Os hospitais de referência mundial atendem a uma série de requisitos para terem esse reconhecimento. Além de investirem em pesquisas, eles contam com uma rede sólida de atendimento e diferenciais específicos, que os levam a atingir renome na área da saúde. No Brasil, existem serviços para acreditação de hospitais, e essas instituições formam parcerias para realização de pesquisas e investimento no ensino.
Preparamos este post especial com informações sobre os principais hospitais de referência mundial. Continue acompanhando para entender mais sobre o tema!
No Brasil, a Agência Nacional de Saúde Suplementar define critérios para avaliação da qualidade de hospitais da rede particular. Ela divulga uma relação dos hospitais que mais se encaixam nesses requisitos.
As certificações de qualidade são exemplos de critérios. Elas geralmente são realizadas por Organizações Não Governamentais e buscam verificar a adequação do hospital a um conjunto de padrões predefinidos. Esse processo não é jurídico, e a participação é voluntária.
O índice de readmissão hospitalar é outro fator importante. Ele mede a eficácia do hospital em promover a recuperação dos pacientes. O esperado é que o hospital ofereça um cuidado efetivo e no menor tempo possível. Nesse contexto, são avaliados quesitos como a gestão de quadro clínico, a capacitação de profissionais, os protocolos de atendimento e o planejamento de alta.
A segurança dos pacientes também é um elemento avaliado. De acordo com a resolução número 36/2013, os serviços de saúde devem ser núcleos de segurança das pessoas atendidas, e as tecnologias devem ser utilizadas sempre favorecendo a proteção da saúde dos pacientes.
Os principais hospitais de referência mundial podem ser acompanhados na listagem a seguir. Veja mais!
O hospital Albert Einstein está localizado em São Paulo. Ele trabalha com especialidades como cirurgia, neurologia, cardiologia, pediatria, transplantes, oncologia, ortopedia, reumatologia, radiologia intervencionista e hematologia. A instituição se estabelece em um complexo centro de ensino e pesquisa, que tem graduação em medicina e enfermagem, pós-graduação, ensino técnico e residência.
A instituição oferece também serviços para empresas, como vacinação na companhia, telemedicina, programas de prevenção, check-up e espaços para eventos em saúde. Ela conta ainda com diversas modalidades de treinamento, incubadora de startups e consultoria em gestão.
O Hospital Moinhos de Vento está localizado em Porto Alegre e é afiliado ao John Hopkins Hospital, sobre o qual falaremos mais adiante. Oferece serviços médicos em diversas especialidades: anestesia, nefrologia, neonatologia, cardiologia, coloproctologia, oncologia, cirurgia geral, emergência, gastroenterologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, neurologia e neurocirurgia, pneumologia, mastologia, psiquiatria, radiologia, reumatologia, medicina nuclear, urologia, entre outras.
A instituição conta com centro de formação, a Faculdade de Ciências da Saúde Moinhos de Vento. Além disso, o hospital tem um ambulatório e uma robusta estrutura para realização de uma série de exames.
O Hospital Bandeirantes se unificou com o Hospital Leforte em maio de 2017 e passou a se chamar Hospital Leforte Unidade Liberdade. A instituição realiza procedimentos de alta complexidade, como cirurgias cardíacas, oncológicas, transplantes de medula óssea e procedimentos cirúrgicos com apoio de vídeo 3D.
O Leforte tem um centro de diagnósticos, que realiza exames como tomografia, ressonância magnética, PET/CT e procedimentos de rotina. Há unidades de internação, centro oncológico e pronto-atendimento. Acrescentamos que o Leforte tem centro de pesquisa e ensino e biblioteca especializada em saúde.
O Gleneagles Hospital está localizado em Singapura, sendo parte do grupo Parkway. Ele se destaca pelos serviços em oncologia, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, oftalmologia, neurocirurgia, medicina respiratória, gastroenterologia, oftalmologia e ortopedia. Possui uma área especializada na realização de transplantes. Em 2005, realizou a cirurgia de separação de duas gêmeas siamesas da Indonésia. O procedimento durou 10 horas.
Localizado na Tailândia, é reconhecido pelo turismo médico, sendo o maior hospital privado do Sudeste Asiático. Com uma estrutura luxuosa, Bumrungrad International Hospital tem a sua própria agência de viagens que cuida de vistos dos pacientes e do providenciamento de tradutores para estrangeiros. Por ano, ele atende em média um milhão de pacientes. Apresenta muitas especialidades e subespecialidades, além de ter alcançado premiações internacionais.
O Shouldice Hospital fica no Canadá, sendo líder mundial no tratamento de hérnia abdominal. Ele realiza um tratamento holístico e supervisionado de recuperação e cura. O local conta com refeições especializadas e balanceadas, aconselhamento profissional, terapia de massagem, em um processo intensivo de tratamento que gera rápida recuperação. O ambiente hospitalar mescla elementos da natureza a fim de proporcionar o máximo de tranquilidade para o público atendido.
O Brigham and Women’s Hospital fica nos Estados Unidos, estando vinculado à Escola de Medicina de Harvard. Ele reúne um instituto de oncologia e mais 13 especialidades, como sistema cardiovascular, centro do pulmão, neurociência, centro de ortopedia e artrite, cuidados primários e saúde da mulher. No hospital, há também suporte ao paciente em termos de nutrição e relações familiares, bem como apoio espiritual e farmácia.
O complexo hospitalar John Hopkins fica nos Estados Unidos e reúne um centro de urologia, centro para crianças, centro para câncer e centro de saúde dos olhos, além de uma série de outros serviços. Realizou a primeira cirurgia de redesignação sexual, além de contar com uma forte estrutura em pesquisa e ensino.
Nas pesquisas, o John Hopkins se destacou por identificar três vírus da poliomielite, por realizar a primeira operação de síndrome do bebê azul e por descobrir opioides naturais para o cérebro. Ele possui grande renome no mundo por ser pioneiro em tantas descobertas valiosas.
Os principais hospitais de referência mundial apresentam uma rede sólida de serviços e se ancoram também em um robusto sistema de ensino e pesquisa. Essas instituições se sobressaem pelas especificidades no cuidado e na eficácia em atendimentos. A maioria já apresenta uma longa trajetória em sua história, com inúmeros grandes feitos. Mas é importante lembrar que essa credibilidade é construída no dia a dia da instituição hospitalar.
E então? Gostou de aprender mais sobre os 8 maiores hospitais de referência no Brasil e no mundo? Aproveite e siga a gente nas redes sociais! Estamos no Facebook e LinkedIn!
A Medicalway possui soluções completas de alta tecnologia e excelente custo-benefício. Conheça a nossa página de produtos e aproveite para modernizar o seu hospital com o que há de melhor em equipamentos de saúde!
Um dos aspectos mais importantes da gestão de um negócio é a negociação com fornecedores. No entanto, para muitos profissionais, ela pode ser um desafio.
Uma negociação malfeita pode elevar o preço final dos seus produtos ou serviços, impactando todo o seu negócio. Porém, temos que lembrar que dificilmente a relação de sua empresa com o fornecedor se encerrará após uma transação, por isso é muito importante investir nessa parceria.
Manter uma relação saudável com os fornecedores é o que vai garantir a flexibilidade para negociar preços, prazos e outros detalhes do contrato em uma hora de aperto. Essa margem é fundamental para gerir um negócio ou um departamento.
Pensando nisso, listamos 7 estratégias para você aprender ou melhorar a sua negociação com fornecedores. Acompanhe!
Antes de iniciar uma negociação, seja de preço ou de prazo, é importante definir uma estratégia, em vez de sair pleiteando benefícios. Pense em qual será a sua abordagem e se mantenha focado em seu objetivo durante a conversa.
Uma tática possível é deixar que o outro inicie a negociação, enquanto você reúne mais elementos sobre o cenário dele. Outra opção é mirar no seu valor alvo e forçar a situação até abrir a negociação. No entanto, para chegar a esse momento, é preciso de preparar. Avalie as suas necessidades e saiba que argumentos usará para evitar que o fornecedor imponha as condições de fechamento.
Ficar na mão do fornecedor é uma péssima ideia, por isso é fundamental ter uma carta na manga, um plano B. Qual será o caminho se a negociação não for fechada, há outras opções no mercado? É possível substituir o produto?
Quanto mais e melhores alternativas, maior o seu poder de barganha. Sendo assim, antes da negociação, faça o dever de casa, estude o mercado e elabore um plano B. Mas lembre-se, o foco deve ser o sucesso na negociação, ou seja, atingir o objetivo da empresa, e não a disputa de posição.
Se há poucos fornecedores para o produto em negociação, sua posição fica mais vulnerável. Nesse caso, é preciso inovar para encontrar soluções alternativas, logo, se preparar antes da negociação é imprescindível.
Existem diversas situações em que é vantajoso fechar contratos mais longos. Por exemplo, quando se trata de um produto de uso frequente, é importante não correr o risco de descontinuar o contrato e ficar sem o item.
Por outro lado, também é uma forma de não perder o fornecedor para a concorrência. De qualquer jeito, contratos mais duradouros dão segurança ao fornecedor, que em contrapartida pode garantir a não alteração dos valores, independentemente da variação de preço do produto.
Apostar em uma relação mais próxima é garantia de benefícios para ambos os lados, tornando as negociações mais leves e confortáveis, sem disputas. Criar um elo de confiança confere mais flexibilidade à relação comercial, em se tratando de prazos, quantidades e preço, por exemplo.
Nesse sentido, é importante sinalizar o interesse em que ambos se beneficiem, inclusive realizar concessões na busca por um ganha-ganha. Fechar um contrato exclusivo, por exemplo, pode ser uma boa estratégia. Nesse caso, é essencial estreitar os laços, seja com visitas ou reuniões periódicas.
Fomentar o relacionamento com um fornecedor é garantir a tranquilidade na negociação com ele. Além disso, a proximidade dessa relação propicia a troca de informações, o que também abre mais possibilidades e permite mais liberdade nas negociações.
Já mencionamos a importância de pesquisar o mercado e ter outras opções em mente. E de fato, no momento da negociação, é primordial comparar as alternativas, listando os prós e contras de cada escolha para fechar o melhor negócio.
De posse dessas informações e do levantamento de suas necessidades, você tem estofo para barganhar por melhores condições, apresentar objeções a condições desfavoráveis e conseguir melhores prazos, preços e formas de pagamento.
No entanto, não se deve pressionar demais, quebrando o clima de confiança que foi criado. Lembre-se de que, assim como você, o outro lado também reuniu informações acerca de seus possíveis clientes, e pode abrir mão do relacionamento com a sua empresa.
É essencial que comprador e fornecedor estejam alinhados quanto à visão de mercado, de forma que um compreenda a proposta de valor do outro.
Quando o fornecedor conhece as particularidades do mercado no qual a empresa está inserida, é mais provável que ele compreenda as exigências, podendo até fazer uma oferta melhor. O mesmo vale para a empresa que entende bem a realidade do fornecedor, tendo mais possibilidades para negociar.
Além disso, esse alinhamento permite que ambos possam se desenvolver estrategicamente, cumprindo o padrão de qualidade e os princípios éticos. Assim, evitam-se polêmicas e desconfortos em virtude de um comportamento inadequado segundo a política da empresa.
Nunca deixe a emoção falar mais alto. Em uma negociação, é preciso ser o mais racional possível para não correr o risco de errar. Ao deixar transparecer medo, raiva ou qualquer sentimento do gênero, você se mostrará vulnerável, enquanto o outro se sentirá fortalecido e mais confiante.
Por isso, cerque-se de informações precisas e prepare-se para o momento. Quanto mais preparado, maiores as chances de manter-se equilibrado, com o lado emocional sob controle. Assim fica mais fácil se comunicar com clareza e sobretudo captar corretamente as questões colocadas pelo fornecedor.
Ao seguir essas estratégias, aumentam as suas chances de conseguir êxito na negociação com fornecedores e obter a compra a um melhor custo-benefício. Com um pouco de habilidade, é possível conseguir condições mais favoráveis que podem fazer a diferença, além de garantir a qualidade necessária para atender ao alto padrão exigido pelo seu público final.
Esperamos que essas dicas sejam muito úteis para o seu dia a dia no contato com fornecedores. Agora que tal aprender mais? Acreditamos que esta leitura também deve lhe interessar: 4 dicas para ter um controle financeiro na sua clínica.
A transformação digital vem impactando a vida e o cotidiano das pessoas, em especial profissionalmente. Na saúde, não seria diferente — os avanços tecnológicos na medicina trazem benefícios tanto para profissionais quanto para pacientes.
A tecnologia aplicada à saúde vai muito além de equipamentos eletrônicos modernos e aplicativos digitais. A chamada Saúde 4.0 tem um caráter fortemente preventivo e traz a medicina para o dia a dia dos pacientes, por meio de inovações como a IoT, o Big Data e a Inteligência Artificial.
No Brasil, as inovações em medicina são tantas, que foi criada a Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde, a ABIIS. Segundo o seu presidente, existem mais de 500 mil tecnologias médicas em uso atualmente.
No post de hoje, reunimos 7 dos avanços tecnológicos médicos que você deve acompanhar, pois impactam diretamente a vida de quem atua na área e também a saúde dos pacientes. Confira!
Trata-se da relação médico—paciente a distância e envolve uma série de ações desempenhadas remotamente.
Pacientes em cidades sem assistência podem ter acesso a médicos especialistas e exames altamente específicos. Por meio de uma plataforma, um médico pode visualizar os exames de um paciente de qualquer lugar, emitindo um laudo mesmo sem estar presente. O monitoramento de um paciente também pode ser realizado por um especialista a distância (teleassistência).
Além disso, a telemedicina permite a redução de custos para clínicas e hospitais.
A cirurgia robótica já é uma realidade e vem garantindo procedimentos mais seguros e menos invasivos aos pacientes. São estruturas robóticas comandadas por um especialista, que tem a sensação de ver o corpo por dentro, graças a câmeras que geram imagens tridimensionais.
Os braços robóticos não estão sujeitos a nenhum tipo de tremor, além de possibilitarem rotação de 360 graus, conferindo muito mais precisão aos movimentos e permitindo a realização de procedimentos de alta complexidade em áreas delicadas do corpo.
No entanto, embora o uso de inteligência artificial reduza bastante as falhas humanas, a experiência de um cirurgião no comando da estrutura é indispensável, cabendo a ele o poder de decisão.
Com eles, todos os dados cadastrais e informações clínicas dos seus pacientes ficam armazenados em uma só base de dados, podendo ser acessados por diversos profissionais a qualquer hora e lugar, facilitando a integração e o trabalho de uma equipe multidisciplinar.
Resultados de exames, histórico, medicações, tratamentos e sintomas são atualizados em tempo real.
Os prontuários eletrônicos permitem a automação de processos e diminuem o tempo de atendimento, garantindo mais produtividade ao médico e à equipe de atendimento. Além disso, reduzem a margem de erro, garantindo diagnósticos mais precisos.
A bioimpressão de órgãos 3D pode parecer coisa de filme de ficção científica, mas já é real. No lugar de tinta comum, esse tipo de impressão utiliza biotintas, que contêm células, proteínas e outros elementos biológicos em sua composição.
Embora os cientistas ainda tratem do assunto com cautela, órgãos artificiais como rins, pâncreas e coração já estão em desenvolvimento. As dúvidas ficam por conta do tempo de vida útil deles no corpo humano.
Tudo indica que, dentro de alguns anos, essa será uma solução para reduzir as filas de transplantes e talvez seja um caminho para a cura de doenças crônicas, como o diabetes e as doenças renais.
A chamada internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) refere-se à conexão de objetos do dia a dia com a internet. No campo da medicina, tem grande importância no monitoramento de pacientes, especialmente portadores de doenças crônicas.
Por meio dos wearables — dispositivos vestíveis dotados de sensores —, é possível coletar informações como pressão arterial, níveis de glicose no sangue, frequência cardíaca, entre outros.
Um paciente diabético pode, por exemplo, usar uma geladeira com controle de acesso à alimentação.
Essa tecnologia traz o controle e monitoramento clínico para fora dos consultórios, ou seja, para o dia a dia dos pacientes. Dessa forma, aumenta a responsabilidade do indivíduo sobre seu estado de saúde e, consequentemente, a conscientização.
Para os médicos, representa o acesso aos dados mais reais possíveis, coletados durante a realização de atividades rotineiras, permitindo um controle muito mais eficiente. As informações extraídas no consultório podem ser mascaradas pela síndrome do jaleco branco, por exemplo.
Por isso, os avanços tecnológicos médicos têm um papel fundamental na prevenção e promoção de saúde e bem-estar.
Atualmente, a grande maioria dos tratamentos e medicamentos são desenvolvidos com base em dados obtidos de pessoas com características comuns, por exemplo, homens brancos, de uma determinada faixa etária, em geral, americanos.
No entanto, esses mesmos tratamentos são aplicados, pelo mundo inteiro, em pacientes com genética completamente diferente.
Graças ao uso da realidade aumentada, e também às facilidades de armazenamento e compartilhamento de informações pela internet, hoje é possível obter dados muito mais precisos sobre os pacientes e suas patologias, levando a diagnósticos mais personalizados.
Seguindo esse raciocínio, em pouco tempo, teremos uma base muito mais completa para o desenvolvimento de tratamentos mais específicos e com resultados muito mais eficazes.
Assim como os diagnósticos, com base em dados mais precisos sobre cada paciente, os medicamentos personalizados aparecem como uma forte tendência.
Além da evolução dos métodos diagnósticos, os avanços tecnológicos impactam também na produção dos medicamentos, reduzindo os custos e o tempo de desenvolvimento e fabricação.
Avanços tecnológicos como a internet das coisas e a computação em nuvem vêm permitindo o aumento da interação e conectividade nas mais diversas atividades profissionais. E as inovações não param por aí: além de tornar as intervenções mais precisas e pontuais, a tecnologia vem sendo utilizada para reabilitação, por meio do uso de jogos e realidade virtual, por exemplo.
Assim como tudo que envolve tecnologia, a medicina vem mudando rapidamente. Por isso, acompanhar os avanços tecnológicos na medicina, é primordial para profissionais da área entenderem suas aplicações e melhorarem o seu desempenho no trabalho.
E então, este post foi útil para você? Para ficar por dentro de outras novidades como essas, siga nosso perfil nas redes sociais — estamos no LinkedIn, Instagram e Facebook!
Uma das questões mais desafiadoras na gestão de equipamentos médicos (por mais tecnológicos que eles sejam) é o estabelecimento de uma manutenção preventiva com qualidade e frequência adequadas.
Ações precavidas conseguem gerar benefícios em toda a cadeia de prestação de serviços médicos e têm como objetivo prevenir possíveis falhas de peças e imprevistos operacionais — sejam eles automotivos, hidráulicos ou industriais.
Neste artigo, você compreenderá por que a manutenção preventiva é fundamental e os principais benefícios que residem não somente na redução de custos, mas também na diminuição de riscos aos colaboradores e pacientes. Interessado? Então vamos lá.
Para início de conversa, é importante atentar à periodicidade atribuída para cada equipamento. Normalmente ela é indicada pelo fabricante ou alguma norma (por exemplo, da Anvisa, do Inmetro, de uma IEC ou NBR).
Além disso, os prestadores de serviço que fazem uma manutenção preventiva de qualidade podem utilizar ferramentas para definir a periodicidade de acordo com programas que criam pontuações referentes às seguintes características:
Desse modo, é possível elaborar um cronograma para os gestores do hospital se programarem. Isso é importante, pois sabemos que muitas vezes os equipamentos estão sendo usados, e é difícil realizar a manutenção preventiva sem agendamento. A seguir, você confere os principais benefícios dessa manutenção preventiva.
Paradoxalmente, acidentes de trabalho na área de saúde apresentam uma taxa 34% maior do que em outros setores, o que aumenta exponencialmente o risco de ocorrerem danos tanto para os colaboradores quanto para os pacientes.
Mesmo que não contribuam com danos diretos, as falhas ou defeitos em equipamentos médicos podem induzir os profissionais da saúde a interpretarem resultados e situações erroneamente, chegando, por exemplo, em diagnósticos incorretos.
Isso mesmo. É possível reduzir os custos do hospital e programá-los e maneira mais eficaz. Isso acontece pois, quando a instituição de saúde não realiza a manutenção preventiva, pode ser que o aparelho falhe, requerendo gastos não programados para o momento.
Sabemos que o funcionamento da maioria dos equipamentos médicos é crítico, quase sempre a manutenção corretiva será urgente. Pode acontecer, inclusive, o cancelamento de procedimentos cirúrgicos e clínicos, gerando perda de tempo e estresse na rotina dos colaboradores.
Por outro lado, a manutenção preventiva consegue prever os custos de acordo com a programação previamente estabelecida. Se algum problema é detectado, é possível saná-lo antes que maiores complicações ocorram, o que acaba reduzindo os custos do hospital devido à previsibilidade orçamentária.
Outro ponto importante a ser considerado é a checagem dos acessórios externos acoplados aos equipamentos. Se eles não receberem manutenção periódica, podem danificar os mecanismos conectados, o que aumenta os custos.
Um exemplo disso são aparelhos que apresentam filtros de entrada. Se esses acessórios não forem trocados periodicamente, há grandes chances de entupimento e acúmulo de sujeira no interior do aparelho, o que pode danificar outras peças mais críticas e caras.
Equipamentos sempre funcionando em perfeito estado: esse é o objetivo de qualquer gestor dentro das instituições de saúde, não é mesmo? Por esse motivo a manutenção preventiva se faz tão imprescindível.
Durante esse processo acontece a limpeza adequada e a checagem (quantitativa e qualitativa) de vários itens do material. A checagem quantitativa avalia o desempenho do equipamento e garante uma visão geral da qualidade operacional.
Já a checagem qualitativa é realizada minuciosamente. Analisa-se, por exemplo, se há algum cabo solto, se o alarme está funcionando perfeitamente ou se o display está se apresentando como as especificações adequadas do fabricante.
Ademais, é preciso ponderar sobre o prolongamento desnecessário da vida útil e verificar se algum equipamento está demandando muitas manutenções corretivas. Nesse caso, o custo deve ser colocado em pauta, assim como uma possível troca da tecnologia.
Essa é uma consequência direta do último tópico. Se a vida útil aumenta, o estado operacional também aumenta, o que reduz a necessidade de reposições constantes. Afinal, equipamentos bem cuidados não precisam ser trocados com tanta frequência.
Vejamos uma analogia: se você tem um carro e realiza manutenções a cada 10 mil quilômetros rodados (frequência recomendada pela maioria dos fabricantes), você trocará itens necessários, fará o rodízio de pneus e a vida do automóvel será naturalmente prolongada.
No entanto, se você não realiza manutenções preventivas, há grandes chances de ocorrerem falhas inesperadas, como danificações no motor ou avarias no sistema hidráulico. Ações corretivas constantes farão com que você precise trocar de veículo, e a mesma coisa acontece com equipamentos médicos.
Instalações seguras apresentam menor probabilidade de se portarem indevidamente em qualquer tipo de procedimento. Nesse contexto, é imprescindível checar se os prestadores de serviços têm analisadores e simuladores calibrados para serem utilizados como referência.
Com isso é possível obter padrões certificados e atestar se o equipamento médico está dentro das especificações do fabricante, monitorando, diagnosticando e respondendo aos comandos adequadamente.
Além disso, a norma brasileira NBR IEC 60601 preconiza o teste de análise de instalações elétricas de equipamentos médicos com o objetivo de garantir a segurança de usuários e pacientes. Assim, escolher por empresas que prestam esse serviço realizando o teste de segurança elétrica certamente faz toda a diferença.
Viu como é fundamental que os gestores hospitalares se conscientizem sobre os benefícios que a manutenção preventiva exerce na gestão e controle dos equipamentos médicos?
Além de reduzir custos desnecessários e garantir experiências mais seguras aos pacientes e colaboradores, outra vantagem é que as consequências são percebidas a curto e longo prazo. Os procedimentos são então realizados com muito mais qualidade, sem perdas em função de falhas ou desligamentos.
Se você achou este conteúdo interessante e gostaria de continuar aprofundando seus conhecimentos sobre a gestão de equipamentos hospitalares, siga nossas redes sociais (estamos no Facebook e LinkedIn) e acompanhe a postagem de conteúdos completos e atualizados!
