Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma. A sala de cirurgia é um ambiente essencial para procedimentos médicos, como você já sabe. Ela precisa contar com instrumentação correta, torre de equipamentos, carrinho de medicamentos, cesto de materiais usados e um aparato essencial: a mesa cirúrgica.
Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.
Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!
A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.
Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.
Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.
A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:
Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.
Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.
Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.
De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:
As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.
As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.
Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.
A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!
Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.
Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.
Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.
Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.
Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.
A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.
Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.
Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.
Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.
O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.
Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.
Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.
Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:
Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.
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Se você é médico e gestor de sua própria clínica, deve pensar muito sobre a melhor forma de reduzir custos e aumentar o lucro. Neste post, você entenderá sobre uma das formas de conseguir esse feito sem dor de cabeça: trata-se da locação de equipamentos médicos para clínicas ou centros de saúde.
Mas, antes de definir se essa estratégia é a melhor para você, vamos entender um pouco mais sobre as vantagens e desvantagens dessa modalidade. Acompanhe a seguir!
O aluguel de equipamentos serve para as empresas que não têm caixa ou capital suficiente para investir na compra desse tipo de ferramenta de trabalho, já que é algo que apresenta alto valor de compra no mercado.
Para adquirir os aparelhos por meio de aluguel, é preciso ter um profissional especializado e habilitado para laudar os exames, entrar em contato com as locadoras e assinar o contrato de aluguel.
Antes de efetivar a assinatura, o ideal é prestar atenção em alguns pontos-chave para a gestão, como valor de aquisição (mensal, semestral ou anual), manutenção, responsabilidade de conserto caso o equipamento apresente defeitos e garantia.
Empregar capital em equipamentos que, dentro da contabilidade, serão apenas imobilizados, talvez não seja a melhor saída para quem deseja crescer rapidamente e oferecer qualidade de serviço. Veja agora quais os benefícios de alugar esses equipamentos.
Alugar equipamentos pode trazer melhor qualidade, devido à tecnologia de ponta com a qual as locadoras trabalham e que tem alto valor de mercado. Dessa forma, as clínicas e instituições de saúde conseguem usufruir de aparelhos altamente tecnológicos a baixo custo.
Outro ponto importante a ser levado em conta quando falamos em benefícios é a melhora da administração de recursos, já que a mensuração dos custos do serviço será de acordo com um valor fixo de aluguel e o gestor não precisará se preocupar com depreciação e manutenção, reduzindo custos e otimizando lucros.
Dedução de IR: contratos de aluguel são passíveis de redução dos impostos da empresa, aliviando os gastos dela.
O suporte técnico costuma ser rápido e eficaz, fazendo com que os donos do empreendimento não tenham preocupação quanto a isso e sejam melhor atendidos, enquanto as empresas que optam por comprar esse tipo de equipamento teriam que gastar com reparos.
O suporte garante que os produtos contratados continuem funcionando de forma apropriada e, quando isso acontece, os pacientes e seus acompanhantes reconhecem o atendimento como um dos melhores, alavancando a reputação do centro de saúde.
Quando se trata de aluguel de aparelhos médicos, é preciso contar com uma empresa séria e eficiente, que ofereça atendimento em tempo integral e um bom suporte para evitar problemas. Dependendo da situação orçamentária, a locação de equipamentos médicos é uma boa opção para economizar.
Já ouviu falar da Medicalway? Somos a melhor opção para você que precisa da locação de equipamentos médicos, pois proporcionamos parcelas fixas, renovação do aparelho quando necessário e linha de crédito intacta. Além disso, não imobilizamos os equipamentos, não pedimos entrada e, o melhor, oferecemos todos os papéis necessários para sua contabilidade utilizá-los na dedução de impostos.
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Assim como os seres humanos podem adoecer em certos momentos da vida, os animais também contraem doenças ao longo de sua jornada. E, como a maioria das pessoas ama esses bichinhos, os veterinários, por meio de estudos, descobriram que é possível fazer cirurgias nos pets, isso tudo com o objetivo de auxiliá-los em diversas situações.
Apesar de ser muito praticada, a intervenção cirúrgica em animais é delicada e exige certos cuidados no pré e pós-operatório. Por essa e outras razões, é necessário conhecer mais a fundo esse tema. Neste post falaremos sobre a cirurgia veterinária, isso para que você tire suas dúvidas sobre os procedimentos cirúrgicos em cachorros e gatos.
Deseja saber mais sobre o assunto? Continue a sua leitura!
Quando o tema é cirurgia animal, podemos ter uma noção do quanto este assunto é amplo, afinal, existem inúmeras operações para diferentes espécies de animais. E, saiba que alguns dos procedimentos comuns podem ser feitos com o apoio de ONG’s e pessoas ligadas ao mundo animal. Veja abaixo quais são realizados com frequência!
A castração é eleita o procedimento mais realizado nos pets, principalmente em cães e gatos. Esta cirurgia tem como principal objetivo cessar a reprodução, o que traz diversos benefícios para o animal, principalmente para as fêmeas que vivem em situação de abandono, pois caso ela venha a procriar, trará ao mundo mais bichinhos que viverão em situação de desprezo.
O procedimento em cães e gatos machos é feito por meio da retirada dos testículos. Este órgão é responsável pela produção de testosterona, que nada mais é do que um hormônio sexual masculino responsável pelo comportamento sexual do animal, sendo assim, ao efetuar a retirada dos testículos, a produção cessa e torna o cão ou gato infértil.
Já no caso de gatas e cadelas, a operação é efetuada por meio de uma incisão no abdômen e retirada das trompas, do ovário e do útero, impossibilitando a mesma de engravidar.
Mas, é necessário lembrar que toda cirurgia animal deve ser discutida com um veterinário de confiança, além de fazer todos os procedimentos pré-cirúrgicos necessários, como exames, raios-x e entre outros, para evitar que futuras complicações venham a acontecer ou até a morte do animal.
A piometra nada mais é que um distúrbio uterino que acomete cachorras e gatas e que é mediada pelo hormônio reprodutivo progesterona. Entre os principais sintomas que os animais acometidos pela doença sentem, podemos citar:
O tratamento mais indicado para o tratamento desse problema, é a cirurgia. O procedimento consiste na retirada do útero que está infeccionado. E, a paciente também irá receber antibióticos, remédios para a dor e soro para auxiliar nos cuidados com os rins. Vale salientar que, a indicação da cirurgia é feita para evitar complicações como a ruptura uterina, septicemia e insuficiência renal.
Quando se fala em tumor, todos ficam receosos. Mas, saiba que até os animais podem ser acometidos por essa terrível ameaça. Contudo, perceber que o animal está com algum problema é importante para que ele seja levado ao veterinário. Após ter certeza do que se trata, o médico do animal poderá indicar a cirurgia de remoção. A retirada cirúrgica assusta, mas é uma das melhores alternativas.
Então, a cirurgia veterinária salva muitas vidas todos os dias e é fundamental para o bem-estar dos animais. Se você tem uma clínica de cuidados com os animais, certifique-se de que o local possui equipamentos adequados para realizar as cirurgias, sejam elas de grande ou pequeno porte.
A Medicalway é uma empresa que vende equipamentos médicos e hospitalares, e que possui muitas opções para centros cirúrgicos. Também disponibiliza itens de UTI e para os centros de imagens (ultrassom). Portanto, se estiver precisando de algum item, não deixe de fazer um orçamento.
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A aplicação de anestesias em pequenos animais pode ser aplicada em várias situações como forma de reduzir a dor do paciente por um determinado período, por exemplo, nos processos cirúrgicos, procedimentos ambulatoriais, realização de exames, entre outros. No entanto, é importante ter em mente que cada animal possui especificidades que precisam de ser levadas em conta no momento de escolher o tipo mais apropriado e fazer com que a intervenção seja um sucesso.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer as principais dúvidas sobre o assunto. Acompanhe!
É importante ter em mente que existe um tipo de anestesia mais apropriado para cada situação:
Por meio dela ocorre a persa da sensibilidade da dor sem a perda da consciência do paciente. Os medicamentos utilizados têm a função de bloquear os impulsos nervosos da região a ser operada, sendo comumente usada em procedimentos menos invasivos.
Nesse tipo, o anime perde a consciência totalmente. Isso porque, o fármaco suprime temporariamente a sensação integral da dor. É muito usada nos casos de amputação de membros, cirurgias ortopédicas e castração.
Usa fármacos com a finalidade de bloquear a transdução, transmissão e a modulação do estímulo nociceptivo da medula espinhal. Quando aplicados localmente no tecido nervoso, bloqueiam a conduta nervosa de maneira reversível. Por ser utilizada em bloqueio periférico dos membros, infusão contínua, anestesia epidural etc.
As anestesias em pequenos animais podem ser administradas pelas seguintes vias:
Para que o procedimento seja executado de maneira tranquila e segura, é importante estar atento aos cuidados pré-operatório, que envolve uma avaliação clínica detalhada para averiguar o histórico e estado de saúde do animal (pulmão, coração e região a ser operada), coletar amostrar de sangue e urina. Nesse momento, os profissionais qualificados também vão verificar qual o protocolo mais apropriado para o caso em questão. Outros cuidados que devem ser prestados nessa hora pelo dono do animal são:
Agora que você entende quais são os principais tipos de anestesias em pequenos animais, as vias de administração e cuidados pré-operatórias, também é importante contar com equipamentos de qualidade, já que isso é essencial para que os procedimentos sejam feitos de forma segura e eficaz, com resultados bastantes positivos.
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