7 boas práticas para realizar uma boa gestão de hospitais

A gestão de hospitais tem influência direta sobre a qualidade do atendimento, que é a chave do sucesso de um negócio. Assim, os processos gerenciais são tão importantes quanto a capacitação técnica dos médicos e colaboradores, a estrutura física e a modernidade dos equipamentos.

Uma boa gestão é capaz de aumentar a produtividade e reduzir os desperdícios, contribuindo consequentemente, para a economia de recursos, a melhora na qualidade de atendimento e o aumento da lucratividade. Todas essas são questões cruciais para o sucesso de qualquer empresa privada.

Melhorar, modernizar e atualizar processos e serviços é essencial para manter a qualidade do serviço, especialmente em um setor em que a demanda se mantém alta durante do o ano e as descobertas científicas e tecnológicas estão em constante evolução.

Pensando nisso, elencamos neste post 7 boas práticas para você aplicar na gestão do seu hospital ou clínica. Confira!

1. Criar um planejamento estratégico

Assim como a gestão de qualquer negócio, uma boa gestão de hospitais envolve planejamento. É preciso estabelecer metas e, a partir delas, criar estratégias para alcançar os objetivos de negócio, que devem nortear gestores e colaboradores de forma a posicionar a instituição no mercado.

Nesse sentido, é importante considerar informações de mercado a respeito de pacientes, concorrentes, fornecedores, colaboradoras e da própria capacidade de atendimento do hospital. Além de estipular indicadores de desempenho, é importante elaborar planos de ação, definir responsáveis por atividades, bem como prazos e recursos para a execução das ações propostas no plano estratégico.

2. Gerenciar as finanças

Como qualquer empresa privada, um hospital também sobrevive dos lucros obtidos com a venda de seus serviços. Por isso, um bom gerenciamento financeiro é essencial, inclusive no sentido de evitar prejuízos que impactem no bom funcionamento e no atendimento da instituição.

Além de um bom planejamento financeiro, que permita prever gargalos e períodos de contenção, antecipando soluções e ajustes necessários, é importante ter toda a movimentação financeira na ponta do lápis. O controle financeiro de gastos e recebimentos deve ser acompanhado de perto, independentemente dos valores.

A menos que o gestor tenha formação e experiência na área financeira, é recomendável constituir uma equipe dedicada a cuidar exclusivamente dos fluxos de caixa e de relatórios financeiros. Isso garante o balanço e a saúde administrativa financeira do hospital.

3. Treinar e acompanhar a produtividade da equipe

Entre os ativos mais importantes de um hospital está a sua equipe. Afinal, são os médicos, enfermeiros e demais colaboradores que prestam o serviço, interferindo diretamente na qualidade do atendimento, na experiência do cliente e na produtividade dos setores.

A sinergia e a integração da equipe, resultados de uma comunicação unificada, são o segredo para redução do tempo de espera e de atendimento. Além disso, é essencial investir em capacitação e treinamentos, visando manter os profissionais atualizados e aprimorar habilidades e competências necessárias ao exercício das tarefas diárias.

4. Mapear e monitorar os processos hospitalares

Um dos pontos que merecem atenção no que se refere a gestão de processos hospitalares são os fluxos de movimentação, sejam eles de materiais, equipamentos ou pessoas — funcionários e pacientes.

Essa movimentação gera uma série de custos e perdas, devendo atrair a atenção dos gestores. Processos complementares precisam estar o mais próximos possíveis e espaços físicos devem estar devidamente organizados para minimizar as movimentações e garantir um fluxo fácil dentro do hospital.

Dessa forma, é fundamental mapear e monitorar os fluxos e os processos hospitalares, de modo a identificar riscos e eliminar desperdícios, resolvendo os problemas de modo eficaz e sistemático.

5. Fazer a manutenção dos equipamentos e a gestão de compras

Com a velocidade que novas pesquisas científicas e os potenciais avanços tecnológicos surgem o desenvolvimento de equipamentos médicos está em constante evolução. Por isso, mas do que cuidar da manutenção é preciso acompanhar as tendências e ter em mente um plano de modernização.

Devido ao alto investimento, o cuidado com os equipamentos é fundamental, uma vez que qualquer dia inoperante pode significar grandes perdas financeiras. Por outro lado, a gestão de compras precisa estar atenta às novas soluções que o mercado oferece, como linhas de crédito específicas para o setor e o contrato comodato.

O importante é oferecer um serviço de ponta aos pacientes, conquistando sua confiança e fortalecendo a marca da instituição.

6. Utilizar a tecnologia como aliada

O uso da tecnologia é uma forte tendência em diversas áreas. Em hospitais, esse deve ser visto como um caminho para otimizar processos, reduzir custos e facilitar a gestão da informação.

Softwares de gerenciamento e ferramentas tecnológicas, como o prontuário eletrônico, permitem guardar dados de pacientes, exames, arquivos e documentos, facilitando a consulta e atualização das informações. Além disso, agilizam a comunicação da equipe e reduzem erros.

As soluções vão desde as mais simples, para o agendamento de consultas e envio de lembretes, até ferramentas mais complexas, de gerenciamento de despesas, detalhamento de repasses, mapeamento dos processos e integração das informações. Trata-se de otimizar a gestão dos dados, com mais qualidade, agilidade e segurança por meio da automação de processos.

7. Analisar os resultados

Tão importante quanto planejar, treinar, gerenciar e organizar todos os processos é monitorar e avaliar os resultados. Está aí a importância de criar e aplicar metodologias de avaliação de desempenho e métricas de acompanhamento.

Os resultados devem ser analisados, no máximo, a cada 6 meses, com o objetivo de aperfeiçoar modelos e processos, modificando o que for necessário. O feedback deve ser utilizado para revisar as estratégias e mapear novas demandas e problemas recorrentes.

Todo o esforço em promover uma boa gestão hospitalar se traduz em benefícios para a instituição, seus colaboradores e, principalmente, para os pacientes, que ganham um atendimento de excelência. Mais que agilidade no atendimento, produtividade e economia de recursos, bons processos gerenciais garantem uma melhor experiência ao cliente e a valorização da marca.

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    Não perca 9 boas práticas para fazer a gestão de insumos hospitalares

    A gestão de insumos hospitalares é uma prática relevante nas unidades de saúde, tendo em vista se tratar de tudo aquilo que é necessário para o exercício das atividades, como máscaras, seringas, luvas, medicações, entre outros. Essa prática envolve todo o processo de obtenção, armazenamento, estocagem e administração do material.

    Além disso, o correto gerenciamento dos produtos representa uma redução de custos considerável no atendimento na saúde. Portanto, há garantias de que o paciente terá todos os insumos disponíveis para o seu cuidado, proporcionando um atendimento de qualidade.

    Devido à sua importância, elaboramos este conteúdo para apresentar boas práticas de gestão de insumos hospitalares. Confira!

    1- Gerencie a demanda

    Em determinadas situações, a aquisição de remédios controlados precisa respeitar as normas governamentais, que requer um volume mínimo de faturamento. Por esse motivo, é necessário ter um controle minucioso desses produtos para evitar a sua falta por muito tempo e, dessa forma, afetar a realização de atendimentos de emergência e cirurgias.

    Em outros casos, é possível implementar o disparo de novas requisições de acordo com a saída de insumos ao longo do atendimento, com a finalidade de manter um estoque mínimo de cada item.  A utilização de um bom sistema pode contribuir bastante nessa atividade de observar a demanda.

    2- Organize os materiais por categoria

    Depois de receber os insumos e conferi-los, o ideal é classificar e armazenar. Mas, levando em conta as características de cada um (peso, volume, fragilidade, entre outros), prioridades e frequência de uso. É preciso ressaltar que determinados medicamentos devem ficar sob refrigeração, enquanto outros mais acessíveis, para tornar o atendimento mais rápido.

    Essa catalogação servirá para uma conservação e armazenagem mais efetiva dos insumos hospitalares. Após ajustados nos devidos lugares, sempre devem ser repostos nos mesmos locais e, dessa forma, evitar a desorganização e compras desnecessárias, caso os itens não sejam encontrados.

    3 Otimize a armazenagem e estoque

    Manter um registro diário dos insumos consumidos, é importante para simplificar a tomada de decisão relacionada aos pedidos de novos materiais e organização do estoque. Essa prática impede a ocorrência de desperdícios ou extravios e mostra, de forma realista, o que realmente está sendo gasto no atendimento aos pacientes.

    4. Adeque as quantidades ao consumo

    Toda a tarefa de contagem, monitoramento de saída e armazenagem dos itens, tem o objetivo de aprimorar a gestão de compras de insumos . Assim sendo, minimizar perdas de produtos obsoletos, vencidos ou danificados pelo excesso de tempo no estoque.

    Uma análise detalhada permite identificar quais são os insumos mais usados e a reserva mínima para cada um deles. Dessa forma, é possível controlar a rotatividade dos produtos. Levando em consideração as demandas nos tratamentos aos pacientes ao realizar sua compra,

    5. Analise relatórios e integrações

    Outra vantagem de contar com a tecnologia é implementar um sistema integrado capaz de acompanhar o fluxo dos insumos e controle de estoque. E também, atender aos cuidados com o paciente e demais funcionalidades relevantes, para uma administração eficiente do serviço de saúde.

    Dessa forma, é possível integrar a logística com os prontuários eletrônicos, o que vai tornar mais fácil o trabalho do departamento financeiro. Por exemplo, a contabilização e cobranças adequadas dos convênios, evitando a ocorrência de glosas.

    Ou seja, integrar a gestão de insumos hospitalares nas unidades de saúde viabiliza uma logística mais eficaz no dia a dia de trabalho, bem como promove um controle mais adequado e correto em relação à saída e entrada de medicamentos e materiais no estoque.

    6. Automatize o processo

    A automatização dos processos gera resultados incríveis em praticamente todos os setores. Em relação ao controle de insumos hospitalares, a tecnologia contribui assegurando a análise apropriada para adquirir o produto certo. É claro que na quantidade adequada, além da manutenção de uma armazenagem eficiente e sua aplicação exata. Isso por meio da total rastreabilidade de processos, prazos e validades.

    7. Realize inventários frequentes

    Mesmo que faça uma gestão eficiente, realizar a contagem dos insumos de maneira periódica ajuda a controlar e identificar se está tudo saindo de acordo com o planejado. Caso contrário, é preciso implementar ações para reduzir a margem de falhas. Para os itens com custo mais elevado, o inventário deve ocorrer em espaços de tempo reduzidos.

    O período de contagem pode ser definido, também, para a classificação de cada insumo, por exemplo, mensal, semestral ou anual. É feito o ajuste entre o volume físico e o registrado no sistema. Assim em seguida, deve ser realizado um comunicado para o time em relação às divergências identificadas e as questões a serem aprimoradas.

    8. Disponibilize treinamento aos funcionários

    Um bom gerenciamento de insumos hospitalares precisa englobar todos os colaboradores que fazem parte das rotinas do hospital. Por esse motivo, disponibilize treinamentos de conscientização e orientação referentes às atividades ligadas à correta utilização dos materiais.

    Isso porque, quando todos entendem sobre as normas e o dia a dia da unidade de saúde, o engajamento aumenta. Portanto, fica mais simples controlar erros de estocagem e transportes. Perdas por fraudes, aplicações incorretas dos medicamentos e materiais, desperdícios e demais práticas que afetam um gerenciamento eficaz.

    9. Estabeleça uma boa relação com os fornecedores

    Alguns hospitais atuam com o sistema de consignação de itens com os fabricantes. Isso significa que o insumo fica disponível no almoxarifado. No entanto, a aquisição é efetivada quando o material for usado no paciente. Para unidades que atuam nesse formato, é essencial entender a qualidade e procedência dos produtos.

    Mesmo que as compras sejam feitas de forma habitual, o relacionamento com os fornecedores precisa estar bem estabelecido. E assim sendo, evitar a ocorrência de danos ao longo do transporte, atrasos na entrega ou falta de insumos.

    Agora que você entende a importante de manter uma boa gestão de insumos hospitalares, o ideal é colocar as dicas apresentadas em prática. Dessa forma, evitar os prejuízos que a falta desse controle pode trazer. Como por exemplo o desabastecimento do estoque. Ou perdas e faltas de medicamentos devido ao armazenamento incorreto. Além das falhas que podem prejudicar o tratamento efetivo do paciente, interferindo negativamente nos resultados a serem alcançados.

    Conseguiu esclarecer as suas dúvidas? Então, aproveite sua visita no blog e saiba sete dicas para colocar em prática a gestão de equipamentos hospitalares.

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    O que fazer com os equipamentos obsoletos do hospital?

    Equipamentos obsoletos em hospitais podem representar prejuízos tanto para os pacientes, que precisam de materiais de qualidade, com as melhores tecnologias e em pleno funcionamento durante um atendimento, quanto para a gestão hospitalar.

    Isso porque equipamentos obsoletos podem resultar em crises financeiras, a partir do desperdício de recursos, e até na crise na imagem, quando ocorre o descarte inadequado dos materiais e a constante ausência desses elementos com a máxima tecnologia, que são essenciais para a qualidade no atendimento dos pacientes.

    Pensando em evitar os problemas mencionados acima, preparamos este artigo com informações essenciais para que os ambientes hospitalares saibam o que fazer com equipamentos obsoletos. Continue a leitura!

    O que fazer com equipamentos obsoletos?

    A resposta para a pergunta acima não pode ser simples, já que a Lei 12.305/2010 exige que as empresas descartem os resíduos de forma responsável e ambientalmente correta. O descumprimento disso poderia acarretar em problemas judiciais e até para a reputação da instituição diante dos pacientes, investidores e fornecedores. Além disso, é preciso pensar em alternativas mais viáveis também economicamente.

    Gerenciamento da obsolescência

    A partir de um gerenciamento adequado e que evite a obsolescência, é possível driblar gastos desnecessários com o material e ter um melhor aproveitamento dos recursos da instituição.

    Uma maneira de atingir esse objetivo é ao analisar componentes dos equipamentos que têm uma vida útil mais curta que os produtos finais e repô-los com frequência para não comprometer o equipamento. Isso exige um controle de estoque rigoroso.

    De qualquer forma, é preciso ter em mente que até os componentes se tornam obsoletos em um determinado momento, o que torna necessária a procura por produtos similares no mercado e que cumpram o mesmo propósito que o produto original. Assim, os equipamentos aumentam o seu tempo de vida, sem que isso comprometa a segurança, já que existem patentes por trás dos materiais.

    Manutenção preventiva

    A melhor forma de elevar o tempo de vida útil dos equipamentos, fugindo dos problemas mencionados acima, é atuar de forma preventiva, como a inspeção dos materiais para que se encontre possíveis falhas ou indícios delas.

    Isso pode livrar os equipamentos de situações mais sérias no futuro, que também exige um gasto mais elevado para manutenção. Assim, certifique-se de ter cuidados, como:

    • ao manusear o equipamento para que os operadores tenham capacidade técnica;
    • ao transportar o equipamento para que os movimentos não causem danos;
    • as condições ambientais, como temperatura, luminosidade, umidade e fluxo de ar;
    • a higienização adequada, como a descontaminação periódica do aparelho;
    • a calibração, que deve ocorrer periodicamente para atestar o desempenho do equipamento.

    Descarte adequado

    Como dito inicialmente, é indispensável considerar o descarte adequado dos equipamentos, já que eles são resíduos eletrônicos e apresentam riscos ao meio ambiente, se não ocorrer de forma correta.

    Por exemplo, ao contratar uma empresa especializada para o descarte ou ao reaproveitar os materiais de diferentes formas, mesmo quando o produto já está obsoleto, já que os metais podem ser extraídos para reúso consciente.

    De qualquer forma, é sempre importante priorizar a compra de materiais de qualidade e alta tecnologia, desfazendo-se de equipamentos obsoletos, que já não atendem às necessidades dos pacientes nem a do hospital.

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    6 dicas para reduzir custos na gestão de equipamentos hospitalares

    Reduzir custos de forma estratégica faz parte de uma administração eficiente, já que isso pode equilibrar a saúde financeira de uma empresa, evitando problemas jurídicos e queda na imagem da instituição, além de ser uma forma de investir em melhorias na empresa. Essa medida se torna ainda mais relevante em períodos de crise.

    Assim, aprender a reduzir custos na gestão de equipamentos hospitalares pode ser uma das maneiras de atingir os objetivos mencionados anteriormente. Afinal de contas, é comum que equipamentos se tornem obsoletos, por exemplo, o que é apontado por representantes da administração hospitalar como uma influência relevante nas dívidas dos hospitais públicos.

    Diante das consequências que a má administração dos recursos pode gerar, preparamos este post com 6 dicas para você reduzir custos na sua instituição. Continue a leitura e entenda!

    1. Faça o planejamento com base em evidências 

    Toda e qualquer instituição, independentemente do segmento em que atua, precisa realizar planejamentos antes de tomar qualquer decisão. Planejamentos eficientes e construídos a partir de evidências podem colaborar com a redução de custos, diferentemente dos que ocorrem baseados em achismos e na intuição.

    É por motivos como esses que a análise de indicadores é tão importante para a construção de um planejamento embasado. Eles monitoram dados da sua instituição e podem sinalizar os caminhos mais recomendados e não recomendados que devem ser percorridos para que a sua instituição economize e tenha também outros benefícios, como a maior satisfação dos pacientes.

    Caso contrário, se não houver o embasamento nas decisões em evidências, é possível que ocorra a compra de equipamentos ultramodernos apenas porque a concorrência faz o mesmo, sem que exista uma análise das necessidades e do interesse dos seus pacientes nesses equipamentos, por exemplo. Ações como essas podem gerar custos desnecessários e atuar mais como um gasto do que como um investimento. 

    2. Classifique os equipamentos

    Quando a administração se compromete com a análise completa dos equipamentos hospitalares e fica por dentro de informações como quantidade e tipos de ativos existentes, as chances de a instituição deixar faltar ou comprar os elementos em excesso são altas.

    Outros dados importantes incluem:

    • histórico de manutenção;
    • grau de risco;
    • localização;
    • dados de identificação do equipamento (como nome, código de rastreio e data de aquisição).

    Além disso, é importante classificar os equipamentos seguindo alguns critérios, como o sistema fisiológico ou a especialidade clínica, que podem ser o diagnóstico pulmonar ou a cardiologia. Seja qual for o critério de classificação definido pela instituição, saiba que isso facilita o gerenciamento, como os custos de manutenção, controle de estoque e revisão de equipamentos.

    3. Mapeie os custos

    Parte essencial do melhor gerenciamento de custos da instituição hospitalar deve passar necessariamente pelo mapeamento de custos, que deve entender quais são os maiores gastos/investimentos da corporação para, posteriormente, adotar estratégias com base nessas informações.

    Assim, defina quais são os custos fixos, que continuam existindo com ou sem fluxo de pacientes, tais como:

    • aluguel;
    • contas de luz;
    • contas de água;
    • internet;
    • telefone;
    • impostos;
    • financiamento.

    Defina quais são os custos variáveis, que se alteram de acordo com a demanda existente:

    • EPIs (como máscaras e luvas);
    • treinamento da equipe;
    • material para escritório;
    • materiais de limpeza e manutenção (como lubrificantes);
    • peças de reposição, como componentes eletrônicos, peças de pequeno porte e peças mecânicas.

    Dentro dos custos fixos e variáveis, ainda pode existir outra divisão, de custos diretos e indiretos. Os custos diretos são fáceis de identificar e calcular seu valor:

    • tempo do profissional com o paciente;
    • EPIs.

    Já os custos indiretos não são possíveis de serem calculados em relação ao serviço prestado, como:

    Ao mapear todos esses custos é importante registrar todos os gastos existentes, como os mencionados acima, mesmo que pareçam irrelevantes para o orçamento da instituição. Ao fazer isso, fica mais fácil obter uma visão realista do fluxo de gastos da corporação médica.

    4. Sistematize a manutenção e segurança

    Padronizar as operações de segurança e manutenção é um método de conseguir mais eficiência no fluxo de trabalho, produtividade e redução de custos, já que isso pode permitir que as instituições atuem com rapidez assim que a necessidade surgir. 

    Por exemplo, as manutenções podem passar por agendamento, gerenciamento de gastos e contratos de serviços e conformidade de recall. Quando tudo isso é padronizado, evita-se que os equipamentos fiquem parados, necessitando de manutenção, até que a equipe responsável pela tarefa os aparelhos individualmente.

    5. Compre apenas produtos de qualidade

    Não é difícil que instituições optem por produtos com menores valores na intenção de economizar, sem considerar a durabilidade do que foi comprado, além da confiança que os produtos oferecem. Afinal, especialmente na área da saúde, contar com produtos de qualidade duvidosa pode comprometer o tratamento dos pacientes e o manuseio da equipe hospitalar.

    Além disso, não se pode desconsiderar que a baixa qualidade dos equipamentos hospitalares também tende a aumentar a necessidade de manutenção e a trocas dos produtos, o que eleva os gastos muito mais do que o desejado.

    6. Invista na tecnologia

    A automatização dos processos por meio da tecnologia pode reduzir custos ao otimizar a eficiência nos processos e aumentar a produtividade, já que a partir dela é possível substituir trabalhos burocráticos, repetitivos e manuais, o que leva mais tempo para a sua realização.

    Assim, quando as máquinas ou os sistemas tecnológicos passam a ocupar essas responsabilidades, a equipe da instituição pode focar seu tempo e sua energia em outras demandas mais urgentes e importantes, como confirmação de consultas, controle de agendas, prontuários eletrônicos, gestão financeira e escalas de equipes.

    Como você pôde acompanhar, reduzir custos na instituição hospitalar pode permitir que ela opere com mais eficiência, ofereça mais satisfação aos pacientes, evite problemas jurídicos e equilibre a saúde financeira. Para isso, é indispensável contar com fornecedores confiáveis para encontrar os melhores equipamentos hospitalares, como a Medicalway, que atua há quase 20 anos na área.

    Entre em contato conosco e saiba como podemos ajudar a sua instituição hospitalar com os melhores equipamentos!

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