A calibração de equipamentos médico-hospitalares é uma prática imprescindível dentro das instituições de saúde e promove a confiabilidade das medidas analisadas em procedimentos, diagnósticos, tratamentos e acompanhamento de pacientes.
E, para realizar uma calibração de qualidade, os simuladores e analisadores são fundamentais. Essas ferramentas permitem que os aparelhos sejam calibrados com muito mais segurança, credibilidade e precisão no desempenho.
Se você deseja aprofundar seus conhecimentos sobre a prática da calibração, continue lendo este artigo. Elencamos os principais pontos pelos quais os analisadores e simuladores têm se tornado fundamentais no desempenho e segurança de equipamentos.
Independentemente do setor — industrial, automobilístico ou médico —, a calibração é um item bastante relevante e vem se mostrando cada vez mais desenvolvida no Brasil.
Assim, os hospitais e clínicas brasileiras estão se conscientizando gradualmente da necessidade de realizar essa prática com uma frequência adequada para garantir que os equipamentos médico-hospitalares apresentem a performance para a qual foram construídos.
Antes de adentrarmos nos conceitos e características da técnica, é importante entender a diferença entre calibração e ajuste, uma vez que muitas pessoas da área técnica confundem os dois conceitos.
O ajuste de um equipamento é feito, por exemplo, quando os profissionais realizam alguma intervenção via software ou hardware e ajustam a grandeza de determinado equipamento. Ou seja, essa operação é corretiva e tem o objetivo de fazer com que o desempenho do aparelho seja compatível com suas características de uso.
Já a calibração configura a melhor maneira de avaliar o funcionamento dos equipamentos periodicamente. Em outras palavras, a calibração de equipamentos médico-hospitalares tem o objetivo de comparar as leituras sob teste com os valores gerados por um padrão que, no caso, é a referência.
A partir disso, é possível gerar um laudo com os dados captados junto aos estudos que envolvam conhecimentos em metrologia para então demonstrar qual é o desvio padrão da medida que está sendo realizada.
O hospital consegue, então, comparar esse laudo e analisar se os resultados atendem às especificações do sistema de qualidade interno.
Compreendeu os conceitos e percebeu a relação entre eles? Os dois conceitos são distintos e desempenham operações com objetivos diferentes, entretanto, são dependentes. O ajuste somente pode ser realizado depois de um procedimento de calibração.
Para manter a tarefa de geração de certificados de calibração centralizada, o ideal é que profissionais especializados — sejam eles técnicos ou engenheiros —, que tenham expertise em metrologia e estejam atualizados quanto às tecnologias da área da saúde desempenhem essa função.
Veja os principais requisitos que o profissional deve ter:
Para que a empresa que presta esse tipo de serviço apresente resultados consistentes, é fundamental que ela tenha procedimentos padronizados. Dessa forma, é possível garantir que, independentemente do técnico ou engenheiro que realizar a calibração, a qualidade do trabalho será garantida.
Nesse contexto, quando os profissionais estão munidos de ferramentas como analisadores e simuladores de qualidade e precisão, a garantia de que o ensaio terá êxito é muito mais significativa.
Suponha que você esteja analisando uma bomba de infusão em que podemos ajustar a velocidade e quantidade de infusão do medicamento administrado. Quando o médico faz a prescrição, ele almeja obter resultados, certo?
No entanto, se o medicamento for infundido indevidamente, ele não terá o resultado esperado e a terapia será ineficaz. Então, o médico ainda pode tomar decisões equivocadas e causar danos ao paciente.
Por isso o uso de analisadores e simuladores se faz tão importante. Eles garantem o funcionamento ideal dos equipamentos e impedem que consequências graves ocorram, como no caso de uma infusão errada ou falhas em equipamentos de suporte à vida.
O principal objetivo é, sem dúvidas, ter um equipamento robusto e confiável. E, para serem confiáveis, os analisadores e simuladores devem ser muito mais precisos do que os equipamentos médico-hospitalares.
Afinal, essas ferramentas são utilizadas como referência. Se, por exemplo, um analisador é menos preciso do que um aparelho médico, não faz sentido realizar um ensaio de calibração. Devido a esses fatores, a qualidade das ferramentas também é um fator crucial.
Além disso, o equipamento deve ser robusto, pois não se faz apenas uma medida de grandeza. Pelo contrário, ela é repetida algumas vezes para checar se existe repetibilidade e o fornecimento de análises e simulações iguais.
É necessário, inclusive, ter um cuidado especial com o equipamento. Para fazer o procedimento de calibração adequado, ele deve ser enviado para um órgão, instituto ou empresa que seja certificada pelo Inmetro. Dessa forma, o hospital consegue acompanhar a rastreabilidade do analisador e simulador que serão utilizados, garantindo mais segurança para o hospital e os pacientes.
Podemos observar que a calibração de equipamentos médico-hospitalares por uma equipe técnica qualificada tem o potencial de ir em direção contrária às falhas e erros de procedimentos nas instituições de saúde.
É muito importante que os profissionais que cuidam da manutenção preventiva dos hospitais busquem participar ativamente de eventos e congressos de engenharia clínica, almejando atualizações contínuas na área sobre as normas e utilização adequada dos equipamentos.
Isso reflete diretamente na prestação de serviços. Ou seja, o gestor consegue compreender mais profundamente sobre o assunto e cobrar o fornecimento de laudos completos e robustos da empresa que realiza a calibração de equipamentos médico-hospitalares.
Viu como é importante escolher analisadores e simuladores corretamente? Além de optar por uma empresa que disponibilize tecnologias de excelência, o acompanhamento pós-venda e suporte técnico fazem toda a diferença. Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossas condições e serviços!
7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar. Não é novidade que a área de saúde requer atualização constante. No entanto, isso não se restringe ao conhecimento técnico-científico, já que os administradores de uma instituição de saúde também precisam se manter bem informados. Para isso, há diversos livros para gestor hospitalar que podem ajudar no seu desenvolvimento.
A administração hospitalar é um terreno cheio de desafios comuns a qualquer negócio, acrescidos de nuances e particularidades do cotidiano clínico. Assim, diversos livros se dedicam a abordar temas administrativos, como marketing, gestão de Pessoas, legislação, processos operacionais e outros pertinentes ao cenário da saúde.
Neste post, reunimos uma coletânea capaz de ajudar a responder questionamentos e dúvidas, além de fornecer soluções e ideias para lidar com situações do dia a dia à frente de clínicas e hospitais. Confira 7 livros indispensáveis para a carreira de gestor hospitalar!
Trata-se de um guia completo para gestores da área de saúde. Um livro que apresenta ao leitor os principais desafios enfrentados na gestão de consultórios médicos, clínicas e hospitais — do marketing à fidelização, abordando ainda questões legais e regras do Conselho Federal de Medicina (CFM).
Com uma linguagem simples e direta, o material é útil tanto para sanar dúvidas de quem já atua no segmento quanto para está começando nessa área. Com dicas e exemplos ilustrados por gráficos e tabelas, o autor Antonio Ribeiro traz assuntos complexos apresentados com clareza e didática.
Fred Lee foi vice-presidente do Florida Hospital, em Orlando, além de trabalhar na Disney University, programa de treinamentos para funcionários da Disney. Em seu livro, ele traz a fusão do aprendizado na indústria do entretenimento com sua experiência na administração médica, ressaltando a importância da qualidade do atendimento na fidelização de pacientes.
Ainda que inicialmente os dois universos não pareçam ter semelhanças, o autor constrói uma narrativa que faz todo o sentido na administração de uma clínica ou hospital, mostrando como é possível encantar pacientes, afetando a sua percepção e satisfação por meio de uma assistência humanizada e diferenciada.
A obra já vendeu centenas de milhares de cópias, tendo sido traduzida para diversos idiomas. Leitura indispensável para quem trabalha com serviços, especialmente na área médica.
O livro de Marinho Jorge Scarpi traz para o gestor hospitalar o olhar de administrador, ajudando-o a ver a clínica ou hospital como um negócio que precisa gerar lucro como outro qualquer. Assim, trata-se de um material fundamental na biblioteca do médico empreendedor.
O livro aborda dicas sobre planejamento, processos e liderança, além de trazer informações sobre questões do cotidiano das clínicas como regras de convênios e planos de saúde, informatização e responsabilidade social.
Autor consagrado do marketing, nesse livro Kotler volta as suas atenções para a área de saúde, dedicando-se a explicar para médicos e administradores hospitalares como o marketing tem a função de criar relacionamento, fidelização e confiança, melhorando a experiência do paciente.
A obra de base teórica, reúne também exemplos práticos para a área de saúde, mostrando como hospitais que investem em uma cultura de marketing tendem a ter melhor desempenho.
O relacionamento de médicos com pacientes é sem dúvida uma das maiores peculiaridades dos negócios na área de saúde. Nesse livro, o autor Cyro Martins, que é psicanalista, aborda diversas questões nesse contexto, desde situações conflituosas até formas e técnicas modernas de lidar com algumas delas.
O livro é recomendado não apenas para profissionais que têm relação direta com os pacientes, mas também para gestores que possam entender as particularidades da questão e identificar os pontos de desafio, orientando sua equipe para o melhor atendimento.
O autor, que também é romancista, apresenta o atendimento ao paciente do ponto de vista humanístico, partindo de sua própria experiência e estudos a cerca da medicina no século XX e sua transformação digital.
De todos os livros da lista, esse é o único que não é exclusivamente voltado para a área de gestão hospitalar. Porém, é muito recomendado para qualquer um que deseje ser um bom líder.
O livro fala do comportamento, mostrando como lidar com pessoas, seja no âmbito pessoal ou profissional. Trata-se de uma ferramenta de gestão de pessoas, ao abordar a linguagem corporal nas interações humanas, facilitar o gestor a compreender a sua equipe além das palavras e interpretar gestos e nuances de seus funcionários.
Com os ensinamentos desse livro, publicado em 1937 e de grande destaque no mundo dos negócios, o gestor aprende a tornar-se referência influenciando as pessoas ao redor, o que o coloca em uma posição muito mais confortável ao lidar com seus próprios funcionários, contando com o apoio deles.
Esse livro traz uma abordagem completa da administração clínica, englobando temas como contabilidade, gestão operacional e marketing. Enfim, questões que permeiam o desempenho de um gestor bem-sucedido.
Uma das grandes dificuldades do médico empreendedor é o fato desses assuntos não serem abordados na formação em medicina. Por isso, uma noção geral sobre o negócio é essencial ao sucesso na gestão em saúde e o livro promete auxiliar o médico a desenvolver essa perspectiva.
A sabedoria popular diz que conhecimento nunca é demais, e é verdade que a leitura traz benefícios para a saúde mental e física, proporcionando ganho intelectual e pessoal. Os livros técnicos são essenciais para complementar a formação profissional, trazendo conteúdo específico e relevante, com abordagens que vão além daquilo que aprendemos nas salas de aula, seja na graduação ou na educação continuada.
Assim, esperamos que nossas sugestões de livros para gestor hospitalar sejam úteis para ampliar seus horizontes como administrador, auxiliando na tomada de decisão e na percepção mais ampla da sua clínica ou hospital como um negócio. Uma seleção eclética, com narrativas dinâmicas e interessantes para médicos empreendedores.
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Veja 5 dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia para sua clínica. Manter o estabelecimento de saúde em bom funcionamento demanda uma série de investimentos importantes. Os equipamentos e artigos hospitalares são imprescindíveis para que os profissionais possam realizar um bom trabalho e oferecer cuidado integral ao público. Na clínica que oferece fisioterapia, não é diferente. Dispositivos e serviços de qualidade são decisivos para a recuperação e promoção da saúde. O fornecedor em fisioterapia é um agente muito importante nesse processo. Escolher a empresa certa para formar uma parceria é mais do que um objetivo, é uma necessidade.
Uma boa seleção pode resultar em sólidas relações de trabalho, concretizando uma parceria de confiança para o seu estabelecimento de saúde. Preparamos este conteúdo especial com dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia para a sua clínica.
Ficou interessado? Continue acompanhando e entenda mais sobre o tema!
Produtos de qualidade são decisivos para o oferecimento de um tratamento e atendimento de alto padrão. Além disso, a falha de um dispositivo pode resultar em graves danos para o paciente, além de prejudicar a imagem da instituição. Equipamentos e serviços de fisioterapia de baixa qualidade podem resultar em lesões, necessidades constantes de reparos e em custos adicionais com substituições. Já os recursos de bom desempenho contribuem para melhorar o fluxo de trabalho e formar um bom conceito da clínica.
Fazer parceria com um fornecedor de confiança é muito importante para que os ciclos de trabalho sejam desenvolvidos com sucesso. A relação com um fornecedor é de longo prazo e pede uma boa avaliação antes de escolher a corporação para fazer negócios. A sua imagem também está em jogo nesse processo, pois o desempenho do dispositivo e dos serviços serão associados diretamente à sua clínica.
Como escolher o melhor fornecedor em fisioterapia? Há diversas atitudes que podem contribuir bastante para a escolha do fornecedor em fisioterapia. Veja nossas dicas a seguir!
Fazer uma boa pesquisa é uma medida importante para conhecer quais são as a opções disponíveis no mercado. Para isso, você pode buscar dados nos meios virtuais, conversar com colegas de profissão e participar de eventos da área da saúde. Investigue as páginas da internet, conferindo as sessões nos sites das empresas encontradas.
Realize uma pesquisa aprofundada e tente contatar as empresas para ter uma noção sobre as condições em que elas negociam e fazem parcerias. Registre as informações coletadas, para analisá-las com calma depois.
Fazer parceria com uma corporação que está com problemas na imagem pode ser muito prejudicial. Os pacientes podem perceber o vínculo e deixar de frequentar a sua clínica. Além disso, há muita incerteza sobre a qualidade e integridade desse tipo de fornecedor. Assim, verificar a reputação da empresa é um passo importante para garantir uma parceria de sucesso.
Para isso, verifique as redes sociais da companhia, observando comentários e interações com o público. Faça contato com parceiros da organização e questione sobre as posturas do fornecedor, abordando questões como qualidade, forma de lidar com erros e cumprimento de prazos.
Fornecer serviços de alto desempenho na clínica é essencial para a prevenção, promoção e recuperação em saúde. Com um fluxo de trabalho pautado em uma estrutura sólida, os profissionais podem trabalhar melhor e a clínica pode construir uma boa imagem no mercado.
Para isso, é fundamental que o fornecedor em fisioterapia tenha como uma das prioridades a qualidade dos recursos e serviços oferecidos. O sucesso do seu estabelecimento depende não só da sua contribuição, mas também de uma parceria de negócios baseada em colaboração e compromisso mútuo.
Preços muito abaixo da média podem ser indicativos de produtos e serviços de qualidade inferior, o que pode gerar grandes prejuízos e retrabalho. O preço deve ser analisado, mas desconfie dos valores inferiores demais ao que é cobrado pelas outros fornecedores em fisioterapia.
Uma ótima forma de avaliar esses aspectos é considerar a relação custo-benefício. Isso significa analisar se o investimento realizado gera um retorno positivo, que esteja alinhado ou que supere as expectativas.
Contar com um bom atendimento e com o suporte do fornecedor em fisioterapia é fundamental para que haja sucesso na parceria. Esses dois fatores colaboram para facilitar a assimilação dos produtos e serviços na rotina, contribuindo para que a equipe tenha uma adaptação mais fácil.
Afinal, muitos equipamentos e dispositivos demandam capacitação da equipe para o correta aplicação. Com o passar do tempo, manutenções preventivas podem ser necessárias, assim como as revisões e calibrações. Contar com um fornecedor que auxilie nessas tarefas é essencial, principalmente em um cenário de grande carga de processos como uma clínica. Dessa forma, o fluxo de trabalho é melhorado e a parceria se consolida de forma satisfatória para ambas as partes.
A Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos hospitalares, médicos e de fisioterapia de qualidade elevada. A empresa possui matriz em Curitiba, no Paraná, e filiais em Santa Catarina e São Paulo. Os dispositivos comercializados são de alta tecnologia.
Além disso, fornecemos acompanhamento pós-venda e suporte técnico qualificado e ágil. Temos uma ampla tradição de mercado, com histórico de relacionamento sólido com nossos clientes. O custo-benefício de nossos produtos é adequado ao mercado e fornecemos excelentes serviços de manutenção. Nos destacamos pela grande tradição e experiência de mercado.
O fornecedor em fisioterapia é um agente importante para a clínica que disponibiliza serviços na área. Para encontrar uma boa empresa para fazer parceria, é fundamental investir em uma boa pesquisa e contatar fornecedores da área para conhecer as condições de negociação. Priorize o custo-benefício e a qualidade e seja criterioso na análise, pois a imagem da clínica e o bem-estar dos pacientes está em jogo.
E então? Gostou de nossas dicas para escolher o melhor fornecedor em fisioterapia? Aproveite e entre em contato com a Medicalway! Teremos prazer em ajudar!
Os avanços na tecnologia acontecem em grande velocidade, gerando impacto na sociedade e na dinâmica das empresas. Os estabelecimentos de saúde também estão incluídos nesse processo, passando por uma ampla modernização e contando com uma série de benefícios da informatização. A radiologia digital é um exemplo de tecnologia que promove vantagens para médicos, gestores de saúde e pacientes. Esse recurso é uma alternativa à radiologia convencional, oferecendo mecanismos mais rápidos e sustentáveis.
Preparamos este conteúdo especial com informações sobre a radiologia digital e os impactos que ela gera no estabelecimento de saúde. Quer aprender mais sobre o assunto e conhecer as mudanças que a radiologia digital traz para o paciente e para a gestão? Continue acompanhando e entenda!
A radiologia digital faz a captação das imagens com o uso de sensores digitais de raios X. A imagem é enviada diretamente para um computador, podendo ser gerenciada pelo profissional para melhor visualização.
Essa tecnologia conta com avançadas funcionalidades para proporcionar qualidade, precisão e eficácia. Na década de 1970, começaram os primeiros usos experimentais da radiologia digital. Essa tecnologia passou por um grande aprimoramento e avanços (como a implementação de computador no processo e o surgimento dos recursos em nuvem) e se inseriu no mercado posteriormente.
A radiologia convencional usa filmes radiográficos e a imagem é revelada em uma chapa, com o auxílio de produtos químicos. Ela foi descoberta entre o final do século 19 e início do 20.
A radiologia digital apresenta diversos fatores que a diferenciam da radiologia analógica. As radiações são geradas por um tubo padrão e coletadas pelos sensores digitais. A energia absorvida é transformada em carga elétrica. Essa carga é registrada, digitalizada e processada em escala cinza. Os dados são processados por um software especializado para a formação da imagem utilizada para fins clínicos. Depois, a imagem é armazenada.
Na radiologia convencional, o filme radiográfico tem que passar por revelação, com o auxílio de reagentes na câmara escura. Caso o profissional deseje passar o material para o computador, é necessário escanear a imagem.
Com isso, é possível perceber que a radiologia digital realiza o processo de geração da imagem em segundos. Já a convencional tende a ter uma maior demora para a geração de resultado.
Os diagnósticos tendem a ser mais precisos na radiologia digital, porque a imagem gerada é de maior qualidade e pode ser ampliada, manipulada e ter a escala de cores invertida. Com isso, o médico pode fazer uma análise mais minuciosa e oferecer um diagnóstico certeiro.
A radiologia digital demanda equipamentos como computador, máquina digital de raios X, digitalizadores e software para o processamento de imagem. A convencional pede a câmara escura, o aparelho de raios X, scanner e computador.
A radiologia digital contribui de diversas formas para a gestão. Veja mais a seguir!
Os equipamentos e sensores digitais apresentam um preço um pouco mais elevado que a tecnologia analógica. Porém, se você considerar que com esses dispositivos vai poder dispensar custos com reagentes químicos, mão de obra e sala de revelação, a radiologia digital se mostra mais barata. Ou seja, você terá um investimento inicial, mas, em longo prazo, há um excelente retorno financeiro e diminuição de custos com os processos.
As perdas de chapas de raios X podem acontecer no processo analógico. No geral, elas possuem um tamanho grande, não cabendo dentro da bolsa. Assim, o paciente se desloca com o exame nas mãos, em um envelope e pode perdê-lo por algum esquecimento ou distração. Na dinâmica hospitalar, o que se percebe da logística das chapas de raios X é que ela é mais trabalhosa, assim como nos prontuários de papel.
Com a radiologia digital, esses problemas são eliminados. As imagens geradas são armazenadas com segurança no computador, podendo ser colocadas em prontuários eletrônicos em nuvem, o que fortalece as barreiras de proteção do documento. Riscos de extravio e dificuldades de logística são completamente eliminados.
Conforme mencionamos, as imagens no processo analógico demoram um pouco para serem reveladas, necessitando do uso de agentes químicos. Na radiologia digital, a imagem é gerada em segundos, sendo transmitida com velocidade para o computador.
Isso otimiza a gestão hospitalar e aumenta a capacidade de atendimento do estabelecimento de saúde. Além disso, é bom lembrar que em certos quadros, poucos minutos podem fazer grande diferença no prognóstico do paciente.
A revelação do raios X convencional demanda o uso de reagentes químicos que precisam de descarte especializado e rigoroso, pois podem agredir ao meio ambiente. Além disso, a chapa formada, quando já não é mais necessária, também precisa de um recolhimento especial, não podendo ser encaminhadas para o lixo comum.
O resultado disso é que o descarte dos materiais de raios X convencional se torna caro e dispendioso, sendo trabalhoso para os gestores de hospitais. Esse cenário também gera dificuldades para os pacientes descartarem seus exames já utilizados ou antigos.
A radiologia digital dispensa o processo de revelação de imagem, enviando os dados diretamente para o computador. Assim, a gestão não precisa se preocupar com reagentes químicos e descartes especiais. Caso seja necessária uma impressão, ela pode ser feita em papel comum, de fácil descarte e reciclagem.
A radiologia digital é uma moderna tecnologia que proporciona vários benefícios para gestores e pacientes. Ela otimiza o fluxo de trabalho, agiliza processos na clínica e permite que o paciente imprima o exame na própria casa, sem a necessidade de realizar diversas viagens ao estabelecimento para pegar o exame.
A linha Agfa Healthcare pode ser de grande ajuda para o seu estabelecimento de saúde na implementação da radiologia digital. A Agfa é líder no segmento de imagem e está há 140 anos no mercado. Ela oferece excelentes dispositivos para radiologia digital, como softwares de processamento de imagens, equipamentos de radiografia digital, retrofits, digitalizadores e impressoras digitais.
Gostou de aprender sobre radiologia digital e saber o que muda para o paciente e para a gestão? Aproveite e conheça os produtos da linha Agfa Healthcare para potencializar os processos na sua clínica!
