A ressonância magnética é um exame indispensável para a realização de uma série de diagnósticos. Ela se baseia em um mecanismo em que o aparelho gera um campo magnético que altera a trajetória dos prótons de hidrogênio presentes nas moléculas de água no organismo. Quando o campo cessa, os prótons voltam à trajetória natural, liberando energia que a máquina converte em imagem.
Essa tecnologia é complexa e qualquer falha que ocorre no equipamento pode prejudicar o processo, gerando diagnósticos e intervenções equivocados. Dessa forma, o controle da qualidade em ressonância magnética é muito importante para o sucesso dos procedimentos no hospital.
No controle de qualidade, há uma série de medidas envolvidas, como a seleção criteriosa dos equipamentos e a constante testagem das máquinas. Quer aprender mais sobre o tema para potencializar as práticas de exame por imagem no hospital? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!
Os aparelhos de ressonância magnética de campo fechado são aqueles em que o paciente entra dentro da máquina para a efetivação do exame. Eles se caracterizam por ter um melhor desempenho.
Porém, os dispositivos de campo fechado podem ter alguns entraves. Os pacientes claustrofóbicos ou com quadro de obesidade elevada podem ter dificuldade em se ajustar ao procedimento. Para isso, existem os equipamentos de campo aberto, que permitem minimizar o desconforto da pessoa acolhida, mas tendem a ter um desempenho inferior em relação à outra modalidade.
O ideal é contar com os dois modelos para que todo o público possa ser atendido apropriadamente. Para isso, é possível buscar fornecedores com melhores condições de pagamento para criar uma estrutura robusta no hospital.
O controle da qualidade em ressonância magnética é realizado, principalmente, por meio da escolha de equipamentos e monitores de alta performance e também pelas testagens e manutenções preventivas frequentes. Veja a seguir os principais motivos para investir nesse controle!
Realizar manutenção corretiva é muito mais caro do que manter um controle de qualidade regular. Os consertos de emergência demandam custos não planejados com peças, reparos e remuneração de técnico, com substituições de componentes sem possibilidade de pesquisa por preços melhores. Isso significa despesas elevadas para o hospital, o que pode ser ainda mais complexo com o fato de que o aparelho de ressonância magnética e qualquer de seus componentes são grandes investimentos.
Um controle de qualidade regular e com uma avaliação cuidadosa na aquisição de equipamentos permite gerenciar o processo com mais tranquilidade. As manutenções preventivas periódicas garantem bom desempenho à máquina, evitando falhas e equívocos.
É natural que o uso frequente e regular do equipamento provoque um certo desgaste com o passar do tempo. O controle da qualidade em ressonância magnética garante revisões periódicas do dispositivo. Qualquer coisa que sair do padrão ou representar um desempenho inferior é rapidamente corrigida. Assim, é possível garantir resultados de maior precisão e efetividade.
Equipamentos de exame de imagem emitem radiações que podem ter consequências sobre os pacientes e gerar alguns efeitos prejudiciais se forem aplicados com recorrência. Um dispositivo descalibrado ou já desgastado pelo uso e sem revisões pode gerar riscos maiores para a pessoa examinada e também para o técnico. Com o controle de qualidade, o aparelho é monitorado e avaliado com constância, passando por manutenções preventivas regulares, o que minimiza riscos e erros.
A satisfação do paciente é um elemento muito relevante no controle de qualidade. Pense no impacto gerado por uma ressonância falha, como uma repetição de exame, gerando desgaste, ou pior, um diagnóstico e prescrições equivocados. Problemas como esses podem resultar em graves consequências e na motivação do paciente para buscar os serviços de outra instituição.
O controle da qualidade em ressonância magnética garante um acompanhamento cuidadoso dos dispositivos. Dessa forma, as repetições e erros são evitados ao máximo.
Os exames de ressonância magnética se caracterizam por serem demorados. O controle de qualidade faz todos os ajustes necessários para que o dispositivo opere com máxima eficiência. Além disso, esse controle zela pela capacitação da equipe. Dessa forma, o profissional utiliza o tempo com o máximo de efetividade.
Outro fator que deve ser destacado é que os riscos de um dano ao equipamento durante o uso são prevenidos. Basicamente, as revisões são feitas de forma periódica, evitando estragos e prejuízos à agenda.
Os colaboradores dedicaram vários anos em estudos e esforços para a aquisição do conhecimento necessário para atender aos pacientes. O emprego dos conhecimentos corretos deve ser associado a condições apropriadas de trabalho. Isso inclui equipamentos de elevado desempenho.
Um aparelho de ressonância magnética que passa por controle de qualidade é um dispositivo confiável, que gera resultados fidedignos. Dessa forma, a equipe pode trabalhar com confiança no parque tecnológico e na instituição.
É essencial fazer uma profunda pesquisa de mercado para adquirir um bom equipamento. Então, procure conversar com o fornecedor e esclarecer todas as suas dúvidas sobre o dispositivo. Um aparelho de ressonância magnética é um grande investimento, por isso, avalie bem antes de fechar negócio.
Procure também uma máquina que atenda às necessidades do hospital, sendo moderna, funcional, precisa e de qualidade. Há maquinários que podem ter recursos além do necessário, o que pode gerar desperdícios. Dessa forma, analise bem as demandas da instituição antes de fechar a compra.
O controle da qualidade em ressonância magnética é imprescindível para o bom desempenho do hospital no mercado. Dispositivos de alta performance e que passam por revisão regular são mais ágeis, precisos e efetivos. Realize uma boa pesquisa e busque fornecedores experientes e consolidados no mercado de equipamentos médicos.
A Medicalway é uma empresa com tradição, já há 18 anos no mercado. Comercializamos equipamentos médicos e hospitalares, trabalhando com importantes fornecedores mundiais do segmento. Nossos produtos apresentam elevada qualidade e ótima relação custo-benefício. Temos um excelente serviço pós-venda, com esclarecimento de dúvidas e manutenções, auxiliando nossos clientes na consolidação de uma boa trajetória em suas instituições de cuidado e saúde.
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Um dos principais cuidados a serem administrados aos pacientes é o controle dos sinais vitais. Para isso, o ideal é contar com equipamentos eficazes e capazes de apresentar esses dados com exatidão, como o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco, já que são fundamentais em setores de emergências e demais ambientes das unidades de saúde.
Como cada um apresenta suas especificidades, é importante saber como diferenciá-los e, assim, poder identificar o mais adequado conforme a necessidade e o estado do paciente. Continue a leitura deste conteúdo e saiba mais sobre os principais pontos desse assunto.
É visto como um tipo mais simples que o monitor multiparâmetro e tem a finalidade de acompanhar a redução ou o aumento da frequência cardíaca do indivíduo e, assim, capturar os batimentos para encontrar eventuais complicações.
O único sinal que o aparelho acompanha é o cardíaco, e ele consegue apontar a frequência por intermédio de um traçado eletrocardiográfico no monitor, permitindo que os profissionais possam ver como estão as contrações dos ventrículos e artérias.
Esse processo é realizado com fundamento nas formas de ondas elétricas que se constituem na tela e apresentam as bradicardias e taquicardias que o paciente pode adquirir ao longo de um determinado tempo. Dessa forma, ele é muito usado no transporte de pacientes de um setor para outro ou em procedimentos que requerem um monitoramento constante dos batimentos cardíacos.
O monitor multiparâmetro é um dos equipamentos mais usados pela equipe de saúde, tendo em vista suas diversas funcionalidade que ajudam no acompanhamento da evolução dos pacientes. Por meio dele, é possível monitorar diversos aspectos fisiológicos. Veja os principais a seguir!
Também chamado de ECG, é o responsável por apresentar qualquer alteração na atividade elétrica do coração. Ao contar com até 12 derivações, o equipamento contribui para a identificação de arritmias e demais mudanças cardíacas ao longo do tratamento.
O padrão é o mesmo, de 12 por 8 mmHg. Contudo, podem ser entendidos como normais os valores de sistólica entre 90-130 mmHg e diastólica entre 60-90 mmHg. Variações muito baixas são entendidas como hipotensão, enquanto valores elevados caracterizam a hipertensão.
Os valores podem variar conforme a altitude do local onde é mensurada. Porém, em condições habituais, a saturação de um indivíduo saudável é de 95 a 99%, além da apresentação de 70 batimentos cardíacos por minuto.
Em especial para pessoas tratadas na UTI ou em estado mais grave, é necessário medir o dióxido de carbono expirado pelo paciente. Esse indicador acompanha as alterações do metabolismo, na perfusão e ventilação da pessoa que recebe os cuidados.
Apesar de ser um dado fácil de ser mensurado, a temperatura corporal deve ficar entre 36,1ºC e 37,2ºC. Nos casos em que o equipamento indicar um valor abaixo, significa que o paciente está com hipotermia. Já um número mais elevado que o normal quer dizer que ele está com febre, pirexia ou hiperpirexia. Qualquer que seja a situação, os sintomas devem ser avaliados pelo médico.
Para medir a respiração, é necessário levar em conta a idade do indivíduo. Normalmente, a média é de 12 a 20 inspirações por minuto, mas em bebês e crianças esse valor pode ser mais alto. Já nos casos dos idosos, estes podem apresentar uma redução, o que vai depender de suas condições físicas.
Por meio da avaliação de todos os fatores, fica mais fácil para o médico realizar um diagnóstico mais preciso e de forma objetiva e eficaz.
Portanto, é possível dizer que o monitor multiparâmetro é um equipamento mais completo quando o assunto é a mensuração dos sinais vitais, tendo em vista sua capacidade de apontar qualquer alteração que possa surgir em tempo real, tornando-se imprescindível em pronto-atendimentos, UTIs, ambulâncias, emergências e salas pós-cirúrgicas, entre outros setores.
Os dois equipamentos podem ser usados em bebês, crianças e adultos, além de serem bastante necessários para avaliar os dados vitais dos pacientes. No entanto, é importante ter em mente que o multiparâmetro abrange um leque maior de informações, proporcionando uma avaliação mais precisa e detalhada. Já o monitor cardíaco limita-se somente às funções do coração, sendo aplicado em situações mais simples.
Ainda nesse contexto, é necessário ressaltar que um equipamento com todas essas funcionalidades gera mais benefícios. Isso ocorre pelo fato de que ele vai conseguir entregar um volume maior de dados com qualidade à equipe médica, sem exigir que o paciente tenha que realizar vários exames separados.
Apesar disso, é preciso lembrar da facilidade que um aparelho mais simples, como o monitor cardíaco, pode proporcionar para a interação entre os humanos e a máquina, mas que pode ser alcançada com a obtenção de monitores multiparâmetros intuitivos e de fácil manuseamento.
Então, é possível dizer que esse equipamento também pode apresentar um benefício nesse quesito, já que suas funcionalidades podem ser requeridas em diferentes situações, como até mesmo em pessoas que ainda não chegaram à unidade de saúde e devem ser monitoradas durante o percurso — considerando que os monitores mais modernos são portáveis e leves.
Após entender as características e vantagens do monitor multiparâmetro quando comparado com o monitor cardíaco, é preciso saber quais pontos devem ser observados no momento de adquirir o melhor equipamento, por exemplo:
Conseguiu entender as principais diferenças entre o monitor multiparâmetro e o monitor cardíaco? Por se tratar de um dos equipamentos mais importantes para o monitoramento dos sinais vitais do paciente dentro ou fora da instituição de saúde, é preciso observar se ele oferece as funções necessárias antes de comprar o ideal.
Conte com um bom fornecedor que disponibilize todo o suporte adequado para a utilização correta do aparelho, como a Medicalway, que oferece vários tipos de monitores.
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O que deve ser observado na hora de comprar o arco cirúrgico? Os equipamentos hospitalares são desenvolvidos para trazer agilidade nos procedimentos, tornando-os mais seguros para os pacientes. Esse é o objetivo do arco cirúrgico: permitir aos médicos visualizarem, em tempo real e de forma dinâmica, as estruturas internas, reduzindo o tamanho de cortes e permitindo movimentos mais precisos.
Esse aparelho, também chamado de intensificador de imagem, fornece, com o uso de raios-X, imagens intraoperatórias de alta resolução — sendo, portanto, indispensável em diferentes tipos de cirurgia.
Diante disso, é necessário saber o que analisar para comprar esse equipamento a fim de que ele tenha as funcionalidades necessárias para os procedimentos realizados no hospital. São esses aspectos que explicamos a seguir. Confira!
O primeiro ponto é escolher um arco cirúrgico que atenda às aplicações clínicas do hospital. Isso porque o equipamento pode atender as áreas de:
Dessa maneira, é importante observar se o aparelho se adequa aos procedimentos realizados, sobretudo aos mais complexos. Isso porque é um investimento alto que o gestor hospitalar faz, então é necessário escolher a tecnologia ideal para as especialidades das cirurgias atendidas.
As imagens obtidas em tempo real pelo arco cirúrgico vão orientar os médicos no andamento das cirurgias. No entanto, existem diferentes níveis de sofisticação desse equipamento, podendo oferecer mais funcionalidades na sala de cirurgia.
Nessa hora, vale observar as características técnicas, como a nitidez das imagens. Alguns modelos permitem apenas a visualização de procedimentos de baixa complexidade, enquanto outros possibilitam profundidade de visualização e resolução mais alta das imagens.
Existem ainda modelos de arcos cirúrgicos que permitem a obtenção de imagens das estruturas em 3D, o que facilita bastante o trabalho do médico e a precisão das cirurgias, como as de coluna, que exigem a colocação de pinos, fios e parafusos.
Verifique ainda qual a potência e o tempo de trabalho do equipamento. Alguns modelos contam com sistema ativo de refrigeração a ar, o que evita o superaquecimento do aparelho, permitindo que ele seja utilizado em cirurgias de longa duração.
Outros aspectos que podem ser avaliados é a rotação orbital do equipamento, o tamanho e as características do painel (que pode ser touchscreen), além da função de gerenciamento automático da dosagem de radiação utilizada, evitando a exposição por um tempo grande de pacientes e profissionais de saúde.
Por último, além das características técnicas e tecnológicas do arco cirúrgico, o ideal é contar com um fornecedor que tenha credibilidade no mercado para que você tenha a certeza de que está adquirindo o melhor equipamento para as necessidades do seu hospital.
Agora você já sabe quais são os principais fatores para observar antes de fazer o investimento em um arco cirúrgico. Para não ter erro na compra, é fundamental contar com uma empresa de referência, como a Medicalway. Trabalhamos com as melhores marcas de equipamentos hospitalares, com condições de pagamento acessíveis e todo o suporte de que você precisa no pós-venda.
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Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação. Na intubação orotraqueal, duas situações são consideradas como via aérea difícil: a dificuldade de ventilar e a intubação difícil.
No primeiro caso, a saturação da ventilação pulmonar não é mantida dentro dos padrões normais, nem com máscara ou oxigênio. No segundo, é preciso ter mais de três tentativas de intubação sem sucesso.
No entanto, alguns passos podem ajudar a identificar a condição o quanto antes. Veja, a seguir, quais são eles!
Identificar a via aérea difícil depende da posição correta do paciente. Isso é indispensável mesmo em situações complexas, como a de pacientes em parada cardíaca.
Esse posicionamento ideal é chamado de snif position. Ela é determinada quando o ângulo da mandíbula se iguala em altura com a parte superior do tórax. Assim, o tragus fica nivelado com o manúbrio esternal e há possibilidade de inclinar a cabeça para trás. É possível contar com o uso de lençóis e travesseiros para ajustar a posição.
A distância interincisivos é estimada entre 3 dedos, ou aproximadamente 5cm. Esse espaço significa que é possível acomodar a lâmina entre os dentes superiores e inferiores.
Ele deve ser respeitado por questões de conforto, segurança e eficiência da intubação. O paciente que não apresenta o correto distanciamento pode ter problemas na articulação da mandíbula.
Outro ponto importante é a avaliação da extensão livre entre cabeça e pescoço. Ela comprova a possibilidade de assumir a posição olfativa, a mais recomendada para alinhar os eixos laríngeo, faríngeo e oral durante a intubação.
É preciso segurar um marcador verticalmente na testa, com a cabeça e o pescoço inclinados para trás. Com o marcador no mesmo lugar, a cabeça deve ser flexionada para baixo. Assim, a distância será marcada. Em casos de suspeita de traumatismo raquimedular, essa manobra não é indicada.
Alguns dispositivos são especiais para a via aérea difícil. Por exemplo, a máscara laríngea, o fibroscópio e o bougie devem ficar sempre ao alcance, para o caso de uma atitude extrema para salvar a vida do paciente.
Em casos de falha, o kit de crico também deve estar disponível. O videolaringoscópio é outro dispositivo que, quando usado de maneira correta e pontual, ajuda na precisão da técnica. Diante da possibilidade de complicações mesmo com esse auxílio, considere chamar outro médico para averiguar a situação do paciente.
Um dos principais preditores associados a uma intubação difícil é a protusão mandibular. Ela deve apresentar mobilidade de articulação, o que atesta a possibilidade de deslocamento durante a laringoscopia.
Quando reduzida, ela pode comprometer ainda mais a intubação. É essencial realizar o teste da mordida do lábio superior, que comprova se a protusão é adequada ou se prediz visões laringoscópicas ruins.
Identificar a via aérea difícil corretamente pode salvar vidas. Embora seja um cenário perturbador, essas dicas podem ajudar a normalizá-lo para garantir o cuidado adequado com a saúde do paciente. Sem praticá-las, o paciente fica sem ventilação, e as consequências são catastróficas.
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