
Os aparelhos de ultrassom são indispensáveis na medicina diagnóstica, sendo amplamente utilizados para identificar condições de saúde de forma precisa e segura.
Sua inovação e eficiência fazem dele um equipamento essencial em clínicas e hospitais, permitindo diagnósticos rápidos e assertivos em diversas especialidades médicas.
Contudo, para garantir que o ultrassom continue desempenhando um papel tão importante, é fundamental que ele seja devidamente cuidado e preservado.
A manutenção inadequada ou a falta dela podem comprometer a qualidade dos exames, afetando diretamente o atendimento ao paciente e a rotina dos profissionais de saúde.
Neste artigo, reunimos dicas essenciais para manter o desempenho do seu aparelho de ultrassom sempre em alta.
Se o ultrassom não estiver funcionando bem, sua equipe pode ter sérios problemas. Afinal, as imagens formadas podem ficar menos nítidas, o aparelho pode parar de funcionar e o trabalho do médico pode ser prejudicado.
O atendimento perde a qualidade e ainda passa a ser necessário repetir os exames, gerando custos adicionais para o hospital e retrabalho.
Outro problema que pode surgir dessa situação é que a imagem do hospital fica prejudicada.
Erros de diagnósticos, equipamentos danificados e consertos de última hora se tornam parte da rotina e podem causar uma impressão ruim no paciente. Isso pode trazer insegurança ou até motivá-lo a procurar outro hospital.
A manutenção de ultrassom é decisiva para a qualidade do trabalho no hospital ou na clínica.
Ela contribui para que a equipe médica tenha uma boa rotina de trabalho e para que seja oferecido um serviço de alto padrão. Um equipamento revisado e bem cuidado otimiza a rotina e facilita o trabalho dos profissionais de saúde.
Há formas diferentes de realizar a manutenção de ultrassom. Veja, a seguir, quais são elas!
A manutenção corretiva ocorre quando surge um problema de forma inesperada,exigindo a correção de um defeito apresentado pelo equipamento. Isso pode ocorrer por falta de investimentos da instituição com ações preventivas periódicas.
Esse tipo de manutenção pode não corrigir a causa do defeito e podem haver outros pontos com potencial de falha.Além disso, a qualquer momento, o aparelho pode apresentar algum dano imprevisto. Consertos de última hora, no geral, são mais caros e exigem compras de peças com urgência.
Não há tempo suficiente para pesquisar fornecedores e nem obter condições mais vantajosas de pagamento. Outra questão complexa é que a máquina pode parar de funcionar durante um atendimento, o que atrasa o diagnóstico do paciente e prejudica a credibilidade da instituição de saúde.
Na manutenção preventiva, a empresa prestadora de serviços, realiza revisões programadas nos aparelhos, de acordo com um cronograma. A manutenção envolve a limpeza externa e interna, o ajuste das folgas, a avaliação do estado dos componentes e a lubrificação de partes do dispositivo.
A preventiva é a mais recomendada, porque ela gera economia com ações corretivas, reduz o risco de falhas durante o uso, aumenta a vida útil do equipamento e evita prejuízos com paradas não programadas.
Durante a inspeção de preventiva pode ser identificado o mal funcionamento de algum item do equipamento. Esse pode ser substituído conforme programação do cliente.
Como boa prática, é importante lembrar que o console e os filtros de ar devem passar por uma limpeza semanalmente e que a sonda deve ter o gel removido a cada vez que é utilizada.
Esses procedimentos citados devem ser realizados com a máquina desconectada da rede elétrica, para evitar o risco de choque.
Agora que você conhece os tipos de manutenção disponíveis, vamos falar sobre a frequência ideal para inspeções e os cuidados diários que ajudam a prolongar a vida útil do seu equipamento.
Quando há uma manutenção preventiva, você faz uma parada planejada no trabalho. A agenda dos médicos não é prejudicada, basta ajustar os horários e não marcar atendimentos para o período de revisão.
No caso da manutenção corretiva, é preciso fazer uma pausa nas consultas e resolver tudo às pressas. Médicos e pacientes acabam por enfrentar problemas com atrasos e reagendamentos.
A manutenção preventiva é mais barata, pois você tem tempo para preparar o orçamento, pesquisar preços e escolher condições melhores de pagamento. Não há retrabalho, apenas um fluxo de operações otimizado e eficiente.
A vida útil do aparelho também é aumentada, pois ele opera em melhores condições. Além disso, a manutenção preventiva garante mais qualidade para os processos, pois a máquina trabalha no seu melhor estado e é revisada periodicamente.
A frequência das inspeções técnicas dos aparelhos de ultrassom é um fator importante para garantir seu desempenho ideal e prolongar sua vida útil. Abaixo, apresentamos uma abordagem detalhada sobre quando realizar as inspeções:
Recomenda-se que, em situações de uso regular, os aparelhos de ultrassom sejam submetidos a uma inspeção técnica completa pelo menos uma vez ao ano. Esse período é suficiente para identificar e corrigir problemas potenciais antes que eles afetem uma performance ou causem falhas graves.
Em ambientes de uso intensivo, como hospitais de grande porte ou clínicas com alta rotatividade de exames, pode ser necessário realizar inspeções técnicas a cada seis meses. Esse cuidado adicional ajuda a garantir que o equipamento suporte a carga intensa de trabalho e não comprometa a qualidade dos diagnósticos.
Além das rotinas programadas, algumas situações necessitam inspeções específicas, como:

Confira algumas dicas essenciais para cuidar do seu aparelho no dia a dia:
Para a movimentação necessária do ultrassom dentro ou fora da clínica, tome os seguintes cuidados:
Essas práticas ajudam a evitar danos estruturais e aumentam a durabilidade do equipamento.
Manter o aparelho limpo não é apenas uma questão de higiene, mas também de preservação.
O local onde o ultrassom é instalado também desempenha um papel importante em sua conservação.
Os transdutores são os componentes mais sensíveis e essenciais do aparelho de ultrassom. Como peças responsáveis pela captação e envio de sinais, qualquer dano ou mau uso pode comprometer a precisão do diagnóstico. Veja como cuidar dos transdutores:
Realizar a manutenção de ultrassom sem o conhecimento técnico necessário pode gerar diagnósticos incorretos e retrabalho. Isso traz prejuízos financeiros, além de gerar problemas para a agenda dos médicos.
O equipamento é muito sensível a intervenções e somente alguém preparado pode fazer uma boa revisão.
Contratar uma empresa especializada para realizar a manutenção do maquinário do hospital ou da clínica garante mais qualidade e segurança para médicos e pacientes.
A medida evita incertezas na manipulação dos equipamentos e minimiza a chance de erros. Além disso, os técnicos de corporações especializadas são treinados e autorizados pelo fabricante. Portanto, estão capacitados para realizar um diagnóstico eficiente.
Isso garante mais tranquilidade para o dia a dia e possibilita que os dispositivos tenham o melhor desempenho possível.
A manutenção de ultrassom é um processo muito importante para garantir mais qualidade e precisão para os exames realizados no estabelecimento. Com equipamentos revisados periodicamente e de forma planejada, é possível manter um fluxo de trabalho eficiente.
Os médicos ficam satisfeitos com a gestão da instituição de saúde e os pacientes se sentem mais seguros e confiantes para contarem com os serviços do seu hospital ou da clínica.
Quando se trata de equipamentos hospitalares, contar com uma empresa confiável faz toda a diferença para garantir o bom funcionamento das operações em clínicas e hospitais.
A Medicalway se destaca como referência no segmento de venda e locação de equipamentos médicos na região Sul do Brasil, oferecendo soluções completas para atender às necessidades de seus clientes.
Com uma experiência sólida no mercado, a Medicalway combina tecnologia de ponta, serviços personalizados e uma equipe altamente qualificada para entregar produtos e suporte técnico de excelência.
Além disso, a empresa diferencia-se por oferecer serviços como a manutenção preventiva e corretiva de aparelhos de ultrassom, garantindo o máximo desempenho e durabilidade dos equipamentos.
Assista o vídeo a seguir e confira por que a Medicalway é a escolha certa para quem busca soluções inovadoras e confiáveis:
Se você está na região Sul do Brasil e precisa de equipamentos médicos de alta qualidade ou suporte técnico especializado, a Medicalway é a parceira ideal para elevar o padrão de atendimento de sua instituição de saúde.
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A depreciação de equipamentos hospitalares se trata da perda de valor de um bem relacionado a vários aspectos, como desgaste, depreciação, ente outros. Ignorar como funciona e deixar de realizar o seu cálculo adequado pode gerar algumas consequências negativas, como redução da produtividade, aumentos dos custos de manutenção, perda da eficiência, prejuízos financeiros e demais questões que podem influenciar nos resultados do negócio.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer os principais pontos sobre o assunto e ajudar que você a realizar o cálculo da forma mais simples possível. Acompanhe!
Diversos aspectos podem levar à depreciação de equipamentos hospitalares. Entre os mais comuns, estão:
É necessário que o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares seja realizado com fundamento nas diretrizes estabelecidas pelo governo por intermédio da Receita Federal.
Mesmo que não seja obrigatório inserir a depreciação na contabilidade de uma instituição da área da saúde, o ideal é entender de que forma ela pode contribuir para a redução do montante a ser tributado. Sendo assim, quando mais desvalorizado um equipamento estiver dentro do estabelecimento, menos impostos referentes a ele serão pagos.
É necessário salientar que todo equipamento apresenta sua vida útil, dessa forma, no decorrer do tempo, eles se desgastam e ficam obsoletos, o que se torna uma exigência de substituição para que a sua função seja realizada em atendimento às demandas de quem está o manipulando.
Considerando isso, é preciso entender como a depreciação é calculada e sobre a possibilidade de apontar esse valor no relatório de custos operacionais, considerando que existe todo um custo envolvido em um item que frequentemente diminui o seu valor.
A depreciação do equipamento se inicia desde o momento que ele passar a operar conforme as necessidades dos responsáveis e finaliza na hora que ele é transferido ou baixado, ou seja, quando é completamente depreciado.
Para realizar o cálculo da depreciação, é necessário fazer uma lista de todas as máquinas, ferramentas e equipamentos que fazem parte dos bens dos estabelecimentos de saúde, como consultórios, clínicas, hospitais, entre outros. Em seguida, os valores de compras de todos esses itens precisam ser apontados.
Além disso, é preciso realizar o levantamento do tempo de vida útil de cada equipamento, de acordo com a lista elaborada pela Receita Federal, sendo:
Após isso, é preciso dividir o valor de cada objeto pelo seu tempo de utilidade em anos e, então, o resultado deve ser dividido por 12 para se chegar ao valor mensal da depreciação.
Por exemplo: caso um equipamento que custa R$ 2.000,00 e ele se enquadra na categoria de máquinas, móveis e utensílios (que têm vida útil de 10 anos), a depreciação do ano é de R$ 200,00. A mensal, nesse caso, é de R$ 16,66.
A partir desse resultado, é possível ter uma média de quanto capital será preciso ser guardado por mês em relação à depreciação. O recomendado é estimar o lucro de cada equipamento e por meio disso se planejar para a sua futura substituição.
Outra dica relevante para executar o cálculo da depreciação desse tipo de equipamento é ter em mente que, após 1 ano de utilização, caso o item seja vendido, deverá apresentar um deságio de 10% do montante empregado na sua aquisição.
Dessa forma, caso um aparelho seja comprado pelo valor de R$ 50.000,00, o seu valor de venda é de R$ 40.000,00 após 1 ano de utilização, mesmo que nas melhores condições possíveis. Ou seja, o valor da depreciação será de R$ 5.000,00, dividido por 12 meses, o que vai levar ao resultado de R$ 416,66 por mês.
Com esse cálculo, fica mais fácil identificar a quantia que o estabelecimento está perdendo por mês com o equipamento.
Ao fazer o cálculo da depreciação e considerar o seu resultado, é importante pelo fato de que, quando os custos que fazem parte da rotina no estabelecimento não são levados em consideração, podem gerar impactos negativos não programados, seja pela falta do equipamento que ficou sem manutenção, prejuízos financeiros etc.
Sendo assim, não há dúvidas da importância do cálculo da depreciação, tendo em vista que ela evita custos desnecessários, além de dívidas que podem aparecer decorrentes de falhas com máquinas de custos mais elevados e que são fundamentais para o funcionamento da clínica.
Ao fazer uma estimativa de forma prévia do tempo em que o objeto vai precisar ser substituído, é possível antecipar o caixa do negócio para esse tipo de investimento e, assim, evitar problemas mais graves. Entre os aspectos que influenciam na vida útil dos aparelhos, estão:
Agora que você entende a importância de realizar o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares, não deixa de aplicá-lo ao seu negócio e, dessa forma, evitar situações inesperadas que possam gerar impactos no seu orçamento ou na execução das plenas atividades do estabelecimento.
Conseguiu identificar que está na hora de trocar algum aparelho do seu consultório ou clínica? Então, entre em contato com a gente para conhecer melhor nossas soluções e entender como elas podem ajudar no funcionamento do seu negócio!
Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar? No momento em que um hospital, serviço de diagnóstico por imagem, laboratório ou outra organização do setor de saúde conquista a acreditação ONA, a instituição comprova que adota um padrão de qualidade e segurança em seus processos. Com isso, ela consegue melhorar sua credibilidade para o mercado, para os profissionais de saúde e também para os pacientes.
Dessa forma, é uma certificação de grande importância, pois demonstra a excelência na parte de assistência e de gestão. Tem interesse em entender melhor o que é a acreditação ONA, as principais vantagens em conquistá-la, os níveis de certificação e quais etapas precisam ser cumpridas para obtê-la? Todas essas informações você encontra neste post. Boa leitura!
Desde 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) — entidade não governamental e sem fins lucrativos — atua para que hospitais, clínicas e outras instituições de saúde possam alcançar um alto padrão de assistência, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.
Sendo assim, a ONA é responsável pelo desenvolvimento e pela gestão dos padrões brasileiros nesses aspectos. A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua) — parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS). Da ISQua, fazem parte instituições de qualidade à saúde dos Estados Unidos, do Canadá, da França e do Reino Unido.
A acreditação serve para avaliar e certificar a qualidade dos processos de locais que prestam assistência à saúde, tendo como objetivo a melhoria contínua desses serviços. Ela segue três princípios:
O processo para a obtenção da certificação é realizado apenas por entidades acreditadoras credenciadas pela ONA e que utilizam como referência as diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação e o Manual Brasileiro de Acreditação.
Em geral, para serem acreditadas, as instituições têm o desempenho organizacional avaliados. Assim, elas precisam apresentar:
Ao conseguir a acreditação, o hospital demonstra que modificou seus processos para atingir um alto padrão de qualidade definido pela ONA. Como são instituições que lidam com a vida das pessoas, torna-se um selo importante, uma garantia de que os pacientes vão receber um atendimento seguro e de excelência.
No decorrer de todo o processo para obter o certificado, há ainda uma mudança na cultura da organização, que passa a envolver todos os colaboradores para que aumentem sua produtividade, a identificar erros e riscos, e a atuar de acordo com boas práticas. Desse modo, além de aperfeiçoar o atendimento ao público, há uma melhora no ambiente de trabalho.
Nessa questão, é preciso destacar também a adequação do local com novas tecnologias, como equipamentos médicos e também softwares de gestão para integrar o trabalho das equipes e melhorar a comunicação entre os profissionais. Com isso, há agilidade nos fluxos de trabalho, o que pode até mesmo significar melhores resultados financeiros para a organização no futuro.
Em resumo, as principais vantagens de ter esse selo de qualidade são:
A acreditação da ONA pode ser conquistada em três níveis:
Esse é um aspecto importante, pois permite que a organização de saúde se adapte gradativamente até conquistar o nível de excelência. Em outras palavras, pode ser considerado um programa educacional continuado, já que é revisto periodicamente.
Como dissemos, a participação no processo de avaliação é voluntário, sendo que instituições do setor da saúde de diferentes níveis, portes e complexidades podem conseguir a acreditação ONA. Para que a organização seja elegível, é preciso seguir os critérios:
Além disso, é necessário arcar com as taxas de visita de acreditação ONA e das taxas de manutenção dessa certificação.
Ao concluir que sua entidade é elegível, ou seja, está com a documentação regularizada, o próximo passo é entrar em contato com uma instituição acreditadora credenciada pela ONA, que vai dar andamento a todos os processos de avaliação, elaborando, inicialmente, um plano de visitas.
Para se preparar e alcançar os quesitos exigidos, as organizações de saúde podem contar com o trabalho de auditoria interna e externa.
Hospitais, laboratórios, ambulatórios e outras organizações que prestam serviços de saúde podem melhorar seus processos de gestão e oferecer mais qualidade e segurança na assistência ao cumprir o que é exigido pela acreditação ONA. É, portanto, um selo muito valorizado no setor e que pode trazer uma série de benefícios para a instituição.
Você conhecia todo esse processo de certificação? Quer acompanhar outros posts para aperfeiçoar ainda mais seus serviços de saúde? É só assinar a nossa newsletter para receber mais conteúdos com essa temática diretamente em seu e-mail.
Oxímetro de Pulso – Entenda o que é e como funciona! Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa. Por esse motivo, entender o que é oxímetro se fez necessário.
O oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você entenda melhor sobre o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!
O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.
O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.
Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipóxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipóxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.
Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.
O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.
Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.
Normalmente, o índice de saturação apropriado para um indivíduo normal é acima de 95%. Contudo, pode acontecer de alguns fatores, como resfriados, gripes e demais, influenciarem nos resultados e fazerem com que ela fique entre 90% e 95%, por exemplo.
Nos casos em que a saturação chega a níveis abaixo de 90%, isso pode significar a presença de algum problema mais grave e que possa estar afetando a oxigenação do corpo. Então, é importante estar atento.
Existem algumas diferenças entre o oxímetro de dedo e o de pulso, por isso, é importante que você as conheça!
O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.
Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.
Sendo assim, entre as principais vantagens desse tipo de equipamento, estão:
Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há monitoramento contínuo e armazenagem de dados, além da capacidade de transportar essas informações para um computador.
Ele conta, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.
A maioria dos oxímetros apresentam uma margem de leitura de 2% acima ou 2% abaixo do resultado saturação. Por exemplo, se ao fazer a medição o valor encontrado for 96%, ele pode ser de fato entre 94% e 98%.
Existem alguns fatores que podem fazer com que o aparelho seja menos acurado, como erros ao realizar a medição, uso de esmaltes, níveis muito baixos de saturação de oxigênio, entre outros.
O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.
Entre os principais benefícios desse item, estão a possibilidade de realizar verificação pontual, o monitoramento contínuo de SpO2 e a frequência de pulso, além de ser de pequeno porte e você poder escolher os recursos e o desempenho, dependendo do modo operacional escolhido.
Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:
Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:
Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.
Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.
Para assegurar a eficácia dos resultados, é importante contar com um equipamento de qualidade. Por esse motivo, existem alguns critérios que devem ser observados no momento de escolher o oxímetro mais adequado para você.
O primeiro fator que deve ser levado em consideração ao comprar o equipamento é a finalidade ao utilizá-lo. Por exemplo, um profissional da área saúde deve escolher um item com maior confiança, precisão e durabilidade. No caso de ser um paciente e tiver que usar o oxímetro em casa, é preciso estar atento à recomendação do médico.
Também é necessário averiguar se o aparelho tem a certificação da Anvisa, tendo em vista que esse selo indica que especialistas no assunto o reconheceram como adequado para uso. Além disso, entre outros pontos que devem ser observados, estão:
Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como, por exemplo, a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.
É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro — especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados) —, estar em repouso depois de ter respirado calmamente e ficar sem conversar por um certo tempo.
Outros cuidados que podem ser aplicados são: aquecer as mãos, observar a leitura com atenção, realizar várias medições no decorrer do dia, se for o caso, com o intuito de identificar a tendência da oxigenação, considerar valores associados a um valor de alerta, entre outros.
Por fim, é importante que a oxigenação não seja medida em locais que apresentem muita luminosidade, tendo em vista que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos, e isso pode afetar a precisão do valor encontrado.
Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.
Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM-60, é só entrar em contato com a gente, conferir as principais características e esclarecer suas dúvidas!
