
Escolher o monitor multiparamétrico certo para uma UTI vai muito além do preço. Tela, quantidade de formas de onda exibidas simultaneamente, capacidade modular e integração com o sistema do hospital são fatores que impactam diretamente a segurança do paciente e o fluxo de trabalho da equipe clínica.
O BeneVision N17 e o BeneVision N15, ambos da Mindray, fazem parte da mesma família, a série N, e compartilham a mesma plataforma tecnológica. Mas há diferenças objetivas entre eles que definem qual modelo é mais adequado para cada cenário de cuidado intensivo.
A seguir, um comparativo técnico e clínico completo entre os dois modelos.
Os dois modelos são monitores modulares de alta acuidade, desenvolvidos para ambientes críticos como UTI, UCC, UTIN, centro cirúrgico, UTPA e pronto-socorro, indicação declarada pelo próprio fabricante.
Ambos compartilham a mesma base tecnológica:
Com a base em comum estabelecida, as principais diferenças entre os dois modelos estão na escala, tela, formas de onda simultâneas e dimensões físicas.

A principal diferença do N17 em relação ao N15 está na tela de 18,5″ Full HD e na capacidade de exibir até 12 formas de onda simultaneamente. Em termos clínicos, isso significa mais parâmetros visíveis ao mesmo tempo, sem necessidade de alternar telas, o que pode ser relevante em pacientes com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde múltiplas curvas de pressão, ECG e dados respiratórios precisam estar acessíveis de forma contínua.
Leitos de maior complexidade clínica tendem a se beneficiar da capacidade de exibição ampliada do N17. Isso inclui pacientes sob monitoramento hemodinâmico invasivo (com uso de módulos PiCCO, ICG ou ScvO₂), onde a leitura simultânea de mais formas de onda oferece uma visão mais completa do quadro sem navegação adicional.
No centro cirúrgico, o N17 é uma opção bem ajustada para procedimentos de maior complexidade, pois combina os módulos modo CPB, NMT e INVOS rSO₂ com uma tela que comporta o volume de informações gerado nesses contextos.
O N15 oferece a mesma plataforma do N17 em um formato mais compacto. Com tela de 15,6″ Full HD e até 10 formas de onda simultâneas, mantém todos os parâmetros, módulos e recursos de conectividade da série N, com menor ocupação de espaço e peso reduzido (5,4 kg ante 7,3 kg do N17).
O N15 atende bem a maioria dos perfis de pacientes críticos internados em UTI geral, com monitoramento cardiorrespiratório completo e suporte a módulos hemodinâmicos. As 10 formas de onda simultâneas são suficientes para os protocolos de monitoramento mais comuns nesses ambientes.
O formato mais compacto pode ser vantajoso em setores com maior densidade de equipamentos ao redor do leito, como a UTIN, onde o espaço físico costuma ser mais restrito. Nesse sentido, o N15 também conta com os recursos neonatais da série N: modo noturno, redução automática de brilho e volume, e perfis de alarme configuráveis por idade gestacional.
Para hospitais em processo de padronização tecnológica em múltiplos leitos, o N15 representa uma opção estratégica: entrega a mesma interface, os mesmos protocolos de treinamento e o mesmo ecossistema de dados do N17, com uma configuração adequada para leitos de complexidade padrão a alta.
A decisão entre N17 e N15 passa por três perguntas objetivas:
Qual é a complexidade clínica predominante do leito?
Leitos com monitoramento hemodinâmico invasivo extenso, onde várias curvas precisam ser acompanhadas simultaneamente, tendem a se beneficiar das 12 formas de onda e da tela maior do N17. Para o perfil de complexidade padrão a alta de uma UTI geral, o N15 atende com a mesma plataforma.
Qual é o espaço físico disponível no leito?
As dimensões menores do N15 (396 x 313 x 193 mm ante 466 x 355 x 210 mm do N17) podem ser determinantes em setores com grande densidade de equipamentos.
Qual é a estratégia de investimento por leito?
Os dois modelos podem coexistir na mesma UTI, integrados à mesma central BeneVision DMS, com a equipe operando ambos sem curva de aprendizado adicional. Isso permite destinar o N17 para os leitos de maior criticidade e o N15 para os demais, mantendo uniformidade de plataforma e gestão de dados.
A MedicalWay é distribuidora autorizada da Mindray no Sul do Brasil e a única empresa da região credenciada para manutenção autorizada dos equipamentos da marca. Isso garante suporte técnico especializado, peças originais e atendimento ágil, sem depender de deslocamentos de outras regiões do país.
Os monitores BeneVision N17 e N15 estão disponíveis nas modalidades de compra, aluguel e comodato. Entre em contato com a equipe da MedicalWay para uma análise da configuração mais adequada para a realidade da sua unidade.
É muito importante que as instituições de saúde dê a devida atenção quando o assunto é a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem, já que diversos aparelhos relevantes para o atendimento aos pacientes, diagnóstico e auxílio para a recomendação do tratamento adequado fazem parte desse processo, como tomografia computadorizada, ressonância magnética, raio-X, ultrassom e mamógrafo.
Além disso, a falha dos equipamentos decorrentes da falta de manutenção podem ocasionar em ua séria de problemas, como a suspensão de exames, divergências nos resultados, insatisfação do público e demais complicações que vão impactar no orçamento da empresa, bem como na sua imagem perante o mercado.
Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para mostrar os principais cuidados com a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Acompanhe!
A manutenção de equipamentos hospitalares podem ser:
O representante exclusivo ou revendedor autorizado da marca dos equipamento é sempre indicado para fazer a manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem. Isso porque, são qualificados para reparar a máquina, além de usarem peças originais de reposição e conseguirem acessar atualizações do dispositivo.
A primeira fase é a realização do inventário, onde são reunidas as informações a respeito do número de patrimônio, os dados do fabricante, tipo de revisão, entre outros. Após, os aparelhos passam pela inspeção e higienização, onde recebem lubrificação e calibração, conforme as particularidades de cada máquina. Em caso de riscos de defeitos, as peças também podem ser trocadas.
Nos aparelhos que usam radiação para a obtenção de imagens, ignorar o controle de qualidade por gerar sérias consequências. Para manter o bom funcionamento, a calibração periódica do feixe de raios-X é essencial. Por exemplo, nas máquinas de ressonância magnética essas calibrações são necessárias para manter o campo magnético o mais homogêneo possível.
Após as manutenções é preciso fazer um levantamentos dos principais reparos, que vai servir como base para a tomada de decisão gerencial, além de entender a eficácia desse serviço.
Existem vários cuidados que podem se alinhados com as manutenções para aumentar a vida útil dos aparelhos.
A manutenção preventiva é indispensável para manter os equipamentos funcionando da melhor maneira, de acordo com todos os padrões de segurança e operacionais definidos pelo fabricante.
Esse cuidado é fundamental, por isso, é necessário manter o time treinando para manuseá-los. Também é importante realizar atualizações em intervalos regulares para fortalecer o conhecimento, principalmente em setores onde ocorre uma alta rotatividade dos integrantes do time.
Esse processo abrange baterias, chassi de fósforo, filmes radiográficos e detectores. Além disso, confira as recomendações do fabricante que vão contribuir para a manutenção dos componentes em boas condições e a ofertar a melhor qualidade das imagens.
É necessário manter as máquinas na temperatura ideal, que podem ser identificada no manual de fabricação elaborado pelo fabricante. Também e preciso um bom sistema elétrico, já que problemas podem interromper repentinamente o funcionamento do equipamento e causar danos ao programa.
Agora que você entender a importância da manutenção de equipamentos de diagnóstico por imagem e os principais cuidados a serem tomados, é necessário ter uma empresa como a Medicalway como parceira, que comercializa aparelhos médicos e hospitalares, com vários anos de experiência no mercado. Também oferece toda a assistência e suporte para as soluções vendidas por meio de uma equipe altamente qualificada.
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Além de contar com equipamentos inovadores para assistência, diagnóstico e tratamento de doenças, é necessário que as instituições de saúde implementem os cuidados adequados para que essas máquinas estejam sempre em perfeitas condições. Assim, pode-se evitar qualquer tipo de problema que possa afetar a qualidade dos serviços prestados e segurança dos pacientes. Entre os principais está a manutenção corretiva.
Apesar de ser um procedimento essencial, muitos gestores não entendem a sua importância, bem como a sua diferença para a manutenção preventiva, que apresenta outra finalidade. Para esclarecer as principais dúvidas, elaboramos este conteúdo. Confira!
Existem dois tipos de manutenção de equipamentos médicos hospitalares: a corretiva e a preventiva.
A manutenção corretiva se trata do serviço que busca resolver problemas de funcionamento, identificados no aparelho. Como exemplo, citamos falhas durante os processos, quebra, entre outros.
Já a manutenção preventiva é aplicada justamente para que essas complicações não ocorram. Nesse caso, o procedimento é feito periodicamente para averiguar os equipamentos e recomendações dos fabricantes. O objetivo é assegurar a eficiência máxima e evitar riscos de falhas e demais fatores que podem afetar o atendimento aos clientes e atividades da rotina de hospitais, clínicas, consultórios e outros.
Realizar a manutenção corretiva dos equipamentos médicos é imprescindível por diversos motivos. Entenda os principais, a seguir!
Quando a manutenção corretiva é aplicada adequadamente e em tempo hábil, evita-se o cancelamento de exames, tratamentos e demais procedimentos agendados, o que pode comprometer de maneira considerável o faturamento da unidade de saúde. Por isso, essa é uma medida importante para reduzir custos e evitar prejuízos.
Uma boa manutenção corretiva aumenta a vida útil do equipamento, bem como a sua função operacional. Sendo assim, a necessidade de trocas frequentes de tecnologias é reduzida, tendo em vista que os itens serão bem-cuidados.
Caso contrário, existem grandes chances das falhas e danificações já solucionadas ocorrerem novamente e em períodos de tempo muito curtos, levando a uma maior necessidade de troca e compra de dispositivos.
Como já foi dito, quando uma ferramenta de trabalho está sempre bem conservada, precisa ser trocada com menos frequência. Por esse motivo, a manutenção corretiva é tão necessária. Mesmo que o equipamento sofra danificações ou falhas, seu conserto ágil restabelece o seu funcionamento, evitando impactos negativos nas operações das instituições de saúde.
Aparelhos seguros apresentam chances mais baixas de funcionarem de maneira inapropriada em qualquer tipo de tratamento ou exame. Dessa forma, é preciso verificar se os prestadores de serviços contam com analisadores e simuladores devidamente calibrados para serem utilizados com exatidão.
Com esses cuidados, é possível obter padrões certificados e identificar se o equipamento médico se encontra regular perante as recomendações do fabricante, funcionando da forma que deve ser.
Fazer as manutenções corretamente e no prazo certo é uma ótima maneira de assegurar a adequação às normas de segurança. Além disso, atender a essas referências certificadas é uma boa forma de atestar a eficiência dos aparelhos, gerando maior confiabilidade e precisão nos procedimentos executados.
Agora que você entendeu a importância da manutenção corretiva e seus benefícios, ao adquirir equipamentos médicos, o ideal é contar com uma empresa de confiança e experiente no mercado, como a Medicalway. Prestamos assistência técnica e manutenções para todos os aparelhos oferecidos.
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A mamografia digital é um exame médico indicado para detectar, precocemente, possíveis sinais de câncer de mama que, de acordo com o INCA, deve ter 66.280 novos casos estimados para 2021. Felizmente, quem for diagnosticado com essa doença pode ter um tratamento muito mais efetivo se iniciá-lo desde cedo.
É justamente nesse sentido que a mamografia digital se torna tão relevante, mais que o exame comum ou analógico, já que ela consegue prevenir o câncer em fases ainda mais prematuras, mesmo que os nódulos sejam menores e as alterações nas mamas mais discretas. Como visto, a assertividade nesse momento pode salvar vidas.
Considerando a importância da mamografia digital, preparamos um post para falar mais detalhadamente como o procedimento ocorre, suas vantagens e outras informações. Continue conosco e fique por dentro!
A mamografia digital é um exame que, conforme mencionado, pode diagnosticar o câncer de mama e faz isso por meio de radiografia. O procedimento consiste em gerar imagens detalhadas que evidenciam possíveis nódulos e alterações, que nem sempre podem ser percebidos a olho nu e até mesmo com o autoexame — que atua como um complemento fundamental na prevenção da doença.
Para que a mamografia realize seu diagnóstico por imagem, é necessário contar com um mamógrafo, aparelho de raio-X digital. Ele é responsável por transmitir a radiação em um sinal elétrico e enviar para um dispositivo tecnológico, como um computador, para que a imagem gerada seja analisada com mais detalhes e com a segurança do armazenamento.
Nas mamografias comuns ou analógicas, as imagens geradas pelo raio-X não eram enviadas para um computador, mas, sim, reveladas por um filme, com mediação de produtos químicos.
Apesar dos benefícios inegáveis desse processo para prevenção do câncer de mama, ele é mais lento que a mamografia digital e não é tão seguro quanto ao armazenamento das imagens, o que poderia exigir a repetição do exame, que causa desconforto para muitos pacientes.
O exame de mamografia conta com uma bandeja em que os seios devem ser posicionados para receber a radiação que, como dito, transmite por meio de um sinal elétrico as imagens para o computador. A tecnologia envolvida nesse processo é a DR (digital), mas também pode ser a CR (computadorizada). Entenda mais a seguir:
Conforme mencionado, ambas as tecnologias envolvidas na mamografia digital oferecem imagens de alta resolução, possibilitando uma visualização mais detalhada até de alterações mais sutis e nódulos menores. Além disso, o tempo necessário para que o paciente fique exposto no mamógrafo e na radiação é reduzido.
Mulheres acima de 40 anos se tornam mais suscetíveis a terem o câncer de mama, e acima de 35 para o caso daquelas que se enquadram no grupo de risco — histórico da doença na família antes dos 50 anos ou outros tipos de câncer.
Assim, é recomendado que, anualmente, seja realizada a mamografia, seja a digital ou convencional, para que o tratamento desse possível problema de saúde seja identificado e tratado de forma precoce.
Antes da faixa etária mencionada, as mamas estão mais densas e firmes, o que dificulta a adequada penetração do raio-X no tecido mamário e torna os resultados obtidos insatisfatórios. Assim, caso haja suspeita de nódulos ou cistos na região, o mais indicado é realizar uma ultrassonografia.
Conforme mencionado, a mamografia digital é um exame essencial para detectar o câncer de mama, e atua de forma superior aos tradicionais. Isso porque trata-se de mecanismos mais modernos, o que aumenta a eficiência e conforto para os pacientes. Entenda mais a seguir!
Os seios são uma região sensível para muitas mulheres, especialmente no caso das mamas mais densas e durante o ciclo menstrual. Assim, é comum que muitas pacientes se recusem a realizar a mamografia para evitar o desconforto.
Com a mamografia digital, isso é possível, já que diminui o tempo necessário para sua realização e a compressão das mamas, especialmente se comparado à mamografia digital.
As imagens fornecidas pela mamografia digital são de alta resolução e conseguem observar nódulos menores que 2 cm e suas características, o que aumenta a eficiência na detecção do câncer de mama, além de ser capaz de perceber alterações sutis nos seios, como lesões benignas.
Saiba também que com a possibilidade de visualizar as imagens pelo computador, os profissionais da saúde podem ampliar as fotografias, configurar com contraste e brilho, por exemplo, tudo para que a análise seja a mais minuciosa possível.
Considerando que a mamografia digital não precisa ser relevada com produtos químicos, como ocorre na mamografia convencional, o nível de radiação que os envolvidos se expõem é menor. Afinal, o método moderno oferece mais segurança no armazenamento das imagens que, uma vez detectadas, dificilmente precisará repetir o processo, como ocorre em exames comuns.
Como a mamografia digital tem uma capacidade de visualização mais detalhada que os exames comuns, o diagnóstico do câncer de mama é mais assertivo e confiável, seja no caso de tumores menores ou de mamas mais densas — que costumam ter um maior número de glândulas. Assim, é um exame especialmente útil para mulheres abaixo de 50 anos, que é comum ter mais densidade nos seios.
Como foi possível notar, a mamografia digital não é apenas um exame que contribui para a detecção precoce do câncer de mama, mas também é a alternativa mais confiável e confortável para os pacientes.
Assim, saiba que nós da Medicalway oferecemos os melhores preços, condições acessíveis ao mercado e suporte técnico qualificado na venda dos equipamentos.
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