Cabo de ECG: quais cuidados tomar ao manusear e como comprá-lo?. Muitas pessoas não entendem a importância de tomar certos cuidados ao adquirir e manusear o cabo de ECG, tendo em vista ser parte de um aparelho essencial para a avaliação cardiológica dos pacientes.
Entre as principais funções do cabo de ECG, está a capacidade de armazenar os fios responsáveis por transmitir os dados do indivíduo para o equipamento. Por esse motivo, a forma como é utilizado e as condições em que se encontram são aspectos que influenciam diretamente na confiabilidade dos resultados. Então, é preciso estar atento a isso.
Quer entender um pouco mais sobre os principais pontos de atenção relacionados ao manuseio e aos cuidados com esse item? Então, continue a sua leitura!
É muito importante que clínicas, consultórios, hospitais e demais unidades de saúde implementem medidas de cuidados e manuseio de cabos de ECG, levando em consideração que qualquer problema ou dano no objeto pode influenciar na atuação dos profissionais, precisão nos resultados e demais erros que vão prejudicar bastante a imagem da instituição no mercado.
Afinal, quando um aparelho não funciona como deveria, isso vai gerar resultados imprecisos ou comprometer o exame, fazendo com que a clínica tenha que desmarcar procedimentos, chamar os pacientes para refazê-los, entre outras situações que vão impactar de forma direta no dia a dia e faturamento do estabelecimento.
Existem casos em que os profissionais de saúde não adotam os cuidados adequados ao manusear o equipamento de ECG e seus cabos, o que pode afetar a vida útil do objeto, além de provocar interferências, quebras, entre outros danos.
Por isso, é essencial tomar certas ações para assegurar um bom uso do aparelho e realizar a execução adequada, o que vai levar a uma maior durabilidade do equipamento, evitar gastos desnecessários e impedir alterações no exame que possam prejudicar os pacientes e o nome da instituição. Conheça as principais a seguir!
Ao comprar o eletrocardiógrafo, todos os cabos que o acompanham precisam ser certificados e apresentar um funcionamento alinhado com o aparelho e modelo. Por isso, o uso do equipamento deve ser feito junto com os acessórios originais (fornecidos pelo fabricante), com exceção dos eletrodos.
Em situações em que o manuseio esteja sendo feito de maneira inapropriada, podem ocorrer divergências de sinais, interferências ou até danos no eletrocardiógrafo, além da imprecisão dos resultados dos exames que podem levar a laudos imprecisos e a definição de tratamentos ineficazes para os pacientes.
Para manter o equipamento em suas devidas condições de uso, é importante ter em mente que os cabos são constituídos de vários filamentos revestidos por capas protetoras. Sendo assim, esses filamentos internos são bastante sensíveis, o que pode gerar desgastes que podem levar até à perda integral do equipamento. Portanto, é preciso evitar:
Além disso, nunca faça a remoção dos elétrodos ou encaixes puxando por meio do cabo, tendo em vista que essa prática minimiza de maneira significativa a vida útil do objeto. É importante salientar que os cabos do equipamento são imprescindíveis para o seu funcionamento e também estão entre os acessórios mais caros.
A higienização é outro aspecto bastante relevante para manter o cabo de ECG em boas condições de uso. Após o uso no paciente, o equipamento precisa ser limpo com solução de álcool 70%. Isso porque o acúmulo de resíduos, com o tempo, pode aumentar o risco de oxidação, afetando o desempenho do cabo.
Para que todos os cuidados de manuseio do equipamento e de seus cabos sejam garantidos, é fundamental que seu uso seja feito apenas por profissionais qualificados e treinados para esse fim.
Existem alguns pontos que devem ser avaliados para que consiga adquirir um equipamento de qualidade e com acessórios de alta durabilidade. Veja alguns deles!
Ao adquirir qualquer equipamento médico, verifique todas as informações a respeito do produto, principalmente dos eletrocardiógrafos, que são bastante usados na rotina da unidade de saúde, na maioria das vezes, em situações de emergências, corridas e estressantes.
Esse cuidado é importante, pois caso algum líquido caia acidentalmente no equipamento, é possível tomar medidas que possam evitar sua danificação, por exemplo, desligar, enxugar e ligar novamente. Dependendo da qualidade do aparelho, esse acidente pode evitar que ele volte a funcionar corretamente.
Quando o assunto é a portabilidade e a praticidade do eletrocardiógrafo, é possível falar sobre vários aspectos, por exemplo:
Para qualquer equipamento, essa é uma questão essencial, considerando que a praticidade afeta de forma direta a utilização correta e o aumento da vida útil do aparelho. Para os integrantes da equipe de emergência, por exemplo, que apresentam uma rotina muito corrida para ambiente remotos, a portabilidade é um fator necessário
Muitos eletrocardiógrafos dependem da uma rede elétrica, já que são ligados na tomada. Com o equipamento não possui essa exigência, é possível reduzir a quantidade de cabos, fios e fontes externas, o que pode diminuir um pouco os cuidados que precisam ser tomados, além de evitar de forma significativa o acometimento de danos e eventuais dores de cabeça.
Agora que você entende a função do cabo de ECG e a importância de tomar todos os cuidados necessários no seu manuseio, além de como adquirir um equipamento de qualidade pode interferir em sua durabilidade, saiba que a Medicalway é uma empresa que comercializa equipamentos médicos e hospitalares, principalmente para centros cirúrgicos, UTI, centro de imagem (ultrassom), que está há muitos anos no mercado. Além disso, a empresa se destaca pela qualidade dos serviços prestados aos hospitais e clínicas médicas, proporcionando acesso a equipamentos de alta tecnologia.
Quer conhecer melhor sobre nossos produtos e serviços? Então, acesse a nossa página agora mesmo!
A pandemia do novo coronavírus trouxe alguns alertas à população e preocupações para os centros de saúde no quesito equipamentos respiratórios. Os filtros respiratórios são uma tecnologia recente na medicina e muito útil para casos de insuficiência respiratória, inclusive a que a Covid-19 provoca.
Um desses artifícios é o HME (Heat and Moisture Exchanger), que nada mais é do que um trocador de calor e umidade colocado entre o tubo endotraqueal/traqueostomia e o conector do circuito do ventilador, capaz de aquecer e umidificar o gás inspirado.
Neste post, você conhecerá mais sobre o filtro HME, sua importância e as categorias existentes. Acompanhe.
Estamos vivendo tempos difíceis com a disseminação de um vírus altamente contagioso e com grande poder sobre nossos pulmões. Muitos casos de internação em unidade de terapia intensiva seguidas de intubação utilizam esse tipo de filtro, auxiliando o paciente a manter a respiração aquecida e com o nível de umidade adequado. Eles ajudam a reduzir o muco e a tosse, um dos sintomas atenuantes da Covid-19.
Ele também pode ser usado em anestesias, ventilação assistida ou cirurgias em que os pacientes não conseguem manter a habilidade de filtrar e umidificar o ar respirado. Além disso, são muito importantes na proteção contra contaminações microbianas entre as máquinas e os pacientes, por conta da ação da membrana eletrostática que impede a passagem de vírus e bactérias que podem levar ao óbito.
Agora que você sabe o que é filtro HME e entende sua importância e como funciona, é essencial conhecer os tipos que existem. De acordo com a literatura médica mundial, esses filtros são agrupados em três categorias. Conheça-as agora.
Possuem propriedades de produção de umidade e calor, que bloqueiam a ação microbiológica exercida pelas membranas eletrostáticas. Recebe a nomenclatura HMEF por alguns autores, que significa trocador de calor e umidade com poder de filtração.
Atuam como barreira, possuem alta eficiência de filtração, mas com poder menor de produção de umidificação e aquecimento. Ele possui pregas que impedem a passagem da água para o meio externo.
Não possuem propriedades de filtração antimicrobiana, apenas realizam troca de calor e umidade. Quando o paciente exala ar quente e úmido, o filtro coleta essa umidade e o calor e devolve quando o indivíduo inala.
O HME age de forma parecida com nossas vias respiratórias superiores e assim retém a umidade e o calor do ar expirado através da membrana higroscópica, impedindo a perda de ambos. Depois disso, são liberados e aquecem e umidificam os gases inspirados pelo paciente.
Você pode aprender um pouco mais sobre o uso desses equipamentos aqui na Medicalway. Basta ficar de olho em nossas publicações. Esse filtro é encontrado aqui com os melhores preços do mercado e com as recomendações e explicações necessárias para o uso.
Tem interesse e quer saber mais sobre o filtro HME? Então, entre em contato conosco. Um de nossos especialistas o atenderá e tirará suas dúvidas.
Negligenciar a etapa de conservação do equipamento de ultrassom pode trazer inúmeras consequências. Entre elas, lentidão, falha na comunicação com a rede ou impressora e muitos outros problemas que comprometem a satisfação do paciente.
Diante disso, é fundamental que a gestão hospitalar seja capaz de evitar essa situação. Assim, é possível oferecer um atendimento de qualidade, diagnóstico preciso e elevar a credibilidade da instituição de saúde.
A partir desse contexto, quer saber como garantir a conservação do equipamento de ultrassom? Listamos algumas informações essenciais sobre o assunto que podem ajudar. Acompanhe!
A limpeza é uma das etapas primordiais para conservação do equipamento de ultrassom. No entanto, não basta garantir esse procedimento, é preciso que ele ocorra da maneira correta para evitar danos ao aparelho.
Assim, efetue essa etapa com um pano úmido com sabão neutro e água para higienizar o gabinete. O painel de controle e o teclado devem ser limpos com um pano umedecido em água, sem precisar da intervenção de algum produto.
Outro cuidado a ser tomado é não abrir esses itens para limpeza, o que poderia levar à entrada de gel e ao dano à parte interna. Então, caso haja muita poeira, contar com um aspirador de pó pode ser o suficiente.
Enquanto isso, a higienização dos transdutores precisa ocorrer com um pano úmido, com água ou papel toalha a cada finalização do exame. Utilizar produtos nesse processo pode prejudicar a película de cristais.
O equipamento ultrassom deve permanecer em uma temperatura adequada para garantir o adequado funcionamento. Assim, o recomendado é que ela se mantenha entre 18°C e 22°C quando estiver ligada.
Utilizar uma temperatura superior à mencionada ou até mesmo ignorar o uso do ar-condicionado enquanto usa o equipamento ultrassom pode superaquecer as placas.
Isso porque o aparelho por si só gera um aquecimento no ambiente enquanto está ligado. Logo, a soma disso com a alta temperatura externa tende a ocasionar falhas no funcionamento.
A manutenção periódica do aparelho atua para otimizar o fluxo operacional dos procedimentos clínicos e elevar a segurança. Com relação a isso, existe a manutenção preventiva, voltada para quando o aparelho ainda não apresenta defeitos.
E ainda, existe a manutenção corretiva, quando o equipamento já se danificou e é necessário realizar algum reparo. Seja qual for o caso, é preciso contar com fornecedores adequados para garantir a manutenção de acordo com o fabricante.
Ao deixar a manutenção a cargo de uma empresa especializada, é possível realizar testes de envelhecimento, controle de qualidade e demais procedimentos que elevam a confiabilidade do serviço.
Então, conseguiu entender algumas das principais dicas relacionadas à conservação do equipamento de ultrassom? É fundamental colocá-las em prática para que a instituição de saúde faça um atendimento mais seguro e eficiente. Tudo isso evita riscos no tratamento e diagnóstico, além de elevar a vantagem competitiva da clínica.
Diante disso, saiba que nós da Medicalway oferecemos assistência técnica para manutenção de equipamentos hospitalares. Entre em contato conosco e saiba mais!
Graças à tecnologia, a medicina diagnóstica tem conquistado grandes avanços. Um deles é o exame de densitometria óssea, que, de maneira simples e rápida, é capaz de detectar a osteopenia e a osteoporose.
A grande vantagem é que, com a densitometria óssea, a perda mineral pode ser detectada logo em seu estágio inicial, mesmo não sendo possível visualizá-la precocemente pelo exame de raio-X. Isso permite a realização do combate à osteoporose e a prevenção do risco da geração de fraturas.
Para ajudá-lo a entender melhor, preparamos um panorama completo sobre o assunto, no qual abordaremos o que é o exame de densitometria óssea, como é realizado, para quem é indicado e quais os resultados esperados. Continue a leitura e confira!
Esse é um exame importante realizado para definir a quantidade de massa óssea em locais do corpo, como fêmur, coluna lombar e outras regiões, a fim de permitir a avaliação do risco de fratura e oferecer um diagnóstico precoce de osteopenia e osteoporose. Ele é feito com o uso de um aparelho com dupla emissão de raios-X, mas com a dosagem de radiação reduzida.
O exame é indolor e simples, não sendo exigido nenhum preparo especial. A única recomendação é não usar objetos, acessórios e roupas que tenham metal, visto que isso pode interferir no resultado. No dia, o paciente é orientado a deitar em uma maca, que terá um dispositivo de imagem acima e um gerador de raios-X posicionado abaixo.
Posteriormente, é iniciado o exame utilizando a máquina densitômetro, que por meio de um detector vai irradiar e percorrer levemente a coluna e sobre o quadril, captando as imagens e projetando-as na tela de um computador. Dessa forma, em aproximadamente 10 a 30 minutos, o exame é concluído, sendo possível obter os resultados da medição da densidade óssea praticamente logo em seguida.
Mulheres a partir dos 65 anos de idade e homens acima dos 70 costumam ser orientados pelos médicos a realizarem o exame de densitometria óssea, para verificar a densidade dos ossos. Mas, há outras diversas situações em que a solicitação do exame pode ser necessária, como para monitorar uma doença já diagnosticada, especialmente para pessoas que têm osteoporose e precisam fazer o acompanhamento. Também é recomendado nos casos em que existem fatores de risco, como:
De um modo geral, no exame de densitometria óssea, é verificada a quantidade de cálcio que está presente no osso, a fim de medir a densidade mineral óssea. Também são examinadas regiões em que os ossos estão sujeitos a fraturas, como lombar e fêmur. Por fim, estabelece-se diagnóstico e avalia-se tratamento para osteoporose e osteopenia.
Há três possibilidades que são disponibilizadas no resultado do exame:
O exame de densitometria óssea é o método mais utilizado para verificar a diminuição de massa no osso. Diante disso, são utilizados equipamentos modernos e com alta tecnologia, para que a emissão da radiação seja baixa e ainda consiga diagnosticar o problema logo no início. Por isso, é importante contar com aparelhos específicos, a fim de proporcionar ao paciente o tratamento mais breve possível, evitando que a doença possa progredir.
Gostou do nosso conteúdo e quer obter os melhores equipamentos? Então entre em contato conosco agora mesmo e confira os serviços de qualidade que temos para oferecer a você!
