha dos equipamentos decorrentes da falta de manutenção podem ocasionar em ua séria de problemas, como a suspensão de exames, divergências nos resultados, insatisfação do público e demais complicações que vão impactar no orçamento da empresa, bem como na sua imagem perante o mercado.

    Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para mostrar os principais cuidados com a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Acompanhe!

    Quais são os tipos de manutenções existentes?

    A manutenção de equipamentos hospitalares podem ser:

    • preventiva: é aquela realizada de maneira periódica, com o intuito de assegurar o melhor desempenho dos aparelhos e, assim, evitar riscos, falhas ou manutenção corretiva frequente;
    • corretiva: serve para reparar danos e falhas nos equipamentos, com o objetivo de corrigir o seu funcionamento. Dependendo do aparelho, sua paralisação e conserto pode provocar grandes impactos nas instituições de saúde.

    Quem deve realizar as manutenções?

    O representante exclusivo ou revendedor autorizado da marca dos equipamento é sempre indicado para fazer a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Isso porque, são qualificados para reparar a máquina, além de usarem peças originais de reposição e conseguirem acessar atualizações do dispositivo.

    Como a manutenção é feita na prática?

    A primeira fase é a realização do inventário, onde são reunidas as informações a respeito do número de patrimônio, os dados do fabricante, tipo de revisão, entre outros. Após, os aparelhos passam pela inspeção e higienização, onde recebem lubrificação e calibração, conforme as particularidades de cada máquina. Em caso de riscos de defeitos, as peças também podem ser trocadas.

    Nos aparelhos que usam radiação para a obtenção de imagens, ignorar o controle de qualidade por gerar sérias consequências. Para manter o bom funcionamento, a calibração periódica do feixe de raios-X é essencial. Por exemplo, nas máquinas de ressonância magnética essas calibrações são necessárias para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.

    Após as manutenções é preciso fazer um levantamentos dos principais reparos, que vai servir como base para a tomada de decisão gerencial, além de entender a eficácia desse serviço.

    Quais os principais cuidados a serem tomados?

    Existem vários cuidados que podem se alinhados com as manutenções para aumentar a vida útil dos aparelhos.

    Faça a manutenção preventiva de maneira regular

    A manutenção preventiva é indispensável para manter os equipamentos funcionando da melhor maneira, de acordo com todos os padrões de segurança e operacionais definidos pelo fabricante.

    Use os equipamentos corretamente

    Esse cuidado é fundamental, por isso, é necessário manter o time treinando para manuseá-los. Também é importante realizar atualizações em intervalos regulares para fortalecer o conhecimento, principalmente em setores onde ocorre uma alta rotatividade dos integrantes do time.

    Tenha cuidado com os componentes

    Esse processo abrange baterias, chassi de fósforo, filmes radiográficos e detectores. Além disso, confira as recomendações do fabricante que vão contribuir para a manutenção dos componentes em boas condições e a ofertar a melhor qualidade das imagens.

    Separe o ambiente adequado para os aparelhos

    É necessário manter as máquinas na temperatura ideal, que podem ser identificada no manual de fabricação elaborado pelo fabricante. Também e preciso um bom sistema elétrico, já que problemas podem interromper repentinamente o funcionamento do equipamento e causar danos ao programa.

    Agora que você entender a importância da manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem e os principais cuidados a serem tomados, é necessário ter uma empresa como a Medicalway como parceira, que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, com vários anos de experiência no mercado. Também oferece toda a assistência e suporte para as soluções vendidas por meio de uma equipe altamente qualificada.

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    Por que fazer a manutenção corretiva de equipamentos médicos hospitalares?

    Além de contar com equipamentos inovadores para assistência, diagnóstico e tratamento de doenças, é necessário que as instituições de saúde implementem os cuidados adequados para que essas máquinas estejam sempre em perfeitas condições. Assim, pode-se evitar qualquer tipo de problema que possa afetar a qualidade dos serviços prestados e segurança dos pacientes. Entre os principais está a manutenção corretiva.

    Apesar de ser um procedimento essencial, muitos gestores não entendem a sua importância, bem como a sua diferença para a manutenção preventiva, que apresenta outra finalidade. Para esclarecer as principais dúvidas, elaboramos este conteúdo. Confira!

    O que é manutenção corretiva e em que se diferencia da manutenção preventiva?

    Existem dois tipos de manutenção de equipamentos médicos hospitalares: a corretiva e a preventiva.

    A manutenção corretiva se trata do serviço que busca resolver problemas de funcionamento, identificados no aparelho. Como exemplo, citamos falhas durante os processos, quebra, entre outros.

    Já a manutenção preventiva é aplicada justamente para que essas complicações não ocorram. Nesse caso, o procedimento é feito periodicamente para averiguar os equipamentos e recomendações dos fabricantes. O objetivo é assegurar a eficiência máxima e evitar riscos de falhas e demais fatores que podem afetar o atendimento aos clientes e atividades da rotina de hospitais, clínicas, consultórios e outros.

    Qual a importância da manutenção corretiva?

    Realizar a manutenção corretiva dos equipamentos médicos é imprescindível por diversos motivos. Entenda os principais, a seguir!

    Minimiza os custos

    Quando a manutenção corretiva é aplicada adequadamente e em tempo hábil, evita-se o cancelamento de exames, tratamentos e demais procedimentos agendados, o que pode comprometer de maneira considerável o faturamento da unidade de saúde. Por isso, essa é uma medida importante para reduzir custos e evitar prejuízos.

    Reduz a necessidade de substituição das máquinas

    Uma boa manutenção corretiva aumenta a vida útil do equipamento, bem como a sua função operacional. Sendo assim, a necessidade de trocas frequentes de tecnologias é reduzida, tendo em vista que os itens serão bem-cuidados.

    Caso contrário, existem grandes chances das falhas e danificações já solucionadas ocorrerem novamente e em períodos de tempo muito curtos, levando a uma maior necessidade de troca e compra de dispositivos.

    Eleva a vida útil dos equipamentos

    Como já foi dito, quando uma ferramenta de trabalho está sempre bem conservada, precisa ser trocada com menos frequência. Por esse motivo, a manutenção corretiva é tão necessária. Mesmo que o equipamento sofra danificações ou falhas, seu conserto ágil restabelece o seu funcionamento, evitando impactos negativos nas operações das instituições de saúde.

    Otimiza os parâmetros de confiabilidade

    Aparelhos seguros apresentam chances mais baixas de funcionarem de maneira inapropriada em qualquer tipo de tratamento ou exame. Dessa forma, é preciso verificar se os prestadores de serviços contam com analisadores e simuladores devidamente calibrados para serem utilizados com exatidão.

    Com esses cuidados, é possível obter padrões certificados e identificar se o equipamento médico se encontra regular perante as recomendações do fabricante, funcionando da forma que deve ser.

    Mantém os padrões de segurança

    Fazer as manutenções corretamente e no prazo certo é uma ótima maneira de assegurar a adequação às normas de segurança. Além disso, atender a essas referências certificadas é uma boa forma de atestar a eficiência dos aparelhos, gerando maior confiabilidade e precisão nos procedimentos executados.

    Agora que você entendeu a importância da manutenção corretiva e seus benefícios, ao adquirir equipamentos médicos, o ideal é contar com uma empresa de confiança e experiente no mercado, como a Medicalway. Prestamos assistência técnica e manutenções para todos os aparelhos oferecidos.

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