Ter 100 anos de história não é para qualquer instituição, e o desafio se torna maior ainda quando falamos do setor hospitalar. Mas, apesar de todos os obstáculos, o Hospital Pequeno Príncipe, situado em Curitiba (PR), completa seu primeiro centenário em 2019.
Referência nacional no cuidado de crianças e adolescentes e considerado a maior organização de saúde exclusivamente pediátrica do Brasil, a organização se orgulha de ter uma trajetória pautada no atendimento integral, humanizado e igualitário. É um trabalho construído por médicos, profissionais da saúde, colaboradores, gestores, voluntários e parceiros.
A instituição conta com 370 leitos, sendo que 60 deles são de UTI. Além disso, 70% de sua capacidade é destinada ao atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2015, a entidade realizou mais de 311 mil atendimentos ambulatoriais, 23 mil internações, 20 mil cirurgias, 772 mil exames, além de 180 transplantes (órgãos, tecido ósseo e medula óssea).
Quer conhecer mais um pouco do Hospital Pequeno Príncipe? Então continue a leitura e saiba mais sobre a história, infraestrutura, tratamentos realizados e tecnologia que fazem parte dos atendimentos da instituição.
Era 1919, um grupo de mulheres de Curitiba começou a construir a história do Hospital Pequeno Príncipe: elas se mobilizaram para oferecer atendimento de saúde à população carente da cidade, especialmente para as crianças.
Esse grupo se uniu a médicos e autoridades locais e, assim, conseguiu inaugurar o Dispensário Infantil, que passou a receber os primeiros pacientes em outubro de 1919. A semente estava lançada: nascia aí o projeto para um hospital infantil. Após onze anos de muita dedicação e trabalho, a instituição é inaugurada em 1930.
Em 1951, a organização passa a se chamar Hospital de Crianças Dr. Cesar Pernetta e, 20 anos depois, eles inauguram o Hospital Pequeno Príncipe — atualmente chamado de Complexo Pequeno Príncipe, pois abriga, além do hospital, as Faculdades Pequeno Príncipe (2003) e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe (2005). A mantenedora da entidade é a Associação Hospitalar de Proteção à Infância Dr. Raul Carneiro.
O crescimento do hospital se deve à mobilização dos voluntários, ao intenso trabalho de profissionais de saúde e colaboradores, além do apoio da sociedade e de empresas, que se uniram à causa.
O voluntariado é uma das bases do trabalho do Hospital Pequeno Príncipe e seu trabalho rendeu momentos marcantes para a entidade, como:
A entidade se destaca nos procedimentos de alta e média complexidade, como tratamentos oncológicos e cirurgia pediátrica. Oferece ainda atendimento em outras áreas, como:
É referência ainda nas cirurgias cardíacas em bebês e transplantes de órgãos. No caso do transplante de rins, o trabalho realizado é equiparado aos melhores centros mundiais no aspecto de sobrevida dos pacientes.
O Hospital Pequeno Príncipe tem caráter filantrópico, destinando 70% de sua capacidade ao SUS. Mas o repasse do governo não cobre todos os custos. Em 2017, por exemplo, os recursos repassados representaram pouco mais de 24% da receita da instituição.
Diante disso, os gestores foram atrás de outras saídas para continuar oferecendo o atendimento. Assim, começaram a obter recursos das Faculdades Pequeno Príncipe que, em 2017, somavam 14,43% do total arrecadado. Fizeram também campanhas junto às empresas e cidadãos: no mesmo ano, essa forma de obtenção de recurso superou os R$ 40 milhões — o equivalente a 16,9% da receita total.
Para vencer os desafios, a instituição uniu a assistência, o ensino e a pesquisa, seguindo os modelos dos principais hospitais do mundo. Com isso, a pesquisa e tecnologia estão presentes nos atendimentos do Pequeno Príncipe, auxiliando nos diagnósticos e tratamentos realizados.
A parte de pesquisa fica a cargo do Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que trabalha juntamente com a Pós-graduação das Faculdades Pequeno Príncipe. Os estudos são direcionados para salvar e melhorar de forma significativa a vida de crianças, jovens e adultos acometidos por doenças e acidentes graves. São diferentes módulos de pesquisa, entre eles:
Atualmente, o hospital utiliza a telemedicina e equipamentos robóticos. Uma inovação, por exemplo, é o Robô Laura, que monitora os indicadores e sinais vitais do paciente para a detecção precoce da sepse. Ele utiliza a inteligência artificial para fazer o gerenciamento de riscos, integrando as informações de todos os pacientes e emitindo alertas para que profissionais de saúde possam agir rápido.
Além disso, a entidade implantou o primeiro biobanco da região Sul do Brasil, responsável pela coleta, armazenamento e gerenciamento de diferentes amostras, como tecidos, sangue, RNA e DNA. Consegue armazenar até 230 mil amostras de materiais e permite a troca de conhecimento científico com biobancos do Brasil e exterior, o que traz subsídio para a realização de pesquisas e aprimoramento dos tratamentos.
O Pequeno Príncipe tem também um laboratório genômico, estrutura que possibilita a identificação e tratamento de muitas doenças, além de precisão no diagnóstico precoce. Auxilia ainda no prognóstico e tratamento do câncer.
Os profissionais de saúde e estudantes do Complexo Pequeno Príncipe têm agora uma forma de treinamento inovadora: o Centro de Simulação Realística. Com o simulador pediátrico, eles podem vivenciar as situações como se fossem reais, o que permite aprimorar a técnica e experiência, porém em um ambiente totalmente seguro.
O trabalho do Hospital Pequeno Príncipe deve servir de referência para outras instituições de saúde, principalmente na qualidade técnico-científica dos procedimentos e atendimento humanizado. Por isso, nesses 100 anos, há muito o que comemorar.
Você já tinha ouvido falar sobre a história desse hospital pediátrico de Curitiba? Conhece outra entidade que realiza um trabalho similar? Compartilhe conosco, deixando um comentário neste post!
Saiba como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde, como a qualidade de um serviço tem forte ligação com a gestão de uma empresa. Assim, para garantir eficácia nos processos, é necessário buscar meios adequados, como as metodologias ágeis.
Apesar de ter origem na área de desenvolvimento de softwares, esse conjunto de práticas pode ser aplicado a qualquer tipo de negócio, inclusive em clínicas e hospitais. Com isso, você tem mais organização nos departamentos, equipes mais integradas, redução de erros e pode oferecer uma melhor experiência a seu paciente.
Quer conhecer as vantagens das metodologias ágeis na área da saúde e descobrir como aplicá-las? Continue a leitura e confira também os principais métodos.
Em hospitais, clínicas e laboratórios, existem vários processos que envolvem o atendimento ao paciente. São diferentes setores e profissionais que precisam trabalhar de maneira coordenada para tornar o serviço padronizado, eficaz, seguro, de qualidade e também evitar desperdícios de materiais e retrabalho.
Para dar conta de toda essa complexidade, inclusive com o uso cada vez maior de tecnologias, é importante que o gestor adote metodologias ágeis. Trata-se de um conjunto de práticas para abordagem focada no paciente com uma definição clara dos fluxos de trabalho e maior interação entre as equipes.
Os principais benefícios ao aplicar as metodologias ágeis na área da saúde são:
Existem diferentes métodos ágeis que você pode adotar na área da saúde. A seguir, vamos mostrar como funciona o Kanban e o Lean e dar exemplos de como eles podem melhorar as ações em um hospital. Confira!
Kanban é uma metodologia formada por checklists que proporciona uma visão geral de todos os processos, encadeando os fluxos de trabalho. Na saúde, ela pode ser adotada para aprimorar a gestão do atendimento ao paciente.
Em linhas gerais, o método tem como regra: uma tarefa não pode ter continuidade sem que a anterior tenha sido finalizada. Para isso, é necessário montar um mapa visual (quadro fixado na parede) com as etapas que devem ser seguidas por toda a equipe.
Em um hospital, o Kanban pode auxiliar no controle da entrada e saída do paciente, o que permite saber qual o tempo em que ele está recebendo o atendimento médico e, portanto, ocupando um leito.
Com isso, há compartilhamento de informações entre os profissionais, pois no quadro, além do nome e da localização do paciente, há a indicação do tempo médio em que ele vai permanecer internado de acordo com a gravidade do seu estado de saúde.
Nesse cenário, a equipe de enfermagem sabe como agir em relação aos internados, quais medidas deve tomar, como a realização de exames, e até quando terá o leito disponível. Também fica mais atenta às situações emergenciais, porque tem a sinalização de cada paciente, o que facilita a tomada rápida de decisão.
A metodologia ágil Lean foi desenvolvida para aplicação nas indústrias, mas pode trazer vantagens também na área da saúde. Busca objetividade, eficiência e redução de desperdícios.
Com isso, o trabalho das equipes fica mais organizado e focado, há mais transparência na comunicação entre os profissionais e redução de custos da instituição.
A adaptação da metodologia original recebeu o nome de Lean Healthcare. Ela se volta para o que pode ser eliminado para otimizar a produtividade no hospital, como:
Se você busca trazer mais eficiência para os processos de sua clínica ou hospital, deve estar curioso para saber como aplicar as metodologias ágeis na área da saúde. Descubra os passos que você deve seguir.
Pesquise sobre os métodos ágeis existentes e escolha aquele que vai trazer mais vantagens para a gestão da sua instituição.
Para que você tenha um bom resultado com a aplicação dessa estratégia, é preciso que todas as equipes participem da implementação. É necessário mostrar como funciona a metodologia, o que muda no trabalho de cada um e os ganhos que essa mudança vai proporcionar.
Quando aplica uma das metodologias ágeis na área da saúde, você acaba alterando a cultura da organização. Sendo assim, não tenha pressa com relação a resultados. É preciso ter foco no processo de transição e realizar os ajustes necessários.
Mesmo depois que a metodologia já fizer parte da rotina do hospital, é necessário realizar avaliações e reuniões constantes e pedir o feedback dos profissionais. É válido, inclusive, realizar uma pesquisa de satisfação com os pacientes a fim de saber se houve melhora na qualidade dos serviços prestados.
Se você busca integrar os profissionais, garantir a sustentabilidade financeira da instituição e oferecer um atendimento com foco no paciente, adote uma das metodologias ágeis na área da saúde. Você melhora a qualidade dos serviços e fideliza o público, organizando e padronizando seus processos.
Já que estamos falando em otimizar a rotina da sua clínica, descubra também os 6 benefícios do software médico!
A inovação tecnológica já está presente no dia a dia de médicos e pacientes. Softwares e aplicativos médicos, agendas on-line e prontuários eletrônicos, por exemplo, facilitam cada vez mais a gestão de clínicas e otimizam o seu atendimento. Mas os avanços não param por aí, pois a tecnologia em cirurgias também já é realidade.
Entre as novidades em uso atualmente está a cirurgia robótica assistida, além de outras em pleno desenvolvimento, como a produção de órgãos artificiais. Com tudo isso, a verdade é que os benefícios dessa alta tecnologia aplicada à saúde prometem revolucionar a medicina.
Quer saber mais sobre como essa revolução acontece? Então, continue lendo este post para conferir as principais novidades em cirurgia e os maiores benefícios que elas trazem para profissionais e pacientes!
Não é de hoje que a tecnologia vem sendo aplicada à medicina. A invenção do aparelho de raio-X, por exemplo, foi um grande marco na medicina diagnóstica — e, de lá para cá, as suas evoluções (como a ressonância magnética e a tomografia) continuam aprimorando os resultados e trazendo cada vez mais benefícios para a área da saúde.
O mesmo acontece no campo da comunicação. Desde o telégrafo até a internet, podemos citar a possibilidade de enviar exames e trocar informações entre médicos, bem como, mais recentemente, a saúde digital ou e-saúde (a reunião de dados sobre pacientes, medicamentos e patologias, podendo ser integrados com softwares e dispositivos).
Tamanha evolução possibilitou diversos estudos e pesquisas mais aprofundadas, aumentou a expectativa de vida e permitiu que condições que, antes, representavam risco de vida (como simples fraturas, por exemplo,) sejam hoje tratadas com técnicas minimamente invasivas.
Além disso, os próprios avanços da computação e da internet têm alcançado patamares inimagináveis, com a robótica, a edição genética, a nutrigenômica, a tecnologia 3D, entre outras. Equipamentos médicos mais modernos permitem diagnósticos cada vez mais precoces, e até portáteis, enquanto a telemedicina vem ampliando o acesso a exames, graças à emissão de laudos a distância e à redução de custos.
Essa união da internet e do móbile também garante mais autonomia ao paciente sobre sua própria saúde. O uso de dispositivos vestíveis (os wearables), por exemplo, promete ajudar os médicos no monitoramento e controle de seus pacientes, levando a medicina para fora dos hospitais e consultórios, para o dia a dia das pessoas.
Bom, com o surgimento de tantas possibilidades, era de se esperar que a inovação chegasse também à mesa de cirurgia — o que, de fato, não demorou a acontecer. Vejamos, então, quais são os principais avanços nessa área!
Inicialmente utilizadas pelos militares, em virtude da necessidade de atendimento a distância, as cirurgias robóticas já chegaram aos hospitais, inclusive os brasileiros. Embora ainda tenham um alto custo, seus benefícios são enormes, e com o avanço tecnológico, tendem a se tornar mais acessíveis em um futuro próximo.
Atualmente, a precisão dos braços robóticos já é superior à de um médico profissional, que agora participa da cirurgia manipulando essa máquina por meio de um console. Tamanha precisão garante intervenções minimamente invasivas e com resultados cada vez melhores.
Tendência em diversos setores, a nanotecnologia também está presente na área da saúde. Estudos recentes analisam a possibilidade de utilização de nanorrobôs no combate a células cancerosas, em ratos, com resultados promissores.
Além disso, a promessa é de que nanomáquinas podem ser utilizadas também no auxílio de cirurgias, na liberação de medicamentos direto na corrente sanguínea do paciente, entre outras aplicações.
Embora longe dos holofotes, os diversos equipamentos utilizados em uma cirurgia — como mesas cirúrgicas, monitores, mobiliário, focos cirúrgicos, aparelhos de anestesia etc. — também vêm se modernizando. Esse uso da alta tecnologia garante mais segurança e eficiência aos procedimentos, permite que o médico trabalhe com mais rapidez e aumenta a produtividade do hospital, como um todo.
A tecnologia de impressão 3D permite hoje a criação de objetos e até órgãos artificiais, técnica que pode ser a solução para as filas de transplantes, por exemplo, além de vir sendo utilizada para aprimorar a preparação para cirurgias.
Um estudo realizado na Faculdade de Ciências Médicas de São Paulo, por exemplo, utiliza o ultrassom para reproduzir um modelo exato do coração do paciente no momento da sístole. Com isso, o cirurgião pode estudar minuciosamente os detalhes da região que apresentou problemas na contração e realizar a cirurgia para o tratamento de aneurismas do ventrículo esquerdo, no órgão real, melhor preparado.
Já no campo da transplantologia, os órgãos artificiais podem ser projetados especificamente para cada paciente, considerando suas características anatômicas e de tamanho, por exemplo.
A tecnologia também vem impactando a criação de próteses utilizadas em cirurgias, como é o caso dos stents cardíacos. Trata-se de pequenas peças metálicas, inseridas por meio de uma angioplastia, usadas para alargar as veias no tratamento de obstruções de grau menos elevado.
Essas peças ficam no coração dos pacientes para o resto de suas vidas, e, como um corpo estranho, podem lhes causar alguns efeitos, inclusive rejeição. Já as versões biodegradáveis, produzidas com outro tipo de material, são reabsorvidas pelo corpo após cumprirem o seu papel.
Os benefícios da tecnologia na medicina são mesmo incontáveis. Dos grandes feitos, como a possibilidade de cura de doenças como câncer e o fim da fila de transplantes, à otimização da rotina em hospitais e clínicas, com a melhoria no atendimento aos pacientes, maior eficiência, padronização de processos, redução do tempo de recuperação, diminuição da dor, entre outras. Podemos citar:
Enfim, não há dúvidas de que o futuro da medicina está intimamente ligado à evolução tecnológica. Da telemedicina à tecnologia em cirurgias, podemos ver que as novidades são promissoras e prometem ampliar o acesso à saúde e a melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Agora que você já conhece as principais inovações tecnológicas em cirurgia, aproveite para entrar em contato conosco e conheça nossos produtos e equipamentos!
A empresa IBM (International Business Machines) é uma das maiores gigantes do mundo no âmbito da inteligência artificial e apresenta como uma de suas tecnologias o programa Watson Health.
Com foco na análise de dados do setor da saúde, a plataforma tem capacidade de entregar informações precisas, seguras e massivas para diversas instituições, profissionais e pacientes.
Considerando que a era da Transformação Digital em que estamos inseridos se aproxima cada vez mais de serviços que sejam personalizados com foco no cuidado preventivo, a integração de tais informações são excelentes recursos para esse tipo de assistência à saúde.
Quer entender melhor como funciona o Watson Health? Então, não perca este conteúdo que elaboramos. Você saberá como ele atua, quais são seus objetivos e subdivisões, além de compreender seus maiores benefícios. Aproveite a leitura!
Pois bem, primeiro precisamos dar um passo atrás na concepção da tecnologia desenvolvida pela IBM para entendermos efetivamente o que é a ferramenta Watson.
Ela foi criada para fornecer suporte na aplicação de programação cognitiva, principalmente em quantidades massivas de dados.
E o que é, afinal, programação cognitiva? O termo significa que o sistema aprende enquanto opera. Assim, consegue interagir com pessoas e auxiliá-las nas melhores tomadas de decisão.
O Watson da IBM é, portanto, um conjunto de APIs (interfaces que permitem a troca de informações entre sistemas), e o Watson Health é uma dessas interfaces, se configurando como uma das especialidades do serviço.
Simples, não é mesmo? Resumidamente, o objetivo é agrupar o máximo de informações sobre a saúde de pessoas ao redor do mundo para otimizar o trabalho de profissionais da saúde e players desse ecossistema.
O Watson Health foi lançado em 2015, e a primeira versão foi destinada a instituições hospitalares. Já em 2016, começou a ser oferecido em consultórios e clínicas do Brasil.
Desde o seu início, o objetivo foi promover a inovação para abordar a complexidade dos desafios de saúde que demandam urgência a nível mundial. Sendo assim, por meio da inteligência artificial, a plataforma sempre buscou colher dados e insights na área da saúde para serem utilizados em diversas instituições.
Compreendeu a relevância do Watson Health, mas ainda tem dúvidas de como a ferramenta funciona na prática? Vamos evidenciar um exemplo para que você entenda melhor.
Considerando que é possível criar as próprias programações cognitivas na plataforma, empresas, por exemplo, da área de diagnósticos, podem se beneficiar da tecnologia.
Com o auxílio da inteligência artificial, informações genéticas dos pacientes são cruzadas com estudos científicos e artigos de todo o mundo. Dessa maneira, uma relação é estabelecida com diferentes tipos de tumores, e o algoritmo proporciona um resultado destrinchado para o médico.
Ainda, o profissional consegue analisar o manejo do tratamento mais adequado, elencando as melhores terapias e medicações de acordo com o diagnóstico.
O Watson Health é, por vezes, considerado como o “Google dos médicos”. E existem subdivisões para diferentes especialidades. Veja.
O Watson Oncology é uma das áreas mais consultadas da plataforma e tem o objetivo de aprimorar o tratamento contra o câncer centrado no paciente. As metodologias e manejos para dor revelados são cada vez mais personalizados e, consequentemente, mais precisos.
Essa especialidade tem o intuito de acelerar terapias direcionadas para que elas atuem de maneira mais eficaz. Em outras palavras, é considerada a premissa de que estudos clínicos devem falhar rápido para os recursos destinados à área da saúde sejam gastos de maneira mais racional e ágil.
Reduzir gastos e entregar qualidade. Tais aspectos são pontos-chave para qualquer cuidado na área da saúde, certo? Para tanto, passos devem ser dados para promover tanto o sistema em que estamos inseridos quanto as questões operacionais e financeiras do cenário global.
Aprimorar o valor agregado na saúde envolve promover serviços sociais e iniciativas para auxiliar a qualidade de vida de cidadãos mais vulneráveis. Essa segmentação potencializa programas governamentais e faz muito sentido, principalmente para países em desenvolvimento como o Brasil.
Diante de todas as particularidades que demonstramos neste conteúdo, não é difícil notar os benefícios providos pela plataforma de inteligência artificial, não é mesmo?
As vantagens abrangem desde o auxílio em tomadas de decisão (que são orientadas por análises de dados) até o auxílio a provedores de saúde e equipes de cuidado assistencial para trabalharem de maneira integrada e mais efetiva.
Afinal de contas, quando os médicos conseguem ter acesso ao histórico completo de seus pacientes, complicações indesejadas e gastos com saúde podem ser drasticamente reduzidos. Ademais, a maior precisão de diagnósticos tem o potencial de gerar economia para o sistema de saúde.
Uma das principais visões que a empresa IBM tem e faz questão de evidenciar em suas divulgações é o fato de que acompanhar a proliferação diária de dados relacionados à saúde é humanamente impossível.
Assim, ao criar um ecossistema conectado, é possível fomentar esse setor tão complexo e multidisciplinar de forma integral, aproveitando a expertise dos dados e agregando valor ao que é compartilhado.
E então, ficou com curiosidade para conhecer melhor o Watson Health? As perspectivas de uma maior abrangência da inteligência artificial no Brasil são positivas, considerando a cultura do país e particularidades desse mercado.
No entanto, é fundamental promover a digitalização das informações. Milhares de dados deixam de ser compilados e analisados quando estão em formato de papel ou sistemas arcaicos como no Brasil.
Viu como a informatização e o gerenciamento de dados do Watson Health conseguem aprimorar serviços centrados no paciente? Seja para resolver, simplificar, cuidar ou curar: o essencial é que as inovações fomentem a economia e produtividade do setor de saúde.
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