Conheça 8 boas práticas de gestão de equipes em hospitais

Conheça 8 boas práticas de gestão de equipes em hospitais. Realizar uma boa gestão de equipes em hospitais é fundamental, principalmente quando elas são compostas de forma multidisciplinar, com a integração de profissionais de todos os níveis e áreas.

Conheça 8 boas práticas de gestão de equipes em hospitais

Não há dúvidas de que o sucesso das atividades realizadas está diretamente ligado ao rendimento e à motivação dos colaboradores. Então, é responsabilidade do gestor a implementação de uma cultura na empresa que torne esse tipo cada vez mais produtivo, qualificado e assertivo.

Apesar dessa tarefa ser um desafio, existem algumas medidas que podem ser implementadas como forma de simplificar esse processo. Confira!

1. Promova uma comunicação transparente

Quando os profissionais entendem quais são os objetivos e metas da empresa e quais são as ações adotadas para alcançá-los, as chances de sucessos são bem maiores. Sendo assim, uma das responsabilidades do gestor é assegurar que a comunicação ocorra de forma efetiva, com o repasse de informações com clareza e objetividade.

Entre as estratégias para que isso corra, está a implementação de ferramentas relevantes que consigam atender aos aspectos relacionados à comunicação, que permite o compartilhamento de informações, arquivos e avisos importante que não podem deixar de ser transmitidos para toda a equipe.

2. Conceda feedback

As considerações do gestor são fundamentais para manter os funcionários motivados, considerando que o feedback funciona como uma espécie de norte do trabalho, além de possibilitar que o profissional compreenda quais são seus pontos positivos e o que precisa ser aprimorado ou eliminado.

Nesse caso, uma ideia é elaborar reuniões periódicas, com o intuito de mostrar para a equipe que ela é uma parte imprescindível para o desenvolvimento e alcance dos resultados esperados do negócio, além de informar que está sempre à disposição para auxiliar, esclarecer dúvidas e ouvir o que cada um tem para dizer.

3. Identifique as habilidades dos colaboradores

Para conseguir fazer com que os processos e atividades dentro da unidade de saúde sejam executados com qualidade e de forma produtiva, é necessário entender quais são as habilidades específicas de cada profissional. Assim, fica mais fácil delegar as tarefas que sejam mais compatíveis com as competências e aptidões de cada um.

Então, busque passar um tempo maior com cada funcionário, já que esse ato vai ajudar você a compreender suas preferências e em quais atividades eles poderiam mostrar o seu melhor. Tenha em mente que dividir as funções corretamente vai gerar impactos bastantes positivos para a organização.

4. Delegue as funções e dê autonomia ao funcionário

Outra dica de como manter uma boa gestão de equipes em hospitais é delegar as funções conforme o grau de conhecimento de cada funcionário. Isso ocorre pelo fato de que quando um colaborador entende o seu papel e o que deve executar na empresa, ele consegue desempenhar sua tarefa de maneira mais eficiente, apresentar um trabalho em equipe satisfatório e focar no que realmente é relevante para atingir as expectativas propostas.

Além disso, a autonomia é uma excelente forma de promover o engajamento, considerando que quando o profissional consegue direcionar o seu trabalho, ele se sente mais motivado, orgulhoso e produtivo.

5. Saiba lidar com perfis profissionais diferentes

Toda equipe é composta com profissionais de perfis, habilidades, interesses e personalidade diversas, e é importante que o gestor tenha jogo de cintura para lidar com isso, evitando que perca o controle e não consiga liderar o time por completo.

Quando esse controle é perdido, acaba ocasionando em uma desorganização que vai influenciar nos resultados do negócio. Sendo assim, é necessário estabelecer limites, contribuir para a manutenção de um ambiente laboral saudável e conquistar o respeito dos colaboradores sem necessitar do uso de poder ou autoridade. Para ajudar nessa prática, o ideal é:

  • apresentar de forma regular as expectativas da empresa;
  • determinar de forma precisa os papeis e funções de cada membro da equipe;
  • tomar decisões em conjunto com o grupo, sem perder o entendimento de quando é preciso impor suas ideias;
  • manter uma postura profissional;
  • evitar tomar decisões focadas apenas no individual;
  • ser um exemplo.

6. Foque nos profissionais, e não somente nos resultados

Assim, como qualquer empresa, as unidades de saúde estão em busca dos melhores resultados possíveis. Contudo, é necessário que o gestor entenda que o sucesso do negócio depende diretamente da equipe de funcionários e, por esse motivo, o foco deve estar neles.

Identificar as necessidades e demandas de cada time é preciso, mas também é importante considerar que cada profissional tem sua forma de pensar e agir, e entender seus pontos fortes e fracos vai levar a um gerenciamento mais amplo e assertivo, beneficiando todo o grupo.

No momento em que o gestor coloca em sua mente que a empresa é constituída por pessoas e busca entendê-las, ele passa a:

  • explorar os diferenciais de cada um;
  • estabelecer as funções de forma mais simples e conforme as habilidades de cada um;
  • aprimorar as questões que não estão levando aos resultados esperados;
  • motivar o time e demais.

7. Conquiste a confiança do time

Colaboradores que confiam em seus gestores tendem a dividir uma maior quantidade de ideias e informações, considerando que a confiança e um relacionamento mais próximo são fatores consideráveis na procura por bons resultados e orientar quais caminhos a serem seguidos pela liderança.

Então, contribua para que o time veja você como uma pessoa digna dessa confiança e trabalhe para que os funcionários estejam alinhados e dispostos a manter um clima harmonioso.

8. Realize avaliações constantes

Todas as estratégias implementadas precisam ser avaliadas de forma frequente e minuciosa para que sejam reconhecidos os pontos que deram certo, os resultados efetivos, o desempenho e a contribuição de cada um, além de demais indicadores capazes de promover um entendimento mais completo e que permita que a organização aplique as melhores medidas para se manter em constante evolução.

Como você pôde perceber, o papel da gestão de equipes em hospitais é fundamental para manter a equipe motivada e produtiva. Por esse motivo, não deixe de colocar as ações apresentadas em prática e, dessa forma, evitar erros que podem inviabilizar o alcance de todos os objetivos e metas projetados.

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    Qual a relação entre saúde, segurança e equipamentos médicos de qualidade dentro de hospitais?

    Hoje em dia é muito difícil imaginar atividades que não utilizem a tecnologia. Há um aparelho eletrônico para nos acordar, um outro para preparar nossa comida, outro para nos comunicarmos, até para escovar os dentes.  E isso só para algumas atividades domésticas. No trabalho também usamos equipamentos eletrônicos, independente do ramo de atividade.
    A tecnologia nos rodeia e não há como fugir, até porque os avanços tecnológicos trouxeram benefícios e simplificaram tarefas, facilitando nossa vida e otimizando o tempo. Além disso, as tecnologias trouxeram novas visões, possibilidades e nos ajudaram a descobrir muitas coisas novas.
    Ao compararmos os avanços da medicina em 500 anos sem tecnologias e os últimos 30, podemos ver o quão rápido a alta tecnologia no proporcionou evoluir. Tanto que hoje é impossível pensar em medicina sem equipamentos eletrônicos, como os aparelhos de diagnóstico (radiografia, tomografia, ressonância, ultrassom), desfibriladores, eletrocardiógrafos, monitores, entre outros. Esses equipamentos tornam-se extremamente importantes em qualquer centro médico, pois possibilitam salvar vidas com maior precisão, facilidade e segurança.

    Equipamentos médicos e qualidade dentro de hospitais

    E não há como ignorar a segurança quando falamos em saúde. Ela é o fator principal em todas as instâncias da medicina, desde a criação de aparelhos médicos, até o ato final em uma sala cirúrgica. A segurança do paciente é a principal responsabilidade de quem trabalha com vidas.
    Por essa razão, quando falamos em segurança e equipamentos médicos, falamos sobre saúde. A alta qualidade dos aparelhos é o que garante a segurança para exames, consultas e tratamentos de doenças, trabalhando em prol da saúde dos pacientes.
    Quanto mais modernos, mais seguros os aparelhos podem ser para os pacientes. Isso porque os aparelhos são projetados e preparados para resolver os problemas encontrados anteriormente, a fim de solucionar da melhor forma possível as dificuldades médicas.
    Desse modo, o hospital ou clínica médica que opta por trabalhar com aparelhos modernos está oferecendo ao paciente segurança e garantia de qualidade no atendimento e tratamento.
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    Os desafios de gestão em um hospital regional

    Para quem acha que a gestão hospitalar é tarefa simples, está totalmente equivocado. As organizações que prestam serviços de saúde são complexas. Além dos médicos e enfermeiros, que atuam diretamente no atendimento aos pacientes e estão ligados ao resultado do hospital, há os que atuam na administração, mas também têm papel importante no êxito de salvar vidas.
    A administração de um hospital é um ramo de atividade na qual as novas tecnologias se fazem presentes no dia a dia, exigindo dos responsáveis cada vez mais especialização. Isso fez com que surgisse um novo profissional capaz de gerenciar da melhor forma as áreas burocráticas e técnicas de um hospital, sempre levando em consideração os objetivos empresariais e econômicos da organização.

    Administração empresarial

    Hoje é possível enxergar a complexidade dessas organizações, que apresentam uma série de singularidades. É muito fácil encontrarmos excelentes profissionais da saúde, mas que se tornam péssimos administradores hospitalares. Isso porque ignoram o fato de que um hospital deve ser tratado como uma empresa, levando em consideração o lado econômico.
    Assim como em uma empresa, o hospital oferece um serviço e também deve gerar sua viabilidade econômica. Isso mostra que essas organizações devem ser administradas dinamicamente e com os mesmos princípios gerais que regem as empresas.

    Tarefas de um gestor hospitalar

    O que torna difícil o alcance da eficiência de um administrador hospitalar é a falta de preparo dos profissionais da saúde para lidar com atividades, tarefas e ferramentas, como:

      • Ferramentas de suporte e de gestão;
      • Conhecimentos em gestão da qualidade e instrumentos práticos;
      • Administração dos bens patrimoniais do hospital;
      • Patrimônio operacional;
      • Gestão de logística e de suprimentos na administração hospitalar;
      • Finanças e custos, administração financeira;
      • Planejamento estratégico;
      • Gestão estratégica de negócios;
      • Gerenciamento dos sistemas administrativos, tais como organogramas;
      • Elaboração de estatuto;
      • Regulamento, regimento;
      • Estudos de processos, clientes;
      • Licitações e negociações;
      • Administração de contratos/convênios;
      • Planejamento de recursos humanos/corpo clínico, centro de estudos;
      • Controle de estagiários;
      • Questões que envolvam a adoção de aparatos contra infecções hospitalares em geral ou epidemias.

    Características de um gestor hospitalar

    Também podemos elencar as principais características de um administrador de hospital:

      • Facilidade para realizar a definição e a mensuração dos resultados, que são mais difíceis do que em outras organizações;
      • Facilidade de trabalhar em situações de natureza emergencial;
      • Facilidade e precisão em tomadas de decisões rápidas;
      • Capacidade para realizar atividades altamente interdependentes, sendo necessário um alto grau de integração entre os diversos grupos profissionais;
      • Alto nível de especialização;

    Na gestão hospitalar há pouco controle organizacional efetivo sobre os responsáveis diretos pelo trabalho – os médicos. Por isso, em algumas instituições existe uma dupla linha de autoridade. É comum encontrar gestões mais democráticas, onde as decisões são baseadas nos conhecimentos técnicos (atividade-final). Enquanto há outra, mais burocrática para a área de apoio, que necessita de regras e procedimentos do mesmo nível. Mas essas diferentes formas de hierarquias podem gerar problemas com coordenação e responsabilidades.

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    Os profissionais do administrativo controlam, junto com seu próprio trabalho, as decisões administrativas especialmente no âmbito da distribuição de recursos. E como a área da saúde está intimamente ligada às novas tecnologias, importantes para diagnósticos e tratamentos cada vez mais sofisticados, os administradores precisam estar atentos e sempre estudando para conhecer as novas tecnologias do mercado. E como os custos no setor são altos, é preciso estar preparado tanto para a necessidade de novos aparelhos para o centro médico, quanto para a distribuição eficiente de recursos. Dessa forma, podemos enxergar um pouco da complexidade que é a gestão de uma organização hospitalar.
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    Saiba quais são as empresas de equipamentos cirúrgicos que garantem padrão e qualidade internacional

    Quando procuramos um serviço buscamos pelo melhor possível. Porém, pela interferência de alguns fatores, nem sempre acabamos escolhendo o melhor, e como diz o ditado, “o barato sai caro”. Contudo, quando falamos de equipamentos médicos, falamos de saúde e de vidas. Portanto, deve-se fazer a melhor escolha de produtos.
    É preciso pesquisar bem e conhecer as empresas que atuam no mercado. Para isso, vamos lhe ajudar apontando quais são as melhores marcas de alguns segmentos no mercado de equipamentos hospitalares.

    Impressões e diagnóstico por imagem

    Nesse segmento é importante a excelente resolução na qualidade das imagens e impressões para um diagnóstico preciso. Por isso, a belga e líder mundial na área, AGFA está há 140 anos investindo no desenvolvimento de equipamentos cada vez mais modernos e eficientes para sistemas digitais e analógicos direcionados principalmente para o mercado de pré-impressão e impressão, healthcare e filmes industriais. Confira os produtos de radiografia digital AGFA.

    Monitoramento de pacientes

    Nesse setor podemos destacar a Mindray, que desde 1991 é uma das principais fornecedoras globais de dispositivos e soluções médicas. Firmemente empenhados em sua missão de “compartilhamento de tecnologias médicas com o mundo”, estão dedicados à inovação nos campos de monitoramento de pacientes e suporte de vida. Confira os produtos Mindray.
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    Motores para equipamentos médicos

    A Bonjin se tornou nos últimos anos um dos maiores fabricantes mundiais de motores para ortopedia, neurocirurgia e cirurgia cardíaca. Com a tecnologia avançada do motor alemão, eles asseguram maior potência e estabilidade nos procedimentos cirúrgicos. Confira os motores Bojin.

    Simuladores e analisadores de segurança

    A Fluke Biomedical lidera o mercado mundial de fabricação de produtos de teste e simulação biomédica, incluindo produtos de teste de segurança elétrica, simuladores de paciente, analisadores de desempenho e sistemas de teste e documentação de desempenho, totalmente integrados e automatizados.
    Esses equipamentos da Fluke são indispensáveis em um centro médico. Por isso, preze pela qualidade das marcas na hora de escolher os equipamentos para o seu hospital. A avançada tecnologia e qualidade podem fazer a diferença na hora de salvar vidas.
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