Entenda como calcular a depreciação de equipamentos hospitalares

A depreciação de equipamentos hospitalares se trata da perda de valor de um bem relacionado a vários aspectos, como desgaste, depreciação, ente outros. Ignorar como funciona e deixar de realizar o seu cálculo adequado pode gerar algumas consequências negativas, como redução da produtividade, aumentos dos custos de manutenção, perda da eficiência, prejuízos financeiros e demais questões que podem influenciar nos resultados do negócio.

Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para esclarecer os principais pontos sobre o assunto e ajudar que você a realizar o cálculo da forma mais simples possível. Acompanhe!

Por qual motivo ocorre a depreciação de equipamentos hospitalares?

Diversos aspectos podem levar à depreciação de equipamentos hospitalares. Entre os mais comuns, estão:

  • utilização frequente: os equipamentos podem sofrer desgastes naturais devido o uso diário e constante;
  • surgimento de novas tecnologias: as inovações tecnológicas fazem com que os equipamentos mais antigos fiquem obsoletos. Para aproveitar todos os benefícios que máquinas mais modernas podem oferecer, é importante investir nessas ferramentas;
  • deterioração: nesse caso, está ligado aos equipamentos que ficam muito tempo sem serem utilizados ou sem que seja realizada uma manutenção preventiva, levando à essa situação.

O que é importante considerar ao fazer o cálculo da depreciação?

É necessário que o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares seja realizado com fundamento nas diretrizes estabelecidas pelo governo por intermédio da Receita Federal.

Mesmo que não seja obrigatório inserir a depreciação na contabilidade de uma instituição da área da saúde, o ideal é entender de que forma ela pode contribuir para a redução do montante a ser tributado. Sendo assim, quando mais desvalorizado um equipamento estiver dentro do estabelecimento, menos impostos referentes a ele serão pagos.

É necessário salientar que todo equipamento apresenta sua vida útil, dessa forma, no decorrer do tempo, eles se desgastam e ficam obsoletos, o que se torna uma exigência de substituição para que a sua função seja realizada em atendimento às demandas de quem está o manipulando.

Considerando isso, é preciso entender como a depreciação é calculada e sobre a possibilidade de apontar esse valor no relatório de custos operacionais, considerando que existe todo um custo envolvido em um item que frequentemente diminui o seu valor.

A depreciação do equipamento se inicia desde o momento que ele passar a operar conforme as necessidades dos responsáveis e finaliza na hora que ele é transferido ou baixado, ou seja, quando é completamente depreciado.

Como o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares é feito?

Para realizar o cálculo da depreciação, é necessário fazer uma lista de todas as máquinas, ferramentas e equipamentos que fazem parte dos bens dos estabelecimentos de saúde, como consultórios, clínicas, hospitais, entre outros. Em seguida, os valores de compras de todos esses itens precisam ser apontados.

Além disso, é preciso realizar o levantamento do tempo de vida útil de cada equipamento, de acordo com a lista elaborada pela Receita Federal, sendo:

  • 5 anos para computadores e periféricos;
  • 5 anos para veículos;
  • 10 anos para máquinas, móveis e utensílios;
  • 25 anos para imóveis.

Após isso, é preciso dividir o valor de cada objeto pelo seu tempo de utilidade em anos e, então, o resultado deve ser dividido por 12 para se chegar ao valor mensal da depreciação.

Por exemplo: caso um equipamento que custa R$ 2.000,00 e ele se enquadra na categoria de máquinas, móveis e utensílios (que têm vida útil de 10 anos), a depreciação do ano é de R$ 200,00. A mensal, nesse caso, é de R$ 16,66.

A partir desse resultado, é possível ter uma média de quanto capital será preciso ser guardado por mês em relação à depreciação. O recomendado é estimar o lucro de cada equipamento e por meio disso se planejar para a sua futura substituição.

Outra dica relevante para executar o cálculo da depreciação desse tipo de equipamento é ter em mente que, após 1 ano de utilização, caso o item seja vendido, deverá apresentar um deságio de 10% do montante empregado na sua aquisição.

Dessa forma, caso um aparelho seja comprado pelo valor de R$ 50.000,00, o seu valor de venda é de R$ 40.000,00 após 1 ano de utilização, mesmo que nas melhores condições possíveis. Ou seja, o valor da depreciação será de R$ 5.000,00, dividido por 12 meses, o que vai levar ao resultado de R$ 416,66 por mês.

Com esse cálculo, fica mais fácil identificar a quantia que o estabelecimento está perdendo por mês com o equipamento.

Qual a importância de realizar um bom planejamento?

Ao fazer o cálculo da depreciação e considerar o seu resultado, é importante pelo fato de que, quando os custos que fazem parte da rotina no estabelecimento não são levados em consideração, podem gerar impactos negativos não programados, seja pela falta do equipamento que ficou sem manutenção, prejuízos financeiros etc.

Sendo assim, não há dúvidas da importância do cálculo da depreciação, tendo em vista que ela evita custos desnecessários, além de dívidas que podem aparecer decorrentes de falhas com máquinas de custos mais elevados e que são fundamentais para o funcionamento da clínica.

Ao fazer uma estimativa de forma prévia do tempo em que o objeto vai precisar ser substituído, é possível antecipar o caixa do negócio para esse tipo de investimento e, assim, evitar problemas mais graves. Entre os aspectos que influenciam na vida útil dos aparelhos, estão:

  • condições físicas: dano provocado por acidente, deterioração do tempo e demais;
  • situações relacionadas à propriedade: ocorrem quando a máquina ainda pode ser usada, mas se torna desnecessária para as atividades realizadas ou deixa de atender às exigências de algum órgão responsável pela regulamentação do setor;
  • casos funcionais: está ligado à obsolescência do equipamento ou problemas ocorridos devido à sua má utilização.

Agora que você entende a importância de realizar o cálculo da depreciação de equipamentos hospitalares, não deixa de aplicá-lo ao seu negócio e, dessa forma, evitar situações inesperadas que possam gerar impactos no seu orçamento ou na execução das plenas atividades do estabelecimento.

Conseguiu identificar que está na hora de trocar algum aparelho do seu consultório ou clínica? Então, entre em contato com a gente para conhecer melhor nossas soluções e entender como elas podem ajudar no funcionamento do seu negócio!

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    Por que o videolaringoscópio é mais adequado para intubação de via aérea do projeto

    O videolaringoscópio é um aparelho utilizado para verificação das vias aéreas de um indivíduo. O procedimento de videolaringoscopia consiste na introdução do equipamento — que possui lâminas com tamanhos adequados a cada necessidade e uma câmera — por meio do trato respiratório superior do paciente, com o intuito de visualizar em tempo real as condições e impedimentos que possam existir nos canais respiratórios.

    Dessa forma, em casos de necessidade de intubação por meio de vias aéreas difíceis (VAD), ou seja, vias que possam estar obstruídas por conta de uma formação anatômica atípica, algum corpo estranho localizado nesse espaço, conteúdo desconhecido ou outro motivo circunstancial, o uso do videolaringoscópio é considerado ideal dentre as opções para o procedimento.

    Neste artigo, vamos mostrar por quais motivos a videolaringoscopia se apresenta como a melhor alternativa para intubações através de vias aéreas difíceis. Continue a leitura para saber mais!

    Diferenciais do videolaringoscópio

    O equipamento hospitalar videolaringoscópio é uma variação avançada do laringoscópio, também utilizado para verificação do trato respiratório. Isso porque o primeiro é composto de uma sonda com câmera de inspeção, que permite visualizar em tempo real as características e condições das vias aéreas. As imagens são exibidas em uma tela que pode estar acoplada ao item ou em uma estação localizada próxima aos profissionais, a depender do tipo do aparelho.

    Além disso, é de fácil manuseio, já que possui um punho com formato anatômico adequado à necessidade de conduzi-lo por espaços críticos e que, porventura, estejam obstruídos, o que permite que o profissional médico responsável pelo procedimento se sinta seguro quanto a seus movimentos e possa realizá-los com firmeza.

    Por conta dessa facilidade em lidar com o aparelho e pelas imagens em tempo real transmitidas em tela, o aparelho é indicado em situações de rotina ou em que existem dificuldades para a intubação, como em casos emergenciais ou cirúrgicos, já que evita que as tentativas sejam frustradas e causem danos maiores ao paciente.

    Tipos de equipamento

    Dentre os videolaringoscópios, existem algumas opções que são propícias a cada situação ou realidade dos hospitais e clínicas. Já existe no mercado uma gama de equipamentos de ponta, cada vez mais tecnológicos e que podem auxiliar em procedimentos extremamente complexos e que exigem precisão nas ações, como é o caso das intubações traqueais por vias áreas difíceis, que tornaram-se bastante frequentes devido à pandemia de Covid-19.

    Portátil

    Esses equipamentos são leves e adequados ao manuseio rápido, podendo ser utilizados sem aplicação de força, já que por meio da câmera de inspeção, conduzem de forma precisa pelos caminhos livres no trato respiratório. Contêm um visor acoplado — que pode ser retirado com facilidade —, o que otimiza a visualização do procedimento.

    Workstation

    O aparelho é conectado a uma estação de trabalho, por meio da qual é possível gerenciar o exame com relatórios médicos, com gravação, fotografia e gráficos, além de possibilitar a conexão — com utilização de tecnologia Wi-Fi — a médicos ou outros profissionais que estejam em outra localidade. Essa funcionalidade permite também adequação a métodos de trabalho dentro da telemedicina, modalidade de atendimento que cresceu exponencialmente por conta da pandemia.

    É mais adequado utilizar o videolaringoscópio para procedimentos médicos rotineiros e complexos — como a intubação por vias aéreas —, porque seu uso garante precisão nas ações e diminui as chances de danos ao trato respiratório dos pacientes.

    A Medicalway possui videolaringoscópios que contemplam a mais alta tecnologia no mercado e que trazem em sua composição itens formulados com que o que há de mais inovador na área, em modelos portáteis ou com workstation.

    Se você se interessou em conhecer esses equipamentos de altíssima tecnologia, entre em contato conosco para saber mais detalhes!

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    O que observar ao escolher um fornecedor de equipamentos médicos?

    A adequada escolha do fornecedor de equipamentos médicos é indispensável para evolução de uma instituição médica e melhor cuidado com o paciente. Para entender melhor, basta imaginar os riscos que o uso de equipamentos falhos e sem a devida qualidade causaria.

    De acordo com o nível de gravidade dos equipamentos médicos fornecidos, é possível ter muitas consequências. Por exemplo, as atividades da instituição podem ser paralisadas ou até mesmo a vida dos pacientes ser colocada em risco. Naturalmente, você não deseja nenhum dos cenários para a instituição.

    Sendo assim, preparamos este post com dicas do que observar ao escolher o fornecedor de equipamentos médicos. Continue a leitura e descubra!

    Qualidade

    A qualidade do fornecedor de equipamentos médicos é um critério indispensável na aquisição. Isso deve ser prioridade acima de qualquer fator, como os valores cobrados ou a forma de pagamento. Então, é recomendado pesquisar sobre a qualidade dos equipamentos oferecidos. 

    É o caso de buscar informações sobre as certificações, atualizações de modelo e o nível de satisfação de outros clientes que fecharam negócio com o fornecedor. 

    Além disso, é importante analisar origem, oferecimento de manutenção e assistência por parte do fornecedor e disponibilidade de peças. Esses aspectos sinalizam para o comprometimento, a durabilidade e a funcionalidade dos itens que serão adquiridos.

    Inovação

    O setor da saúde se atualiza constantemente para oferecer um atendimento de maior qualidade aos pacientes. E ainda, mais economia a médio e longo prazo. Logo, é preciso que o fornecedor de equipamentos médicos invista em inovação e aplique tecnologias modernas para auxiliar no desenvolvimento do setor.

    Caso contrário, é possível que a sua instituição fique para trás diante de outras que inovam e oferecem mais satisfação aos pacientes. Para averiguar o oferecimento disso pelo fornecedor, é válido pesquisar as tendências de mercado e lançamentos da área. Quanto mais novidades o fornecedor oferece, maior o indício de inovação

    Integridade

    É fundamental que o fornecedor de equipamentos médicos tenha integridade para aumentar a credibilidade na aquisição e a confiança de que ela é de qualidade. Por isso, é indicado pesquisar sobre a autoridade da empresa e como ela é conhecida no segmento. 

    Nesse sentido, você pode entrar em contato com o time de vendas e preparar um questionário que ajude a entender esse aspecto. Essa interação também é benéfica para avaliar o atendimento oferecido, que também deve ser um critério de escolha.

    Outro ponto essencial é conferir o feedback dos clientes desse fornecedor para analisar o desempenho dos equipamentos médicos e a postura da empresa fornecedora. Todas essas questões são úteis na decisão de compras.

    Portanto, leve em consideração as recomendações citadas para fazer uma melhor negociação com o fornecedor de equipamentos médicos. Com relação a isso, saiba que a MedicalWay tem o melhor custo-benefício do mercado, outro aspecto essencial para sua consideração. Além disso, a empresa tem flexibilidade na forma de pagamento, suporte ágil e tecnologias atualizadas.

    Então, já sabe o que considerar ao pensar no fornecedor de equipamentos médicos? Aproveite essas dicas e entre em contato conosco da MedicaWay!

     

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    Como realizar uma anestesia segura? Confira!

    Diante do receio dos pacientes quanto a tomar anestesia para a realização de cirurgias, é importante falar sobre como realizar uma anestesia segura, a fim de que tanto o paciente quanto o profissional da saúde fiquem tranquilos com esse procedimento.

    Portanto, neste post, você entenderá o que se deve fazer para que a anestesia seja segura, além de saber como o paciente pode contribuir para que isso ocorra e a importância da relação médico-paciente para o sucesso do procedimento. Acompanhe.

    Como realizar uma anestesia segura?

    A anestesia é usada durante os procedimentos cirúrgicos e gera a ausência temporária de sensibilidade no paciente, fazendo com que ele fique dormindo durante a cirurgia, se for anestesia geral, ou acordado, se for apenas local.

    Com um anestesista competente, o paciente não precisa se preocupar, pois terá um procedimento seguro e livre de dores. Assim, saberá que terá um profissional ao seu lado fazendo toda a gestão do seu processo cardíaco, respiratório e de todas as demais funções vitais.

    Para uma anestesia segura, também é importante o controle da temperatura corporal do paciente para que não ocorra hipotermia. Dessa forma, ele é mantido aquecido e, se a cirurgia durar mais de três horas, também é colocada uma manta térmica ao seu redor a fim de garantir que a temperatura corporal se mantenha adequada.

    Como o paciente pode colaborar para a anestesia segura?

    Para que a anestesia ocorra de forma segura, é importante não só a equipe médica ser qualificada, mas também é necessário que o paciente colabore para o sucesso do procedimento.

    Por isso, é essencial que ele siga todas as orientações repassadas pelos profissionais que atuarão na cirurgia, tais como:

    • realizar a quantidade de horas de jejum solicitada, incluindo não beber água;
    • ingerir alimentos leves no dia anterior ao procedimento;
    • remover joias, anéis, óculos, entre outros para entrar no centro cirúrgico.

    Qual a importância da relação médico-paciente para a anestesia segura?

    Sabemos que os pacientes têm medo de anestesia, principalmente quando ela é geral. Esse receio acontece tanto pelo medo de acordar durante o procedimento operatório, quanto pela preocupação de nunca mais acordar. E até pelo medo de sentir tudo que está acontecendo na cirurgia e a equipe médica não notar que o paciente está consciente, como aconteceu com um personagem no filme Awake – A Vida por um Fio.

    Por isso, para tranquilizar o paciente e para que a anestesia ocorra de forma segura, é essencial que ocorra um acompanhamento antes, durante e depois da cirurgia. Portanto, no dia anterior à aplicação da anestesia, é essencial que o anestesista entre em contato com o paciente a fim de promover a relação médico-paciente, fazendo com que ele se sinta mais tranquilo a respeito da anestesia. Isso deve ocorrer principalmente se ela for geral.

    Esse contato no pré-operatório também é importante para saber quais medicamentos o paciente usa, se possui alergia a algum remédio e se deve parar o uso de algum medicamento contínuo para que a anestesia atue da melhor forma possível. Agindo assim, seu paciente sentirá segurança ao entregar a saúde dele em suas mãos.

    Já no decorrer da cirurgia, é importante que o profissional se mantenha atento aos sinais vitais do paciente e que observe se ele está acordando ou não. Ao fim do procedimento, o anestesista também atua aplicando medicamentos que evitam que o paciente sinta dor, fazendo assim com que ele fique o mais confortável possível.

    Neste post, você pode entender a importância de uma anestesia segura para a tranquilidade não só do paciente como também do médico, além de compreender como o paciente pode colaborar para o sucesso da anestesia.

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