Apenas em 2021, 230 mil pessoas no Brasil morreram por doenças cardíacas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). É por razões como essas que os médicos devem ficar alertas e contar com aparelhos como o cardioversor.
Ele é responsável por regular batimentos cardíacos, como quando o órgão pulsa de forma acelerada. Para isso, é importante saber como manusear o cardioversor adequadamente, em quais situações seu uso é indicado, quais diferenças entre ele e o desfibrilador etc.
Então, quer ficar por dentro dessa e de outras informações sobre o cardioversor? Continue conosco e saiba mais!
O cardioversor é um aparelho médico que aplica choque elétrico sincronizadamente sobre o coração para restaurar impulsos elétricos. Em outras palavras, ele é responsável por melhorar a oxigenação sanguínea do coração e regular os batimentos cardíacos.
Diante disso, o cardioversor é especialmente útil em casos urgentes e emergentes, como em indivíduos com arritmia. Além disso, o cardioversor também é indicado para monitorar cirurgias e tratamentos clínicos relacionados a problemas cardíacos.
O funcionamento do cardioversor ocorre pela liberação de estímulos elétricos no coração. Desse modo, é possível regular as batidas do coração. O cardioversor também consegue realizar todas as funções do desfibrilador, mas é ainda mais completo, por aplicar choques elétricos síncronos.
O modo de funcionamento do cardioversor varia conforme os tipos disponíveis. Por exemplo, o manual precisa de um profissional qualificado para identificação do ritmo das batidas e aplicar os choques elétricos.
Outro tipo é o semiautomático, que reconhece o ritmo das batidas automaticamente. Assim, a intervenção de um operador só é necessária para aplicar os choques. Existe também o cardioversor externo, que conta com eletrodos adesivos. E ainda, os internos, que conecta os eletrodos pelo sistema venoso.
Ter um cardioversor no ambiente médico oferece inúmeros benefícios. Entre eles, a capacidade de ter uma melhor preparação em situações emergenciais. Afinal, o aparelho é útil para regular os batimentos cardíacos do indivíduo, já que doenças cardiovasculares são tão frequentes.
Assim, ter um cardioversor é também uma estratégia para se prevenir de problemas, especialmente em UTI e CTI. Dessa forma, além de atuar em situações de urgência e emergência, o aparelho colabora para monitorar cirurgias e tratamentos clínicos.
Conforme mencionado, a operação do cardioversor varia conforme o tipo de aparelho adotado. Isto é, a versão para o uso externo é mais intuitiva e pode ser operada por um profissionais mais leigo. E ainda, o cardioversor semiautomático.
Este precisa de um operador apenas para administrar o choque elétrico. Enquanto isso, o cardioversor manual, que exerce essas duas funções. De todo modo, é preciso que o profissional encarregado tenha qualificação na área da saúde, preferencialmente um médico.
Então, conseguiu entender do que se trata o cardioversor e como ele pode ser útil para a sua clínica médica? Como visto, investir nesse aparelho permite uma melhor preparação para situações emergenciais, previsão de problemas e muito mais.
O que achou do conteúdo trazido sobre o cardioversor? Compartilhe um comentário conosco com suas possíveis dúvidas e opinião sobre ele!
O que deve ser observado na hora de comprar o arco cirúrgico? Os equipamentos hospitalares são desenvolvidos para trazer agilidade nos procedimentos, tornando-os mais seguros para os pacientes. Esse é o objetivo do arco cirúrgico: permitir aos médicos visualizarem, em tempo real e de forma dinâmica, as estruturas internas, reduzindo o tamanho de cortes e permitindo movimentos mais precisos.
Esse aparelho, também chamado de intensificador de imagem, fornece, com o uso de raios-X, imagens intraoperatórias de alta resolução — sendo, portanto, indispensável em diferentes tipos de cirurgia.
Diante disso, é necessário saber o que analisar para comprar esse equipamento a fim de que ele tenha as funcionalidades necessárias para os procedimentos realizados no hospital. São esses aspectos que explicamos a seguir. Confira!
O primeiro ponto é escolher um arco cirúrgico que atenda às aplicações clínicas do hospital. Isso porque o equipamento pode atender as áreas de:
Dessa maneira, é importante observar se o aparelho se adequa aos procedimentos realizados, sobretudo aos mais complexos. Isso porque é um investimento alto que o gestor hospitalar faz, então é necessário escolher a tecnologia ideal para as especialidades das cirurgias atendidas.
As imagens obtidas em tempo real pelo arco cirúrgico vão orientar os médicos no andamento das cirurgias. No entanto, existem diferentes níveis de sofisticação desse equipamento, podendo oferecer mais funcionalidades na sala de cirurgia.
Nessa hora, vale observar as características técnicas, como a nitidez das imagens. Alguns modelos permitem apenas a visualização de procedimentos de baixa complexidade, enquanto outros possibilitam profundidade de visualização e resolução mais alta das imagens.
Existem ainda modelos de arcos cirúrgicos que permitem a obtenção de imagens das estruturas em 3D, o que facilita bastante o trabalho do médico e a precisão das cirurgias, como as de coluna, que exigem a colocação de pinos, fios e parafusos.
Verifique ainda qual a potência e o tempo de trabalho do equipamento. Alguns modelos contam com sistema ativo de refrigeração a ar, o que evita o superaquecimento do aparelho, permitindo que ele seja utilizado em cirurgias de longa duração.
Outros aspectos que podem ser avaliados é a rotação orbital do equipamento, o tamanho e as características do painel (que pode ser touchscreen), além da função de gerenciamento automático da dosagem de radiação utilizada, evitando a exposição por um tempo grande de pacientes e profissionais de saúde.
Por último, além das características técnicas e tecnológicas do arco cirúrgico, o ideal é contar com um fornecedor que tenha credibilidade no mercado para que você tenha a certeza de que está adquirindo o melhor equipamento para as necessidades do seu hospital.
Agora você já sabe quais são os principais fatores para observar antes de fazer o investimento em um arco cirúrgico. Para não ter erro na compra, é fundamental contar com uma empresa de referência, como a Medicalway. Trabalhamos com as melhores marcas de equipamentos hospitalares, com condições de pagamento acessíveis e todo o suporte de que você precisa no pós-venda.
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Saiba como identificar a via aérea difícil antes da intubação. Na intubação orotraqueal, duas situações são consideradas como via aérea difícil: a dificuldade de ventilar e a intubação difícil.
No primeiro caso, a saturação da ventilação pulmonar não é mantida dentro dos padrões normais, nem com máscara ou oxigênio. No segundo, é preciso ter mais de três tentativas de intubação sem sucesso.
No entanto, alguns passos podem ajudar a identificar a condição o quanto antes. Veja, a seguir, quais são eles!
Identificar a via aérea difícil depende da posição correta do paciente. Isso é indispensável mesmo em situações complexas, como a de pacientes em parada cardíaca.
Esse posicionamento ideal é chamado de snif position. Ela é determinada quando o ângulo da mandíbula se iguala em altura com a parte superior do tórax. Assim, o tragus fica nivelado com o manúbrio esternal e há possibilidade de inclinar a cabeça para trás. É possível contar com o uso de lençóis e travesseiros para ajustar a posição.
A distância interincisivos é estimada entre 3 dedos, ou aproximadamente 5cm. Esse espaço significa que é possível acomodar a lâmina entre os dentes superiores e inferiores.
Ele deve ser respeitado por questões de conforto, segurança e eficiência da intubação. O paciente que não apresenta o correto distanciamento pode ter problemas na articulação da mandíbula.
Outro ponto importante é a avaliação da extensão livre entre cabeça e pescoço. Ela comprova a possibilidade de assumir a posição olfativa, a mais recomendada para alinhar os eixos laríngeo, faríngeo e oral durante a intubação.
É preciso segurar um marcador verticalmente na testa, com a cabeça e o pescoço inclinados para trás. Com o marcador no mesmo lugar, a cabeça deve ser flexionada para baixo. Assim, a distância será marcada. Em casos de suspeita de traumatismo raquimedular, essa manobra não é indicada.
Alguns dispositivos são especiais para a via aérea difícil. Por exemplo, a máscara laríngea, o fibroscópio e o bougie devem ficar sempre ao alcance, para o caso de uma atitude extrema para salvar a vida do paciente.
Em casos de falha, o kit de crico também deve estar disponível. O videolaringoscópio é outro dispositivo que, quando usado de maneira correta e pontual, ajuda na precisão da técnica. Diante da possibilidade de complicações mesmo com esse auxílio, considere chamar outro médico para averiguar a situação do paciente.
Um dos principais preditores associados a uma intubação difícil é a protusão mandibular. Ela deve apresentar mobilidade de articulação, o que atesta a possibilidade de deslocamento durante a laringoscopia.
Quando reduzida, ela pode comprometer ainda mais a intubação. É essencial realizar o teste da mordida do lábio superior, que comprova se a protusão é adequada ou se prediz visões laringoscópicas ruins.
Identificar a via aérea difícil corretamente pode salvar vidas. Embora seja um cenário perturbador, essas dicas podem ajudar a normalizá-lo para garantir o cuidado adequado com a saúde do paciente. Sem praticá-las, o paciente fica sem ventilação, e as consequências são catastróficas.
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Entenda como funciona a mesa cirúrgica e como escolher uma. A sala de cirurgia é um ambiente essencial para procedimentos médicos, como você já sabe. Ela precisa contar com instrumentação correta, torre de equipamentos, carrinho de medicamentos, cesto de materiais usados e um aparato essencial: a mesa cirúrgica.
Hoje, a tecnologia permite que ela seja muito mais moderna e flexível — o que melhora a disposição do paciente e garante uma performance ainda mais precisa por parte do profissional médico. No entanto, é preciso escolher o modelo certo para bons resultados.
Que tal aprender um pouco mais sobre o que levar em conta nesse momento? Nosso artigo ensina tudo o que você precisa saber. Confira!
A mesa cirúrgica, também conhecida como mesa operatória, é utilizada para posicionar o paciente para procedimentos cirúrgicos. Ela tem um tampo, que se divide em seções.
Dessa maneira, o paciente pode ficar sentado ou deitado. Ela ainda conta com uma base central, repleta de mecanismos que contribuem para o ajuste de altura e a inclinação do tampo.
Existem modelos com diferentes configurações e finalidades para que a intervenção prevista seja extremamente assertiva. Mas também para que o paciente fique, na medida do possível, mais confortável e tranquilo com a situação.
A mesa cirúrgica funciona por meio de um sistema de acionamento. Ele pode ser de dois tipos diferentes:
Nesse caso, a mesa é equipada com um motor elétrico. Todos os movimentos são realizados com a ajuda de um atuador, acionado via telecomando.
Aqui, a mesa utiliza fonte de energia hidráulica para funcionar. Para isso, é preciso acionar um pedal na base.
Ainda é possível encontrar mesas que combinam os dois acionamentos. Por exemplo, quando a elevação do tampo é feita por sistema elétrico e o ajuste do apoio de cabeça pelo sistema hidráulico.
De acordo com o tipo de cirurgia que será realizado, o profissional pode optar por alguns tipos de mesa cirúrgica específicos. As características variam da seguinte forma:
As mesas universais são mais usadas em cirurgia geral ou digestiva, e ainda nas que são menores e mais rápidas. São versáteis e adequadas para várias especialidades cirúrgicas: cardiovascular, vesicular, plástica, entre outras.
As mesas especializadas, por sua vez, são desenvolvidas de acordo com especialidades médicas. Assim, acessórios específicos podem ser acoplados conforme a necessidade. É o caso das mesas de cirurgia ginecológicas, ortopédicas e oftalmológicas.
Em ambulatório, a mesa móvel é mais comum. Elas contam com rodas para facilitar questões de urgência e transporte de pacientes.
A importância da mesa cirúrgica é indispensável dentro de qualquer centro hospitalar, mas não apenas para garantir a segurança dos procedimentos cirúrgicos. Veja só no que mais ela auxilia!
Cada tipo de cirurgia exige um posicionamento diferente do paciente. É por esse motivo que a pesa tem o tampo móvel e dividido em várias partes.
Ao desdobrá-los e reposicioná-los, fica mais fácil garantir ao médico mais mobilidade para a cirurgia. Além de deixar o paciente com o apoio adequado, inclusive para a anestesia.
Os procedimentos cirúrgicos também acontecem com maior agilidade diante do uso da mesa cirúrgica correta. O paciente não precisa se mover ou ser reposicionado pelos profissionais durante o momento.
Além disso, a mesa conta com perneiras, braçadeiras, apoios para a cabeça, entre outros — o que permite o ângulo certo para intervenções precisas e rápidas.
Com a mesa cirúrgica, o trabalho dos cirurgiões fica muito mais fácil. Afinal, o ambiente já fica devidamente apropriado para o trabalho.
A mesa pode ser encontrada em tamanhos variados, o que facilita sua adaptação aos ambientes, e se adaptam aos acessórios que os médicos precisam utilizar, como suporte para soro, estrutura de tração, entre outros.
Por fim, a mesa ainda garante conforto para o médico, mas principalmente para o paciente. É um equipamento eficiente, que suporta todos os tipos físicos, de crianças e adultos.
Agora que você já conhece cada detalhe de uma mesa cirúrgica, é hora de descobrir o que levar em conta para fazer a escolha certa. Acompanhe as principais dicas.
Em primeiro lugar, é fundamental que você considere a sua especialidade para comprar o melhor tipo de mesa. Dentro da modalidade, há também procedimentos nos quais você pode se especializar mais uma vez, então foque no que você mais realiza para ter um equipamento de ajuste fácil e preciso.
O tamanho da mesa deve ser definido de acordo com o tamanho da sala disponível para cirurgia. Não é preciso adquirir uma opção muito compacta se há espaço suficiente, a menos que a especialidade exija isso.
Conforme explicamos, o sistema de acionamento da mesa cirúrgica pode ser elétrico, hidráulico ou híbrido. É fundamental que você confira se existem recursos suficientes na sala para suportá-los.
Por exemplo, o acionamento elétrico exigirá tomadas próximas à mesa. Sem esse tipo de referência, você poderá ter complicações para usá-la.
Uma boa mesa cirúrgica deve possibilitar, pelo menos, as sete principais posições exigidas em procedimentos cirúrgicos. São elas:
Como você pode ver, a mesa cirúrgica é um equipamento indispensável em qualquer centro clínico ou hospitalar. Ela interfere no bem-estar do paciente durante a cirurgia, mas também permite que o médico trabalhe com mais precisão e agilidade, de modo a otimizar os resultados do procedimento e assegurar uma boa recuperação mais tarde.
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