Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma

Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma. A sala de cirurgia é um ambiente essencial para procedimentos médicos, como você já sabe. Ela precisa contar com instrumentação correta, torre de equipamentos, carrinho de medicamentos, cesto de materiais usados e um aparato essencial: a mesa cirúrgica.

Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.

Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!

O que é uma mesa cirúrgica?

A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.

Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.

Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.

Como ela funciona?

A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:

Sistema elétrico

Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.

Sistema hidráulico

Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.

Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.

Quais são os principais tipos de mesa cirúrgica existentes?

De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:

Universais

As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.

Especializadas

As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.

Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.

Por que a mesa cirúrgica é tão importante?

A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!

Ajuda a posicionar adequadamente o paciente

Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.

Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.

Agiliza o procedimento cirúrgico

Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.

Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.

Facilita o trabalho dos cirurgiões

Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.

A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.

Garante conforto e eficiência

Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.

Como escolher a mesa cirúrgica certa?

Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.

Considere a especialidade

Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.

Observe a sala disponível

O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.

Confira qual é o melhor tipo de acionamento

Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.

Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.

Verifique as posições

Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:

  • decúbito dorsal (paciente de costas para a mesa);
  • decúbito ventral (paciente de barriga para baixo);
  • decúbito lateral (paciente posicionado ao lado contrário da intervenção cirúrgica);
  • Trendelenburg (adequada para intervenções abdominais);
  • anti-Trendelenburg (adequada para intervenções na cabeça e no pescoço);
  • posição litotômica (posição de parto);
  • posição sentada (paciente sentado em posição ângulo de 90°).

Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.

Para acertar na compra, conte com um fornecedor como a Medicalway, que trabalha com um portfólio completo de modelos e marcas. Aproveite para conhecer nossas opções!

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    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios!

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? Confira os benefícios! Quando você pensa em dificuldade respiratória em pacientes, logo imagina a necessidade de intubação? Pois saiba que essa não é a única alternativa! A ventilação não invasiva, também conhecida como VNI, tem se consolidado como uma opção para garantir bons resultados em diversos quadros.

    Essa técnica oferece suporte ventilatório sem que seja necessário recorrer a métodos invasivos. Com isso, os procedimentos se tornam mais simples e oferecem diversas vantagens em geral.

    Você sabe o que é ventilação não invasiva? A seguir, veja como é feita a ventilação não invasiva e conheça os seus principais pontos positivos.

    Como funciona essa técnica?

    De forma simples, essa modalidade de ventilação evita o uso de soluções como a intubação ou a traqueostomia. Como o próprio nome revela, ela é feita sem que seja necessário invadir o corpo do paciente, por meio de soluções específicas.

    Em geral, ela utiliza equipamentos que criam uma pressão positiva de oxigênio, de acordo com as demandas de oxigenação. Parece complicado? Mas não é! Basicamente, as soluções “empurram” o oxigênio para dentro das vias aéreas, fazendo com que ele chegue ao pulmão. Com isso, o corpo passa a respirar melhor com o apoio dessas soluções.

    Quais são os principais tipos de ventilação não invasiva?

    Pensando em termos de soluções de suporte à ventilação, a VNI pode ser realizada de diversos tipos, com a ajuda de vários equipamentos.

    O BiPAP nada mais é que uma espécie de ventilador portátil, que exerce uma pressão positiva para forçar a passagem de ar pelas vias. Ele também atua sobre a expiração, garantindo as trocas gasosas adequadas. Se houver apenas um nível de pressão, estamos falando de um CPAP.

    Enquanto o CPAP e o BiPAP são frequentemente usados em casa, há opções voltadas para hospitais, como é o caso do PAV. Essa solução de Ventilação Proporcional Assistida consegue identificar as necessidades e as capacidades respiratórias de cada paciente e se adapta a elas. Já o VAPS é um tipo de ventilador pulmonar e que também é aplicável no caso de pessoas entubadas.

    Outra possibilidade ainda mais moderna é o capacete de oxigenação e alta pressão. Ele é completamente vedado e seguro, permitindo que o paciente respire com o apoio de um ventilador mecânico ou somente com a passagem de oxigênio nos níveis certos.

    Além de tudo, a VNI varia de acordo com o papel dos equipamentos. Na versão assistida, o paciente realiza todos os movimentos e recebe apenas uma ajuda do equipamento. Já o modelo híbrido conta com parte dos movimentos feitos pelo equipamento. No tipo controlado, o aparelho realiza todas as movimentações respiratórias, em apoio ao paciente.

    Quando vale a pena utilizar essa abordagem?

    No geral, a ventilação não invasiva é recomendada para pacientes que apresentam alguma dificuldade de oxigenação ou retenção de dióxido de carbono. Também é indicada para quadros com insuficiência respiratória e excesso de força para realizar os movimentos de respiração. Inclusive, é uma alternativa indicada para pacientes que sofrem de apneia do sono, que é aquela interrupção da respiração por alguns segundos durante o descanso.

    No entanto, nem todos os quadros devem recorrer a essa modalidade de terapia. Pacientes que não estejam estabilizados, inconscientes, hipotensos e com outras condições graves não são elegíveis para o uso, combinado?

    Quais são os benefícios dessa técnica?

    Desde que usada corretamente, a ventilação não invasiva é muito benéfica para pacientes e até para os profissionais de saúde. Inclusive, você sabia que ela tem se tornado a solução preferencial em muitos países, para os quadros adequados? Pois é! Para saber por que isso acontece, veja, em seguida, quais são as maiores vantagens dessa abordagem.

    Aumento de qualidade de vida do paciente

    Primeiramente, não podemos deixar de citar que essa é uma forma de os pacientes respirarem melhor, sem tanto esforço. Só por isso a alternativa já é suficiente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    Quem passa por essa terapia sente menos cansaço, dores de cabeça ou dificuldades para realizar as atividades do dia a dia. No geral, é possível ter uma experiência muito melhor no dia a dia graças a isso.

    Diminui os riscos de infecções

    Outro ponto positivo da ventilação não invasiva é que ela oferece riscos muito menores em relação às infecções. Como ela é feita sem a necessidade de intubação ou cirurgias, não há uma “porta de entrada” para bactérias ou outros microrganismos.

    Então, há menos chances de o quadro se agravar, o que é essencial para acelerar o tempo de recuperação e aumentar a segurança para os pacientes.

    Reduz o tempo de hospitalização

    Já que as infecções são menos frequentes e o paciente consegue recuperar a capacidade de respiração mais facilmente, o tempo de hospitalização é menor. Isso é essencial para evitar longas internações, o que aumenta a suscetibilidade a contaminações diversas.

    Para o hospital, isso é positivo porque diminui a taxa de ocupação, liberando leitos para outros pacientes potencialmente mais graves.

    Quais são os diferenciais do aparelho?

    Como dissemos, o grande destaque dos aparelhos de ventilação não invasiva é a atuação externa ao corpo. Por meio de uma máscara ou de um capacete, o paciente recebe a entrada de oxigênio de acordo com as suas necessidades.

    Além disso, há aparelhos que podem ser usados em casa e até durante todo o sono, como é o caso de quem tem apneia do sono. Para melhorar, é uma alternativa que não exige a sedação, o que dá mais autonomia para o paciente e simplifica o cuidado com a capacidade respiratória.

    Como é o uso para pacientes de Covid-19?

    Os pacientes de Covid-19 normalmente encontram dificuldade para respirar por causa do comprometimento das vias aéreas. Inicialmente, o protocolo usado é o da intubação, com uso de respirador e ventilador mecânico na UTI. No entanto, a ventilação não invasiva também pode prestar suporte para garantir a capacidade de oxigenação do organismo.

    No entanto, essa é uma alternativa recomendada para pacientes que não estejam gravemente comprometidos ou instáveis em relação à progressão da doença. No geral, serve como uma alternativa de “pré-tratamento”, inclusive para tentar evitar a necessidade de intubação. No entanto, o monitoramento deve ser completo para que haja uma avaliação sobre possíveis pioras.

    Além disso, é necessário considerar os riscos ampliados de transmissão com o uso de máscaras tradicionais de VNI e cânulas de oxigênio. Por isso, o capacete não invasivo costuma ser uma alternativa mais adequada, já que evita a dispersão de gotículas que levam à contaminação.

    A ventilação não invasiva é uma excelente alternativa para garantir o cuidado certo e a capacidade respiratória para pacientes. Entre as alternativas de interface, o capacete de oxigenação e alta pressão da Medicalway é uma novidade que se consolida como a melhor alternativa disponível para um processo seguro e eficiente.

    Por falar nessa solução, conheça o 7 Lives – Helmet e veja o que destaca essa opção das demais!

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    Quais são os equipamentos de UTI neonatal que não podem faltar?

    As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) acolhem essencialmente os pacientes em quadro crítico, quando o organismo necessita de suporte de aparelhos para a manutenção da vida. Assim, o paciente tem alguma dificuldade no desempenho das funções vitais, precisando de um monitoramento cuidadoso e do suporte de dispositivos e medicações.

    As UTIs para recém-nascidos contam com dispositivos especializados para o acolhimento dos bebês, tendo algumas especificidades em relação à terapia intensiva do adulto. Dessa forma, compreender quais são os equipamentos de UTI neonatal necessários para o acolhimento e segurança dos pacientes é muito importante.

    Neste conteúdo especial que preparamos, vamos fornecer diversas informações sobre esses dispositivos. Venha com a gente para aprender mais sobre o tema!

    Por que a aquisição dos equipamentos certos é tão importante para o bom funcionamento da UTI neonatal?

    A UTI neonatal tem a função de auxiliar na manutenção da vida em condições muito delicadas, quando o bebê nasce prematuro ou sofre com algum acometimento que o impede de exercer plenamente as funções vitais. Os reflexos orgânicos de deglutir, respirar e sugar são adquiridos na trigésima quarta semana da gestação. Assim, se houver nascimento antes desse momento, é necessário que a criança receba cuidados intensivos.

    Dessa forma, contar com os equipamentos certos — o que significa dispositivos de bom desempenho, alta qualidade e que ofereçam o suporte necessário à vida — é essencial. Eles amparam a criança enquanto ela passa pelo desenvolvimento de reflexos e funções vitais.

    Destacamos que a UTI conta com equipe multiprofissional composta de médicos, enfermeiros, assistentes e psicólogos, para auxiliar na assistência à criança e no amparo à família. A presença dos pais é estimulada, contribuindo para a formação de vínculo entre a família e o bebê.

    Quais os equipamentos de UTI neonatal não podem faltar no hospital?

    A UTI neonatal apresenta muitos equipamentos similares aos da UTI adulta. Porém, alguns dispositivos são adaptados e há também incubadoras, que ajudam a manter o ambiente apropriado para o bebê. Veja mais a seguir sobre os aparelhos necessários nesse setor!

    Oxímetro de pulso

    O oxímetro de pulso contém um sensor luminoso para captar a quantidade de oxigênio presente nas artérias e mede a frequência cardíaca, fornecendo, assim, a taxa de oxigenação do sangue. Dessa forma, o aparelho auxilia no monitoramento dos sinais vitais básicos do bebê. É importante encontrar modelos adaptáveis ao paciente neonatal, sempre buscando os melhores fornecedores desses dispositivos.

    Monitores de frequência respiratória e cardíaca

    Os monitores auxiliam no acompanhamento dos sinais vitais da criança. Eles são conectados ao bebê e monitoram a pressão arterial, índice de oxigenação e ritmo do batimento cardíaco. Assim, auxiliam na identificação de qualquer anomalia nesses parâmetros, notificando a equipe para uma intervenção rápida.

    Ventilador pulmonar

    O ventilador pulmonar oferece suporte à respiração quando o organismo do paciente não tem condições de realizar esse processo sozinho. A ventilação artificial permite manter os níveis de oxigenação adequados às necessidades do bebê, até que a criança desenvolva adequadamente o reflexo respiratório ou se recupere de algum possível acometimento no sistema.

    Incubadora

    A incubadora acolhe o bebê, oferecendo um ambiente seguro, confortável e com a temperatura adequada. O objetivo é garantir as condições necessárias para o desenvolvimento e recuperação da criança. Ela possui janelas para que os profissionais e a família tenham contato com o recém-nascido. Além disso, o dispositivo tem umidade, fluxo de ar e som regulados, com acolchoamento para disponibilizar conforto e aquecimento para o recém-nascido.

    Eletrocardiógrafo

    O eletrocardiógrafo faz a leitura do sinal cardíaco e representa esses apontamentos de forma gráfica. Ele contribui para diagnosticar quaisquer irregularidades no sistema cardiovascular do bebê, como arritmias, desvios de eixo, bradicardia e taquicardia.

    Analisadores e simuladores

    Os analisadores ajudam na testagem de manutenção preventiva da incubadora para garantir que a umidade, o som, o fluxo de ar e a temperaturas estejam adequados para o acolhimento do bebê. Os simuladores de paciente auxiliam na testagem dos equipamentos para verificação da regularidade e qualidade dos dispositivos.

    Estativa

    As estativas são carrinhos móveis utilizados para a armazenagem de equipamentos e itens necessários para o cuidado do paciente. Acessórios como cabos de alimentação e tubos de suporte podem ser colocados para facilitar o trabalho dos profissionais e também garantir que os recursos estejam disponíveis quando preciso.

    Por que é importante adquirir equipamentos de qualidade para a UTI neonatal?

    É primordial buscar equipamentos de qualidade para a UTI neonatal para garantir a melhor assistência possível aos bebês que precisam de cuidados médicos e suporte à vida. Falhas de dispositivos não podem ser toleradas, pois podem colocar a vida da criança em risco. Dessa forma, é imprescindível investir em aparelhos hospitalares de alta qualidade e submetê-los à manutenções preventivas com regularidade. 

    A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Estamos há 18 anos no mercado e proporcionamos dispositivos de elevada qualidade e com recursos avançados, garantindo itens dos melhores fabricantes para os nossos clientes. Destacamos também que oferecemos assistência técnica e suporte no pós-venda, contribuindo para a melhor adaptação aos equipamentos médicos adquiridos.

    A UTI neonatal é a área do hospital que oferece atenção e terapia intensiva à saúde do recém-nascido. Com essa importante missão, é imprescindível que esse setor tenha um excelente parque tecnológico, o que vai contribuir para uma melhor assistência e recuperação dos bebês. Os aparelhos contribuem no apoio e amparo à vida para que a criança tenha condições adequadas para ficar bem.

    Destacamos que a atenção à saúde da criança e a assistência necessária ao recém-nascido são imprescindíveis para que o bebê tenha a oportunidade de crescer e se desenvolver de forma integral. A equipe médica cumpre os procedimentos e conhecimentos adequados, os equipamentos de UTI neonatal dão o suporte enquanto é preciso e a família enlaça a rede para que o bebê tenha as melhores condições de saúde. Dessa forma, é possível trabalhar com a prevenção, recuperação e promoção da saúde da criança.

    Gostou de aprender sobre os equipamento de UTI para recém-nascidos? Aproveite e visite a página da Medicalway para conhecer nossos produtos!

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    Entenda a importância do controle da qualidade em ressonância magnética

    A ressonância magnética é um exame indispensável para a realização de uma série de diagnósticos. Ela se baseia em um mecanismo em que o aparelho gera um campo magnético que altera a trajetória dos prótons de hidrogênio presentes nas moléculas de água no organismo. Quando o campo cessa, os prótons voltam à trajetória natural, liberando energia que a máquina converte em imagem.

    Essa tecnologia é complexa e qualquer falha que ocorre no equipamento pode prejudicar o processo, gerando diagnósticos e intervenções equivocados. Dessa forma, o controle da qualidade em ressonância magnética é muito importante para o sucesso dos procedimentos no hospital.

    No controle de qualidade, há uma série de medidas envolvidas, como a seleção criteriosa dos equipamentos e a constante testagem das máquinas. Quer aprender mais sobre o tema para potencializar as práticas de exame por imagem no hospital? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!

    O que são os equipamentos de ressonância magnética de campo aberto e fechado?

    Os aparelhos de ressonância magnética de campo fechado são aqueles em que o paciente entra dentro da máquina para a efetivação do exame. Eles se caracterizam por ter um melhor desempenho.

    Porém, os dispositivos de campo fechado podem ter alguns entraves. Os pacientes claustrofóbicos ou com quadro de obesidade elevada podem ter dificuldade em se ajustar ao procedimento. Para isso, existem os equipamentos de campo aberto, que permitem minimizar o desconforto da pessoa acolhida, mas tendem a ter um desempenho inferior em relação à outra modalidade.

    O ideal é contar com os dois modelos para que todo o público possa ser atendido apropriadamente. Para isso, é possível buscar fornecedores com melhores condições de pagamento para criar uma estrutura robusta no hospital.

    Por que é importante observar o controle da qualidade em ressonância magnética?

    O controle da qualidade em ressonância magnética é realizado, principalmente, por meio da escolha de equipamentos e monitores de alta performance e também pelas testagens e manutenções preventivas frequentes. Veja a seguir os principais motivos para investir nesse controle!

    Redução de custos

    Realizar manutenção corretiva é muito mais caro do que manter um controle de qualidade regular. Os consertos de emergência demandam custos não planejados com peças, reparos e remuneração de técnico, com substituições de componentes sem possibilidade de pesquisa por preços melhores. Isso significa despesas elevadas para o hospital, o que pode ser ainda mais complexo com o fato de que o aparelho de ressonância magnética e qualquer de seus componentes são grandes investimentos.

    Um controle de qualidade regular e com uma avaliação cuidadosa na aquisição de equipamentos permite gerenciar o processo com mais tranquilidade. As manutenções preventivas periódicas garantem bom desempenho à máquina, evitando falhas e equívocos.

    Resultados precisos

    É natural que o uso frequente e regular do equipamento provoque um certo desgaste com o passar do tempo. O controle da qualidade em ressonância magnética garante revisões periódicas do dispositivo. Qualquer coisa que sair do padrão ou representar um desempenho inferior é rapidamente corrigida. Assim, é possível garantir resultados de maior precisão e efetividade.

    Diminuição de riscos

    Equipamentos de exame de imagem emitem radiações que podem ter consequências sobre os pacientes e gerar alguns efeitos prejudiciais se forem aplicados com recorrência. Um dispositivo descalibrado ou já desgastado pelo uso e sem revisões pode gerar riscos maiores para a pessoa examinada e também para o técnico. Com o controle de qualidade, o aparelho é monitorado e avaliado com constância, passando por manutenções preventivas regulares, o que minimiza riscos e erros.

    Maior satisfação do paciente

    A satisfação do paciente é um elemento muito relevante no controle de qualidade. Pense no impacto gerado por uma ressonância falha, como uma repetição de exame, gerando desgaste, ou pior, um diagnóstico e prescrições equivocados. Problemas como esses podem resultar em graves consequências e na motivação do paciente para buscar os serviços de outra instituição.

    O controle da qualidade em ressonância magnética garante um acompanhamento cuidadoso dos dispositivos. Dessa forma, as repetições e erros são evitados ao máximo.

    Agilidade nos exames

    Os exames de ressonância magnética se caracterizam por serem demorados. O controle de qualidade faz todos os ajustes necessários para que o dispositivo opere com máxima eficiência. Além disso, esse controle zela pela capacitação da equipe. Dessa forma, o profissional utiliza o tempo com o máximo de efetividade.

    Outro fator que deve ser destacado é que os riscos de um dano ao equipamento durante o uso são prevenidos. Basicamente, as revisões são feitas de forma periódica, evitando estragos e prejuízos à agenda.

    Confiança da equipe

    Os colaboradores dedicaram vários anos em estudos e esforços para a aquisição do conhecimento necessário para atender aos pacientes. O emprego dos conhecimentos corretos deve ser associado a condições apropriadas de trabalho. Isso inclui equipamentos de elevado desempenho.

    Um aparelho de ressonância magnética que passa por controle de qualidade é um dispositivo confiável, que gera resultados fidedignos. Dessa forma, a equipe pode trabalhar com confiança no parque tecnológico e na instituição.

    O que avaliar na escolha do equipamento?

    É essencial fazer uma profunda pesquisa de mercado para adquirir um bom equipamento. Então, procure conversar com o fornecedor e esclarecer todas as suas dúvidas sobre o dispositivo. Um aparelho de ressonância magnética é um grande investimento, por isso, avalie bem antes de fechar negócio.

    Procure também uma máquina que atenda às necessidades do hospital, sendo moderna, funcional, precisa e de qualidade. Há maquinários que podem ter recursos além do necessário, o que pode gerar desperdícios. Dessa forma, analise bem as demandas da instituição antes de fechar a compra.

    O controle da qualidade em ressonância magnética é imprescindível para o bom desempenho do hospital no mercado. Dispositivos de alta performance e que passam por revisão regular são mais ágeis, precisos e efetivos. Realize uma boa pesquisa e busque fornecedores experientes e consolidados no mercado de equipamentos médicos.

    A Medicalway é uma empresa com tradição, já há 18 anos no mercado. Comercializamos equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Nossos produtos apresentam elevada qualidade e ótima relação custo-benefício. Temos um excelente serviço pós-venda, com esclarecimento de dúvidas e manutenções, auxiliando nossos clientes na consolidação de uma boa trajetória em suas instituições de cuidado e saúde.

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