
A escolha do equipamento de videocirurgia adequado é essencial para garantir a qualidade dos procedimentos na sua clínica e a segurança dos pacientes.
Neste artigo, abordaremos os critérios essenciais que devem ser avaliados ao selecionar o melhor equipamento de videocirurgia para seu hospital.
Também discutiremos as vantagens e desvantagens de alugar ou comprar esses equipamentos e como escolher o fornecedor ideal.
A Medicalway está aqui para ser sua parceira nessa decisão importante, oferecendo soluções de ponta e um suporte excepcional.
Escolher o equipamento de videocirurgia adequado envolve analisar diversos fatores que impactam diretamente a eficiência dos procedimentos e a segurança dos pacientes.
A seguir, discutiremos os principais critérios que você deve considerar para tomar a melhor decisão.
A qualidade da imagem impacta diretamente a eficácia dos procedimentos, permitindo uma visualização detalhada e minimizando os riscos de erro. Deixando assim a Equipe Cirúrgica muito mais tranquila e segura em cada procedimento, seja ele de baixa ou alta complexidade.
Procure equipamentos que ofereçam alta resolução, clareza e precisão de cores.
A ergonomia do equipamento influencia diretamente o conforto e a eficiência dos profissionais de saúde, principalmente em procedimento mais longos, ajuda muito o cirurgião a desenvolver melhor a técnica com tranquilidade e segurança.
Escolha equipamentos que sejam fáceis de manusear, ajustar e que ofereçam suporte ergonômico para minimizar a fadiga durante procedimentos prolongados.
A fonte de luz utilizada no equipamento de videocirurgia deve ser potente e oferecer uma iluminação uniforme, mesmo em cenários desfavoráveis como sangramentos significativos.
Prefira equipamentos com fontes de luz LED, que são mais duráveis e eficientes em termos de energia.
Verifique a compatibilidade do equipamento de videocirurgia com a instrumentação disponível em sua clínica.
Alguns equipamentos são compatíveis com uma ampla gama de instrumentos, enquanto outros podem ser mais limitados. Escolha de acordo com as necessidades específicas dos procedimentos realizados em sua clínica.
A durabilidade do equipamento e a facilidade de manutenção são fatores essenciais.
Equipamentos robustos e de alta qualidade tendem a ter uma vida útil mais longa e requerem menos manutenção, resultando em economia a longo prazo. Verifique também a disponibilidade de peças de reposição e a qualidade do suporte técnico oferecido pelo fabricante.
Considere a versatilidade do equipamento em termos de diferentes tipos de procedimentos que podem ser realizados.
Equipamentos multifuncionais que podem ser utilizados em várias especialidades aumentam a eficiência e a relação custo-benefício para a clínica.
Equipamentos com tecnologias avançadas, como uso combinado com Indocianina verde para gerar a Fluorescência no procedimento cirúrgico, permitem visualizar de forma precisa a perfusão sanguínea em uma anastomose, efetuar o mapeamento de ureter, das vias biliares como também para uso nos linfonodos sentinelas, proporcionando assim melhores resultados clínicos e maior precisão nos procedimentos cirúrgicos.
Avalie as inovações tecnológicas disponíveis e como elas podem beneficiar na prática a utilização na rotina de seu Hospital.
O investimento em equipamento de videocirurgia deve ser analisado em termos de custo-benefício.
Considere o valor inicial, os custos de manutenção, a durabilidade e os benefícios clínicos proporcionados pelo equipamento.
Uma análise cuidadosa ajudará a determinar a opção mais vantajosa financeiramente para seu hospital.
Decidir entre alugar ou comprar equipamentos de videocirurgia é uma escolha estratégica que pode impactar significativamente as finanças e a operação de seu hospital.
Ambas as opções têm suas vantagens e desvantagens, dependendo das necessidades específicas e do orçamento disponível.
A locação de equipamentos de videocirurgia é uma opção vantajosa para hospitais que desejam minimizar o investimento inicial ou querem experimentar o uso primeiro antes de tomar uma decisão.
Também é indicado para hospitais que estão implementando um novo serviço e precisam testar se terá boa aceitação entre o seu público.
A locação oferece flexibilidade para atualizar equipamentos conforme as tecnologias evoluem e pode incluir serviços de manutenção e suporte técnico no pacote.
Outro benefício é que você não precisa se preocupar com manutenção ou atualização de sistema, uma vez que as próprias empresas locadoras oferecem suporte para manutenção e sempre estão adquirindo equipamentos mais atualizados e tecnológicos.
A compra do equipamento pode ser a melhor opção para hospitais que buscam uma solução de longo prazo e que farão extenso uso do equipamento de videocirurgia.
Ao comprar, o hospital tem total controle sobre o equipamento e pode personalizá-lo conforme suas necessidades específicas. No entanto, é necessário considerar os custos de manutenção e atualização tecnológica.
Além disso, o valor total costuma ser menor do que a locação de equipamentos e o retorno do investimento pode ser percebido em alguns anos.
Escolher o fornecedor certo é fundamental para garantir a qualidade e a durabilidade dos equipamentos de videocirurgia. Avalie critérios como:
Escolha fornecedores com ampla experiência no mercado e um renome estabelecido. Fornecedores com histórico comprovado de qualidade e confiabilidade são mais propensos a oferecer produtos e serviços de alta qualidade.
Avalie o portfólio de produtos do fornecedor para garantir que eles oferecem uma variedade de opções que atendam às suas necessidades específicas. Um portfólio diversificado indica a capacidade do fornecedor de atender diferentes demandas e de fornecer soluções personalizadas.
O suporte técnico e o serviço pós-venda são essenciais para garantir o funcionamento contínuo do equipamento de videocirurgia. Escolha fornecedores que ofereçam suporte técnico ágil e eficiente, além de programas de manutenção preventiva e corretiva.
As condições de pagamento oferecidas pelo fornecedor podem influenciar significativamente a decisão de compra ou locação. Verifique se o fornecedor oferece opções de financiamento, parcelamento ou descontos para pagamentos à vista que possam facilitar a aquisição do equipamento.
A Medicalway se destaca como a parceira ideal para a sua clínica na escolha de equipamentos de videocirurgia.
Com uma vasta experiência no mercado e um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, a Medicalway oferece soluções personalizadas que atendem às necessidades específicas de cada cliente.
Além disso, contamos com um suporte técnico eficiente e um serviço pós-venda que garante a tranquilidade e a continuidade dos seus procedimentos.
Entre em contato conosco hoje mesmo e descubra como podemos ajudar seu hospital a alcançar novos patamares de excelência e segurança em videocirurgia.
Acreditação ONA: o que é e como conseguir essa certificação hospitalar? No momento em que um hospital, serviço de diagnóstico por imagem, laboratório ou outra organização do setor de saúde conquista a acreditação ONA, a instituição comprova que adota um padrão de qualidade e segurança em seus processos. Com isso, ela consegue melhorar sua credibilidade para o mercado, para os profissionais de saúde e também para os pacientes.
Dessa forma, é uma certificação de grande importância, pois demonstra a excelência na parte de assistência e de gestão. Tem interesse em entender melhor o que é a acreditação ONA, as principais vantagens em conquistá-la, os níveis de certificação e quais etapas precisam ser cumpridas para obtê-la? Todas essas informações você encontra neste post. Boa leitura!
Desde 1999, a Organização Nacional de Acreditação (ONA) — entidade não governamental e sem fins lucrativos — atua para que hospitais, clínicas e outras instituições de saúde possam alcançar um alto padrão de assistência, especialmente nos quesitos qualidade e segurança.
Sendo assim, a ONA é responsável pelo desenvolvimento e pela gestão dos padrões brasileiros nesses aspectos. A entidade conta com uma metodologia internacional, já que é integrante da International Society for Quality in Health Care (ISQua) — parceira da Organização Mundial de Saúde (OMS). Da ISQua, fazem parte instituições de qualidade à saúde dos Estados Unidos, do Canadá, da França e do Reino Unido.
A acreditação serve para avaliar e certificar a qualidade dos processos de locais que prestam assistência à saúde, tendo como objetivo a melhoria contínua desses serviços. Ela segue três princípios:
O processo para a obtenção da certificação é realizado apenas por entidades acreditadoras credenciadas pela ONA e que utilizam como referência as diretrizes do Sistema Brasileiro de Acreditação e o Manual Brasileiro de Acreditação.
Em geral, para serem acreditadas, as instituições têm o desempenho organizacional avaliados. Assim, elas precisam apresentar:
Ao conseguir a acreditação, o hospital demonstra que modificou seus processos para atingir um alto padrão de qualidade definido pela ONA. Como são instituições que lidam com a vida das pessoas, torna-se um selo importante, uma garantia de que os pacientes vão receber um atendimento seguro e de excelência.
No decorrer de todo o processo para obter o certificado, há ainda uma mudança na cultura da organização, que passa a envolver todos os colaboradores para que aumentem sua produtividade, a identificar erros e riscos, e a atuar de acordo com boas práticas. Desse modo, além de aperfeiçoar o atendimento ao público, há uma melhora no ambiente de trabalho.
Nessa questão, é preciso destacar também a adequação do local com novas tecnologias, como equipamentos médicos e também softwares de gestão para integrar o trabalho das equipes e melhorar a comunicação entre os profissionais. Com isso, há agilidade nos fluxos de trabalho, o que pode até mesmo significar melhores resultados financeiros para a organização no futuro.
Em resumo, as principais vantagens de ter esse selo de qualidade são:
A acreditação da ONA pode ser conquistada em três níveis:
Esse é um aspecto importante, pois permite que a organização de saúde se adapte gradativamente até conquistar o nível de excelência. Em outras palavras, pode ser considerado um programa educacional continuado, já que é revisto periodicamente.
Como dissemos, a participação no processo de avaliação é voluntário, sendo que instituições do setor da saúde de diferentes níveis, portes e complexidades podem conseguir a acreditação ONA. Para que a organização seja elegível, é preciso seguir os critérios:
Além disso, é necessário arcar com as taxas de visita de acreditação ONA e das taxas de manutenção dessa certificação.
Ao concluir que sua entidade é elegível, ou seja, está com a documentação regularizada, o próximo passo é entrar em contato com uma instituição acreditadora credenciada pela ONA, que vai dar andamento a todos os processos de avaliação, elaborando, inicialmente, um plano de visitas.
Para se preparar e alcançar os quesitos exigidos, as organizações de saúde podem contar com o trabalho de auditoria interna e externa.
Hospitais, laboratórios, ambulatórios e outras organizações que prestam serviços de saúde podem melhorar seus processos de gestão e oferecer mais qualidade e segurança na assistência ao cumprir o que é exigido pela acreditação ONA. É, portanto, um selo muito valorizado no setor e que pode trazer uma série de benefícios para a instituição.
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Oxímetro de Pulso – Entenda o que é e como funciona! Desde a proliferação da COVID-19, doença causada em decorrência da contaminação pelo novo coronavírus, determinados tipos de equipamentos médicos ganharam mais destaque nas instituições e até mesmo na procura por pacientes para ter em casa. Por esse motivo, entender o que é oxímetro se fez necessário.
O oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo são alguns desses modelos, uma vez que medem a saturação de oxigênio presente no fluxo sanguíneo. Por essa razão, algumas dúvidas comuns surgem em relação a esse item, seu funcionamento e métodos de utilização.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você entenda melhor sobre o oxímetro de pulso, quais as principais diferenças para o de dedo, além de outros pontos importantes sobre o assunto. Boa leitura!
O oxímetro é um equipamento médico que serve para medir a saturação do oxigênio no sangue. Para sua comercialização, existe a necessidade de que o item seja certificado pela Anvisa, uma vez que mede funções vitais do paciente.
O termo ganhou popularidade desde que a COVID-19 começou a avançar mundialmente. Entre os principais males do coronavírus no organismo, destaca-se especialmente o fato de que ele penetra nos pulmões e age contra o alvéolo pulmonar, que fica sem condições de captar oxigênio para enviar ao sangue.
Consequentemente, o sangue tende a ficar com baixo teor de oxigênio, o que ocasiona intensa falta de ar, o que é chamado de hipóxia. Ao entender um pouco mais sobre a doença, médicos e pesquisadores identificaram que a COVID-19 causa um fenômeno denominado de hipóxia silenciosa, cuja saturação de oxigênio no sangue do paciente diminui consideravelmente sem que haja um sinal desse risco.
Por essa razão, o oxímetro — seja ele de dedo, seja ele de pulso — vai medir essa saturação, contribuindo para que médicos possam controlar a gravidade e o avanço da doença.
O oxímetro funciona por meio de luz infravermelha, que tem a capacidade de traduzir a cor das hemoglobinas para que possa medir o nível de oxigênio. O ideal é que essa saturação esteja acima dos 90%, número indicado para que o corpo humano receba os níveis adequados do gás.
Apesar de ter se tornado bastante popular nos últimos meses em decorrência da COVID, o oxímetro é muito utilizado para o tratamento de doenças respiratórias e até mesmo para atletas de alto desempenho — uma vez que é comum o organismo apresentar baixa saturação após exercícios mais rígidos e com alta capacidade cardiorrespiratória.
Normalmente, o índice de saturação apropriado para um indivíduo normal é acima de 95%. Contudo, pode acontecer de alguns fatores, como resfriados, gripes e demais, influenciarem nos resultados e fazerem com que ela fique entre 90% e 95%, por exemplo.
Nos casos em que a saturação chega a níveis abaixo de 90%, isso pode significar a presença de algum problema mais grave e que possa estar afetando a oxigenação do corpo. Então, é importante estar atento.
Existem algumas diferenças entre o oxímetro de dedo e o de pulso, por isso, é importante que você as conheça!
O oxímetro de dedo é mais utilizado para pacientes e pessoas saudáveis que desejam acompanhar a saturação do oxigênio em casa ou em alguma de suas atividades físicas. É um aparelho portátil, que funciona à base de pilhas e pode ser utilizado onde quer que a pessoa esteja, uma vez que não há presença de fios. Nele, o indivíduo pode verificar qual é sua saturação, bem como analisar os batimentos cardíacos.
Quem o utiliza tem a capacidade de entender como está o corpo naquele momento em específico, mas o aparelho não registra dados para que possa avaliar alguma progressão ou até mesmo verificar se há queda ao longo do dia, por exemplo. O tamanho é pequeno, o que facilita consideravelmente para que as pessoas possam transportá-lo, além de o resultado aparecer sem grandes dificuldades para interpretá-lo.
Sendo assim, entre as principais vantagens desse tipo de equipamento, estão:
Já o oxímetro de pulso é um modelo mais completo, indicado principalmente para unidades de saúde que desejam acompanhar a evolução do paciente e também para tomar decisões importantes em relação ao tratamento. Entre as principais características do equipamento, pode-se destacar o fato de que há monitoramento contínuo e armazenagem de dados, além da capacidade de transportar essas informações para um computador.
Ele conta, ainda, com alarmes em LED para períodos em que houver baixa saturação do paciente ou carga de bateria baixa, de modo que o profissional possa ter um controle maior sobre esse tipo de análise.
A maioria dos oxímetros apresentam uma margem de leitura de 2% acima ou 2% abaixo do resultado saturação. Por exemplo, se ao fazer a medição o valor encontrado for 96%, ele pode ser de fato entre 94% e 98%.
Existem alguns fatores que podem fazer com que o aparelho seja menos acurado, como erros ao realizar a medição, uso de esmaltes, níveis muito baixos de saturação de oxigênio, entre outros.
O PM-60 é um dos tipos de oxímetros mais recomendados do mercado. Por meio dele, o profissional tem a capacidade de fazer tanto uma verificação pontual da saturação de oxigênio, quanto o monitoramento frequente do paciente, conforme explicado mais acima.
Entre os principais benefícios desse item, estão a possibilidade de realizar verificação pontual, o monitoramento contínuo de SpO2 e a frequência de pulso, além de ser de pequeno porte e você poder escolher os recursos e o desempenho, dependendo do modo operacional escolhido.
Para os casos em que houver verificação pontual, as funções básicas do aparelho são:
Para quando houver a necessidade de acompanhamento de longa duração, destaca-se:
Nesse sentido, o aparelho é indicado principalmente para acompanhar casos em que a saturação do oxigênio varia muito de um período para o outro, seja ele de horas, seja ele de minutos. Assim, os dados ficarão registrados e o acompanhamento será mais preciso para oferecer ao paciente mais qualidade em sua recuperação.
Deve-se destacar, ainda, o fato de que a bateria tem longa duração, chegando a suportar o armazenamento de até 96 horas contínuas de um único paciente, trazendo mais confiança para o profissional e mais credibilidade para o tratamento.
Para assegurar a eficácia dos resultados, é importante contar com um equipamento de qualidade. Por esse motivo, existem alguns critérios que devem ser observados no momento de escolher o oxímetro mais adequado para você.
O primeiro fator que deve ser levado em consideração ao comprar o equipamento é a finalidade ao utilizá-lo. Por exemplo, um profissional da área saúde deve escolher um item com maior confiança, precisão e durabilidade. No caso de ser um paciente e tiver que usar o oxímetro em casa, é preciso estar atento à recomendação do médico.
Também é necessário averiguar se o aparelho tem a certificação da Anvisa, tendo em vista que esse selo indica que especialistas no assunto o reconheceram como adequado para uso. Além disso, entre outros pontos que devem ser observados, estão:
Apesar de todos esses ganhos, deve-se estar sempre atento quanto às precauções para o uso do oxímetro, como, por exemplo, a necessidade de verificar se a circulação do paciente também está em boas condições.
É preciso, ainda, ficar por dentro das aferições imprecisas do oxímetro — especialmente caso seja utilizado o de dedo (esmaltes ou unhas postiças, por exemplo, podem modificar os resultados) —, estar em repouso depois de ter respirado calmamente e ficar sem conversar por um certo tempo.
Outros cuidados que podem ser aplicados são: aquecer as mãos, observar a leitura com atenção, realizar várias medições no decorrer do dia, se for o caso, com o intuito de identificar a tendência da oxigenação, considerar valores associados a um valor de alerta, entre outros.
Por fim, é importante que a oxigenação não seja medida em locais que apresentem muita luminosidade, tendo em vista que o oxímetro funciona a base de raios infravermelhos, e isso pode afetar a precisão do valor encontrado.
Neste conteúdo, você pôde verificar o que é o oxímetro, quais as diferenças existentes entre o oxímetro de pulso e o oxímetro de dedo, além de entender seu funcionamento. Em um contexto tão desafiador, o ideal é utilizar equipamentos como aliados para o tratamento da COVID-19, de modo que a garantir o sucesso da recuperação dos pacientes.
Para conhecer um pouco mais sobre o oxímetro PM-60, é só entrar em contato com a gente, conferir as principais características e esclarecer suas dúvidas!
Entenda como funciona um hospital de campanha. Nos últimos meses, você já deve ter ouvido o termo “colapso no sistema de saúde”, não é? Por causa da pandemia do novo coronavírus, essa se tornou uma preocupação bastante comum. Afinal, diante do crescimento de casos, passou a ser necessário oferecer mais atendimento. É nesse contexto que vale a pena saber como funciona um hospital de campanha.
Afinal, essa estrutura se mostrou uma ótima solução para o enfrentamento da crise. Com projetos adequados e uma atuação focada nas necessidades de cada local, especialmente, eles se tornaram indispensáveis no momento mais crítico.
Para que você não tenha dúvidas, mostramos como funciona um hospital de campanha de forma completa. Venha conferir!
Podemos dizer que o hospital de campanha é uma unidade de atendimento médico temporário. Ele serve, principalmente, para situações de emergência e de aumento na demanda por atendimento.
O principal objetivo de erguer uma estrutura do tipo é impedir o colapso da saúde devido à taxa de ocupação elevada. Afinal, um fluxo muito grande de pacientes pode resultar em longas filas e na falta de capacidade para atender a todos.
Inclusive, há algumas “regras” que ajudam a definir quando é o momento de usá-lo. O indicado é, primeiramente, reforçar os leitos e a estrutura dos hospitais públicos. Depois, se necessário, é o momento de contratar leitos na rede privada.
Se mesmo assim o fluxo for tão grande para ser absorvido, aí, sim, é o momento de recorrer a essa solução.
Diante da pandemia do novo coronavírus, diversos estados brasileiros inauguraram hospitais de campanha. Em vários locais, inclusive, eles foram os responsáveis por evitar um colapso em todo o sistema de saúde. Em abril de 2020, eram mais de 100 hospitais do tipo, divididos em 19 estados e no Distrito Federal.
Em São Paulo, a maior cidade do Brasil, os principais ficaram no Complexo do Anhembi e no Pacaembu. No Rio de Janeiro, as duas unidades inauguradas foram no Maracanã e em São Gonçalo. O Amazonas, que foi amplamente afetado pela doença, teve uma unidade de campanha na cidade de Manaus.
Entre as estruturas utilizadas, houve o aproveitamento de estádios de futebol, espaços culturais e até de hospitais privados desativados.
Pensando em como funciona um hospital de campanha, é preciso entender, primeiramente, como deve acontecer sua construção. Nesse momento, é essencial utilizar elementos que permitam a esterilização, como pisos e revestimentos móveis, mas que garantam o isolamento e a limpeza.
Também é necessário dispor corretamente os leitos e, inclusive, criar áreas de isolamento para pacientes graves ou contagiosos — como foi o caso das estruturas abertas na pandemia.
Além disso, temos que considerar os protocolos para garantir o melhor aproveitamento no tratamento. Cada hospital tem liberdade para definir o melhor modo de agir, de acordo com as necessidades locais.
No geral, entretanto, há indicações sobre o tempo mínimo de permanência do paciente no hospital de origem e como deve ocorrer a admissão de outras pessoas. Também são definidas ações diversas, como a testagem inicial, a realização de exames, os procedimentos que podem ser feitos, os critérios de internação na UTI e assim por diante.
O objetivo é criar um “roteiro” completo para que os profissionais ganhem eficiência e agilidade na atuação. Como o fluxo de pacientes pode ser muito grande, a padronização ajuda a evitar erros ou dificuldades no atendimento a todos.
Além dos leitos e dos recursos, os profissionais são parte essencial do funcionamento de um hospital de campanha. Afinal, são os grandes responsáveis por executar os protocolos de atendimento e realizar as atividades que garantem apoio completo.
Para que isso seja possível, é obrigatório ter uma equipe de assistência e de apoio. Médicos, enfermeiros, auxiliares e técnicos são os principais profissionais nesses ambientes.
Independentemente da quantidade ou das especializações, é indispensável que sejam pessoas totalmente treinadas para a atuação nessa estrutura temporária. Inclusive, esse é um dos motivos que justificam a importância dos protocolos de atendimento.
Como a contratação é feita pelo setor público e em caráter de urgência, ela tem um regime especial. Os profissionais não precisam ser aprovados em concursos, já que o objetivo é ter agilidade.
Entre as questões sobre como funciona um hospital de campanha, também é preciso entender quais são os pacientes que podem ser atendidos. No geral, há um público-alvo que é atendido, o que deixa de pressionar o restante do setor de saúde.
Novamente, esse é um protocolo que depende de cada hospital criado, bem como das demandas que a região apresenta. É bem comum que pacientes oncológicos, imunossuprimidos e que tenham dificuldades de estabilidade sejam transferidos para instituições com mais estrutura.
Também é comum que pacientes que vão receber alta sejam transferidos para que recebam os cuidados finais antes da liberação. Isso aumenta o número de vagas disponíveis no sistema de saúde tradicional, sem que haja a falta de cuidado para os outros pacientes.
Em outros locais, um hospital desse tipo é construído para dar apoio a cidades e regiões menores e com menos estrutura. Então, é possível que as vagas sejam destinadas a pessoas que estejam dentro de determinado raio.
Para entender como funciona um hospital de campanha, também é essencial considerar quando ele deixa de atuar. Basicamente, ocorre o fechamento da instituição diante de uma estabilidade de casos da situação que motivou a sua abertura.
Em geral, quando o sistema de saúde tradicional deixa de estar tão pressionado, ocorre o fechamento das unidades. Depois disso, os profissionais podem ser realocados em outras instituições e os equipamentos e insumos também são aproveitados em outros pontos da estrutura.
Saber como funciona um hospital de campanha permite ter uma dimensão da importância dessa estrutura. No Brasil e em plena pandemia do Coronavírus, estruturas como essa se mostraram excelentes ferramentas para evitar que o sistema de saúde entrasse em colapso.
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